Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

15
Out20

Já é Natal!

Dicas-de-Artesanato-de-Natal-2017-1-1280x720.jpg

 

Outubro, o mês que habitualmente ainda vive sobre o rescaldo do início das aulas e que em 2020 ganha um novo sentido. É que desta vez já é quase Natal!

As ruas principais das vilas e cidades começam a ganhar as suas decorações natalícias que também vão surgindo pelos recantos dos espaços públicos. Os grandes espaços comerciais já iniciaram as promoções a pensar no Natal, as datas para troca de presentes já estão a decorrer até meio de Janeiro para que as compras comecem já a ser feitas. E com isto daqui a uns dias começaremos a ver janelas e varandas com luzes psicadélicas e gnomos a acompanhar o Pai Natal pelos jardins de cada casa privada da aldeia. 

18
Set20

Ainda a Feira do Livro de Lisboa...

 

Em 2020 a edição da Feira do Livro de Lisboa aconteceu mais tarde devido à pandemia mas não foi isso que impediu que todos os amantes literários fossem até ao Parque Eduardo VII para trocar as suas listas de compras pelos exemplares tão desejados. Este ano fui à Feira somente uma vez mas consegui detetar que a escolha de várias editoras dos jovens que recrutaram para fazerem o atendimento no evento foi um pouco diferente do habitual, destacando a falta de formação de vários atendedores sobre os livros das editoras e mesmo sobre os autores que publicam no grupo ou que já foram à sua vida para outras paragens.

Percebi que existia alguma hesitação por parte dos jovens sobre a existência de determinados títulos na editora e mesmo se os autores faziam parte do lote da editora ou não, sendo feitas várias vezes questões entre os jovens contratados somente para o evento e os responsáveis de cada pavilhão. Será que não existiu tempo para uma pequena formação de dias para que todos estivessem esclarecidos, principalmente nas editoras pequenas que não têm ao seu cargo tantos autores, sendo mais fácil controlar um pequeno estudo sobre o que estava disponível ou não no pavilhão pelo qual estavam a dar a cara e o corpo em dia de trabalho. 

08
Set20

Uma espécie de estranheza numérica

 

Nos últimos anos a organização da Feira do Livro de Lisboa sempre tem revelado um crescimento no número de expositores presentes, elevando assim o número de pavilhões no certame e a quantidade a aumentar de participantes e visitantes. O que me causa alguma estraneza é o facto de marcar presença no espaço todos os anos e não notar grande diferença de ano para ano. 

O espaço é o mesmo, este ano até pareceu existir um maior espaçamento entre pavilhões e mesmo assim terminavam um pouco antes do habitual perante quem sobe as avenidas de calçada do Parque Eduardo VII. Não andei a contar, mas no geral, embora as razões de maior espaçamento existam, pareceu-me que a Feira não conta com um maior número de expositores, só se nestes valores apresentados em 2020 com trezentos e dez pavilhões, cento e dezassete participantes e representação de seiscentas e trinta e oito marcas editoriais estiverem incluídos os espaços de lazer, comida e para workshops e lançamentos. Já o ano passado refleti pessoalmente sobre este tema onde é dito que a Feira do Livro de Lisboa teve a sua maior edição de sempre, agora, a deste ano, foi a segunda maior de sempre e tudo parece igual, até por vezes com diminuição de espaço fisico do meu ponto de vista. 

02
Set20

Visita à Feira do Livro

2A848EBF-CF56-4054-9C52-7A17940AC967-080D8683-B3FA

 

01 de Setembro de 2020, dia em que visitei a Feira do Livro de Lisboa, edição de 2020. Tarde amena, convite para estar presente ao final da tarde num evento Bertrand para o lançamento do livro infantil A Sinfonia dos Animais, de Dan Brown.

Como tinha o dia livre resolvemos ir mais cedo para o Parque Eduardo VII e desfrutar do espaço literário que o certame oferece este ano aos visitantes. Com um recinto controlado com as entradas contadas, colocação de álcool gel e utilização obrigatória de máscara, tudo pareceu orientado perante as regras necessárias. Alguns dos expositores com maior volume de vendas tiveram de retirar os habituais adereços e espaços de autógrafos e entretenimento do meio das suas praças para que a movimentação fosse facilitada. Em determinados espaços editoriais o percurso estava marcado e a entrada nas cabines literárias tinha limite imposto de entrada para não facilitar a aproximação entre visitantes. Se existem diferenças? Sim existem espaços que parecem bem mais vazios e um pouco desertos, mas para bem de todos estes procedimentos tinham de ser tomados e este ano para existir Feira tudo tinha de ser remodelado para que até os lançamentos e sessões de autógrafos fossem reduzidos. 

Fomos durante a tarde num dia de semana e achei tudo normal e dentro dos possíveis este ano, no entanto o pensamento foi para a confusão que aquele mesmo espaço deve ter nos momentos da Hora H, durante a semana das 21h00 às 22h00, onde várias editores ficam com livros com mais de dezoito meses de edição com 50% de desconto ou então aos fins-de-semana em que um maior número de pessoas quer visitar a Feira do Livro. 

03
Jan20

Sem cuecas e roupa nova

cueca.png

 

Se a cueca azul simboliza a sorte na passagem de ano para os próximos doze meses, o que dizer de quem defende que se devem estrear novas peças de roupa também na grande noite de celebração?

Neste momento acredito que nem sorte nem sucesso terei pelos próximos tempos. Primeiro, vesti a cueca, melhor o boxer, azul, mas não era novo. Segundo, toda a restante vestimenta já não tinha nada de novidade. As coisas tenderão assim a não correr bem em 2020?

Até já estou com medo do que serão os 366 dias deste ano (sim é bissexto) que ainda mal começou e pelas falhas cometidas pela escolha do guarda-roupa já estou a perceber que vai correr mal!