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O Informador

02
Mar20

O Apelo Selvagem, o filme

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Inspirado no livro de Jack London, estreou no cinema o filme O Apelo Selvagem, onde o protagonismo está do lado de Buck, um cão gigante que da vida familiar é levado para a luta diária da corrida ao ouro do Alasca, acabando por ter lutar pela sua própria sobrevivência, aprendendo a debater-se com as complicações que se atravessam pelo seu caminho, onde os humanos são os grandes culpados. Com todas estas alterações, Buck, com a passagem do tempo, torna-se num cão selvagem que protege os seus de todas as complicações sociais.

Primeiro vi o filme e depois li o livro e que contraste que encontrei, o que não faz de um melhor ou pior que o outro. Se na película senti um verdadeiro baque no coração que me fez chorar praticamente do início ao fim. Na leitura isso não aconteceu. Tendo este filme sido inspirado pelo romance literário mas com grandes diferenças, O Apelo Selvagem na grande tela revela a ingenuidade e vontade de um cão comovente, que chega facilmente junto do espetador pela sua ternura. Grande de tamanho mas pequeno no campo afetivo, Buck é um cão com um evolução extraordinária graças aos maus humanos que vai apanhando pelo caminho. Se seguirem os mesmos passos, livro e filme parece ter a mesma premissa mas desenvolvimentos distintos para chegarem ao mesmo ponto. A história cinematográfica foi transformada para melhor conquistar, mostrando todo o processo de luta e conquista de um cão que acaba por enfrentar pela força de vontade, levando a luta pessoal a sério e transformando-se num grande conquistador. Já no livro a reviravolta é dada com outras personagens que vão sendo alteradas sem grande importância na narrativa, estando o animal muito mais em foco a solo do que com os humanos com que se cruza e mesmo com os outros cães que enfrenta e defende, não existindo tanto impacto para com os seus feitos.

01
Ago19

Animais simbolizam amizade e responsabilidade

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Quem tem animais de estimação sabe que além das coisas boas que os nossos amigos de quatro patas nos fornecem, que os cuidados com os mesmos são parte do orçamento do lar, sendo necessário que, antes de adotar, exista a consciência de todos os membros da família que ter um cão, por exemplo, é uma responsabilidade que nos dá inúmeras alegrias mas que também traz consigo despesas fundamentais para a sua sobrevivência e bem-estar no seio familiar. 

Os veterinários, as despesas alimentares, os artigos que contribuem para a integração em casa, brinquedos e também os pequenos mimos que nós humanos tanto gostamos de ter, como é que os nossos pequenos amigos não os querem também? Quando trouxe o Tomé, o bulldog francês, para casa foi tudo uma descoberta sobre ter um pequeno cachorro que chorou somente uma noite com a falta da mãe e dos irmãos. Os cuidados, a forma como lhe arranjamos um amigo de peluche para se sentir aconchegado nos primeiros dias até que começamos a trazer para casa tudo o que era necessário na altura para a sua integração no lar. 

A ração para cães para os cachorros da raça, os primeiros brinquedos para cães, e todos os acessórios para cães necessários para criar um espaço apropriado para o Tomé em casa, dos comedouros ao tapete de ensinamento, da cama às trelas. Tudo o que foi necessário na altura e que hoje continua a fazer parte do nosso dia-a-dia, mesmo já na fase adulta e molenga, como a raça é caracterizada. 

Nos dias que correm os espaços comerciais estão cada vez com maiores áreas dedicadas aos animais que ganham relevo nas nossas vidas e que têm também mais produtos à sua disposição e nos mais diversos conceitos. A par disso o crescimento simultâneo das lojas online tem acontecido com as compras via internet a ganharem um maior relevo e a serem cada vez mais comuns uma vez que a confiança, o facto das encomendas serem entregues de forma gratuita a partir de determinado valor com a maior rapidez possível e total segurança. Já fiz várias compras online de comida e brinquedos para o Tomé e recentemente descobri a Telecão, uma pet shop totalmente dedicada a artigos de cães e gatos onde se pode encontrar de tudo a bons preços, como promoções diárias e serviços à disposição dos próprios donos para um melhoramento dos cuidados com os amigos de quatro patas e sem falha entre a encomenda, a entrega e a boa qualidade dos serviços prestados.

26
Nov17

Desgosto de bulldog

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A chuva regressa e o Tomé, o bulldog francês aqui de casa, logo começa certamente a pensar que lá terá de ser obrigado a vestir a sua capa para se proteger da chuva quando vai à rua fazer as suas necessidades. 

Desde pequeno que o tentamos habituar a ter roupa nos dias mais frios para ir dar as suas voltas diárias mas é complicado. Não as consegue tirar, no entanto assim que vê uma das ditas capas logo foge para um canto da casa numa tentativa de se esconder para não se ter de vestir. Obrigado a colocar a roupa especial anti-chuva, eis que se deita, amuado, com aquela típica cara que os bulldogs fazem quando estão tristes e assim fica, não se querendo levantar por teimosia, notando-se mesmo que não gosta de se sentir meio apertado. 

É sempre uma guerra para colocar a capa para poder ir à rua numa tentativa de se molhar o menos possível, fugindo e guerreando com as patas e a boca para não se enfiar dentro da vestimenta. 

05
Out17

Cama de Cão

Há uns dias compramos cama nova para o Tomé, mas mais uma vez a alegria do canito é dar pulos e mais pulos na novidade que lhe colocamos no local onde costuma dormir, a par disso e como sabe que aquele produto novo é seu, acha que tem de andar de cama na boca a passear pela casa como se houvesse necessidade de exibir a sua nova estadia ao Mundo.

Pois é, o Tomé tem destas coisas, parecendo uma autêntica criança quando tem algo novo. Já com os brinquedos faz o mesmo, andando sempre depois com a novidade na boca e não deixando quase mexer e com as camas, que destinam-se a ficarem só num sítio acha que tem de fazer exatamente a mesma coisa. Dá pulos em torno da cama, mete-se em cima e vem em modo de querer morder, mas a brincar porque não morde, se tentamos mexer na sua aquisição e depois faz-se passear pela casa para mostrar o que acabou de ganhar. Um bulldog francês bem tolo, guloso e que só falta falar que nos calhou na rifa. 

Agora vou espreitar onde está tão sossegado com os seus amigos de borracha, se dentro ou fora do novo acolhimento. 

17
Ago17

Animais abandonados

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Meio da tarde, tudo a decorrer dentro do normal, duas colegas começam a falar alto porque na rua um casal numa auto-caravana acabava de abandonar dois cachorros junto à entrada da empresa. 

Um casal asiático, que estaria certamente de passagem pela zona, deixou estes pequenos cachorros, com pulgas e carraças, junto ao portão da empresa. Quando os fomos buscar, tivemos de os tirar debaixo dos carros porque ficaram com medo e fugiram, mas rapidamente vieram ao chamamento e lá os levamos para o interior da empresa. Água numa caixa, comida «e agora» o que lhes fazemos?

Estava fora de questão ficarem no pátio e tornarem-se os animais de estimação, perguntamos se alguém os queria e ninguém se mostrou interessado na adoção. Tínhamos que arranjar uma solução e a mais rápida foi a de ligar para o canil de onde afirmaram que não recebiam mais animais por estarem lotados. Ligou-se à GNR que deslocou ao local uma patrulha que recolheu os dois irmãos caninos e lá os levou. Disseram-nos que os iriam levar ao canil e que ao serem pequenos acreditavam que fossem facilmente adotados. 

Esperemos que estes pequenos cachorros abandonados em plena época de Verão tenham a sorte de arranjarem uns donos que os estimem. Mas também existe sempre a hipótese negativa de um dia serem abatidos como tantos outros. Esperemos que não!