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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Ganha Livros | A Casa de Charles Street, de Danielle Steel

11
Jul19

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De desconhecidos a amigos, de amigos a família...

Na sequência do seu divórcio e dos problemas financeiros que se seguiram, Francesca sente-se desesperada. Sozinha, teme não ser capaz de suportar a casa encantadora onde vive e, como solução de recurso decide alugar uma parte dela. Pouco a pouco, a casa vai readquirindo vida: primeiro com Eileen, uma jovem professora da Califórnia, depois com Chris, um pai divorciado, e, finalmente, com Marya, uma cozinheira notável que perdeu o marido. Rapidamente, uma feliz cumplicidade instala-se entre os companheiros da casa. Contagiada por esta nova energia, Francesca volta a sentir-se com forças para reabrir o coração e procurar o amor...

Ao longo de um ano assombroso, inesquecível e que, em última análise, vai alterar muitas vidas, a casa do número 44 de Charles Street enche-se de risos, de mágoas e, sempre, de esperança.

Leste a sinopse de A Casa de Charles Street e gostaste? Então fica a saber que estou a sortear um exemplar desta obra de Danielle Steel, lançada no passado mês de Junho no nosso país, na minha página de Instagram. Para quem segue o blog e redes sociais ligadas ao mesmo saberá certamente que gosto bastante da obra da autora, existindo sempre alguns dos romances em espera para serem lidos aqui por casa. Agora e porque as coisas de que gosto também são para partilhar, tenho assim um exemplar desta narrativa para te poder oferecer, caso participes, cumpras as regras da iniciativa e tenhas a sorte de sair vencedor no final do prazo. Já sabes, visita o meu Instagram, mais concretamente a imagem onde é possível a participação no passatempo e tenta a tua sorte!

Na Feira do Livro de Lisboa a falar de Danielle Steel

14
Jun19

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Sábado, 15 de Junho, pelas 21h00, no espaço Autores que nos Unem, do grupo Porto Editora a obra de Danielle Steel irá estar em destaque num encontro de leitores que gostam de ter os romances da autora do seu lado. As emoções, o amor e as adversidades que dão vida aos romances da escritora e que inspiram milhões de leitores em todo o mundo irão ser falados e comentados numa hora de conversa sobre uma das minhas autoras de romance preferidas. Com isto e porque as coisas boas são para serem partilhadas, eis que vos convido a também me visitarem porque serei, a par com a Maria João Diogo, do blog A Biblioteca da João, um dos participantes como oradores desta sessão dedicada a Steel. 

Relembro que Danielle Steel é uma das autoras mais populares do mundo com vários dos seus romances a atingir os tops literários ao longo de várias semanas consecutivas. Sendo natural de Nova Iorque mas tendo vivendo em França durante alguns anos, daí algumas das suas obras se passarem entre terras americanas e francesas, Steel tem na sua escrita o dom da palavra, a liberdade e poder de conquistar de forma fácil o leitor que não se vê obrigado a seguir com a leitura de um dos seus livros em diante. Com mais de sessenta romances editados, quinhentas e sessenta milhões de cópias vendidas em mais de quarenta e sete países e em vinte e oito línguas, a autora dispensa mais apresentações. Eu, que adoro ter um romance de Steel por perto quando quero ler algo que me faça viajar e sem cansar, aconselho a todos a sua obra. 

Chamavam-lhe Grace | Margaret Atwood

28
Set18

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Título: Chamavam-lhe Grace

Título Original: Alias Grace

Autor: Margaret Atwood

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Setembro de 2018

Páginas: 480

ISBN: 978-972-25-3634-9

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Corre o ano de 1843 e Grace Marks foi condenada pelo seu envolvimento no brutal homicídio do dono e da governanta da casa onde trabalha. Há quem julgue Grace inocente; outros dizem que é perversa ou louca. Agora a cumprir prisão perpétua, Grace diz não ter qualquer memória do crime. Um grupo de clérigos e espíritos que lutam para que Grace seja perdoada contrata um especialista em saúde mental, uma área científica em expansão na época. Ele escuta a sua história, fazendo-a recuar até ao dia que ela esqueceu. O que encontrará ele quando tentar libertar as memórias de Grace?

 

Opinião: Chegou a Portugal o livro que inspirou a série da Netlflix, Alias Grace. Com o título de Chamavam-lhe Grace, da autoria de Margaret Atwood, o leitor é conduzido para o Canadá em pleno século XIX. Inspirado em factos reais mas com muitos pontos de ficção, esta história retrata a vida de Grace, uma jovem que chega da Irlanda e começa a servir em casas particulares. Só que nem tudo corre na perfeição na vida desta criada doméstica e o futuro idealizado acaba por se tornar em tragédia. 

Um duplo homicídio faz com que tudo na vida de Grace seja alterado e a partir do momento em que é condenada e presa como responsável pela morte do seu patrão, Thomas Kinnear, e da governanta e amante, Nancy Montgomery, que o seu mundo é totalmente virado do avesso. De condenada à morte passa a entrar no regime de prisão perpetua graças à boa vontade de muitos que não conseguem ver numa jovem a assassina que outros tantos descrevem. Quem terá cometido o assassínio e o que Grace tem em comum com esse individuo? Inveja? Ingratidão? Medo? O que levará uma jovem criada a alinhar com um louco num crime que nada tem de perfeito?

O leitor é convidado ao longo de quase quinhentas páginas a conhecer a verdade contada por Grace aos especialistas que tratam de si e de quem se vai tornando próxima. Desabafando, silenciando, sofrendo e suplicando, esta jovem vê os anos passarem, perde uma vida e acaba por encontrar em Jordan, um psicólogo, um amigo a quem revelar tudo o que foi passando e como as coisas foram acontecendo até que foi colocada atrás das grades e viu o seu parceiro de crime condenado à morte. 

Odeio o Meu Chefe | Filipa Fonseca Silva

26
Set18

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Título: Odeio o Meu Chefe

Autor: Filipa Fonseca Silva

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Setembro de 2018

Páginas: 176

ISBN: 978-972-25-3563-2

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Qualquer semelhança com a realidade NÃO É mera coincidência.

«Toda a gente já teve um mau chefe. Trata-se de um dado adquirido. Uma lei universal para quem entra no mercado de trabalho desde os primórdios da existência de qualquer mercado de trabalho.» Odeias o teu chefe? Já adormeceste a pensar em maneiras de fazê-lo desaparecer sem deixar rasto? Então, este livro é para ti. Tendo por ponto de partida histórias totalmente reais, umas vividas pela autora ao longo de vários anos a trabalhar por conta de outrem, outras confidenciadas pelos seus próprios leitores, Filipa Fonseca Silva traz-nos um retrato hilariante do pequeno poder.

Com a escrita sarcástica a que já nos habituou, agora acompanhada por ilustrações da sua autoria, Filipa expõe ao ridículo todos os maus chefes, na esperança de que sintam algum pudor na próxima vez que tentarem ser umas bestas. 

Catártico, certeiro, acutilante.

 

Opinião: Divertido, real e certeiro são três das bases que destaco em Odeio o Meu Chefe, o livro que Filipa Fonseca Silva criou para demonstrar o que muitos pensam e passam para com chefes completamente odiáveis e com todas as ideias de liderança sobre o «quero, posso e mando». Neste divertido compêndio de histórias reais da própria autora e de leitores que partilharam as suas experiências consigo conseguimos encontrar um retrato muitas vezes fidedigno, em texto e ilustrações da própria autora, sobre tantos chefes que por aí andam. 

Juntando inúmeras peripécias que vão surgindo no seio de uma empresa liderada por um chefe autoritário e incapacitado das suas funções enquanto mais um de uma equipa num todo, Odeio o Meu Chefe demonstra muito e tudo ao mesmo tempo sobre o ego que muitos atingem com a subida de lugar numa empresa. A incapacidade de perceber que os imprevistos com os outros acontecem, o egocentrismo à volta de uma só pessoa que se acha o centro da empresa e o facto de acharem, os todo poderosos sem noção, que os horários de pausa, como o almoço, são tempos desperdiçados e que nem devem ser usufruídos na sua totalidade porque existe muito para fazer. Parar como regalia do funcionário e uma obrigação é que não, porque os olhos fulminantes logo surgem!

Tanto que é contado e onde me revi em algumas situações, como por exemplo, a da marcação de reuniões quase fora das horas laborais, para se prolongarem como se não existisse toda uma vida pessoal para além da profissional e depois se dizes que tens que abandonar a sala porque tens coisas combinadas a fazer e que a empresa nada têm com isso porque já estás fora do teu horário, ainda te olham de lado porque os chefes, sem pressa de irem para casa, sabe-se lá a razão, acham que tu, como bom funcionário, tens de ficar a fazer horas sem existir qualquer tipo de recompensa para o teu lado com isso. E quando combinam um aumento e no período combinado só percebes que o aumento foi mesmo de trabalho e não a nível financeiro? Este é mais um dos acontecimentos em que me revi nesta leitura.

Um chefe não aceita feriados, férias, baixas por doença, filhos e imprevistos por ser um nazi que na sua vida só vê trabalho, trabalho e trabalho. Não interessa a família, o descanso e o bem-estar, o importante para um chefe, que é maioritariamente odiado e sem adeptos, é o trabalho, pagar pouco e exigir muito, descontar uma hora quando se falta mas não pagar as duas que ficas a mais logo no dia seguinte. Tirar do bolso do leal empregado que faz com gosto as suas funções e que muitas vezes é explorado por quem de poder. Isto é um mau chefe, que não luta pela sua equipa, sacrificando quem pode até que lhe digam «xau, xau» quando não se aguenta mais tanta pressão e falsos bater de costas. 

Nenhuma Verdade Se Escreve no Singular | Cláudia Cruz Santos

08
Jan18

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Autor: Cláudia Cruz Santos

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Setembro de 2017

Páginas: 248

ISBN: 978-972-25-3478-9

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: A vida pessoal de Amália encolhe ao mesmo ritmo que a atenção prestada à sua vida profissional se expande. Na sua sala de julgamentos entram homicidas, ladrões, traficantes de droga, jogadores de futebol corruptos, deportados ou vítimas de crimes sexuais. Em sua casa, deixou de entrar o homem que ama, e Marta, a menina que acolheu, sonha regressar ao bairro social onde vivia antes de ser institucionalizada. 

Amália passa as noites acordada, presa nas suas muitas perguntas sem resposta, a olhar para um quadro misterioso onde uma mulher engaiolada segura, inerte, as chaves que poderia usar para se soltar — até que resolve, ela própria, ir à procura do que significa a palavra liberdade.

 

Opinião: Primeiramente conhecemos Amália, uma profissional realizada mas que na sua vida intima perdeu a pessoa que amava sem qualquer explicação, tendo ficado para trás, sozinha, com amigos e conhecidos por perto e sem uma vida familiar, sendo no presente uma figura carente e fria. Posteriormente aparece Marta, uma jovem que ao entrar na vida de Amália, tudo altera para bem das duas. Rodeada de problemas familiares e a necessitar de apoio, Marta é acolhida por Amália, mas em seu redor circulam um avô protetor da jovem e um pai onde problema é a sua principal definição. De um momento para o outro a vida de Amália é alterada e as certezas perante a solidão são colocadas em causa, transformando o seu dia-a-dia em torno dos cuidados para com Marta, uma jovem que conquista pela sua força de vontade mas que acaba por se mostrar vulnerável pela vida que já passou onde o abandono lhe provocou fragilidades mas ao mesmo tempo uma maturidade com bases vem vincadas. Com Marta em seu redor é necessário lutar contra a individualidade a que está habituada e esse é um dos pontos fortes desta história. Aprender a partilhar para saber cuidar sem esquecer que quem está do outro lado tem as suas próprias ambições, desejos e vontades. 

Com uma história simples e contada de forma lenta, Nenhuma Verdade se Escreve no Singular é daqueles livros que contam uma história onde não existe vontade de terminar, fazendo com que o leitor se deixe embalar pelas palavras que mostram dois universos femininos que se cruzam em determinados momentos das suas vidas para se ajudarem mutuamente a descobrirem novos horizontes e capacidades. Esta narrativa tem uma particularidade rara de convidar o leitor a desfrutar pausadamente da história criada, absorvendo cada personagem para que se reflita um pouco sobre o que faria se estivesse em determinada situação, não existindo pressa para que se termine a leitura porque a vontade de conhecer o desfecho tem de ser adiada pela força do pressentimento sobre o que poderá acontecer.

A par da história central e por influência da autora, que tem um passado profissional e literário ligado à justiça, ao longo do que é contado somos convidados a conhecer outras vidas, as histórias que são relatadas em julgamento para que sejam avaliadas por Amália. As reflexões da jurista sobre as decisões a tomar e os problemas dos outros são tomados como parte importante desta narrativa por aparecerem em uníssono com as alterações que lhe estão a ser impostas na sua vida particular. 

Atual leitura | Nenhuma Verdade Se Escreve no Singular | Cláudia Cruz Santos

27
Dez17

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Cláudia Cruz Santos lançou o seu primeiro romance, Nenhuma Verdade Se Escreve no Singular, após a publicação de várias obras jurídicas, mas manteve nesta nova área literária o gosto pelo Direito, tendo criado em Amália, a personagem central desta narrativa, uma juíza que concretizada profissionalmente mas com várias questões sobre os caminhos que a justiça tem tomado. Amália tem na sua vida pessoal a solidão e embora rodeada de amigos, conhecidos e interesseiros, a determinado momento percebe que é necessário mais para seguir em frente, necessitando de alguém para apoiar e sentir ao mesmo tempo o pilar que recusou ao longo dos anos em que a profissão ficou com todo o papel principal dos seus objetivos. É nesse ponto que enquanto leitor encontramos Marta, a jovem adolescente que surge na vida de Amália para a alterar para sempre. 

É esta a minha atual leitura, num livro lançado pela Bertrand Editora e que à primeira vista parece querer mostrar que ninguém consegue ser feliz sozinho. Dentro de dias revelar-vos-ei um pouco mais sobre esta história de aprendizagem e amor.

Últimas confirmações do Grupo Porto Editora na Feira do Livro de Lisboa

25
Mai17

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O espaço do grupo Porto Editora na 87ª edição da Feira do Livro de Lisboa está cada vez com um maior número de eventos a decorrer e semana após semana têm sido confirmados autores para sessões de autógrafos e conversa com os leitores. Eis os últimos nomes confirmados, onde posso desde já destacar Cristina Ferreira, Luísa Ducla Soares e José Rentes de Carvalho. 

De 1 a 18 de Junho são dezenas de autores nacionais e internacionais a terem lugar cativo no espaço Autores que nos Unem no certame do Grupo Porto Editora com lançamentos, tertúlias, workshops, sessão de autógrafos, showcookings e conversa com os leitores, muita coisa irá acontecer ao longo dos dias de Feira e até os mais pequenos terão o seu espaço com complementos ao longo do evento. 

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Eis os autores que foram confirmados mais recentemente para estarem presentes na Feira do Livro este ano. Luís Naves, autor do livro 43 Anos e 6 Meses de Má Política (3 de Junho), Onésimo Teotónio Almeida, com o recentemente lançado A Obsessão da Portugalidade (3 de Junho), Paulo M. Morais com Voltemos à Escola (3 e 4 de Junho), José Rentes de Carvalho com o lançamento de A Sétima Onda (3 e 4 de Junho), Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves estarão com o livro Política de A a Z (3 de Junho), António Marujo e Rui Paulo da Cruz com A Senhora de Maio: Todas as perguntas sobre Fátima (3 de Junho), João Pedro George, autor da biografia de Mota Pinto (4 de Junho), Helena Garrido com o livro A Vida e a Morte dos Nossos Barcos (4 de Junho), Maria da Conceição, coautora de Uma Mulher no Topo do Mundo (4 de Junho), Francesc Miralles, um dos autores de Ikigai (4 de Junho), Filipa Fonseca Silva, lança o livro Amanhece na Cidade (7 de Junho), Guilherme Valadão, autor de Era Uma Vez em Angola (10 e 15 de Junho), Isabel Valadão, autora de O Rio das Pérolas (10 e 15 de Junho), Pedro Andersson com o livro Contas-Poupança (10 de Junho), Cristina Ferreira, a apresentadora da TVI e autora de Sentir (13 de Junho), André Freire, autor de Para lá da «Geringonça» (17 de Junho), João Pedro Porto, autor do romance A Brecha (17 de Junho), Álvaro Laborinho Lúcio com O Homem que Escrevia Azulejos (18 de Junho), Sara Cardoso, com Escolho Ser Feliz (18 de Junho) e Dulce Regina, autora de Descubra as Suas Vidas Passadas com a Astrologia Kármica (18 de Junho).