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O Informador

06
Out20

Dormi mais que a conta

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Ontem, 05 de Outubro de 2020, foi o dia! Não, não foi o dia de Cristina, mas sim o dia em que O Informador dormiu mais horas que o normal e até quase às 13h00, o que não acontecia já lá vão uns anitos. 

Foram quase doze horas de belo adormecido sem quase interrupções. Certo que acordei bem cedo com o sol a fazer-se sentir lá fora, voltando rapidamente a fechar os olhos assim que percebi que nem os galos cantavam ainda e que em pleno feriado a sociedade alentejana estava ainda fechada em casa. 

Ficar de férias numa das primeiras semanas frias deste Outono, que chegou logo no início de Outubro, aproveitar para descansar em pleno sossego alentejano e ainda conseguir tirar horas seguidas de sono, que tem estado em atraso, é somente uma maravilha. 

20
Jun20

Junho alentejano

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Junho ao que parece será o último mês de lay-off e aproveitei para fugir até ao Alentejo e aproveitar o sossego onde os silêncios e o campo só ajudam a um descanso preparatório para reiniciar atividade. 

Por aqui os casos de Covid19 praticamente não existiram, a população anda tranquila seguindo as regras e ao mesmo tempo a possibilidade de andar na rua de forma mais descontraída existe. A oportunidade de se poder sentar à porta de casa ao fresco, ir dar um passeio após o jantar pelas ruas da aldeia, conhecer um pouco das redondezas que ainda não foram visitadas e sem aqueles medos que alguém venha contra nós, sem máscara e ainda com os seus jeitos arrogantes de detentor do universo.

No Alentejo encontro paz e sossego que se transformam em descanso, embora sinta que por aqui quando me canso é a valer, parecendo que o corpo fica pesado de forma mais rápida e a necessidade de dormir é maior, deixando afazeres de tempos livres um pouco para trás por ficar muito mais tempo sem fazer nada mas bem, sem sentir aquela necessidade de estar sempre ocupado a querer fazer tudo e mais alguma coisa.

08
Set19

A diferença de preços

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Alguém me poderá dizer, «Ah e tal, no Alentejo não se passa nada!» ao que poderei concordar para logo depois tentar mostrar que na zona alentejana, o deserto como muitos afirmam, a vida é levada de forma tranquila, numa paz de espírito, sem o stress do dia-a-dia citadino e acima de tudo com condições em vários serviços acima do normal pelo país e a preços bem mais reduzidos. Podem não ter tudo ao virar da esquina, mas o que existe é bom e recomenda-se!

Um dos exemplos bem notórios, além dos centros de saúde em todas as vilas, farmácias e vários serviços públicos espalhados e onde todos tentam ajudar a resolver problemas e recebem bem quem chega de fora, existem situações onde as diferenças dos preços praticados entre a zona litoral e interior é irreal. 

Falemos, já que estamos ainda no Verão, das piscinas municipais. Primeiro quero dizer que praticamente de dez a vinte quilómetros existem instalações recentes e com todas as condições, desde espaços amplos, com relva, sombras, bons balneários e afins, para toda a população e o mais notório disto tudo é o preço das entradas. Então não é que frequentar as piscinas municipais em várias vilas alentejanas custa somente 1,50€ por dia? Não queria acreditar no primeiro dia em que ao balcão me cobraram este valor, mas é verdade.

15
Jun19

Alentejo é sossego

 

O tempo passa, a idade avança e o auto conhecimento toma lugar. A par disto também vamos percebendo que da agitação do dia-a-dia começamos a dar valor ao descanso e paz das terras rurais. O que vos posso dizer é que vivendo em Alenquer, a um passo de Lisboa, as minhas idas ao Alentejo só me têm mostrado que quanto mais vou para o sossego mais apetece ficar. Adoro toda a zona de Évora, gostaria um dia de me mudar para a região e se em tempos a confusão das redondezas da capital me podia fazer falta, hoje percebo cada vez mais que podemos ser tão felizes longe de toda a correria do dia-a-dia e onde a pacatez nos transmite paz e felicidade!

11
Ago18

Amadorismo

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Os anos de vida que me permitem ser um espetador de vários espetáculos levam-me a ser algo critico com o que vou assistido e quando entro numa sala onde me vai ser apresentado um projeto e logo de início percebo que os horários não são cumpridos, tudo fica apresentado porque está mais que claro que o rigor com o cumprimento do que foi anunciado não é para levar a sério, mas o pior vem sempre depois.

O espetáculo finalmente começa e logo se percebe que em palco vão desfilar grupos amadores de música que não fizeram um e só um ensaio no palco onde estão a atuar para o público. Luzes não estão preparadas, o som nem sempre é o melhor, microfones ligados e desligados, com melhor ou pior qualidade. Os mestres de palco a fazerem sinais para a equipa sobre o estado do que se está a ouvir, as indefinições de posições perante o público, a desorganização sobre quem entra e quem sai.

O que ainda mais destaquei e que podia quebrar um pouco os tempos mortos do evento foi a apresentação entre os vários grupos. Colocarem duas crianças a lerem rápidos apontamentos enquanto o palco era alterado para quem vinha de seguida. Claro que não resultava porque o que era lido num rápido minuto não compensava o tempo de movimentações, necessitando estes espetáculos de alguém que saiba entreter para que a assistência não se concentre nas falhas e tentativas de organizações de última hora que estão a acontecer no momento em que tudo já devia estar estabelecido e composto.