Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

02
Mai20

Cultivo moderno

jardins verticais.jpg

 

No momento em que todos estamos com uma maior disponibilidade e com um maior número de horas livres, muitos há que se dedicaram ao cultivo por terem em seu redor espaço para tal. No entanto e o que muitos ainda deixam de lado é que mesmo num quintal, na varanda ou terraço é possível fazer muito para cultivar em menor escala os nossos próprios alimentos, com recurso a equipamentos cada vez mais evoluídos e modernos.

E foi por viver numa aldeia com campo e alguns espaços agrícolas que fiquei com curiosidade sobre certos processos, que hoje são possíveis desenvolver em outros espaços, que acabam por ser uma novidade perante as condições de há uns anos para desenvolver a plantação e cuidados para com os produtos da terra. Confesso que desconhecia por completo a existência do sistema hidroponia que consiste numa técnica de cultivar plantas sem solo, recebendo as raízes uma solução nutritiva conjuntamente com água, podendo as mesmas estar suspensas ou em vasos próprios para a sua sobrevivência. Para tal são necessários também vários acessórios, bombas de ar e água, refrigeradores e tubos para hidroponia para que o desenvolvimento desta forma de cultivo dê resultados. Neste ponto não são necessários vastos espaços agrícolas, sendo até possível o cultivo de forma vertical e em pequenas áreas.

Todos estes produtos de cultura inovadora podem ser já encontrados no nosso país, em lojas físicas especializadas e também de forma online, como na Urbicult, onde vasos, sementes, substratos, fertilizantes, iluminação e todos os kits essenciais estão disponíveis com todo o aconselhamento e serviços de apoio essenciais para quem quiser saber um pouco mais sobre este método de cultivar sem precisar de colocar os pés na terra.

30
Set16

Alterações alentejanas

Visito o Alentejo, zona de Évora, com maior regularidade de há seis anos para cá e desde então que a diferença nos campos se nota.

No início da década os terrenos pareciam meio abandonados, com culturas esporádicas aqui e acolá, sem existir uma continuação do que está a ser cultivado ou criado. Agora podemos andar por quilómetros e quilómetros e a criação de gado, principalmente de bovinos, parece ser o grande forte desta zona que já não se resume a criar vacas somente de uma espécie, a castanha. Nos dias que correm, além dos terrenos estarem maioritariamente cuidados, graças também aos subsídios do estado, a criação animal acontece e as vacas que são vistas pelas áreas agrícolas já não se ficam somente pelo tom acastanhado. As leiteiras, os touros escuros e os grandes bovinos de terras nortenhas já são criados também pelo Alentejo que se tem mostrado uma região de grande investimento do que melhor existe pela zona. Existe território a ser explorado e os seus proprietários já utilizam todo o espaço que têm ao seu dispor para diversificarem as suas apostas.