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O Informador

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Diminuí o consumo de café

16
Jun19

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França pode e tem muita coisa boa, mas existem apontamentos que em Portugal acabam por sair valorizados quando percebemos que em terras francesas não são tão bons como por cá. Falo da gastronomia mas quero ainda mais refletir no café!

Eu, viciado e apreciador de cafeína, andava por terras nacionais a consumir cerca de cinco cafés expresso de forma diária. Sei que não o devia fazer, tentei várias vezes controlar este ato de tirar café após cada refeição mas as tentativas acabaram por cair em saco roto. Viajar até Paris, numa visita turística, acabou pela sua simplicidade por me ajudar num ato que parecia tão difícil. Ao perceber logo no primeiro dia como o café servido em França era amargo, por mais açúcar que lhe juntasse, e sem a cremosidade a que estou habituado, fui rejeitando ao longo dos dias que por lá estive o café e percebi que afinal é possível viver sem as cinco doses de cafeína que tomava diariamente. Existiram dias em que só tomei um café pelas ruas de Paris e agora que regressei a terras lusas consegui diminuir a quantidade que consumia há semanas atrás e neste momento dos cinco cafés diários passei a tomar dois, no máximo três. O da manhã é o único obrigatório do dia, depois disso consegui retirar o do meio da manhã, o do almoço é um dos pendentes, ao lanche retirei a cafeína da minha vida e após o jantar também já se encontra nos pendentes. Ou seja, diariamente só o da manhã é sempre tomado, todos os outros ou foram retirados ou dependem um pouco do estado de espírito e força de vontade. 

Muito se fala sobre quem fuma deixar o tabaco e de outros vícios, sendo o café também um predador viciante de quem o consome. Acho que desta vez consegui começar a controlar a vontade e o paladar para deixar de ser mais um viciado na cafeína, que tanto é vista como um bem necessário para a saúde como um mau maior a quem o consome. Neste ponto só tenho a agradecer aos parisienses o mau café que servem e por me ajudarem em cinco dias a perceber que afinal é possível viver com menos cafeína no organismo do que aquela que andava a tomar. Necessidade? Não me parece que seria, sendo mais um mau vício!

 

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