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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

29
Mar18

Basta!

O Informador

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Portugal, pleno século XXI, uma sociedade supostamente desenvolvida mas com grandes falhas no que toca à igualdade de género e onde infelizmente a violência doméstica ainda persiste com as mulheres a serem vítimas de um crime não conjugal mas sim público. 

O Mundo continua a conviver com atos desumanos de agressões e maus tratos entre seres que não respeitam os que estão do seu lado, tal como não se respeitam a si próprios ao rebaixarem de forma física e psicológica parceiros que se deixam muitas vezes levar em conversas de mudanças e exceções para continuarem a conviver com o medo diário, numa luta desigual de forças de carácter. É necessária existir uma voz coletiva que todos ajude, porque nem só as mulheres são as vítimas, para que se consiga agir, não se ficando calado porque a denúncia é um bem necessário para que os maus feitores sejam levados perante a justiça sobre os seus comportamentos. O respeito perante o próximo é um bem necessário que cada um deve exigir socialmente porque nunca e em momento algum alguém se pode achar acima de qualquer outro. Infelizmente e em pleno momento de liberdade onde a palavra ganha força, os atos destes malfeitores continuam a ser silenciados pelo medo e confronto por quem se deixa ficar com o seu sofrimento num silêncio individual partilhado por muitos que não conseguem gritar «Basta!» num momento de pedido de auxílio para se sair de uma situação onde são praticados crimes abusivos de não respeito pelo ser humano. 

A agressão dentro do seio familiar, onde além de cônjuges também filhos, progenitores, irmãos e avós, são muitas vezes violentados das mais diversas formas e onde o silêncio continua a persistir, dando força ao agressor que segue o seu modus operandi como se nada interferisse entre o bom senso e a razão dos seus atos. Chega de violência e chega essencialmente de ver tudo a ficar silenciado a favor da continuação de formas de agressão praticadas por seres inglórios que pelos quatro cantos do planeta continuam a praticar e muitas vezes a incentivarem estes atos como um bem fundamental para a covivência perfeita e essencial. 

A violência doméstica tem ainda alguns problemas relacionados além do medo perante o agressor. Muitas vezes a vítima consegue ainda sentir a falta de apoio e a crítica gratuita da sociedade que a rodeia, sociedade essa que defende a denúncia, mas que ao mesmo tempo aconselha a aguentar um crime para que não se destrua uma família. Pensar em si, no seu bem-estar e mesmo nos que estão próximos não é aguentar a violência emocional e física, é sim sair, fugir e recomeçar de novo, longe de uma vida de dor e medo. 

26
Jan18

Animais em Risco

O Informador

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Num parque na freguesia da Ajuda, em Lisboa, foram encontrados vários pedaços de pão com pregos numa tentativa de matarem os animais que passeiam com ou sem dono pelo local. Foi através de algumas publicações nas redes sociais que o alerta foi dado e é necessário passar a palavra para que neste e em outros locais públicos todos os cuidadores de animais tenham atenção ao que os mesmos possam colocar na boca enquanto passeiam. 

Esta armadilha consiste, como se pode ver, em colocar pregos em pão cortado, mostrando um claro ato de maldade. Os animais ao tentarem comer os pedaços de comida encontrados no chão ingerem também os pregos que lhes farão ferimentos internos. Além desta situação é cada vez mais recorrente ver partilhas sobre vidros espalhados pela relva dos jardins, salsichas com lâminas e vários outros métodos para magoarem os animais e mesmo até matar. 

Pelos comentários partilhados, esta situação em específico já foi comunicada às autoridades, estando também a autarquia consciente sobre a situação que segundo alguns moradores das ruas do bairro lisboeta não é um caso isolado pela zona.

Quem consegue ser tão ruim para ter capacidade de provocar ferimentos de livre vontade a animais que com os seus donos ou abandonados possam passear pelos jardins da capital? Essas pessoas deviam pensar que até uma criança mais pequena pode sair magoada num mero descuido dos adultos cuidadores mas que num segundo olham para o lado e deixam assim de vigiar um pequeno humano que num instante pega no pedaço de pão amaldiçoado.

12
Dez17

Novos espaços no blog!

O Informador

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Nos últimos tempos tenho andado a pensar em novos espaços aqui para o blog, de periocidade semanal ou mensal, e algumas ideias já surgiram, tendo agora de as definir e embrulhar para que tenham futuro e não se tornem cansativas tanto para mim enquanto autor como para os leitores que vão passando por aqui.

Como tal e porque gosto de agradar aos leitores e seguidores do blog, deixo-vos o convite para me enviarem em comentário, mensagem privada (na barra lateral do blog) ou através das redes sociais ideias que poderei adoptar e colocar em prática no início de 2018 aqui pel' O Informador. 

A ideia é voltar a animar o espaço, remodelar um pouco os conteúdos do blog e seguir ao mesmo tempo os gostos de quem por aqui vai passando e tem deixado os seus comentários. Partilhem ideias de rúbricas, temas e comentem o que gostavam que alterasse para melhorar o blog. 

Conto convosco e de forma anónima e privada ou com nome, o que quero é que partilhem as vossas ideias comigo! 

17
Jan17

Metro ajuda sem-abrigo

O Informador

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O Metro de Lisboa irá abrir as portas de cinco estações ao longo de toda a noite para acolher os sem-abrigo durante as noites que se aproximam, onde as baixas temperaturas irão fazer-se sentir. 

As estações do Rossio, Intendente, Saldanha, Oriente e Colégio Militar irão estar de portas abertas durante a noite para que quem passa as horas noturnas a dormir pela rua da capital possa ficar abrigado das baixas temperaturas que irão fazer-se sentir entre os zero e os quatro graus por todo o país. 

Para além disto também a Câmara de Lisboa se encontra a distribuir refeições quentes, alimentos e agasalhos juntamente com as instituições e grupos solidários que o fazem ao longo do ano. 

A questão que aqui coloco é só uma! Está bastante frio e os institutos públicos e público-privados só assim se lembram das centenas de pessoas que dormem pelas ruas da capital? Não estará na altura da autarquia assumir um novo papel para com este flagelo que é bem notório pelas portas recônditas de edifícios e bancos de jardins ao longo de todo o ano? É necessário assumir que os sem-abrigo existem e a ajuda tem de ser feita para além das refeições e mantimentos, é preciso ajudar a dar volta, acompanhar psicologicamente, encaminhar estas pessoas para casas de acolhimento onde aos poucos comecem a refazer a sua vida com um trabalho assalariado e futuramente a sua independência com acompanhamento institucional para que não voltem a cair. 

22
Abr16

Ajuda no IRS!

O Informador

O prazo para a entrada da declaração de IRS deste ano está a caminhar para o final, no entanto e porque o português adora deixar tudo para a última, aqui está uma ajuda que poderá ser essencial para descomplicar as alterações que foram feitas face a anos anteriores nestes últimos dias para que a entrega seja feita dentro do prazo limite.

Preencher o IRS de forma simples e rápida, com acesso a várias dicas pode tornar-se assim mais fácil através dos doze passos apresentados no eBook gratuito que a equipa do ComparaJá.pt preparou para nos auxiliar. Quem ainda não preencheu a sua declaração de IRS aqui tem uma boa ajuda que pode ser descarregada por AQUI, de forma totalmente gratuita, através do Guia Essencial do IRS - Edição 2016. 

Lembro que os trabalhadores por conta de outrem só têm até 30 de Abril para entregar a sua declaração, caso contrário arriscam-se a pagar uma multa que poderá ir até aos 150€ e 3.750€!

01
Out15

Apelo ou descanso

O Informador

Entrei no supermercado e por momentos fiquei confuso! Uma senhora com uma das pernas toda ligada estava sentada entre a porta do supermercado e as caixas. O que pensei? Esta mãe, porque a pequena filha estava por perto, está a pedir ajuda por ter sido operada e não ter talvez qualquer rendimento! De repente e enquanto estava na caixa multibanco para ver se já tinha recebido o ordenado ou não, eis que ouço o marido da dita senhora a perguntar-lhe se queria um dos artigos que tinha na mão. Conclusão, aquela mulher que tinha um carro com dois sacos consigo e que parecia estar em modo «pedinte» afinal estava só a repousar naquele local onde cada vez mais estão pessoas a pedirem ajuda para si ou a bem de instituições de solidariedade.

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