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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Crepúsculo cansado

15
Mai19

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É inevitável e por vezes complicado de contornar. Existem dias em que chego a casa tão cansado que a vontade é só mesmo ficar esticado na cama, com silêncio total em volta e deixar que corpo e mente se unam num percurso perante o descanso que é necessário. 

No final de alguns dias, alguns consideráveis até, a vontade de desligar é cada vez maior. Começar o dia, esticar a vontade para que o mesmo chegue rapidamente ao fim e com a hora de saída à vista a vontade é de entrar no modo desligado e ficar assim até voltar a amanhecer. A mente aguenta, mas o corpo parece pesado em determinados momentos, não deixando que a vontade de agir faça das suas. Ficar quieto num canto sem que ninguém dê conta, ausente de tudo, em silêncio e em comunhão com a pausa desejada é o fruto do desejo dos tempos que correm, principalmente quando horários ficam trocados, o ritmo acelera, as obrigações desorientam os gostos e estes acabam por ceder e deixar que o tempo passe sem que façam parte dos dias de cada um. 

Benefícios do café para a saúde

24
Fev19

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Os seguidores que por aqui andam há mais tempo já sabem e quem não sabe fica a saber... Sou um pouco viciado em café. O da manhã é uma obrigatoriedade, após o almoço um hábito, o lanche um outro costume e após o jantar e para fechar o dia tem de surgir o café da noite. Ao todo pelo menos tomo quatro cafés por dia, quando não são mesmo cinco ou seis, dependendo dos tempos vagos que vão surgindo. Agora e graças à médica cardiologista Ana Luiza Lima, em declarações à publicação Tua Saúde, o que entendo como um vício até parece ter alguns benefícios. 

Ao que parece o consumo de café tem os seus benefícios para a saúde, o que deve alegrar muitos dos amantes de cafeína como eu. Então vamos lá ficar a saber que o café, consumido de forma moderada entre 200 a 600ml por dia, o que equivale a de uma a quatro chávenas, o que está dentro do que consumo, ajuda a combater o cansaço. A cafeína tem a capacidade de aumentar o poder de concentração e de alerta, ajudando assim ao desempenho de várias tarefas como a diminuição da sonolência, o aumento do tempo de retenção visual e de vigilância auditiva. 

Para além disto, o consumo adequado de café também ajuda a prevenir a dor de cabeça, tema de que já tinha falado antes. Geralmente quem está habituado a consumir em determinados horários e após as refeições o seu café e o deixa de fazer sente como que uma falha, que poderia ser definida como ressaca de cafeína. O café ao relaxar os vasos sanguíneos do cérebro ajuda a combater assim qualquer falha e dor que possa a ser sentida, sendo mesmo um ingrediente presente em vários medicamentos analgésicos no combate à dor. 

Outro dos benefícios do consumo de café está na prevenção da depressão, visto o café interferir e neste caso posso dizer que o sinto, no humor diário como uma ajuda a uma melhor disposição por ser um estimulo ao sistema nervoso central. 

«Deitar cedo e cedo erguer»

13
Jan19

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De pequenos ouvimos por diversas vezes que «deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer». No entanto com o tempo os horários que os nossos pais e educadores nos colocam pela frente vão sendo alterados, arrastando as horas de dormida para mais tarde. Isto acontece até ao dia em que voltamos a perceber que a necessidade de deitar mais cedo para também acordar mais cedo e bem é fundamental. 

Aos vinte aguenta-se tudo! As noitadas sucessivas, as saídas abusivas, os dias longos e que se vão multiplicando... Tudo parece acontecer para as noites de sono terem uma duração menor que o aconselhado cientificamente. Com o tempo e com os anos a começarem a pesar, os ritmos abrandam e as necessidades físicas de descanso fazem-se sentir, fazendo lembrar um pouco a força da gravidade que nos puxa e leva a um ponto de cansaço em que percebemos que aos trinta não conseguimos mais fazer o que fazíamos aos vinte. 

É triste assumir isto, mas os trinta além de trazerem consigo coisas boas como a maturidade e forma de olhar para a vida de outra forma, conseguem também acartar uma menor capacidade para aguentar os dias longos, as saídas noturnas sucessivas, os festejos e até a vontade de fugir da rotina começa a desvanecer. 

Cansaço descuidado

30
Dez17

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Aos poucos começo a notar que os dias de pausa no trabalho levam-me a tirar do armário roupas descontraídas, mais largas e que por vezes nem conjugam entre si. 

Andar melhor arranjado de semana, na maioria dos dias de sapatos, camisa e tentando fugir das calças de ganga leva-me a esquecer um pouco o aprumo nas pausas, vestindo aquelas camisolas largas com capuz e desenhos, trocando os sapatos pelos ténis mais antigos e usando o casaco mais baldas que encontrar. Começo a perceber cada vez mais quem tem este comportamento desde sempre, deixando o aprume no armário e virando um modelo desleixado que não tem cuidado com a forma como sai há rua. 

A descontração desejada após uns dias mais arranjado torna cada vez mais lugar em fins-de-semana de descanso e onde a preocupação é somente aproveitar cada hora sem criar grandes planos porque é necessário fazer uma pausa, desfrutar do momento, ficar esticado a ver uma série ou a colocar a leitura em dia, dentro ou fora de casa.

Em casa e com o tempo mais fresco o momento aconselha a ficar estendido na cama ou sofá, com um chá e umas bolachas por perto e deixar que as horas ditem de sua justiça, sem elaborar, mas deixando que o corpo se deixe levar pelo cansaço e desfrute das pequenas paragens e momentos para descansar. Noto que estou a ficar cada vez mais preso à ideia do «fazer pouco ou nenhum» quando não estou a trabalhar, querendo desligar um pouco do dia-a-dia semanal que acaba por ser rotineiro e por fazes pouco estimulante psicologicamente. 

Cansaço de blogger

24
Mai17

Existem momentos na vida em que é necessário falar porque ao fim e cabo se não falarmos com os outros acabamos por ir guardando para nós o que sentimos e isso acaba por massacrar e pesar ao longo do tempo.

Há uns dias andei um pouco saturado, talvez não possa dizer bem saturado, mas os bloggers devem compreender que por vezes achamos que o projeto que estamos a fazer já não vale a pena seguir em frente, mesmo que tudo aponte para coisas boas, percebemos que por vezes acabamos por acusar cansaço, mesmo que um blog não seja algo que nos exija permanência, mas sim dedicação consoante a disponibilidade de cada um. 

Foi por sentir que talvez o blog teria de terminar sem existirem verdadeiros motivos para o fazer, bem pelo contrário, que pensei que não valia a pena o esforço de dedicar minutos ou algumas umas horas diárias a este projeto que me dá tanto gozo fazer. 

Falei com uma pessoa que me aconselhou a parar por uns dias para também descansar e tentar refletir para perceber se era mesmo essa a ideia de colocar um ponto final que queria levar em diante. Acabei por nem levar assim tanto tempo por perceber que este blog já faz parte de mim, já convivemos há uns aninhos um com o outro e acaba assim por ser um espelho da pessoa por detrás das letras e imagens que vão sendo publicadas dia após dia. 

Senti que dias não são dias e talvez por agora andar mais disponível que anteriormente e a ideia de que me deveria dedicar um pouco mais ao blog acaba por atrofiar os pensamentos, já que o tempo é mais mas não é por isso que vejo este espaço de escrita e partilha como uma profissão a que tenho de dedicar a maior parte do tempo livre. Nada disso acontece e não é isso que tenciono levar em diante, optando por ter n' O Informador um escape do dia-a-dia.

Hoje é daqueles dias...

03
Dez15

Estou deveras cansado! Hoje foi um dia bem duro a nível físico e neste momento em que já me encontro em casa após o jantar e o banho diário, tenho a confessar que estou para lá de partido. Parece que um camião me passou por cima e que não restam ossos e músculos no sítio. 

Com isto e porque toda a semana tem sido dura, mas hoje ultrapassou todos os restantes três dias, posso afirmar que estou deitado não tarda, não conseguindo colocar a leitura em dia e algumas séries em andamento.