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Hábito a manter

O surgimento da pandemia trouxe consigo um certo distanciamento social, deixando de ser possível de forma praticamente obrigatória os cumprimentos com contacto físico e que bom que tal aconteceu.  Confesso que por vezes sinto falta daquele abraço ou beijo de certas pessoas. No entanto, porque as verdades também merecem ter destaque, na maioria dos casos fico aliviado e espero que mesmo após todos estes confinamentos e afastamentos terminarem que o nível de contacto físico no (...)

Senti-me impotente

  Odeio sentir que estou a ser um pouco inútil e incapacitado de ação quando percebo que alguém precisa do meu apoio para sair de um buraco onde a sua mente parece ter tendência para espreitar. O que dizer, o que fazer e como contornar a situação de forma a ajudar? Hoje entendi que sou ouvinte de quem não está bem e quando tive perceção dos factos senti que não estava pronto naquele momento para reagir de forma a tentar dar a volta e criar reações do outro lado. Sou (...)

Abraços

  Não sou de Abraços! Definitivamente sou um pouco adverso ao contacto físico no que toca a cumprimentos, fazendo-o de forma normal mas não em excesso. Agora, em tempos de pandemia, posso dizer que até dos Abraços sinto falta, querendo realmente poder abraçar quem também nunca abracei e usar este símbolo de afeto com maior regularidade pela verdade. Existem coisas que podemos admitir e neste momento um Abraço faz-me falta, talvez todos os Abraços de quem me queira abraçar (...)

Preciso de Abraços!

  Não sou uma pessoa de abraços e mimos espontâneos e hoje afirmo de forma rápida... Preciso de Abraços! Sim, necessito urgentemente de receber abraços, daqueles bem apertados e que geralmente me deixam até meio desconfortável. Quando tudo isto terminar quero abraçar todos os que me estão a fazer falta nestas longas semanas de quarentena, sem contacto, sem conversas reais e onde a proximidade me tem feito tanta falta. Preciso de Abraços, de todos, dos que me são próximos e (...)

Ganha Livros | Autobiografia, de José Luís Peixoto

  Na Lisboa de finais dos anos noventa, um jovem escritor em crise vê o seu caminho cruzar-se com o de um grande escritor. Dessa relação, nasce uma história que mescla realidade e ficção, um jogo de espelhos que coloca em evidência alguns dos desafios maiores da literatura.  A ousadia de transformar José Saramago em personagem e de chamar Autobiografia a um romance (...)

«Obrigado!» pelo «Bom dia!»

Custa a muitos os primeiros momentos do dia, mas custa também passar pelas pessoas irritadiças da manhã, aquelas que não conseguem cumprimentar com quem se cruzam, murmurando de quando em vez algo entre dentes só porque sim e sempre com medo que do outro lado possam colocar conversa. Talvez não seja a melhor pessoa para falar de bom humor matinal porque não existe em mim boa disposição pela primeira hora do dia, para mais quando o trabalho espera, mas pelo menos consigo não (...)