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O Informador

Exageros de Cristina Ferreira

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Cristina Ferreira anunciou que pelas 21h15 do dia 08 de Março de 2021 iria fazer um comunicado em direto na TVI logo após o Jornal das 8. A promoção do momento apelidado por Revelação arrancou nos intervalos publicitários e a especulação começou por parte do público nas redes sociais, sendo algo previsível para quem está atento às novidades que andam a ser preparadas para estrearem em breve no canal. Tudo fazia crer que este mini evento seria o arranque da divulgação de uma nova novela, de episódios mais pequenos que o habitual, e cujo nome provisório estava a ser avançado como Festa é Festa, e assim foi. E no dia 08, um pouco após a hora prevista, Cristina apareceu em direto e avançou mesmo com a divulgação desta novela que terá bastante comédia e que se baseia na preparação de uma festa de aniversário a uma centenária de uma aldeia do interior de Portugal. 

Como avança o comunicado entretanto revelado pelo canal, «Esta é a história de uma aldeia no interior de Portugal, como tantas outras, ou não, que prepara a melhor festa de aldeia de sempre, no ano em que a maior benemérita/mecenas da mesma aldeia cumpre o seu centenário. Todos querem fazer um brilharete nesse festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços. O neto falido da idosa tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar a sua bisavó (também de olho no dinheiro). Eis quando, uma jovem da cidade, altamente tecnológica e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, com pouco 5G e canais por cabo. Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo compreender a beleza da simplicidade da vida…». O grande evento, a Festa, que irá ser preparado ao longo dos próximos meses e que irá estrear dentro de semanas será realizado a 25 de Setembro mas até lá o publico vai ver a união da realidade com a ficção todos os dias em cada novo episódio de Festa é Festa que para a diretora da TVI promete surpreender pela diferença com que tudo será feito e por ser um produto com forte vertente humorística.

Com ideia original de Cristina Ferreira e com Roberto Pereira como autor, este projeto conta com nomes bem conhecidos entre o elenco, como Ana Guiomar, Pedro Teixeira, Vítor Norte, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Manuel Marques, Pedro Alves, Maria do Céu Guerra, Manuel Melo, Inês Herédia, José Carlos Pereira e um lote de jovens atores, onde se inclui Francisca Cerqueira Gomes, a filha de Maria Cerqueira Gomes, cuja contratação tem dado que falar entre jovens atores com formação que se protestaram contra esta aquisição a que apelidam por cunha.

Convites duplos | Golpada no Teatro Aberto

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O Teatro Aberto repôs Golpada na sala vermelha a pedido do público, existindo assim a possibilidade de quem não viu que veja pelas próximas semanas esta produção da autoria da alemã Dea Loher e encenação de João Lourenço. 

Com Ana Guiomar, Carlos Malvarez, Rui Melo, Cristóvão Campos e Tomás Alves em palco na companhia dos músicos Giordanno Barbieri e Mariana Rosa, Golpada é aquela história que coloca em cena dois irmãos gémeos, Maria e Jesus Maria, que além de trabalharem e serem mal pagos, têm em si o sonho de atingirem a riqueza e não é que quase por milagre quase que o conseguem? Com os gémeos e os seus divertidos e excêntricos vizinhos que os alertam sobre os perigos da sociedade, como é o caso do realizador Otto-Porno e da vidente Madame Bonafide, estes destemidos jovens levam as suas ideias em diante a favor do sonho em comum. 

Golpada é uma história onde a irreverência da juventude é celebrada com vários momentos de humor, poesia e um olhar critico sobre a sociedade dos tempos modernos através da conjugação entre a representação e a música ao vivo num espetáculo teatral com concerto incluído para que se possa sonhar com alegria e liberdade num só local. 

Se quiseres ter a oportunidade de assistir a este espetáculo no próximo Sábado, 17 de Outubro, pelas 21h30, participa já nesta oportunidade para tentares a sorte e poderes usufruir de um dos três convites duplos que estou a atribuir. Este passatempo irá estar disponível até às 19h00 do dia 15 de Outubro, Quinta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

Golpada | Teatro Aberto

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Maria e Jesus Maria são gémeos. Vêm de um meio desfavorecido, têm trabalhos mal pagos e, desde crianças, um grande sonho: ser ricos, ter muito dinheiro para comprar tudo o que lhes apetece, agora já, não um dia mais tarde. Jovens e destemidos como são, urdem um plano para concretizarem o seu sonho quando de repente, como que por acaso, lhes aparece um certo senhor Milagre com uma proposta irrecusável. Os seus exóticos vizinhos, a vidente Madame Bonafide e o realizador Otto-Porno, avisam-nos dos perigos que correm, mas nada nem ninguém consegue travar a força daquele sonho com uma vida melhor.

Com humor, poesia e um olhar atento a tudo o que é profundamente humano, a conceituada autora alemã Dea Loher (de quem o Teatro Aberto apresentou Imaculados, em 2008) conta em Golpada uma história de contornos policiais que celebra a irreverência da juventude e o poder da fantasia. Com um enredo cheio de momentos surpreendentes e música interpretada ao vivo, o espetáculo apresenta-se como um concerto a várias vozes e um desafio para nunca se deixar de sonhar com a alegria e a liberdade.

VERSÃO João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
DRAMATURGIA Vera San Payo de Lemos
ENCENAÇÃO E CENÁRIO João Lourenço
DIRECÇÃO MUSICAL Renato Júnior
FIGURINOS Ana Paula Rocha
VÍDEO Nuno Neves
INTERPRETAÇÃO Ana Guiomar | Carlos Malvarez | Cristóvão Campos | Rui Melo | Tomás Alves
MÚSICOS Giordanno Barbieri | Mariana Rosa

No Teatro Aberto, em Lisboa, estreou Golpada, da autoria de Dea Loher, numa encenação de João Lourenço e que conta com Ana Guiomar e Carlos Malvarez nos papéis centrais, que se juntam a Cristóvão Campos, Rui Melo e Tomás Alves. Relatando o sonho de dois jovens, irmãos gémeos, que pretendem conquistar o mundo e viver em liberdade, a Maria e o Jesus Maria organizam-se para darem o golpe, assaltando a ourivesaria do senhor Milagres, o que não corre bem como previsto.

Composto por personagens centrais muito bem compostas e com o elenco com prestações formidáveis, como é o caso de Cristóvão Campos com a sua vidente Madame Bonafide e Tomás Alves com o realizador de filmes pornográficos Otto-Porno, os dois vizinhos dos gémeos são um pouco o despertar perante os avisos que os dois enfrentam em sociedade, mesmo que não sejam ouvidos quando estão concentrados em alcançar os seus sonhos. Golpada é daqueles espetáculos que questiona sobre a presença em sociedade e a forma como a juventude se comporta nos dias que correm. 

Convites duplos | Golpada | 20.06.2019

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Maria e Jesus Maria são gémeos. Vêm de um meio desfavorecido, têm trabalhos mal pagos e, desde crianças, um grande sonho: ser ricos, ter muito dinheiro para comprar tudo o que lhes apetece, agora já, não um dia mais tarde. Jovens e destemidos como são, urdem um plano para concretizarem o seu sonho quando de repente, como que por acaso, lhes aparece um certo senhor Milagre com uma proposta irrecusável. Os seus exóticos vizinhos, a vidente Madame Bonafide e o realizador Otto-Porno, avisam-nos dos perigos que correm, mas nada nem ninguém consegue travar a força daquele sonho com uma vida melhor.

Com humor, poesia e um olhar atento a tudo o que é profundamente humano, a conceituada autora alemã Dea Loher (de quem o Teatro Aberto apresentou Imaculados, em 2008) conta em Golpada uma história de contornos policiais que celebra a irreverência da juventude e o poder da fantasia. Com um enredo cheio de momentos surpreendentes e música interpretada ao vivo, o espetáculo apresenta-se como um concerto a várias vozes e um desafio para nunca se deixar de sonhar com a alegria e a liberdade.

VERSÃO João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
DRAMATURGIA Vera San Payo de Lemos
ENCENAÇÃO E CENÁRIO João Lourenço
DIRECÇÃO MUSICAL Renato Júnior
FIGURINOS Ana Paula Rocha
VÍDEO Nuno Neves
INTERPRETAÇÃO Ana Guiomar | Carlos Malvarez | Cristóvão Campos | Rui Melo | Tomás Alves
MÚSICOS Giordanno Barbieri | Mariana Rosa

 

Gostaste da apresentação sobre a peça Golpada que irá estrear no Teatro Aberto? Espero que sim, isto porque tenho convites duplos para oferecer destinados à sessão de Quinta-feira, dia 20, pelas 21h30. Este passatempo irá estar disponível até às 19h00 do dia 18 de Junho, Terça-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

Vencedores de Toda a Cidade Ardia [06-07-2017]

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A obra e vida de Alice Vieira inspiraram Marta Dias para a criação de um texto tão poético como real onde a vida de uma jovem ambiciosa e sonhadora é apresenta ao público. Falamos de Toda a Cidade Ardia, o espetáculo que se encontra em cena de Quarta a Sábado, pelas 21h30, e aos Domingos, pelas 16h00, na Sala Azul do Teatro Aberto. 

Cum um elenco encabeçado por Ana Guiomar e Sílvia Fílipe, esta produção percorre uma vida, passando por gerações e mostrando como um verdadeiro amor nem sempre é esquecido, podendo dar vez à outras aventuras, mas sem nunca desaparecer por completo do coração de quem sentiu e não conseguiu em certa altura, por circunstâncias da vida, alcançar o verdadeiro sentido da vontade. 

Bilhetes para Toda a Cidade Ardia [06-07-2017]

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O texto é de Marta Dias, a inspiração recaiu sobre a obra de Alice Vieira e os atores dão vida a personagens tão reais quanto possível ao longo do espetáculo Toda a Cidade Ardia, em cena de Quarta-feira a Domingo na Sala Azul do Teatro Aberto.

Através de um texto inspirador e poético, em Toda a Cidade Ardia conhecemos a vida de Ana, uma jovem sonhadora e apaixonada que nem sempre tem do seu lado o que pretende, já que a sociedade reprime os sentimentos de muitos, os que não se conseguem soltar das vontades dos outros e agem para satisfar as ideias alheias, deixando os seus ideais para trás. Conhecemos Ana enquanto uma jovem jornalista para terminarmos com a personagem como uma das escritoras mais vendidas do país, percorrendo a sua vida profissional e pessoal onde a perseverança sobre um passado nunca esquecido sobressiste. Podem saber um pouco mais acerca da minha opinião sobre esta peça aqui.

O que agora vos tenho para contar é algo que vos irá deixar contentes. É que tenho dez, sim dez convites duplos para oferecer para a sessão da próxima Quinta-feira, dia 6, deste espetáculo aos leitores do blog.

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Toda a Cidade Ardia [Teatro Aberto]

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Toda a Cidade Ardia e a vida passa mas nem sempre deixa para trás o que já lá vai, sobrando réstias de esperança para que um dia se volte a encontrar o amor perfeito de outrora, mesmo que para isso se tenha amado de outra forma ao longo do tempo uma família que foi criada. Este é o ponto de partida da peça que se encontra em cena no Teatro Aberto da autoria de Marta Dias que se inspirou, em boa hora, nos poemas de Alice Vieira. 

Num dos melhores textos que já vi em palco, em Toda a Cidade Ardia somos convidados a conviver com a história de Ana que vive o presente com o olhar sobre o passado onde foi feliz e onde sofreu bastante por um amor que não conseguiu alterar o seu modo de estar e pensar a favor da felicidade. Uma mulher que sempre percorreu os caminhos atrás das suas vontades, mesmo tendo contrariado as ideias familiares e a sociedade da altura mas que inverteu o percurso que lhe estava definido à partida. Ana não se deixou ficar, arriscou, começou desde cedo a entrar no mundo do jornalismo onde só os homens eram figura de destaque e com isso viveu ao longo do tempo onde conheceu também a sua primeira e grande paixão. Só que nem todas as pessoas são irreverentes e sonhadoras, e se ela seguia os seus instintos, já o seu parceiro não conseguia dizer não às exigências que lhe eram colocadas, não sabendo amar porque as obrigações pesavam-lhe numa altura em que não existia liberdade.

Uma mulher livre e cheia de esperança e um homem que quer viver o seu amor mas ressente-se pelos outros. Toda a Cidade Ardia é um misto de sentimentos onde o Amor se une à solidão mas também mostra que existe sempre espaço para voltar a acreditar sem colocar um passado completamente de lado. Se entrar cedo no jornalismo foi uma afirmação para Ana, já ter casado mais tarde com um homem mais velho e novamente contra a vontade da família voltou a ser um grito de guerra de quem não teve medo de fazer o que sempre achou correto.

O presente familiar com um marido que sempre a apoio na sua carreira de jornalista e de escritora e um passado desfocado que por vezes vai aparecendo em situações inesperadas para relembrar que a esperança por vezes existe quando o coração não fechou por completo um tema que lhe foi marcante e que não ficou bem resolvido. Conseguirá Ana viver para sempre com a mágoa do afastamento e perda do passado para manter a esperança de que um dia exista volta a dar e viver finalmente como sempre quis? Um sonho que não foi concretizado mas onde existe sempre tempo para voltar atrás e viver o que estava por fazer!

Um texto poético onde o Amor é o centro de toda a história vivida em Portugal ao longo do século passado, convivendo com as alterações económicas, culturais e políticas da altura e passando entre gerações que vão ajudando a alterar comportamentos e mentes. Toda a Cidade Ardia é daqueles trabalhos tão bem conseguidos na escrita, na criação de personagens com profissionais atores e com um cuidado de produção onde nada falha. Do texto ao cenário bem mexido como é habitual no Teatro Aberto, dos passos às reflexões que vão sendo deixadas junto do público por uma mulher que não perde a esperança de recuperar a vida que sempre quis, nem que para isso tenha de deixar um passado mais recente de lado.

Vencedores dos Bilhetes para O Pai [23-12-2016]

O Teatro Aberto estreou há dias O Pai, uma nova produção da autoria de Florian Zeller e cujo elenco é composto por Ana Guiomar, João Perry, João Vicente, Patrícia André, Paulo Oom e Sara Cipriano. Assisti à estreia e como o que é bom convém partilhar, eis que logo surgiu a oportunidade de lançar passatempo com a finalidade de oferecer convites duplos aos leitores do blog. 

Agora é chegado o momento de revelar os nomes vencedores deste desafio e que amanhã, Sexta-feira, 23, irão assistir a O Pai, pelas 21h30. Vasco Silva, Telma Marques, Sara Alves, Leonor Camilo e Ana Freitas foram os sorteados através do sistema random.org, como tal os felizardos eleitos deste desafio.

Bilhetes para O Pai [23-12-2016]

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João Perry e Ana Guiomar são os principais rostos da nova produção do Teatro Aberto que acabou de estrear e já está a conquistar o público. Com texto de Florian Zeller e encenação a cargo de João Lourenço, em O Pai o debate instala-se sobre a perda de consciência com o avançar da idade onde o meio envolvente de quem envelhece acaba por também sofrer com as alterações da vida que vão sendo impostas. 

Tenho agora cinco convites duplos para oferecer aos leitores do blog, num passatempo bem natalício, já que a sessão a que se destinam estes bilhetes será a de dia 23, pelas 21h30, antecipando assim a entrega dos presentes aos leitores d' O Informador. 

O Pai

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Florian Zeller criou O Pai, a peça que teve estreia mundial em 2012 e que chegou agora pela mão do Teatro Aberto a Portugal. 

Fazendo uma reflexão social acerca da velhice e consecutivamente da exatidão acerca da autonomia, solidão e esquecimento, O Pai parte de encontro aos meandros de um homem que envelhece e que acaba por se ver confrontado com as alterações diárias que estão em mudança constante à sua volta. A casa onde sempre viveu, a perda da mulher, a vida familiar com a filha e o genro por perto e as memórias exatas aliando-se cada vez mais às perturbações mentais fazem de O Pai uma produção que primeiramente consegue também baralhar o espetador que se vê perante situações sobre as quais parece não existir uma sequência, até que com o caminhar da história a perceção dos factos acontece.

Estará O Pai, personagem ao encargo de João Perry, capaz de viver sem ter o apoio da filha por perto ou será esta mesma filha, a Ana, interpretada por Ana Guiomar, que não consegue perceber a realidade e que acaba por ser ela a não ter discernimento exato para localizar o presente em concreto e tal e qual como ele é? Um equilíbrio acontece ao longo desta peça que consegue colocar de certo modo quem está de frente dentro da mente do Pai que não sabe onde está, junto de quem está, baralhado e recordando factos reais com quem não está presente ou vivendo o presente com figuras do passado. 

O Pai reflete a realidade de um ser que envelhece, perde aos poucos as suas forças físicas e mentais e que entre estar lúcido e deambular sem exatidão, acaba por ver a sua vida baralhada. Os que lhe estão próximos seguem os comportamentos familiares de proteção que acabam por ser confrontados com a ingratidão de quem não entende que é necessário proteger os mais velhos quando estes já protegeram os mais novos enquanto estiveram bem.

Uma produção com o selo de qualidade do Teatro Aberto, com encenação de João Lourenço e uma grande interpretação de João Perry e Ana Guiomar, a quem se juntam João Vicente, Patrícia André, Paulo Oom e Sara Cipriano num espetáculo que mais uma vez, tal como é hábito neste espaço lisboeta, cruza o palco com a tela e coloca todo o cenário em movimento com portas que se fecham para darem vida a paredes movíveis, a estantes que se aproximam, a corredores inesperados e a múltiplos espaços que se distinguem pela simplicidade da alteração.