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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

07
Abr19

Esta Vida É Uma Cantiga | Artfeist

O Informador

esta vida é uma cantiga cartaz.jpg

Espetáculo após espetáculo, a Artfeist tem pegado numa fórmula que tem corrido bem e reformulado com novo tema para voltar a surpreender o público. Desta vez e para reavivar a memória de todos, eis que voltou a cena o espetáculo Esta Vida É Uma Cantiga, numa versão atualizada e onde os temas que se tornaram célebres no teatro e cinema musicais são recordados ao mesmo tempo que se celebram os grandes nomes da representação nacional de outros tempos.

Os autores, interpretes e espetáculos que marcaram a história dos palcos nacionais e que ainda hoje levam a que vários temas sejam recordados estão agora bem interpretados por Henrique Feist, Susana Félix, Valter Mira e Marta Alves em Esta Vida É Uma Cantiga, o musical que tem Nuno Feist como mestre e responsável pelo som e que pode ser visto no Auditório do Casino Estoril. 

Com o recurso às mais célebres canções de revista e do cinema cantado feito por outros tempos no nosso país, a saudade é recordada ao mesmo tempo que os temas mais mexidos e com recados sociais são chamados a palco para que artistas e público os cantem em conjunto num espetáculo que acima de tudo celebra a origem do que é feito hoje. Os grandes nomes são recordados, as grandes peças mencionadas e a celebração acontece entre os que ainda vivem e os que já partiram e deixaram obra feita. Esta Vida É Uma Cantiga acaba por ser a celebração dos 150 anos do Teatro de Revista e dos 80 anos do Cinema Musical em Portugal.

Ao jeito do que tem sido pela Artfeist pelos últimos anos em espetáculos musicais, esta produção além de ter um rumo de cenas certo e quatro boas vozes em palco, consegue fazer o que nem sempre é possível, colocar o público a cantar, talvez por ter uma base totalmente em português e com quase todos os temas a serem ainda hoje recordados como os grandes e que foram prevalecendo na gíria cantada por todos nós, geração após geração. 

05
Abr19

Amor Não Se Esquece | Fernando Fernandes

O Informador

Sou fã do estilo musical que o FF, para os que não gostam de diminutivos, Fernando Fernandes, tem seguido nos últimos anos. Agora o cantor lançou um novo tema, Amor Não Se Esquece, e mais uma vez surpreende sem perder o seu rumo onde mostra um amadurecimento enquanto artista que consegue provar que em Portugal ainda existem grandes esperanças sobre os trabalhos feitos pelas novas vozes. 

Com letra e música do próprio FF, Amor Não Se Esquece é daqueles temas que ficam facilmente no ouvido. Com um instrumental suave e ao mesmo tempo forte, um videoclipe simplista como assim é pretendido pelo género musical e como tem sido hábito, este tema merece ser ouvido para voltar atrás e ouvir de novo. 

O Fernando Fernandes volta assim a dar cartas firmes, após o seu Safra e consegue conquistar. Que as grandes rádios comecem a passar este tema que tem tanto, ao contrário do muito que passa nas principais emissoras quase de hora a hora sem qualquer significado.

25
Jan19

Montanha-Russa | Teatro Nacional D. Maria II

O Informador

montanha russa 2.jpg

Entrei numa Montanha-Russa ao entrar na Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, onde nem sabia bem ao que ia. Mergulhei de forma repentina num mundo de adolescentes, distribuídos entre quatro décadas diferentes.

Da autoria de Inês Barahona e Miguel Fragata, que também é o encenador deste trabalho, Montanha-Russa junta em palco os atores Anabela Almeida, Bernardo Lobo Faria, Carla Galvão e Miguel Fragata aos músicos Nuno Rafael, Miguel Ferreira, Helder Gonçalves e Manuela Azevedo, dos Clã, num trabalho onde as vivências do passado se intercalam com temas representativos do que vai sendo contado através de viagens no tempo compostas por recordações em diários, folhas e através das novas tecnologias e conceitos de partilha online. Afinal de contas o que escrevemos em diários e blogs são passagens intimas ou para serem conhecidas pelos outros? Quem é quem na intimidade e rascunhos privados de cada adolescente?

Montanha-Russa é um musical que retrata o mundo dos adolescentes e destinado aos mais diversos públicos. Com recurso a conversas em várias escolas de todo o país e com grupos de jovens, os autores desta peça entraram na privacidade dos adolescentes para darem vida a este trabalho que acaba por ser um diário secreto de cada interveniente que primeiramente partilhou na sua intimidade os seus pensamentos, objetivos e sonhos para mais tardes os comentar e querer ver as interpretações de quem está do outro lado. Num autêntico mundo vertiginoso de altos e baixos e onde tudo pode desabar a qualquer momento, a adolescência é o que o título afirma, uma autêntica Montanha-Russa que acompanha o percurso de quatro adolescentes que são acompanhados com música ao vivo para se darem a conhecer ao público. O dia-a-dia é assim recordado através de lembranças de diários escritos e onde as vivências são assim posteriormente comentadas e refletidas em palco com o acompanhamento de canções.

01
Dez18

Eu Avisei | Blaya ft. Deejay Telio

O Informador

Acabou de ser lançado um novo single da Blaya. Eu Avisei, com participação de Deejay Telio, este novo tema promete colocar, mais uma vez, e como já vendo hábito com o trabalho da Blaya, meio Portugal a dançar. Em Eu Avisei a intenção é mexer o bumbum quando se está no topo a arrasar com quem quer e não consegue!

Deixo-vos com a letra de Eu Avisei para que além de dançarem a aprendam a cantar!

11
Ago18

Amadorismo

O Informador

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Os anos de vida que me permitem ser um espetador de vários espetáculos levam-me a ser algo critico com o que vou assistido e quando entro numa sala onde me vai ser apresentado um projeto e logo de início percebo que os horários não são cumpridos, tudo fica apresentado porque está mais que claro que o rigor com o cumprimento do que foi anunciado não é para levar a sério, mas o pior vem sempre depois.

O espetáculo finalmente começa e logo se percebe que em palco vão desfilar grupos amadores de música que não fizeram um e só um ensaio no palco onde estão a atuar para o público. Luzes não estão preparadas, o som nem sempre é o melhor, microfones ligados e desligados, com melhor ou pior qualidade. Os mestres de palco a fazerem sinais para a equipa sobre o estado do que se está a ouvir, as indefinições de posições perante o público, a desorganização sobre quem entra e quem sai.

O que ainda mais destaquei e que podia quebrar um pouco os tempos mortos do evento foi a apresentação entre os vários grupos. Colocarem duas crianças a lerem rápidos apontamentos enquanto o palco era alterado para quem vinha de seguida. Claro que não resultava porque o que era lido num rápido minuto não compensava o tempo de movimentações, necessitando estes espetáculos de alguém que saiba entreter para que a assistência não se concentre nas falhas e tentativas de organizações de última hora que estão a acontecer no momento em que tudo já devia estar estabelecido e composto.

01
Jun16

A falta de jeito!

O Informador

É verdade! Nem todos conseguimos nascer capazes de enfrentar as artes que nos aparecem pela frente, correndo mesmo o risco de fazer algumas coisas desnecessariamente e para as quais o jeito inato ficou algures na barriga das nossas mães. Conseguimos cantar, dançar, representar, pintar, ..., mas não se consegue ser perfeito em tudo, sendo que em muitos casos com a aprendizagem atingem-se alguns bons fins, mas em outros nem com anos de tentativas lá se chega!

Como se deverá tentar dizer a uma pessoa de quem se gosta que essa mesmo pessoa pode ser boa em várias artes mas não naquela onde se valoriza e se acredita ser uma das melhores? Como podemos ser frontais sem magoar alguém dizendo o que todos pensam e não têm coragem para afirmar? Como explicar a alguém que quando está a demonstrar o que sabe fazer que muitos se riem à sua custa por gozo? Sim, é complicado, mas alguém lhe irá ter que dizer, não é verdade?

Quem terá a coragem para tomar as palavras no momento certo e acrescentar alguma coisa ao discurso do bom trabalho auto valorizado naquela altura em que o final acontece e é necessário tirar a ficha do artista para que não se façam mais figuras tristes em jeito de animador social para com os outros?

Por vezes tenta-se que as pessoas percebam que estão mal no que fazem porque não conseguem evoluir, mas é complicado afirmar a alguém que gosta de fazer algo que esse caminho não é o seu. Como reagirá quando souber pelos outros, já que por si parece estar difícil, que não fez a escolha de tempos livres perfeita?

A falta de jeito é uma coisa tramada e quem está pela plateia e tem o dever de afirmar tal situação também se sente num lugar complicado. Dizer e correr o risco do ouvinte não gostar da opinião ou ficar calado e tudo continuar a descambar?

27
Mai14

XXXII Feira da Ascensão

O Informador

Ascensão

Alenquer, a vila que sempre me acolheu, está em festa com a trigésima segunda edição da Feira da Ascenção, que sempre coincide com o fim-de-semana da quinta-feira da Espiga. Este ano conto andar pelas ruas da vila por alguns serões destes dias, ao contrário do que tem acontecido pelos últimos!

Deixo aqui a programação diária do evento para quem quiser dar um saltinho até Alenquer pelo próximo fim-de-semana para conhecerem a Feira da Ascensão, uma montra do que se anda a fazer culturalmente pelo concelho que há uns anos deixou a tradição de lado, entregando-a aos comerciantes locais para seguirem em frente com este fim-de-semana onde todos se conhecem e encontram pela zona da Romeira.

Exposições, dança, canto, diversão, comida e bebida prometem não faltar ao evento e mesmo não tendo convidados e atracções de topo, a feira de Alenquer será sempre a feira da minha vila!

Ascensão 2

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