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Água da vida

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Há um ano, ou talvez até um pouco mais, deixei de consumir refrigerantes às refeições que faço em casa e no trabalho. Passei anos, mesmo décadas, a beber sumos e mais sumos, com e sem gás, de laranja e todos os sabores disponíveis no mercado. Contudo, achei por bem eliminar este tipo de bebidas da lista de bens alimentares essenciais e praticamente de um momento para o outro deixei de ter sumos em casa. 

Não vou dizer que num restaurante não peça um refrigerante quando a ocasião não permite um bom vinho, no entanto em casa rejeito estas bebidas que são tão dispensáveis do nosso dia-a-dia como outros vícios que alguns praticam. Água, em casa só bebo água e não me posso queixar desta alteração de consumo de bebidas. Água, mais água, mais água, engarrafada ou da torneira, porque aqui na aldeia a canalizada é totalmente de confiança. 

Bebo cada vez mais água, em casa copos cheios ao longo do dia, no trabalho uma garrafa de litro e meio por vezes não chega para as oito horas. Bebo muita água, tendo deixado os açúcares em forma líquida de lado porque afinal de contas não ajudam em nada a limpar as impurezas do estômago.

Deixei os maus hábitos dos sumos refrigerantes e agora só água. Vinho sim, em jantares quando os mesmos existem entre amigos, e sumos numa ida a um espaço de fast-food por este país fora. Não sou obcecado pela ausência de refrigerantes, mas se posso evitar evito e deixo tais devaneios para quando como fora de casa em atos isolados. 

Água é vida!