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O Informador

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27
Set19

Do Verão para o Outono

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O Verão já se foi, os dias soalheiros também estão a desaparecer e as manhãs começam frescas, rabugentas e escuras. A boa disposição de uma pessoa não aguenta e após os meses em que acordar com o sol a brilhar ajudava a arrancar de melhor forma mais um dia, agora com o Outono e os tons acastanhados a fazerem-se sentir, tudo parece triste. Levantar da cama torna-se num momento pesado e a vontade para despachar é arrastada até mais não porque simplesmente a iniciativa de desfrutar destes toscos e instáveis dias não tem a mesma magia do brilho de há umas semanas.

10
Ago19

24h de má indisposição

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Passei todo o dia com uma certa moleza que até me fez adormecer ao longo da tarde, no entanto foi a noite que me custou mais a ultrapassar por diversos motivos.

Má indisposição, calor, sede e aparentemente falta de sono, tudo aconteceu numa só noite em que só desejei dormir descansado e não o consegui fazer. Na manhã seguinte além de acordar mais cedo que o desejado e imposto pelo despertador, não apetecia levantar, ao tomar banho os músculos pareciam tão vulneráveis que só pensava em me sentar. Mal comi por falta de vontade e segui para o trabalho, mal do estômago, sem força e com a certeza que o dia não iria ser fácil. E assim foi. A manhã foi horrível, entre a barriga vazia, a falta de apetite e as idas ao wc. Depois lá consegui comer uma sandes acompanhada pelo chá de camomila, ao almoço fiquei por meia posta de peixe cozido, o que não é nada para o que costumo comer, e o lanche neste dia não existiu. Ao longo da tarde a situação foi melhorando e a má disposição parece ter ficado para trás. Passei fome mas na verdade também não tive apetite e optei por não forçar o que podia cair mal. 

Estive cerca de vinte e quatro horas indisposto e tentei logo manter alguns cuidados na alimentação ao mesmo tempo que segui a minha vida, sem me deixar ficar só porque estava com o estômago meio transtornado pelas falhas dos últimos dias, o que também fez com que todo o corpo se sentisse perante a situação.

20
Ago18

Sexo com calor? Desaconselhável!

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A Colômbia enfrenta uma onda de calor, tal como Portugal tem tido ao longo das últimas semanas com dias bem quentes a afetarem todo o território. Com as altas temperaturas a atacarem os colombianos, o secretário da saúde da cidade de Santa Marta, Julio Salas, apelou para que a população deixasse de praticar relações sexuais. Ao que parece o conselho é mesmo deixar para as horas mais frescas, o final do dia, o contacto sexual para que não se gastem tantas energias com o tempo quente. 

Portuguesas e portugueses, emigrantes e turistas, tomem nota disto, se estão em Portugal por estes dias quentes de Verão e não tiverem ar condicionado em casa, não pratiquem sexo. Bebam muitos líquidos, tirem a roupa mas não provoquem os vossos parceiros porque com calor sexo é totalmente desaconselhável. O conselho vem da Colômbia para o Mundo e Portugal não é exceção por estarmos a enfrentar várias ondas de calor. 

23
Nov17

Picos gripais

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Será que ainda vale a pena contar que nas últimas semanas, para mal dos meus pecados, a gripe e as alergias não me têm largado? 

Pois, comecei há semanas com o pingo no nariz e pelos últimos dias comecei a perceber que esta reação pingal acontece umas horas após chegar ao escritório onde trabalho e que um tempo após chegar a casa tudo volta a acalmar. Na verdade já percebi que com o ar condicionado a funcionar a meio gás mas com o recurso a aquecedores em algumas das salas e depois os corredores frios não ajudam nada. Além disso existe ainda o facto da temperatura ser diferente entre os três pisos que por vezes visito no mesmo dia, tendo de andar a vestir e despir casaco para entrar nas temperaturas quentes para uns minutos depois visitar a zona da Serra da Estrela e ter de levar quase a manta atrás. 

Ao final do dia e após o jantar as coisas melhoram, ficando por casa ou saindo um pouco e mesmo no passado fim-de-semana notei diferenças que na Segunda-feira logo voltaram a recuar para os pingos voltarem, o lenço andar sempre por perto e as frases feitas sobre continuar engripado fazerem-se ouvir. 

09
Nov17

E o tempo mudou...

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O Verão prolongou-se bem para além das semanas desejadas e outrora tradicionais, com a água a escassear, os terrenos a ficarem secos e o país a entrar em alerta pela seca que se começou a fazer sentir. Mas agora, assim como quem não quer a coisa, o tempo finalmente parece ter mudado para as temperaturas de Outono e embora a chuva não tenha chegado dentro do que é necessário, as temperaturas já estão bem mais frescas, instáveis ainda, mas os pingos é que parecem só se fazer notar por uns ligeiros momentos que de pouco servem para colmatar a falta que a água está a fazer há meses pelo país. 

Arrefeceu assim de um dia para o outro, deixamos as mangas curtas para andar de casaco, os chás voltaram a ser recrutados em maior quantidade e por casa as mantas já começam a espreitar com o desejo de serem usadas para os dias que tardaram em chegar. A nível pessoal foi bom ter um pouco mais de bom tempo por umas semanas, meses mesmo, mas já sentia a falta do tempo fresco para vestir roupa mais quente, andar de roupão, calçar dois pares de meias, sair de casa com o casaco e tirar os lenços e cachecóis das gavetas para voltarem a ficar pendurados para que possam ser usados e recrutados pelo último minuto antes de colocar o pé na rua. O ar condicionado do carro já é ligado no máximo pelos primeiros instantes da viagem, no trabalho a temperatura ambiente não mostra a realidade do exterior e em casa o calor é bem recebido.