Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Banner billboard Saldos 2019
09
Jan19

SIC e TVI com encontros amorosos

| O Informador

first date.png

Começaram a ser anunciados ainda em 2018 e estrearam logo no segundo dia de 2019! Falo das duas mais recentes apostas dos finais de tarde da televisão portuguesa, O Carro do Amor, na SIC, e o First Date, na TVI. Aparentemente o amor parecia estar a invadir o pequeno ecrã com formatos de encontros que podiam ser de amor à primeira vista. Mas quem acredita mesmo nisso?

Na SIC além da apresentadora ser a mesma de Casados à Primeira Vista, fazendo assim uma tentativa de continuação do programa de Diana Chaves que até correu melhor que a maioria das apostas do canal, a aposta recaiu assim em colocar desconhecidos num carro, a passearem pela cidade enquanto falam e se tentam conhecer. A par disto aproveitaram os especialistas do amor do formato anterior para comentarem cada encontro, num novo formato cuja produção está bem composta, com qualidade de imagem que consegue unir-se a uma produção cuidada e agradável de se ver. 

23
Dez18

Amor Ocasional | Série Netlix

| O Informador

amor ocasional.jpg

A fama das comédias francesas no cinema é das melhores. E se colocarmos a mesma qualidade que é imprensa na grande tela numa série cuja primeira temporada tem oito episódios que são vistos num ápice e com agrado? Cheguei assim até à série Amor Ocasional, uma produção da plataforma Netflix.

Amor Ocasional é assim uma comédia romântica passada em Paris e onde a vida de três amigas é contada com todas as peripécias das suas relações amorosas. Protagonizada por Zita Hanrot, no papel de Elsa, uma jovem mulher que perde a ideia do amor perfeito e desiste de procurar a verdadeira paixão na sua vida. Só que as suas duas amigas, Charlotte, Sabrina Ouazani, e Emilie, Joséphine Drai, não desistem de ver o terceiro elemento do grupo sozinha e com isso e com as melhores intenções do mundo do seu lado, acabam por contratar um acompanhante para se fazer passar por uma forte paixão para Elsa. Só que, tal como é esperando neste estilo de produções, os planos inicialmente previstos não correm como planeado e a contratação acaba por ganhar outros sentimentos por esta jovem que deambula sozinha pela sociedade. 

21
Dez18

O Sal da Vida | Helena Sacadura Cabral

| O Informador

o sal da vida helena sacadura cabral.jpg

Título: O Sal da Vida

Autor: Helena Sacadura Cabral

Editora:  Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Outubro de 2018

Páginas: 216

ISBN: 978-989-724-452-0

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Ternas, irreverentes e por vezes com final inesperado, as novas histórias de helena Sacadura Cabral revelam os diversos caminhos em busca do amor e da felicidade.

Reais ou ficcionadas, são fragmentos de vidas que mostram a riqueza do quotidiano e a importância dos afetos; são o espelho da nossa sociedade inquieta e refletem a firme convicção de que todos podem ser donos do seu próprio destino.

 

Opinião: Helena Sacadura Cabral reúne em O Sal da Vida histórias reais e inéditas onde se juntam espaços de ficção num romance de crónicas escritas ao longo do tempo e que foram ficando para agora poderem ser lançadas num livro onde o amor, a perda, a saudade e a felicidade ganham destaque. Para Helena Sacadura Cabral estas memórias tinham de ser contadas com o pretexto de que «Viver é muito mais do que existir. É lutar para ser feliz, amar e ser amado.» e é assim que O Sal da Vida surge junto do leitor.

Começando por mostrar os Encontros e Desencontros que a vida nos vai colocando pela frente ao longo do tempo, são vários os relatos próprios e ficcionais dados a conhecer de forma simples, sem criar ilusões e com um significado único. Cada linha deste livro é falada, relatada como se a autora estivesse a divagar para si própria, sem criar desenhos literários para que o texto venha a ficar com uma maior perfeição e um estilo gramatical mais elaborado. Não, em O Sal da Vida existe verdade, existem relatos tal como são pensados e não criando grandezas que só tendem a piorar o que realmente importa para quem está do outro lado, o leitor. Dos Encontros e Desencontros passamos para as Encruzilhadas da Vida onde os inesperados acontecem e há que manter as forças para ultrapassar cada ponto negativo que se nos atravessa pela frente. As perdas e os problemas na vida de Helena e as criações para ajudar a reforçar este capítulo são reais, são possíveis e podem acontecer a qualquer um. Visitamos posteriormente As Datas que nos Marcam e percebemos que como todos nós existem os bons e os maus momentos, onde existem datas que podem ser celebradas mas também as que ano após ano nos deixam mais cabisbaixos porque alguém partiu e aos 84 anos de idade Helena Sacadura Cabral sabe bem o que é a perda de pessoas de quem ama mas que continuam bem presentes na sua vida através de memórias e recordações que permanecem consigo e perante os seus olhos. As peripécias recriadas em Contado, Ninguém Acredita e finalmente Construir um Caminho para a Felicidade são os últimos pontos a serem desfiados por esta magnifica mulher que sempre luta pelo bem-estar interior e também de quem está ao seu redor. 

17
Dez18

Este Espaço é Teu! | Incapacidade de Agir

| O Informador

força.jpg

Como pudemos ajudar alguém que amamos tanto a ultrapassar um problema de saúde, quando não temos na nossa mão a solução para o problema, a não ser ouvir, estar presente e dar apoio, nestas alturas sentimos-nos tão impotentes.

Anónimo,

Mensagem deixada na caixa Este Espaço é Teu!

Acredito que seja um verdadeiro sentimento de incapacidade perante a necessidade de agir, precisando de mostrar força e coragem com o espírito de que tudo vai correr da melhor forma, mesmo quando à partida já se sabe que o futuro não será assim tão risonho como se tem de transmitir a quem mais do que nunca necessita de um apoio que tem de surgir de todos os lados. Por vezes é mesmo quem está doente quem transmite aos que estão ao seu redor o positivismo de que todos necessitam naquele momento em que uma súbita doença tudo muda mais do que uma vida que segue num rumo que fica congelado de forma indefinida.

O sentimento de impotência e verdadeira incapacidade para fazer o que não está nas nossas mãos, meros seres mortais. Agarrar um conflito interior em que é necessário ganhar forças para transmitir a quem necessita mais do que nunca de nós, mas ao mesmo tempo encontrar um refúgio para que nos momentos a solo consigamos recuperar a coragem para que o abatimento pessoal não nos leve por um complicado caminho em que depois nem para nós nem para quem precisa do nosso apoio. 

03
Dez18

Este Espaço é Teu! | Amor Homossexual

| O Informador

amor.jpg

O amor não é para todos.

A homossexualidade não é uma escolha.

Não sei se não nasci para o amor ou se este não é para mim. Como poder dar-lhe a mão, caminhar lado a lado, ver as estrelas, partilhar um chocolate quente… E não falar de sexo durante 12 a 24h do dia? Como encontrar quem goste de mimar e ser mimado, de afetos e não dê prioridade ao sexo anal?

Tal como dizem alguns gays assumidos "Tu não és gay!" Será? Mas é com ele que sonho banhar-me, abraçar, trocar confidências Somente o anal nada me diz, a não se dor ou um órgão cujo encanto não compreendo.

E se abrasasse? A rejeição. Sou mais velho, não obedeço aos critérios anatómicos tidos como cativantes nos nossos dias… Para o amor não nasci.

Anónimo,

Mensagem deixada na caixa Este Espaço é Teu!

 

Orientações! Nada define uma pessoa através dos seus gostos. Amar! Afinal o que é o Amor? Amar uma pessoa do sexo oposto ou do mesmo sexo? O que significa na verdade ter a palavra Amor como definição do que se sente pelo outro? O ser humano gosta de pessoas ou tem necessariamente de se sentir atraído por quem está do outro lado da barricada? Não nos podemos sentir atraídos a nível físico e intelectual por alguém igual a nós? Sexualidade, raça, religião... Diferenças existem mas não estamos aqui para aprendermos em sociedade a lutar e incentivar igualdades para o bem comum de todos?  E uma relação de afeto tem de ter necessariamente sexo? Quem não ama sem ir para a cama?

26
Nov18

Este Espaço é Teu! | Existem empregos de sonho?

| O Informador

emprego dos sonhos.png

Detesto a importância que o dinheiro tem na sociedade! É um sufoco quando é pouco e uma liberdade quando é muito. O dinheiro para mim representa a qualidade de vida que podemos ter. Adorava voltar a estudar, viajar, ter experiências e poder ajudar outras pessoas sem ter de pensar em como pagar as contas no final do mês. Diria até que se eu tivesse as minhas despesas básicas asseguradas e que desse para investir em algo que criasse mais riqueza, faria voluntariado todos os dias e com propósito. Ajudar quem precisa.

Na realidade eu acredito que não estamos a viver o nosso propósito de vida se trabalharmos por dinheiro. Cada dia que trabalho a fazer algo que não gosto, sinto que é um dia da minha vida, desperdiçado!

Adorava ter a liberdade financeira para trabalhar por gosto ou quando me apetecesse!

Tenho medo que as pessoas possam dizer que sou "dondoca", ou que não quero fazer nada da vida, que quero estar encostada, porque o trabalho duro é visto como algo nobre...

Mas na realidade eu acredito simplesmente que podemos fazer algo mais na vida para além de trabalhar, aliás que devemos trabalhar com significado e com um propósito e não só por dinheiro.

Anónimo,

Mensagem deixada na caixa Este Espaço é Teu!

 

Tão verdade! Este é daqueles pensamentos que, todos ou quase todos, deveremos ter e que poucos conseguem admitir. Trabalhamos por necessidade e muitas vezes sem nos sentirmos completos porque os empregos de sonho, onde conseguimos aliar o trabalho à realização pessoal, raramente surgem. Adorava conseguir encontrar aquele emprego, seja criado por outros ou por mim, onde percebesse que tudo é feito por gosto. Acordar de manhã e pensar em «como sou feliz com o que faço». Isso não acontece, embora por vezes pensemos que andamos lá perto, mas a perfeição entre a obrigação e o gosto é rara, acabando por mais cedo ou mais tarde se conseguir perceber que a balança não está assim tão equilibrada como seria desejado.

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Não que seja a prática a recomendar obviamente o q...

  • Sofia

    A letra de médico no geral é ilegível! As empresas...

  • O Informador

    No campo profissional acho que sempre consegui man...

  • Sofia

    A nível pessoal tens o.pode de decisão de deixar a...

  • O Informador

    Quando não tenho empatia inicial na vida não tento...

Mensagens

Pesquisar