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Não é recíproco

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Há uns anos sentia uma certa pressão nas redes sociais para com o seguir de volta quem começava a seguir como se fosse como que uma obrigação. Na altura cheguei a debater com algumas pessoas que não seguia porque simplesmente não me identificava com as suas publicações, além de que somos livres para fazer o típico like onde e em que e quem queremos, sem existir obrigatoriedades. Esta semana voltei a receber uma mensagem caricata, vindo diretamente de alguém que partilha opiniões literárias pelo blog e redes sociais, como vou fazendo com os livros que leio, sobre a razão de me seguir há anos e não ser recíproco. 

A questão volta a colocar-se... O ato de fazer Seguir tem de ser recíproco como um toma lá dá cá? É que quando aderi ao Facebook, depois ao Twitter, Instagram, Pinterest e mais recentemente ao TikTok - já agora se quiseres aproveitar para me seguir nessas redes sociais sem esperar nada em troca estás à vontade - não fui informado pelo regulamento que era obrigatório retribuir o ato de Seguir, tal como ter de espalhar Gosto pelas mais variadas partilhas e por aí fora. 

Será que as pessoas vivem assim tanto para as redes sociais que andam constantemente a ver que seguem este mas este não me segue, mas este sigo e também me segue. E este que ando a fazer gosto nas suas publicações e nem um gosto me deixa nas fotos que partilhei no Insta. E as reações do Twitter em que este que nem me segue mas anda sempre a retweetar? Pessoas poupem-se! Sigam quem querem e deixem quem quer seguir as vossas contas, não existindo uma obrigação de nada. Já se quiserem bloquear porque não querem ver um certo ser a rondar o que vão publicando isso já é outra conversa e de bloqueios também vivem as redes sociais, já que nem sempre determinadas pessoas são bem vindas pelas redondezas.

Agora sejam livres e deixem os outros escolherem o que querem ver, comentar e partilhar sem exigirem algo em troca!