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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Facebook publicitário

03
Out19

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O desgaste para com as redes sociais começa a existir em determinadas faixas etárias e o Facebook por este lado fica cada vez mais de lado pelo modo cansativo com que insistem com a publicidade em cada três publicações e também por me deparar com sugestões de quem por vezes nem conheço mas que são as que mais rapidamente me surgem pela frente. O que é neste momento o fundamental do Facebook? É que para ter tanto acesso a publicidade, sites de notícias e histórias com imagens meio despidas sei onde procurar cada tema, sem ter de andar numa rede social que neste momento não passa de um catálogo de marketing para tudo o que lá quiserem colocar. 

Há uns anos deixei de utilizar, com a frequência que anteriormente o fazia, a minha página pessoal de Facebook, utilizando sim a página ligada ao blog para vos manter um pouco informados, no entanto é com o Instagram e mesmo o Twitter que prefiro andar com maior regularidade, embora a rede social ligada à imagem também tenha um peso publicitário cada vez mais forte, notando-se maioritariamente no espaço de InstaStories.

O que fizeram do Facebook nos últimos dois anos foi cortar a sua essência, cansando e levando ao afastamento de quem utilizava a rede como um local de partilha sem competição e influência desmedida do mercado. As imagens e links para as grandes marcas sucedem-se com promoções, novidades e destaques, as polémicas sociais são difundidas até mais não pela imprensa que é totalmente dedicada ao online, a capacidade de trocas e vendas é difundida como se a rede foi inteiramente dedicada ao mesmo e o essencial como tudo começou? Onde está a partilha saudável de pensamentos, desabafos, imagens do nosso dia-a-dia?

Neste momento não existe atração que me consiga prender ao Facebook pelo modo como tudo é gerido e por qualquer publicação passar despercebida porque assim que fazemos Publicar, logo surgem uns anúncios bem pagos atrás e o que nós, anónimos e mais pequenos queremos partilhar acaba por ficar completamente abafado pelo poder do mercado que paga publicações para estarem constantemente em destaque nos lugares cimeiros.

A maior rede social e com mais utilizadores neste momento não passa de um espaço que se pode caracterizar por catálogo aberto ao mundo, desprezando a essência inicial de partilha saudável a favor do destaque pelos lucros para avultados capitais de quem criou, manteve e agora sustenta uma das maiores empresas mundiais.

 

O Amor e o Facebook - www.wook.pt

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