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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

21.10.17

A Última Noite do Capitão [22.10.2017] - Sessão cancelada


O Informador

a última noite do capitão.jpg

Infelizmente esta publicação não serve para dar boas notícias aos leitores do blog que se inscreveram para assistir à sessão do próximo Domingo, 22 de Outubro, de A Última Noite do Capitão.

A sessão desta semana do espetáculo protagonizado por Filipe Crawford acabou de ser cancelada e é impossível atribuir assim os três convites duplos que estava a sortear, ficando aqui a promessa de que se existir nova oportunidade os já inscritos para esta sessão cancelada ficam na lista para poderem vencer os convites como se tivessem a participar pela primeira vez. 

 

Peço desculpa pelo incómodo, mas existem momento incontroláveis e embora não saiba o que se terá passado, de certo que foi por um motivo maior que a YellowStarCompany tomou tal decisão! Ficaremos então a aguardar nova oportunidade e entretanto para quem quiser participar, existem oportunidades para outros espetáculos a decorrer no blog!

Sinopse

O retrato da vida de Francesco Andreini, cómico dell'arte, afastado das tábuas do palco e nostálgico dos anos de glória da comédia italiana dos finais do sec. XVI. Uma carta que escreve ao seu antigo mecenas é a chave que abre o álbum de recordações dos sucessos obtidos há mais de 400 anos. Num estilo muito próximo do "Canto do Cisne" de Tchecov, e do "El Canto de la Rana" de Sinisterra, de carácter histórico, mas, neste caso, passada nos inícios do sec. XVII em Itália, utilizando as máscaras de couro da Commedia  e salvando do esquecimento monólogos exultantes e barrocos ditos pelo Capitão, recopiados do  texto original de 1619 "Le Bravure di Capitano Spavento" criando deste modo uma adaptação de um dos livros mais sugestivos da Commedia dell'arte, livro que foi motivo de inspiração, plágio e veneração, entre os comediantes desde 1600 até hoje. A encenação é austera, sem recurso à música ou a efeitos de luz, transitando entre a tragédia e a comédia, entre a alegoria e a crua realidade, num registo de teatro intimista onde sobressai o relato pungente de Andreini, e a fantasia do Capitão, personagem que, segundo Julio Vélez-Sainz, seria o gérmen inspirador de Don Quixote de Cervantes.