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Difícil decisão

Ao longo do tempo vários momentos são fulcrais para o futuro de cada um e em determinadas alturas há que tomar decisões que podem traçar o amanhã. Ando com tais dificuldades a nível profissional e por conseguinte pessoal e os pensamentos não andam fáceis porque o peso do que decidir poderá alterar relações, vidas e também o futuro. O que fazer?

Sinto-me a viver uma fase de stress! Um convite apareceu para ir viver para outro local, em busca de novos desafios, o que também irá alterar a vida a que estou habituado a ter. Ainda vivo na casa dos pais, tenho as pessoas de quem gosto por aqui e sempre andei pela zona. Agora surge-me a hipótese de agarrar um lugar de destaque na empresa, a duas horas de viagem de onde vivo atualmente, tendo que largar por uns tempos a rotina a que estou habituado e partir um pouco à aventura e conhecimento.

Já revelei às pessoas mais próximas que estou em fase de análise e decisão para perceber se irei ou se ficarei à espera que outros voos me chamem. As reacções foram bem dispersas e variaram de pessoa para pessoa, só que existe sempre as que nos marcam, e a da mãe tem dado que pensar. Ela não quer que me afaste e que de um momento para o outro vá viver para longe do seu raio, sozinho numa cidade desconhecida e com uma função profissional a que não estou totalmente habituado. Chateamos-nos por ideias opostas, mas no fundo sei que ela em parte tem razão e preocupa-se, por isso tal reacção de que não gostei. Ir viver para perto poderia acontecer, mas a distância com que esta oportunidade me pode colocar dela fez faísca. O pai, mais descontraído, prefere deixar-me decidir, sem muito dizer, embora saiba que a luz verde no caso também não está do seu lado. Quanto aos restantes, senti que na verdade não querem que vá, mas também ficam contentes por me verem poder crescer e ter novas perspectivas de futuro.

Nos próximos dias terei a confirmação se os planos para ir seguirão mesmo em frente, terei então aí que tomar uma decisão sobre o que fazer. Se for não será para ficar ao longo de anos... Serão uns meses à experiência porque depois acredito no regresso, no entanto, sinto-me com uma decisão bem difícil às costas e tenho que a tomar. Contrariar os outros e seguir ou deixar-me ficar e resignar-me? Isto não é fácil!

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