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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Despertador corporal

01
Jul19

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Os horários, despertadores e nascer do sol parecem por vezes pesados para quem quer dormir só mais um pouco. No entanto por vezes existem situações inexplicáveis como a que me tem acontecido recentemente com alguma regularidade. Falo do facto de acordar uns minutos, poucos até, antes que o despertador do telemóvel comece a soar em alto e bom som para que me levante e comece a despachar. 

Esta situação acontece há alguns dias, estando em dia de trabalho ou folga sem horários. Naquela hora, ou no aproximar daquele horário, começo a acordar e quando calho em olhar para o ecrã do telemóvel percebo que o ter acordado naquele momento só significa que estou somente uns minutos à frente do ensurdecedor toque que por vezes consegue irritar a valer. O corpo parece já estar formatado para cumprir aquele horário de sono, sabendo quando tem de começar a despertar para começar mais um dia. Mesmo que adormeça em horas distintas, o acordar não foge muito do prazo, o que nem sempre é agradável, principalmente em dias de pausa em que se pode aproveitar um pouco mais a cama mas a mente faz das suas e leva a que se acorde. 

Por outro lado e também numa situação que aconteceu há uns dias, este acordar vespertino sem ajuda acabou por me salvar o dia para não chegar atrasado. É que após uma noite em que me deitei bem tarde e sabia que teria de acordar cedo, o telemóvel acabou por ficar sem bateria e consequentemente não tocou na hora prevista. Como estava mesmo pregado de sono por me ter deitado com horas de atraso precisava mesmo do despertador que não funcionou neste caso, no entanto acabei mesmo por acordar ainda a tempo, despachei-me e não cheguei atrasado graças ao horário corporal que vive dentro de mim.

Noite de escrita

26
Jun19

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As próximas linhas estão a ser escritas à noite, naquele momento em que o sono já devia ter aparecido mas parece distante. A luz da mesa-de-cabeceira mantém-se ligada, dando a pouca claridade existente no quarto. A televisão também está ativa, mas praticamente sem som, somente para existir alguma imagem neste quarto. Eu, entre o sentado e o deitado na cama tenho o livro ao meu lado e o portátil ao colo, onde escrevo mais um texto que podia falar de mais um dia, de mais uma leitura, da vida dos famosos, daquela série do momento ou simplesmente publicar uma linha vazia que poucos iriam ver, muitos menos iriam pensar em comentar e ninguém pensaria em partilhar. Mas não, este texto reflete a noite, mais precisamente o momento antes de adormecer, quando o corpo já cansado pretende descansar mas o cérebro ainda não deixa. Assim escrevo umas linhas, palavra após palavra, seguindo esta lengalenga sem saber onde quero chegar com este texto que irá ser partilhado daqui a pouco, quando o sol começar a nascer lá longe, espreitando pela janela e perspetivando um novo dia, quando muitos já estão a sair de casa na sua correria matinal. Na verdade e como já deves ter reparado esta partilha começou a falar na minha situação atual, a de estar sentado na cama antes de ir dormir e já estava a caminhar para o início de mais um dia. Afinal de contas esta não é a rotina de cada um? Agora preparado para dormir, daqui a pouco acordar para trabalhar e voltar a casa para volta e meia voltar para a cama. Que vida esta feita de rotinas que são quebradas de quando em vez mas que acabam sempre por voltar ao local habitual, à cama que nos acolhe para os momentos de pausa que servem como reforço para voltar ao ativo logo depois. 

Este texto foi escrito ontem à noite, ou melhor, já era hoje, mas antes de adormecer, e está a ser publicado de manhã bem cedo, quando ainda me encontro a dormir mas no momento em que muitos já circulam de comboio para chegarem ao seu local de trabalho a tempo e horas, outros estão a deixar as crianças nas escolas e existe até quem esteja sentado a tomar o pequeno almoço no café do bairro antes de se meter a caminho do emprego. Todos já teremos descansado um pouco e agora que lês este texto estás prestes a terminar mais um capítulo desta vida.

Boa disposição diária

12
Jun19

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Começa o dia com alegria. Dá o salto da cama, desfruta do bom tempo que se faz lá fora. Despacha-te e segue em passo apressado para a rua, caminha, aproveita os raios de sol, a brisa leve que passa e enfrenta cada dia como se fosse o último. Vive, convive, aprende e intervêm. Não deixes que as más energias intervenham em cada dia, mas também não deixes que te passem por cima para se ostentarem. Repudia o que te incomoda, apaga o que não te faz falta e ignora todos os inconvenientes desta sociedade. Vive com alegria, sente com emoção e abraça cada dia que começa. Agora sente as próximas horas com emoção e positivismo!

Respeito pelos outros

13
Mai19

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O respeito por todos e mais alguns é fundamental nos tempos que correm, mas existe tanta boa gente que se esquece que nas mais variadas áreas profissionais existem pessoas, sim, todos são pessoas, que merecem os «bons dias» e o «até amanhã».

É tão comum ver em centros comerciais os clientes a ignorarem os senhores da limpeza das mesas onde os que se acham mais que qualquer um comem. Será que custa assim tanto, quando existe intenção, proferir o cumprimento diário a pessoas que estão a fazer o seu trabalho, por vezes a levantarem a mesa enquanto esperamos para a utilizar? E quem está na caixa de supermercado, o cliente deposita as suas compras e nem consegue dar um sorriso com quem lhe vai prestar, durante uns rápidos minutos, um serviço. Naquele momento são cliente e funcionário de supermercado, podem falar, mesmo que pouco, mas a simpatia nunca matou ninguém. E fundamental é dizer que após as horas laborais aquela pessoa que vos está a atender pode também vir a ser vosso cliente perante o serviço que estão a prestar, podem deitar-se ao vosso lado na praia a aproveitar o bom tempo ou usufruir de um café de balcão onde vocês também estão.

Custa assim tanto olhar para determinadas profissões e desvalorizar essas pessoas? Será que a simpatia lhes fica cara? Ou será que quebram um dente se disserem mais de cem vezes por dia um «Olá»?

Ai, que me custa!

16
Abr19

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Uma verdade é esta! Ir trabalhar cedo é bom porque também mais cedo consigo regressar para casa, mas habituar-me a não entrar logo às 09h00 tem feito com que acorde sem despertador e muito mais bem disposto. Quando é necessário acordar cedo e com o telemóvel a servir de alarme, eis que a má disposição matinal ataca para ficar em modo Gru, o Maldisposto. 

Eu, que até gosto, de chegar cedo a casa, estou a ficar cada vez mais habituado a aproveitar a manhã, acordando sem horário certo, fazendo o que tenho a fazer com calma e depois seguir para o trabalho mas já bem acordado. Entro mais tarde mas saio também mais tarde, o que me prende a fazer alguma coisa ao serão, mas não se pode ter tudo não é?

Bom Dia ao raiar do Sol

24
Mar19

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Conhecido que é o meu mau acordar com os despertadores, optei pelos últimos dias por adotar uma nova estratégia para que quando o horário do alarme chegar já esteja de olhos bem abertos. Deixei de dormir com as persianas da janela do quarto deitadas abaixo para que quando o sol começa a surgir no horizonte a claridade possa entrar através dos vidros e assim acabar por ajudar a um despertar do corpo com a luz natural que vai surgindo. 

Acreditem que um acordar a solo, sem ajuda dos alarmes ensurdecedores, ajuda a começar o dia de forma bem melhor, sem a estridência do acordar e dando espaço para ir despertando, percebendo em que momento da manhã nos encontramos e começar o dia com calma, de forma lenta, como aprecio na primeira hora do dia. Silêncio, calma e aproveitando o momento, depois sim, quando saio de casa lá começa o dia corrido, com movimento, barulho por todo o lado e a boa disposição que é necessária entregar aos outros para que possamos receber o mesmo positivismo de quem se cruza pelo nosso caminho.

O «bom dia» não é para todos!

04
Fev19

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A verdade da sociedade é esta... A sociabilidade quando é transmitida entre gerações não funciona num todo e muito menos consegue ser transversal. Existem empregos em que consegues perceber que a educação para o cumprimento diário não está mesmo presente numa sociedade cada vez mais individualista onde se pretende do outro o que não se dá.

Neste momento estou a trabalhar diretamente com o público, no contacto direto com o cliente final, e é tão visível perceberes que existem pessoas que ficam mesmo incomodadas por simplesmente e por um mero comportamento de educação social transmitires simples expressões como «bom dia», «boa tarde» ou «boa noite». A maioria dos clientes aceita e mostra a mesma postura para contribuir o cumprimento, no entanto existe pessoas, e não são assim tão poucas, que ouvem e não respondem ou que ouvem e fazem mesmo expressões faciais do como quem diz «não me chateies mas é».

Será que custa assim tanto entrarem num espaço e conseguirem seguir uma linha social correta? Não custa nada serem acessíveis e simpáticos. Podem estar num dia mau, todos temos o direito a tal, mas se tentarmos pelo menos ser sociáveis é sinal de que estamos num caminho para tentar dar a volta a essas mesmas horas que não estão a correr assim tão bem.