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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Descontos de início de ano: devemos investir?

Publicado por O Informador, 13.01.20

Fonte: https://cdn.pixabay.com/photo/2016/02/09/08/02/percent-1188490_960_720.jp

 

O ano de 2019 acabou, mas o de 2020 veio e com grandes descontos nas nossas lojas preferidas. Os descontos são exuberantes e, acredito, é a segunda melhor altura do ano para comprar os produtos que queremos ou precisamos a preços incríveis. 

No entanto, com tantos descontos, a resposta quanto ao se deve, ou não, comprar determinado produto pode ser complicada. Portanto antes de realmente passarmos para uma compra, pensemos nos pontos da lista abaixo. 

 

  1. Os restos do ano passado são excelentes para o próximo ano

O que pretendemos comprar vai ser útil no ano de 2020? Por exemplo, vamos comprar papel de embrulho e laços? Se assim for, a compra é uma excelente ideia, pois agora os restos do ano passado estão a preços mais baixos. 

Algumas pessoas, inclusivamente, aproveitam o momento e compram agendas do ano anterior para reformular e fazer as próprias agendas. Esta também é uma boa compra, principalmente se és uma pessoa que depende de uma agenda para organização. 

 

  1. É algo que queremos há algum tempo?

Por vezes temos listas do que queremos comprar a longo prazo e, se assim for, a lista já foi criada, repensada e tudo o que era desejo momentâneo foi retirado. Nestas condições, caso encontremos o produto desejado com uma promoção, vale a pena comprar. 

Mas atenção, mesmo que encontremos o produto que queremos em promoção, é necessário comparar com outras lojas. Por exemplo, imaginemos que precisamos de uma frigideira e encontramos no Auchan a 19,99€. Com uma pesquisa pelas promoções da Conforama, acabamos por encontrar opções a partir de 11,99€. 

Resumindo: a promoção incrível que está à nossa frente pode não ser tão incrível como parece. 

 

  1. Precisamos, realmente, do produto?

Neste momento falamos de produtos de uma forma geral. O produto que vamos comprar é, realmente, necessário? Será útil para alguma atividade do dia-a-dia? Ou é apenas um produto que vamos comprar e nunca mais será utilizado? 

Fazer-se esta pergunta ajuda a poupar muito dinheiro, principalmente se costumamos fazer compras impulsivas. Ao invés desse tipo de compra, escolhemos efetivamente a necessidade. 

 

  1. Este é o momento certo para experiências

Queremos viajar para outro país ou mesmo dentro de Portugal? O momento de descontos é uma excelente altura, porque algumas empresas oferecem realmente preços baixos nesta época. Um exemplo é a CP que tem bilhetes entre Lisboa e Porto a cinco euros. 

Certifiquemos-nos que a promoção que vamos aproveitar é mesmo uma boa promoção e não apenas um esquema de vendas. Podemos testar com a dica que se encontra de seguida. 

King Sky

Publicado por O Informador, 02.07.14

King SkyOs perfumes caros nem sempre podem ser a principal escolha tanto pelo cheiro como pelo seu preço. Agora encontrei este perfume bem barato, daqueles que dizem ser equivalente a outros e por um preço inimaginável. O King Sky é um dos frascos que agora consta pela minha gaveta de perfumes e cremes por ser barato, ficar pelo corpo e roupa, ao contrário do que é dito destes produtos mais baratos, e ainda poupei umas boas dezenas de euros!

Com 100ml, este eau de toilette frutado tem o seu centro de produção em França, de onde partem grande maioria das fragrâncias mais vendidas pelo mundo e agora já se encontra pelo mercado nacional. Eu já o tenho por aqui e pelos próximos dias contarei adquirir outros produtos da mesma colecção porque esta primeira experiência passou com nota positiva.

Além de ter um bom preço, mesmo muito bom, nem chegado aos dois dígitos de euro, adoro o seu cheiro que permanece ao longo de todo o dia!

King Sky, o meu novo perfume!

Fãs do Coelho

Publicado por O Informador, 23.04.14

IMG_0284Comprei por onde trabalho este peluche gigante com formato de coelho para oferecer à minha afilhada mais nova pela Páscoa com o ovo da Kinder. Desde esse dia que os pedidos para arranjar peças semelhantes não param de aparecer!

O coelho tem angariado fãs por onde é comentado e mostrado e agora todos querem ter um peluche destes e pelo preço simpático como o consegui comprar! O problema é que por agora não há nada para ninguém!

Consegui tirar dois coelhos e uma macaco colorido logo quando apareceram porque já sabia que a partir daí todos os seis modelos iam esgotar num piscar de olhos. Agora quem quiser tem de esperar!

Este coelho tornou-se famoso e agora todos querem os seus irmãos! A crença pode resolver o problema de alguns mas a espera terá de acontecer!

Low cost das dívidas

Publicado por O Informador, 09.12.12

Cada vez mais se percebe que o país está em crise e para isso novas formas de negócio surgem, por aqui, vê-se o negócio low cost a florescer, não de dia para dia, mas sim de mês para mês. Primeiramente começaram-se por ver os voos de avião mais baratos a serem apelidados de low cost, mas aos poucos esta caracterização tem vindo a abraçar novas áreas.

Há umas semanas, o meu melhor amigo de infância, pessoa que agora me é totalmente indiferente e a quem não falo, abriu com a irmã, um salão de estética e cabeleireiro low cost. Eu não entrei neste novo espaço e também não faço intenções de o fazer, mas pelo que ouvi dizer, parece que tudo é mesmo barato por lá... Mas, até quando?!

Um corte de cabelo de mulher a cinco euros... Foi só lavar e cortar, mas barato demais, não? Depois um homem vai lá e paga seis euros para se sentir com menos cabelo! O mesmo casal vai lá uns dias depois só com a filha para esta cortar o seu cabelo e... Não pagaram nada, porque é oferta!

Tudo indica que naquele espaço onde se pagam pelo menos quatro ordenados, uma renda, água, luz e os produtos necessários tudo é pago pelos clientes a preço da chuva, como isso poderá ser rentável a longo prazo? Se os preços das coisas aumentam e este novo negócio familiar foi aberto para ter preços mesmo reduzidos, não acredito que dure muito tempo.

E esta minha crença também se deve ao passado do meu ex-amigo, da sua irmã e da mãe, todos empregados agora no mesmo espaço. Ele já teve outros dois negócios, tendo fechado ambos porque não se tornaram rentáveis... A mãe já teve um salão de cabeleireiro por sua conta, mas terminou com dívidas e agora não pode ser dona de nada, nem patroa... A irmã tem andado de emprego em emprego, também por causa de ambos!

Um trio que só tem feito insucessos profissionais e que se mete em algo com novos riscos nos dias que correm. Será que vão conseguir ter o seu novo negócio aberto pelo menos durante um ano? Duvido! Não lhes desejo mal, mas o que é certo é que não acredito mesmo no sucesso deste projeto familiar e barato!