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O Informador

Rigo

RigoRigo, o artista e ativista que defende os direitos humanos tem agora uma demonstração do seu trabalho no Museu Berardo e O Informador já esteve perto das peças que têm percorrido o mundo. Tendo começado o seu percurso nos anos 80 em Lisboa, com os seus trabalhos de banda desenhada, com os fanzines e os murais do pós-25 de Abril, rapidamente São Francisco aceitou este talento, tendo Rigo envolvendo-se nas pinturas de murais com ligações às comunidades minoritárias. 

Com o ativismo como manchete, o artista mostrou todo o seu talento de diversas formas, estando a calçada, o mosaico, o azulejo e a escultura entre as suas preferências. No entanto é com a grande obra Teko Mbarate que chegou até mim, neste trabalho único e de perfeição que não consegue passar despercebido a quem visita o Museu lisboeta.

Um submarino com animais, pessoas, cestos, terra e tudo o que é necessário para uma viajem são os elementos que se transformaram numa obra de arte! O que existe para contar através deste trabalho? O mundo, a vida e a ligação entre o ar, a terra e o mar! Muito há para observar nestas peças de Rigo que aconselho mesmo serem vistas porque aqui há talento físico para ser mostrado!

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Apartamento 23

Apartamento23Uma comédia que voltou a ser exibida no FOX Life e que tem sido a minha escolha dos últimos dias no que toca a séries internacionais. Apartamento 23 conta com duas temporadas, tendo sido cancelada pela NBC devido aos seus fracos resultados.

Com June e Chloe, personagens interpretadas por Dreama Walker e Krysten Ritter, esta sitcom conta a história de duas raparigas que vivem juntas num apartamento desde o dia em que June se muda para Manhattan por um bom emprego que, devido a um desfalque da empresa, acaba por ser extinguido. Numa cidade desconhecida e com pouco dinheiro, a jovem procura onde ficar e trabalhar, tendo que recomeçar de novo, e ironia do destino, acaba em casa da ex-modelo Chloe, uma tresloucada e manipuladora que transforma a vida de quem a rodeia num verdadeiro pesadelo devido às suas irreais ideias.

Um duo improvável a viver junto e a partilhar a sua vida com personagens também elas bizarras. Este é o ponto de partida de Apartamento 23, a minha nova companhia dos serões televisivos.

Esta série não é uma das grandes apostas e não tem uma produção e textos como Uma Família Muito Moderna, por exemplo. É leve, dá para passar um bom bocado e soltar alguns risadas, no entanto percebe-se que não é de todo um produto que consiga conquistar uma grande faixa de público. A mim não me conquistou na totalidade, mas como agora ando na fase do conhecimento dos vários formatos que são disponibilizados pelo mundo dos canais de cabo, quero acompanhar séries e programas do início ao fim, mesmo daqueles de que nem ouvi falar. Esta série não conta com muitos episódios pelas duas temporadas existentes, como tal, é ver até ao final e depois escolher algo mais conhecido e comercial.