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O Informador

23
Set20

Eu bem avisei... Jesus no Dia de Cristina

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Imagem Nova Gente

 

A 22 de Julho previ que Jorge Jesus seria o primeiro convidado do novo talk show apresentado por Cristina Ferreira no seu regresso à TVI. Hoje, 23 de Setembro, o Dia de Cristina estreia e o grande convidado especial deste primeiro programa, que será transmitido ao longo da manhã e tarde, é justamente o também regressado treinador do Benfica.

Na estreia de Cristina na SIC, a 07 de Janeiro de 2019, o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, foi o convidado central da emissão e desta vez na TVI, mais de ano e meio depois será Jorge Jesus, o treinador que voltou a ser recrutado por Vieira para o Benfica e que também havia sido entrevistado por Cristina na SIC o convidado para uma nova entrevista que promete muita conversa entre duas pessoas que se gostam e têm partilhado momentos mesmo à distância, como já foi revelado em entrevistas dadas pelos dois ao longo do tempo, desde o dia em que se cruzaram em O Programa da Cristina.

Dia de Cristina estreia hoje, Jorge Jesus será um dos rostos centrais do dia, entre muitos outros, e os dados do novo programa apresentado por Cristina Ferreira na TVI são lançados assim com a força de Jesus, sem o dia 7 na estreia como amuleto mas com toda uma equipa que não tem falhado nos últimos tempos para surpreender o público. 

22
Set20

Cristina e Goucha, o reencontro

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O reencontro no ecrã aconteceu entre Manuel Luís Goucha e Cristina Ferreira em plena manhã no Você na Tv!, dois anos após a separação. Agora aconteceu o desfecho da dupla no programa que foi dos dois ao longo de catorze anos e a apresentação de uma manhã especial aconteceu de forma tão simples e sincera entre duas pessoas que se amam.

Com o encontro da dupla e com as senhoras, poucas, do público de regresso ao estúdio, alguns dos melhores momentos de sempre foram lembrados com muita palhaçada e amizade à mistura. Catorze anos de grandes risotas e momentos inesperados protagonizados pela melhor dupla de sempre da televisão em Portugal e que tão cedo não conseguirá ser suplantada, por muito que se tente. 

Gritaria, risos, boa disposição e boas memórias, foi assim a base da primeira parte da manhã, onde até os passatempos para o público de casa foram recordados e feitos de novo. Quem não se lembra da Gota Certa onde o participante tinha de colocar os líquidos dos jarros nos frascos certos para não entornar? Sem perder o momento com o chef Hernâni na cozinha e com o expulso da noite anterior do Big Brother, o Rúben, em entrevista, a tentativa deste especial foi manter o alinhamento normal dentro do possível como nas semanas anteriores, embora com a dupla na condução da manhã. A segunda parte começou com o regresso de Quintino Aires às manhãs, lembrando os bons e divertidos momentos que também passou com a dupla ao longo dos anos, chorando em direto e mostrando-se especial por estar com a dupla em dia de reencontro. 

Ainda na segunda parte Cristina desabafou e revelou a dimensão das suas mudanças, por sentir que agora tudo o que acontece em torno do canal tem o seu dedo, o que nem sempre acontece, mas como é a figura de destaque do canal tem de levar com todas as culpas. Cristina chorou e mostrou ter voltado para reanimar o canal que pretende ser o que foi, o da família e onde todos sorriem. Tudo isto antes da grande conversa dos dois, frente-a-frente. Goucha toma a palavra, Cristina revela que faltava na TVI o brinco que faz a diferença num conjunto que se quer perfeito e onde é possível brilhar na altura em que recebeu o convite para se mudar para a SIC. Uma conversa bem real, Cristina a revelar que precisava de mostrar ser capaz de mostrar o que queria fazer e sonhava, provando que a partir do seu dia de estreia do outro lado o canal liderado por Daniel Oliveira ficou líder de manhã à noite, o que nao resulta somente do seu mérito por fazer um bom formato de manhã mas sim de todo o conjunto de programação e promoção. Mas com os primeiros tempos de liderança surgiram as noticias, a imprensa a reinar e a deitar abaixo o seu Goucha, mostrando a falta de capacidade para o apresentador se reinventar e combater a sua antiga companheira de ecrã e esses momentos, segundo a própria foram pesados e difíceis de aceitar. Cristina mostra não querer somente ganhar quando se mudou para o canal três, deixando sim na altura fazer diferente mas não contra o seu Goucha e esse ponto foi dos que mais pesou, vendo que o seu canal, onde nasceu e cresceu, se estava afundar, deixando que todos os alicerces de outros tempos fossem derrubados perante a instabilidade instalada. A agora diretora e apresentadora da TVI revela que voltou para ajudar a relançar o canal e que podia ter ficado na SIC com melhores condições do que as que a fizeram mudar. Agora está de regresso a casa, ao canal que quer ver brilhar como aconteceu durante anos enquanto foi um dos seus rostos como a saloia da Malveira que cresceu e se tornou numa das mulheres mais poderosas e influenciadoras do país. Muita partilha e emoção, revelando ter sido feliz na SIC mas que o objetivo estava cumprido e que era o momento de voltar. Agora é tempo de definir apostas, limar arestas, erguer o tempo perdido e ajustar o que é possível, já que só em Janeiro Cristina acreditar ter o canal como deseja para os primeiros tempos. Tudo depende de orçamentos, rostos, equipas e contratos, nada podendo ser feito de um dia para o outro, como a maioria deseja. Uma conversa bem intimista, onde Goucha e Cristina revelaram as mágoas dos últimos dois anos, a partilha fora do ecrã, as criticas na imprensa e o que os continua a unir. Cristina regressou por acreditar, Goucha não pensou que este regresso acontecesse, Cristina acredita na mudança que já começou e os sinais são visíveis no ecrã, embora falte muita coisa ainda. Com toda esta conversa percebeu-se que o Dia de Cristina estreia já na próxima Quarta-feira, 23 de Outubro, e mais não foi revelado, somente que o programa aparecerá no ecrã sempre que Cristina achar indicado, sendo um formato especial para a apresentadora e para quem está do seu lado. Cristina mostrou sinceridade e a força que mulheres e homens têm de ter para mudarem e acreditarem que é possível. Confesso que nesta conversa a emoção aconteceu em estúdio e aqui por casa, percebendo a verdade das palavras entre duas pessoas que se amam e acreditam no futuro. 

20
Set20

Não fazer nada...

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Quando se afirma que a intenção é «Não fazer nada!» então é mesmo ter consciência que durante um certo período de tempo o lema «Não fazer nada!» tem de ser levado a sério! Foi assim que passei os meus dois últimos dias de folga!

Geralmente crio ideias do que fazer, onde quero ir, como ocupar tempo, mas desta vez optei por estar livre, sem pensamentos sobre como passar cada hora. Na verdade não tinha intenções para ocupar os dois dias, como tal deixei-me levar mas na verdade não fiz praticamente nada de nada, pelo menos não me vi a fazer algo de jeito, a não ser deixar passar o tempo em paz, aproveitando o tempo, esticado num banco de jardim ou na relva, sem me preocupar com determinados temas e deixando mesmo o telemóvel e até os livros de lado. Aproveitei para me deixar ficar deitado mais tempo, mesmo acordado, ficando em modo pausado mais horas que o habitual por ser uma pessoa que não gosta de estar parada. Não aproveitei também assim o tempo em bom? Acredito que sim!

Desta vez deixei-me ficar, sossegado no meu canto, deixando as manhãs passarem, ajudando nas lides domésticas, almoçando em paz e com tempo, saindo à rua para me sentar na esplanada, depois circular pelo jardim, com a mochila com os livros e o tablet mas sem praticamente lhes tocar, porque a intenção era fazer literalmente nada. As horas passaram, o primeiro dia passou, o segundo surgiu da mesma forma e quando dei por isso já eram horas de dormir porque no dia seguinte era dia de regressar ao trabalho para mais uns quatro dias ocupados, com um horário onde não consigo fazer grande coisa nas horas que restam por estar literalmente a entrar a meio da manhã e a sair já de noite.

19
Set20

Padrinho do Afonso

Padrinho do Afonso

 

Momentos acontecem, inesperados mas já pensados anteriormente, revelando a surpresa que podia não ter sido se não tivesse deixado a ideia um pouco de lado. Sempre tive na ideia que seria padrinho do filho da minha melhor amiga, mas com o tempo fui pensando que seria do segundo rebento e não do primeiro.

Gravidez em tempos de pandemia, pouco nos conseguimos ver nestes últimos meses, o pequeno nasceu umas semanas antes do previsto. Com algum receio não o fui ver nos primeiros dias entre nós e quando fui conhecer finalmente o meu sobrinho acabei por ser surpreendido com a frase, «Tio Ricardo aceitas ser meu Padrinho? Os papás e eu gostávamos muito...». Claro que sim, é que é claro que aceito!

Como não aceitar ser o padrinho do meu pequeno Afonso, do bebé tão desejado e que após ter nascido acreditei que seria tio e não o padrinho, ficando em espera que um futuro irmão surgisse. Tão estranho quando levantei a fralda, quase obrigado pela mamã minha amiga porque não o queria destapar nem aproximar muito, que o tapava e encontrei a barra de chocolate com o convite mais que aceite, isto porque embora tivesse pensado que esta hipótese seria possível, acabei por criar na mente que não seria desta e afinal foi mesmo.

18
Set20

Ainda a Feira do Livro de Lisboa...

 

Em 2020 a edição da Feira do Livro de Lisboa aconteceu mais tarde devido à pandemia mas não foi isso que impediu que todos os amantes literários fossem até ao Parque Eduardo VII para trocar as suas listas de compras pelos exemplares tão desejados. Este ano fui à Feira somente uma vez mas consegui detetar que a escolha de várias editoras dos jovens que recrutaram para fazerem o atendimento no evento foi um pouco diferente do habitual, destacando a falta de formação de vários atendedores sobre os livros das editoras e mesmo sobre os autores que publicam no grupo ou que já foram à sua vida para outras paragens.

Percebi que existia alguma hesitação por parte dos jovens sobre a existência de determinados títulos na editora e mesmo se os autores faziam parte do lote da editora ou não, sendo feitas várias vezes questões entre os jovens contratados somente para o evento e os responsáveis de cada pavilhão. Será que não existiu tempo para uma pequena formação de dias para que todos estivessem esclarecidos, principalmente nas editoras pequenas que não têm ao seu cargo tantos autores, sendo mais fácil controlar um pequeno estudo sobre o que estava disponível ou não no pavilhão pelo qual estavam a dar a cara e o corpo em dia de trabalho.