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O Informador

01
Jan20

O novo 2020!

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Já entramos em mais um ano! Desta vez sem saber como pronunciar, se por dois mil e vinte ou por vinte vinte, um nome que tem surgido através de alguns anúncios publicitários para programas televisivos que vão arrancar ao longo do ano e que contém a sigla 2020 pelo meio.

Em 2019 senti uma certa estabilidade, sabendo sempre que quero mais e serão os próximos meses a definirem o que realmente pretendo fazer em determinados campos da vida pessoal e profissional. A necessidade de arriscar e fazer mais é notória, sentindo neste momento alguma estabilidade que já me atormenta pela certeza que consigo e mereço mais, só estando parado com algum receio de seguir em frente, fechar portas para abrir novas janelas, criando rotas que podem estar mesmo em espera para que perceba que tenho de caminhar e deixar para trás os pontos que me têm dado tranquilidade.

07
Dez18

«Coral Vivo» será a cor de 2019

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2019 está a chegar e na aproximação de um novo ano a Pantone já escolheu a cor oficial que irá ter o seu destaque pelos próximos meses. Apelidada por Coral Vivo e descrita como sendo uma junção entre o mundo digital e a natureza, a cor de 2019 pretende expressar conforto, esperança, leveza e mudança a quem seguir as novas tendências. Sendo a Pantone uma marca a ditar a moda na indústria do design, está assim confirmado que Coral Vivo (Living Coral), com o tom 16-1546, será mesmo a cor de destaque do próximo ano.

Num comunicado lançado por Leatrice Eiseman, diretora executiva da Pantone Color Institute, «O Coral Vivo envolve-nos em calor e proteção e proporciona-nos conforto e leveza num ambiente em constante mudança […] Em resposta à investida da tecnologia digital e à crescente invasão das redes sociais no nosso dia-a-dia, andamos à procura de experiências autênticas e imersivas, que transmitam conexão e intimidade».

Com a revelação da cor oficial para 2019 as opiniões dividiram-se de imediato. Se uns acham que esta é a cor do rejuvenescimento e harmonia, já outros defendem que esta cor é demasiadamente luminosa e otimista para o atual panorama mundial, com confrontos em vários territórios e as questões políticas e sociais a ficarem cada vez mais inflamadas. 

01
Jan17

Entrada em 2017

Não existiam combinações nem vontade para ir festejar a entrada em 2017, no entanto na última semana de 2016 lá resolvemos marcar estadia por Lisboa e partir assim na tarde de Sábado para a zona do Marquês de Pombal onde ficamos a pernoitar. Confesso agora que nunca vi tantas pessoas no Terreiro do Paço como nas horas festivas que assinalaram a passagem de ano!

O concerto de Rui Veloso fez as honras de despedida do passado ano e os milhares que se juntaram no espaço junto ao Tejo era muitos. Descendo a Avenida da Liberdade para ir jantar primeiro logo se percebia que a movimentação não estava a ser fácil, com veículos já estacionados nos passeios da avenida onde é praticamente proibido. O trânsito fez-se sentir bem cedo em Lisboa com todos a quererem rumar ao Terreiro do Paço. Carros mal estacionados, polícia por todo o lado para evitar problemas de maior mas sem qualquer tipo de proteção com o mau estacionamento que se via a ser feito, pessoas a invadirem as ruas, estradas e passeios, com crianças de colo ou nos carrinhos, o que me levantou a questão da razão de levarem os mais pequenos para o meio de tanta confusão e barulho. O concerto começou pelas vinte e duas horas mas chegamos um pouco depois, já de copo na mão. Rui Veloso estreou novos acordes no palco lisboeta mas não me convenceu, tal como à grande maioria que assistiu ao espetáculo. A meia noite aproximava-se, preparou-se o espumante e já está, copos cheios, rolhas no ar, chuva de álcool e fogo de artifício a triunfar, mais de dez minutos a olhar para o céu enquanto os telemóveis davam sinais de chamadas e mensagens. Acabado o espetáculo pirotécnico, e com os GNR a fazerem-se ao palco, parte dos que resistiram no local até à entrada em 2017 começaram a abandonar o recinto, tal como fizemos. E nessa altura, oh que altura, a confusão foi mais que muita, com muitos a quererem sair e outros a aproveitarem os espaços vagos para se chegarem à frente. Empurrões, garrafas de vidro e copos de plástico no chão... Uma verdadeira confusão que acalmou com o público a dispersar-se pelas várias ruas do Rossio.

01
Jan17

Bom dia 2017

Bom dia 2017! Bom dia? Sim bom dia, o primeiro dia do novo ano, aquele que será composto por doze meses em que acredito que me trarão alterações de vida, para melhor claro, e onde alguns percalços dos últimos tempos possam vir a ser resolvidos para seguir em frente, arranjar novas metas e conquistar novos mundos.

Pensei que o ano que agora ficou para trás fosse bem melhor, no entanto revelo que acabou por ser um pouco em modo «manter» que se foi andando. Agora com a vida profissional meio atribulada, não sabendo se os dez anos de dedicação terminam coletivamente para a equipa ou não, a vontade é de alterar o rumo, esperando a partir de agora que algo seja decidido pelas próximas semanas para que possa tirar o sentido de algo em que já não acredito e onde me sinto cada vez mais sufocado pela falta de trabalho que começou a existir em termos gerais no local. Isto pode parecer mal por ser dito quando muitas pessoas procuram um emprego e não o conseguem arranjar, no entanto o que tenho sentido e revelo que o mesmo pensamento não acontece só comigo mas sim no geral, a ideia é só uma, deixar o barco mas ao mesmo tempo esperar que o desfecho aconteça porque algo ainda nos pode calhar pelos anos que por lá estamos.

Deixar uma etapa já com dez anos, perceber depois o que poderá surgir logo de seguida, existindo ideias mas também sabendo que é necessário parar para refletir e procurar o que realmente me possa dar interesse, dentro ou não da área onde tenho estado ou correndo atrás de sonhos e objetivos, que podem seguir por várias frentes é uma das ideias que espero concretizar neste novo ano.