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Multa (quase) fora de prazo

Betinho como sou não sei como tal coisa ia acontecendo! Vamos primeiro apresentar o cenário. Centro de Portimão, zona onde está situada a Câmara Municipal da cidade e uma das principais igrejas, tal como um grande largo e várias ruas repletas de comércio tradicional. Eu, num Domingo de manhã, estacionei o carro sem olhar para placas sobre os pagamentos do estacionamento, já que por Alenquer e arredores em locais onde os parques públicos são pagos os fins-de-semana costumam ser livres. Passados talvez uns noventa minutos estou de regresso ao carro e um envelope branco esperava-me com uma multa de 1,60€. Betinho como reforço que sou, olhei para o talão e vi que tinha o prazo de trinta dias para efetuar o pagamento! Tudo muito bonito!

Pois, o pior é que ontem, assim do nada, lembrei-me de abrir o envelope e ver se afinal tinha mesmo trinta dias para pagar aquela fortuna de multa de estacionamento. E não é que afinal eram somente quinze dias que tinha para efetuar o pagamento e o prazo estava mesmo a terminar pelas próximas horas?

Conclusão, voltei a sair do carro, fui direto ao multibanco de onde tinha saído minutos antes e lá fiz o pagamento antes que apareça uma quantia cheia de juros em casa e com direito a cartas registadas e mais não sei quantas coisas burocráticas só porque estacionei num dia não movimentado numa rua central mas sem pessoas a um Domingo de manhã! 

A multa estava quase fora de prazo, mas salvei a honra do convento a tempo! Dona inspetora do estacionamento de Portimão, o dinheiro que me cobrou já está na conta dos seus patrões! Obrigadinho!

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