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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Vacina da leishmaniose, sim ou não?

08
Dez14

Na última ida ao veterinário com o Tomé foram-me explicadas as razões para lhe ser administrada a vacina da leishmaniose no início do próximo ano. A questão que agora coloco é... Dou ou não a vacina que protegerá, mas que não é totalmente eficaz, contra esta doença quase fatal que provoca também febre, queda de pêlo e peso, lesões cutâneas e problemas nas unhas dos animais?

Falando com outros donos de cachorros, todos estão com a mesma indecisão sobre a administração da vacina nos cães ou não. O veterinário afirma que a mesma não é totalmente certa caso a picada de um mosquito mais insistente aconteça, será que valerá mesmo a pena gastar quase duzentos euros no primeiro ano para proteger o Tomé de algo que há uns anos não era falado?

Também foi dito na explicação que os animais de rua necessitam de um melhor cuidado para com as picadas indesejadas e o que é certo é que por aqui o coqueluche só vai há rua acompanhado e poucos minutos, não saindo muito da zona de casa, onde não existem riachos e locais com águas paradas, onde geralmente os mosquitos gostam de acampar com uma maior intensidade. 

Esta vacina contra a leishmaniose só lhe pode ser dada no início de Janeiro, até lá e como ainda faltam algumas semanas, vou pensar e pesquisando um pouco mais sobre a mesma. Alguns conselhos a darem sobre a administração ou não desta vacina?

Já não é um bebé!

22
Out14

Tomé Outubro 2014Já não vejo o Tomé como um cachorro! No espaço de um mês o até agora pequeno bullgod francês cresceu e está praticamente do tamanho de um adulto! Já deve andar a rondar os sete quilos, está com a altura dos adultos da sua espécie e só a sua cara acaba por denunciar que ainda é um jovem!

O corpo cresceu rapidamente e a cabeça ficou pequena, parecendo os humanos loucos por ginásios que ganham bastante músculo e que acabam por ficar desproporcionais porque tudo o que está acima do pescoço não cresce, não ganhando a massa muscular como tronco e pernas! Assim está o Tomé... O corpo grande, praticamente como se já tivesse um ano e a cabeça a destoar do restante!

Como a criatura que trouxe de Espanha veio tão pequenina para cá e em tão pouco tempo se transformou num adolescente endiabrado com este tamanho? Está mesmo grande o magano e de bebé já não tem quase nada! No entanto continua fofo e irrequieto como sempre! Adoro!

Os «novos filhos» de estimação

31
Ago14

fotografia (27)Jessica Athayde é, ao lado do seu Júlio, a estrela da capa da revista Visão desta semana com o artigo que mostra o crescimento dos números de adopção de animais de estimação por parte das famílias portuguesas. Eu, que me revejo nestas famílias com animais domésticos, consigo perceber quando a atriz da TVI revela alegremente que «O meu Júlio já passa na passadeira», como se fosse um feito do seu filho. Os animais estão cada vez mais presentes nas casas de todos nós e o canto que antes tinham reservado para si agora já não existe, tendo sido substituído por todo o espaço onde nós, os pais humanos, podemos circular. O poder do amor transmitido nesta união tem revelado uma maior qualidade de vida dos animais que se tornam presença obrigatória nas saídas sociais, quer estejam presentes ou somente em pensamentos transformados em conversas!

Os animais, sejam eles cães, gatos, pássaros ou até espécies exóticas, estão a tomar conta dos lares nacionais de forma bastante expressiva, estando os valores desta partilha de afectos a subir significativamente pelos últimos anos, talvez também pelo modo de vida que tem sido adoptado pelas pessoas. Os animais estão a deixar de ser vistos como os companheiros de quintal que ajudam a proteger a casa e estão a ganhar o seu verdadeiro espaço dentro da habitação, sendo muitas vezes o centro das atenções por parte das famílias que já os consideram como membros.

Não sou pai e sinto-me magoado quando o Tomé tem algum problema ou tem de ir ao veterinário, sabendo que existe uma grande diferença entre os «filhos de estimação» e os verdadeiros filhos, no entanto as dores aparecem e o entendimento de ambas as partes está cada vez mais em sintonia.

Neste momento além de clínicas e lojas especializadas, também já existem centros de beleza e bem-estar para os animais de estimação, sendo que alguns são exclusivamente dedicados a determinadas espécies. A comida está a ficar com uma maior qualidade, os acessórios e brinquedos a ganharem destaque pelas superfícies comerciais e os serviços a especializarem-se nos cuidados para com os companheiros de habitação. Aos poucos ter um animal de estimação torna-se tão essencial como fazer qualquer terapia, isto porque quer se queira quer não, um cão, gato, pássaro ou um simples peixe ajuda a que o humano, que tem a obrigação para consigo, lhe dedique algum do seu tempo, distraindo-se e ficando com uma maior disposição pela partilha e energia que é transmitida pelo companheiro animal.

Os «novos filhos» de estimação estão a conquistar os lares portugueses de forma bastante expressiva e embora não sirvam como um substituto conseguem ser um bom complemento familiar!

Os novos acessórios do Tomé

26
Ago14

Mala e Transportador de Saco do LixoAos poucos os acessórios do Tomé vão sendo adquiridos, uns através de compras e outros por saírem como oferta com a sua comida e passatempos, tal como foi o caso do saco de transporte e do transportador dos sacos do lixo, respectivamente!

Ao comprar o segundo saco de ração desde que o Tomé chegou a Portugal, ganhei também o saco de transporte às bolinhas da Science Plan, a marca de comida que me foi aconselhada pela veterinária. Tenho a sensação que este saco não irá dar para a sua fase adulta, isto por ter visto que alguns cães da mesma raça conseguem ficar um pouco maiores que o normal, no entanto enquanto for pequeno poderei passeá-lo dentro deste acessório portador de cachorros! Para ser sincero tenho que confessar que não me estou a ver a andar com esta mala pela rua com o Tomé a espreitar, mas também foi uma oferta e não a ia enviar para trás, não é verdade?

Além disso, também já tenho o transportador dos sacos do lixo para quando o cachorro puder ir fazer as suas necessidades à rua, a partir de finais de Setembro. Por agora tem sido habituado a fazer tudo por casa, no jornal, mas também queremos que se habitue a ir à rua ao longo do dia. Foi na exposição canina do Estoril, que decorreu no passado fim-de-semana, que fui até à tenda da Royal Canin, lancei-me à roda da sorte, respondi a uma questão e lá trouxe este pequeno mimo. 

Ter um cão não é só dar-lhe comer, arranjar-lhe uma cama, uns brinquedos e está feito! Ter um cão envolve todo um mundo de despesas com refeições, brinquedos, acessórios de viagem e acima de tudo muito tempo para lhe poder dar atenção, embora tenha um Tomé bem mole e danado para dormir, sem gostar de chatear e estando já com os seus hábitos de horários definidos. A atenção e paciência são pontos fundamentais para a educação de qualquer ser e este não é excepção!

Os primos do Tomé

24
Ago14

Bulldog francêsCheguei à pouco a casa, depois de uma tarde passada pelos jardins junto ao Casino Estoril, onde este fim-de-semana foi possível ver a maior exposição canina do país. Com mais de mil raças a concurso, várias eram as atracções pelo recinto onde a entrada foi gratuita e onde consegui encontrar vários primos do Tomé!

Embora não existissem já muitos bulldogs franceses por já estar a decorrer a final onde só os melhores de cada raça ainda prevaleciam, partilho algumas imagens de cães adultos que encontrei e que descrevem como será o Tomé daqui a uns tempos. Hoje ainda é pequeno, daqui a uns meses já será um matulão!

Agora ando cada vez mais atento à vida canina, querendo ver e saber mais sobre o cachorro que tenho e também assistir a estas exposições onde as mais variadas raças marcam presença! Existem cães com características tão bizarras por este mundo que acabei por ficar espantando com tanta elegância e porte canino, coisa que os desleixados bulldogs franceses não têm, o que acabam por compensar com a sua doçura e por serem cães meigos e amigos dos seus donos!

bulldog francês

Bulldog francês

Touradas

22
Ago14

As touradas e as suas festas, que compreendo cada vez menos, ainda continuam a ser transmitidas e a fazerem notícias como se fossem um bom espetáculo! Enfim!

Valerá mesmo a pena andarem a sacrificar animais publicamente, numa espécie de brincadeira para o povo ver e depois essas mesmas pessoas serem defensoras dos direitos dos animais? Aplaudem as regras que são colocadas em prática para salvaguardarem cães e gatos dos maus tratos que tantos donos praticam, no entanto depois sentam-se pelas praças nacionais a baterem palmas com gritos imundos a moralizarem os terroristas do mundo animal que se vangloriam por espetarem afiadas facas a criaturas que correm durante uns bons minutos em auto defesa inglória para com o ser humano.

Em criança adorava o ritual das touradas e tudo o que envolvia a festa tauromáquica, com o crescimento e as mudanças de pensamento fui percebendo que as ideias que sempre me foram dando acerca daquele sacrifício animal estavam todas erradas. Assistir ao início do leito de morte de um touro num ato de cobardia do homem perante os seus semelhantes mostra um estado lastimável da cultural do país.

Matar animais em praça pública e com aplausos pelo meio não é um estado cultural de que o povo se tenha que orgulhar por ser uma tradição a manter. Eliminar a vida de um touro é matar um animal, é ferir um ser e festejar tal cena macabra perante centenas ou milhares de pessoas!

Uma tourada, no sentido figurado da palavra, é uma verdadeira correria onde se persegue alguém que furta algo. Será que os pobres animais que levam os maltratos pela arena fizeram algum mal às pessoas com quem se acabam de encontrar na triste festa?!

Existem vários papéis trocadas nesta espécie de arte aplaudida por muitos e criticada por poucos!

Tomé, o envergonhado!

19
Ago14

Aos poucos a personalidade do Tomé vai aparecendo junto de nós e agora começamos a perceber que o cachorro é meio envergonhado quando estamos fora algumas horas e se dá o reencontro entre o pequeno e os donos! Tenho um cão primeiramente envergonhado e posteriormente atrevido assim que se sente à vontade mesmo com as pessoas com quem está diariamente!

Durante o dia passa muito tempo com os meus pais e só me vê de manhã e quando regresso do trabalho, tendo sido nessas alturas que começamos a perceber que o Tomé tem vergonha. Quando subo as escadas vai logo a correr ter com um dos meus pais e deixa-se ficar encostado às suas pernas a olhar para mim mas sem reagir. Tenho que o puxar e começar a brincar para que comece a provocar e correr atrás de mim em jeito de brincadeira e também com a intenção de me apanhar os pés, que adora tentar roer. Também já testamos o contrário e quando está comigo sem os donos mais velhos faz exactamente a mesma coisa quando eles chegam. Encolhe-se junto a mim e mostra uma cara de vergonha não dando confiança a ninguém!

O Tomé começa agora a mostrar que tem um feitio tímido e que gosta de estar sossegado, sendo ele a escolher quando quer brincar, correr e passear pela casa, não se levantando da sua cama e do seu cantinho assim com tanta facilidade como acontecia no início e por nossa vontade! Parece que encontrei um menino envergonhado e molengão, mas sempre de olho aberto para detectar tudo o que se passa à sua volta!