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Caminhos

  Cada caminho é feito para ser seguido, aproveitando cada passo e procurando conhecer o que se espera pela frente, onde não só de retas se fazem os trajetos. Curvas e cruzamentos aguardam para se atravessarem pela caminhada a qualquer momento, deixando por vezes a linha primeiramente preparada a balançar e outras vezes, em situações mais complicadas, baralhada perante o caminho a seguir entre várias opções possíveis perante o dilema que está a ser colocado quando se fica (...)

Caminho da felicidade

  Caminhos que se fazem de avanços e recuos, retas e oscilações, percursos esses que se requerem de atenção para que nada falhe no momento de ser prestada cada prova onde todo e qualquer percalço e desaforo não pode ser levado para casa como medalha de mérito de nova etapa cumprida. Na vida existem pontos bem essenciais para se sair vencedor. A humildade em comunhão com a resiliência, a alegria contagiante, a perspicácia pelo caminho, a sobrevivência para se ser sempre um (...)

Caminhos solitários

A vida tanta vez que pode ser comparada com uma estrada, ora vazia, ora meio cheia, e por vezes mesmo com pequenos ou grandes percalços. No caminho pessoal de cada um são vários os motivos que levam a seguir em frente, parar por obrigação, sabendo abrandar ou mesmo deixar de pensar e seguir como se nada estivesse a acontecer em redor. Na estrada, faça chuva ou faça sol, o percurso tem de ser feito, podendo existir entraves por ultrapassar, piso derrapante como uma armadilha (...)

José Saramago renovado

José Saramago será eterno em Portugal e no Mundo, no entanto os contratos editoriais que as suas obras possuem não têm um estatuto permanente, tendo agora as herdeiras do autor deixado terminar o acordo com a editora Caminho e aceite uma nova parceira com a Porto Editora. Pois é, as obras do nosso Prémio Nobel da Literatura ganharam uma nova editora e também uma nova roupagem. Com novas (...)

As palavras são um perigo

Sempre amei por palavras muito maisdo que devia são um perigo as palavras quando as soltamos já não há regresso possível ninguém pode não dizer o que já disse apenas esquecer e o esquecimento acredita é a mais lenta das feridas mortais espalha-se insidiosamente pelo nosso corpo e vai cortando a pele como se um barco nos atravessasse de madrugada e de repente acordamos um dia desprevenidos e completamente indefesos um perigo as palavras mesmo agora aparentemente tão tranquilas (...)