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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

03
Jun18

Livre divagação

| O Informador

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Não sei que escrever, olhando para a tela do ecrã, onde o fundo branco aparece somente com as opções de publicação do blog e penso que hoje o tema não surge, as palavras desvanecem e a inevitabilidade de não criar texto aparece porque de um momento para o outro tudo parece já ter sido contado, reformulado e voltando a tocar em temas que vão sendo repetidos porque algo de novo pode ser revelado a quem está do outro lado.

É assim que penso quando escrevo inevitavelmente este texto que está a seguir um curso não pensado, deixando fluir, com cada letra a fundir-se com a anterior, intercalando com espaços vazios, tal e qual o pensamento de hoje. Ao certo não sei que caminho seguir nesta escrita do dia onde a par da ausência de espírito acabo por me dissipar fisicamente, vencido pelo cansaço e sem vontade de reação alguma. 

Obstruído, é talvez assim que me encontro hoje aqui sentado pela secretária, com o barulho do pequeno ecrã ao fundo, as teclas a baterem com o seu tique-tique-tique a cada letra que surge e o telemóvel vibra, com uma nova notificação para logo depois voltar a mexer, com a notícia de última hora onde os bons são os vencedores do dia, deixando os outros, os menos bons mas não maus para trás. O Mundo continua a girar, as guerras infelizmente reinam em determinados locais do planeta e quem não tem o confronto físico por obrigação do poder acaba por criar problemas a quem não os tem porque a maldade sempre existe em cada um, mesmo naqueles que nos são próximos e por vezes conseguem beliscar para aprofundar o seu prego e deixar a sua marca. Finge-se que não se percebe, segue-se em frente olhando a outros, mas na realidade e em cada momento as mágoas vão ficando, querendo talvez agora falar desse estado de espírito num texto que começou vago e que já vai longo, tal como a História da Humanidade que sempre se renova a cada passo, ao bater das asas de uma borboleta capacitada para alterar o percurso a quem passa a quilómetros de distância. 

Divaguei por temas, por mim e pelos outros, pelas palavras e pelo Mundo e no fim encontrei o que queria, o texto quase perfeito para ser publicado hoje. A razão de ser quase perfeito? Não existe a perfeição e quem o achar anda tão enganado nesta vida de individualismos impuros. 

 

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