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O Informador

11
Jun20

Calma com o desconfinamento

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Refugiei-me no Alentejo por estes dias e quem sabe se até quase ao final do mês se não ficarei por aqui. Continuo em sistema de lay-off, previsto terminar no início de Julho, tendo fugido do centro atual da pandemia em Portugal. Vivo em Alenquer, bem próximo da nossa capital, e os números de novos infetados com Covid19 têm vindo de dia para dia a subir de há umas semanas para cá. Andávamos numa fase de decréscimo, entre os duzentos e trezentos novos casos, com dias até abaixo das duas centenas e com a abertura a uma nova fase de desconfinamento a situação na região de Lisboa tem vindo a mostrar números que colocam algum receio a toda a população envolvente.

O desconfinar é importante, todos necessitamos de retomar as nossas vidas e criar hábitos com um novo dia-a-dia mas o que se está a verificar na região da capital é que parte da população está a desconfinar demais. Criação de eventos secretos para festas, idas para a praia em grupos, aglomerados pelos jardins de jovens e vários comportamentos em grupo que colocam em risco a boa prestação de Portugal para com o Covid19. Tivemos um problema a Norte nos primeiros meses e que numa fase complicada conseguiu ser controlado para existirem poucos novos casos diariamente. Agora que tudo tendia a voltar aos poucos ao normal conseguimos fazer em comunidade com que a zona de Lisboa piorasse e tenha vindo a registar bastantes novos casos diariamente, fazendo com que o desconfinamento aceite e pretendido pelo governo e DGS não esteja a ser feito de forma igualitária por todo o país. 

Tenham atenção nos concelhos que circundam a capital, não se falando somente em Lisboa, Sintra, Amadora, Loures, Almada e Vila Franca de Xira, sendo este um problema geral que tem vindo a crescer também por outros concelhos. Vamos todos olhar para o resto do país para se perceber como conseguiram superar e acalmar este maldito vírus para fazermos igual. As coisas têm vindo a piorar e assim fica difícil voltarmos a ser livres qb de forma mais rápida de Norte a Sul. 

23
Ago16

Motivos para adorar Lisboa

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Lisboa, a capital portuguesa, tem encanto e a revista Forbes elegeu com a ajuda dos critérios dos turistas mais de uma dezena de razões para visitar a nossa cidade. Todos sabemos que Lisboa está na moda, ou melhor, Portugal está na moda, e há que aproveitar todo este momento para criar novas condições que acompanhem o fascínio de quem nos visita. A História aliada à gastronomia, cultura, segurança, simpatia, arte e preços baixos dão o mote para que Lisboa seja adorada e aconselhada por quem passa. 

Com isto Ann Abel, jornalista e editora da revista norte-americana, afirma que além de segura e barata, a nossa capital encanta através das ruas pitorescas do centro histórico, da arquitetura dos edifícios lisboetas, dos palácios, da cultura, da melancolia e dos restaurantes do Chiado e do Príncipe Real que não passam despercebidos a quem por lá passa.

Eis os locais eleitos pela revista que não se deve deixar de visitar quando se viaja até à cidade alfacinha...

O recentemente inaugurado restaurante Bairro do Avillez e o Belcanto, ambos do tão bem conhecido e galardoado chef José Avillez que dispensa apresentações. Logo de seguida surge o bar do terraço do hotel Tivoli que provoca nos visitantes uma sensação única sobre a cidade de Lisboa. Ao mesmo tempo e porque a Cervejaria Ramiro tem obra feita, eis nova sugestão. O Chiado e o seu comércio tradicional continuam a mostrar que tudo pode persistir no tempo, basta baralhar, reciclar e servir de novo. É caso disso O Purista - Barbière, a barbearia dos tempos modernos e a loja A Vida Portuguesa com produtos tradicionais antigos à disposição do cliente. Quem anda por Lisboa não pode deixar de passar pelo Mercado da Ribeira, recentemente modernizado para acolher o negócio tradicional e atrair outro tipo de clientela.

05
Jun15

Lá vai Lisboa!

Adoro ir para os santos em Lisboa de 12 para 13 de Junho! Houve uns anos em que consegui ir e depois por força do trabalho no dia seguinte, já que por Alenquer não é feriado municipal, acabei por ficar preso sem poder festejar na grande noite alfacinha pelos últimos tempos! O que é uma boa notícia desta vez é que no Sábado, 13, estarei de folga para logo depois entrar de férias! O que isso poderá significar?

Pois é isso mesmo! Se o dia de folga não tiver de ser trocado por ter a colega de férias nessa mesma semana, eis que poderei estar com entrada livre para as ruas e ruelas lisboetas na noite onde os santos saem há rua para as marchas passarem pela avenida mais conhecida do país e as sardinhas armam-se em vedetas pelos vários bairros da capital! 

Vamos fazer figas para que nada se altere até dia 12 e que possa ir para a borga? Vamos! Vamos! Vamos! Agora tenho é que pensar em convencer as companhias para também irem, já que nem todos gostam de tais ajuntamentos e festejos populares!

06
Set14

Made in Portugal

João Santana, o diretor da revista GQ Portugal afirma no editorial da edição de Setembro da publicação que Lisboa está na moda e que o turismo tem vindo a crescer na nossa capital e consequentemente pelo país, o que tem sido visto por muitos e bem comentado pelos últimos tempos. Além disso o sr. Santana também fala de um aspecto importante e que está a ganhar proporções descontroladas, os novos produtos nacionais, de design artesanal, a que se juntam artigos impróprios! Com o crescimento e aparecimento de lojas desta especialidade em cada ponto da cidade, acaba-se por começar a comercializar gato por lebre através dos típicos souvenirs que são levados para terras internacionais para a família e amigos que por lá ficaram. O que sugere o diretor da GQ? A criação de um selo de qualidade para eleger as verdadeiras peças nacionais, valorizando os bons produtos nesta indústria que tem dado cada vez mais cartas pela nossa capital e não só!

Isto é absolutamente verdade! Há uns anos, quando apareceu, por exemplo, a loja de Catarina Portas, A Vida Portuguesa, poucos eram os locais especializados na tradição, onde os antigos artigos estavam de novo à disposição de todos, com velhas ou remodeladas roupagens. Agora e talvez em pouco mais de cinco anos, as zonas centrais de Lisboa estão repletas de muitas vidas portuguesas, com produtos originais, de criadores nacionais, unindo o recente com o antigo, tudo em busca da conquista dos milhares de turistas nacionais e internacionais que passam pelas ruas da capital diariamente. É certo que existem muitos bons locais com a dita qualidade e cuidados com as escolhas do que comercializam, mas ao mesmo tempo também se começa a perceber que outros produtos de qualidade duvidosa e já muitas vezes produzidos longe das linhas portuguesas começam a infiltrar-se com o made in Portugal, não existindo o controlo por parte das entidades responsáveis para o que é servido como sendo nacional.

Os negócios de produtos portugueses apareceram em grande quantidade de um momento para o outro mas a inexistência de cuidado e a busca das vendas rápidas poderão acabar com muitos pontos já de referência. O que é demais acaba por não sobreviver e se não existir um controlo daqui a uns tempos as agora lojas onde o design, rigor e características produzidas por autores lusos acabarão por seguirem outros caminhos, perdendo a verdadeira essência para as quais foram criadas!

O Made in Portugal tem que ser levado com muita atenção pelo país porque a continuar assim as outrora infindáveis lojas chinesas podem dar lugar às lojas dos portuguesas com bandeiras, símbolos e histórias nacionais que nada têm haver com a verdadeira essência para a qual foram criadas... Levar Portugal pelo Mundo de forma original!

22
Abr14

Buracos de Lisboa

BuracoLisboa e Portugal em geral tem destas coisas! Os buracos pelas calçadas e estradas estão por todo o lado onde podemos passar e esbarrar pelo local que está a descoberto sabe-se lá com culpa de quem!

Numa calçada da capital, onde diariamente passam centenas de pessoas, bem perto da entrada de um conceituado museu, quase que deixei o pé entrar neste espaço roto do chão que pela aparência mostrada do seu interior revela estar assim há algum tempo. Esta falta de pedras encontra-se mesmo no centro da calçada, sem qualquer sinalização e bem perto de uma passadeira. O que aconteceria se tivesse tropeçado e deixado o pé e consequentemente parte da perna neste espaço, sofrido algum acidente e ficasse assim magoado?

Será que os serviços municipais iriam estar do meu lado para pagar a despesa do incidente ou tinha que me ajeitar à minha maneira porque aquele local é público e eu é que devia ter cuidado? É certo que todos temos de andar com atenção onde quer que seja, mas existem situações em que a balança não está ao mesmo nível... Poderia muito bem ir na conversa e tropeçar, pisar um papel que estava por cima do buraco levando-me a cair assim, e outras situações do género!

Estes buracos não podem andar por aí como se de uma poça de água se tratassem! Pelo que se ouve falar existem funcionários camarários a mais, existem dias e dias com estas situações a descoberto e existe o bem-estar da comunidade que gosta de andar descansada pelas ruas e avenidas nacionais com tudo o que há para desfrutar das mesmas, sem preocupações pelas roturas e peças fora do sítio pelo desleixo dos serviços.

Há com cada buraco desnecessário por aí que só visto!