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Sem conversa

  As conversas fluentes do dia-a-dia de outros tempos desapareceram em tempos de confinamento, faltando tema e até alguma paciência para se criar aquela conversa que bem podia ser desenvolvida e que nos dias que correm parecem nem fazer sentido.  Encontramos numa ida ao supermercado ou ao longo do passeio higiénico alguém conhecido e acabamos por não conseguir desenvolver assunto. Fazemos aquela conversa de circunstância quando se dá o encontro e depois, quase como (...)

Incapacidade diária

  Hoje, por motivos de força maior, não existe novo texto a ser publicado. Quer dizer, existe este, mas nada de normalidade. Nem todos os dias conseguimos estar bem na vida e com capacidades para nos rentabilizarmos após umas horas menos boas e de mal estar físico. Esta publicação está a ser escrita às 05h00 da manhã quando acordei após umas horas de sono que começaram mais cedo que o habitual e o corpo parece ter voltado ao normal após o que pareceu ser uma lixeira (...)

Segunda-feira cansativa

  Existem dias em que ao acordar logo percebo que as próximas horas serão danosas, pesadas e cansativas. Ontem foi um desses dias! Acordei e mal me sentei na cama percebi que uma ligeira dor de cabeça começava a atormentar. Tomei o pequeno almoço um pouco sem vontade, banho e lá me fui arranjando para ir trabalhar, não sem antes tomar comprimido para que a minha na cabeça passasse mais rapidamente e na verdade passou.  O dia parece ter sido longo, até os ténis ontem me (...)

Regresso laboral em Julho

  E a minha pausa laboral continua por mais umas semanas mas com término à vista!  Resumindo assim de forma rápida a minha vida profissional pelos últimos quatro meses. A meio de Março a empresa enviou quase todos os elementos de todas as equipas de férias. Em Abril fiquei a trabalhar a meio gás por uns dias até adoecer e ter de trocar com um colega e entrar no regime de lay-off numa troca por troca. (...)

Paciência que falta

  Dois meses em casa, várias semanas doente, outras tantas a meio gás e o estado de paciência já esteve alto, tendo deixando de existir para voltar de novo e agora, quando Junho se começa a aproximar, parece que a mesma paciência que andou a faltar se foi de novo.  Neste momento, em finais de Maio, sinto-me cansado destes dias monótonos, mais caseiros, com saídas precárias para o passeio higiénico e uma compra ou outra. Sinto falta de ir trabalhar, mas sei que quando for (...)

Não fazer nada não é bom!

  Existem momentos de mudanças forçadas em que depois percebemos que queremos fazer várias coisas ao mesmo tempo para aproveitar tempos de alteração de forma positiva. Aconteceu isso com o surgimento do Coronavírus em território nacional. Todos, ou quase todos, tivemos de alterar o nosso dia-a-dia em autênticas reviravoltas e de início parecia que a intenção era aproveitar o tempo ao máximo. Acordar e fazer tudo, criar e inventar, ocupar todas as horas com o que estava por (...)

Crepúsculo cansado

É inevitável e por vezes complicado de contornar. Existem dias em que chego a casa tão cansado que a vontade é só mesmo ficar esticado na cama, com silêncio total em volta e deixar que corpo e mente se unam num percurso perante o descanso que é necessário.  No final de alguns dias, alguns consideráveis até, a vontade de desligar é cada vez maior. Começar o dia, esticar a vontade para que o mesmo chegue rapidamente ao fim e com a hora de saída à vista a vontade é de entrar (...)

Benefícios do café para a saúde

Os seguidores que por aqui andam há mais tempo já sabem e quem não sabe fica a saber... Sou um pouco viciado em café. O da manhã é uma obrigatoriedade, após o almoço um hábito, o lanche um outro costume e após o jantar e para fechar o dia tem de surgir o café da noite. Ao todo pelo menos tomo quatro cafés por dia, quando não são mesmo cinco ou seis, dependendo dos tempos vagos que vão surgindo. Agora e graças à médica cardiologista Ana Luiza Lima, em declarações à (...)

«Deitar cedo e cedo erguer»

De pequenos ouvimos por diversas vezes que «deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer». No entanto com o tempo os horários que os nossos pais e educadores nos colocam pela frente vão sendo alterados, arrastando as horas de dormida para mais tarde. Isto acontece até ao dia em que voltamos a perceber que a necessidade de deitar mais cedo para também acordar mais cedo e bem é fundamental.  Aos vinte aguenta-se tudo! As noitadas sucessivas, as saídas abusivas, os dias longos (...)

Cansaço descuidado

Aos poucos começo a notar que os dias de pausa no trabalho levam-me a tirar do armário roupas descontraídas, mais largas e que por vezes nem conjugam entre si.  Andar melhor arranjado de semana, na maioria dos dias de sapatos, camisa e tentando fugir das calças de ganga leva-me a esquecer um pouco o aprumo nas pausas, vestindo aquelas camisolas largas com capuz e desenhos, trocando os sapatos pelos ténis mais antigos e usando o casaco mais baldas que encontrar. Começo a perceber (...)