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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

04
Fev19

O «bom dia» não é para todos!

| O Informador

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A verdade da sociedade é esta... A sociabilidade quando é transmitida entre gerações não funciona num todo e muito menos consegue ser transversal. Existem empregos em que consegues perceber que a educação para o cumprimento diário não está mesmo presente numa sociedade cada vez mais individualista onde se pretende do outro o que não se dá.

Neste momento estou a trabalhar diretamente com o público, no contacto direto com o cliente final, e é tão visível perceberes que existem pessoas que ficam mesmo incomodadas por simplesmente e por um mero comportamento de educação social transmitires simples expressões como «bom dia», «boa tarde» ou «boa noite». A maioria dos clientes aceita e mostra a mesma postura para contribuir o cumprimento, no entanto existe pessoas, e não são assim tão poucas, que ouvem e não respondem ou que ouvem e fazem mesmo expressões faciais do como quem diz «não me chateies mas é».

Será que custa assim tanto entrarem num espaço e conseguirem seguir uma linha social correta? Não custa nada serem acessíveis e simpáticos. Podem estar num dia mau, todos temos o direito a tal, mas se tentarmos pelo menos ser sociáveis é sinal de que estamos num caminho para tentar dar a volta a essas mesmas horas que não estão a correr assim tão bem.

14
Jan19

Curtas e Diretas | 139 | Bonjour

| O Informador

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Após um dia de pausa que calhou ao Domingo e que foi aproveitado da melhor forma, a vontade de hoje para ter acordado às 07h30 foi pouca ou quase nenhuma. Mas como o que tem de ser é mais forte, aqui deixei o testemunho, logo escrito nos primeiros minutos desta manhã, de que a semana está a começar e que é necessário voltar à rotina para mais uns dias de trabalho. Quem está comigo desse lado?

02
Nov18

Gratidão

| O Informador

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Agradecer, celebrar o bem que deve ser partilhado com todos! É sobre o poder da gratidão que me baseio hoje por perceber que simples expressões como «Bom dia!», «Olá!» e «Obrigado!», que podem parecer meros apontamentos diários, mas que são difíceis de verbalizar para muitas pessoas que ainda, mesmo numa fase adulta, não conseguiram perceber que para estarem bem consigo também é necessário olhar para e pelos outros. 

Desde sempre fui educado com base na celebração do agradecimento de tudo o que possuímos através da conquista, mas que nada surge somente com o fruto do trabalho e ambição de uma só pessoa. É perante os outros e com os semelhantes que conseguimos palmilhar o caminho, agradecendo, dando palavras de apoio, incentivando a seguir em frente e celebrando a vida. Por vezes não é necessário criar relações, sendo sim primordial ser afável e mostrar que sempre reconhecemos o próximo como um de nós, cumprimentando, tendo uma palavra a dizer, nem que ao longo de uma vida não se passe de um simples «Olá!» diário, mas sabendo que de todas as vezes com que nos cruzamos com alguém a celebramos tal como pretendemos que o faça. 

Um simples sinal de gratidão consegue, além de manter uma melhor relação, deixar quem o recebeu com um ponto positivo na sua vida naquele dia. Não custa nada e podemos estar de mal com o Mundo, mas será que custa alguma coisa ou ficam com menos uns euros se agradecerem por algo que por vezes é traduzido por gestos tão simples como um olhar de reconhecimento diário ou por um comportamento que nos facilita o nosso passo seguinte?

«Obrigado!» perante quem nos dá passagem numa fila de supermercado só porque queremos pagar um artigo e quem está à nossa frente tem um carro de compras cheio. «Bom dia!» a quem nos deixa a porta do elevador aberta para entrarmos. «Obrigado!» a quem nos encaminha até um lugar numa sala de espetáculos. «Muito Obrigado!» por me avisarem que tenho um furo no carro. «Boa tarde!» a quem nos serve o café após o almoço. «Até amanhã!» ao vizinho que chega ao prédio ao mesmo tempo que nós e que possivelmente já não iremos ver no mesmo dia. 

09
Mai18

«Obrigado!» pelo «Bom dia!»

| O Informador

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Custa a muitos os primeiros momentos do dia, mas custa também passar pelas pessoas irritadiças da manhã, aquelas que não conseguem cumprimentar com quem se cruzam, murmurando de quando em vez algo entre dentes só porque sim e sempre com medo que do outro lado possam colocar conversa.

Talvez não seja a melhor pessoa para falar de bom humor matinal porque não existe em mim boa disposição pela primeira hora do dia, para mais quando o trabalho espera, mas pelo menos consigo não mostrar aos outros o que me vai na alma. Interiormente posso estar todo queimado e cheio de nós no pensamento, a desejar que não falem muito porque existem dias que nem raciocinar tento nos primeiros momentos, mas pelo menos disfarço e raramente sou detetado. 

Chego ao trabalho cinco minutos após sair de casa e quando deixo o carro o rosto muda obrigatoriamente de expressão porque não sou de demonstrar aos outros o meu mau humor. Como consigo disfarçar exijo um pouco mais dos comportamentos de com quem me cruzo para irem de encontro ao que defendo. Será que o mundo que nos rodeia é assim tão mau para não se transmitirem os «bons dias» aos colegas? Poderia pensar que o mal podia estar na pessoa a que o mal humorado tem de cumprimentar, mas quando o mesmo comportamento matinal de um ser acaba por ser colocado em prática perante toda uma equipa a perceção acaba por ser exatamente universal, mostrando que o mal está no mal humorado da manhã e não nos outros. 

 

30
Nov15

Novos vizinhos

| O Informador

A nova vizinhança chegou à porta do lado! Confesso que ainda não os vi, ainda não os ouvi e nem senti o cheiro sequer! Um casal e uma jovem adolescente atracaram no apartamento que estava para alugar há mais de um ano e preparam-se assim para fazerem parte do número quatro da rua onde sempre tenho crescido. 

Ao longo de grande parte da minha vida a «tia» viveu à nossa frente até aos últimos meses que passou no lar de idosos onde acabou por falecer. Agora uns novos habitantes acabam de invadir a casa onde sempre me senti bem com um familiar de empréstimo que cuidou de mim quando os meus pais tinham de sair e não me podiam levar e as coisas acabam neste momento por parecerem estranhas. Pessoalmente confesso que mesmo sabendo e ouvindo as explicações sobre quem se está a mudar por parte dos meus pais, a curiosidade não existe, talvez por sentir que aquele espaço onde tinha um pouco de mim não lhes pertence, não sei! 

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