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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Cabazes de Natal? Ainda existem!

17
Dez17

Há uns anos, quando comecei a trabalhar, já lá vai uma década, lembro-me tão bem de na véspera de Natal, a empresa oferecer um cabaz de Natal pelo último dia de trabalho antes da noite da consoada. Vinhos, chocolates, figos, queijos, licores, enchidos e umas latas de uma conserva, dita gourmet, apareciam embrulhados em ráfia, numa caixa de madeira. Podia não ser muito, mas era aquele mimo que a empresa oferecia aos seus funcionários. Aos poucos essa tradição na empresa foi desaparecendo. A caixa de madeira transformou-se em cartão, o tamanho começou a reduzir, até que foi transformada num presunto no último ano em que a oferta aconteceu. Após o cabaz e o presunto, tudo terminou e nos últimos anos nada mais surgiu naquele dia, quebrando-se também a vontade de querer presentear de outra forma o funcionário. O fim começava a surgir ao fundo e tudo terminou! Este ano o Natal é passado numa nova empresa onde também não existe o antigo e tradicional cabaz de Natal, mas existem ainda empresas e mesmo particulares que nesta altura gostam de presentear uns e outros com um cesto cheio de artigos especiais onde aos poucos os produtos portugueses ganham também cada vez um maior destaque com chocolates caseiros, licores da aldeia, doces da terra e aromas que fazem lembrar o passado. 

Presente infantil... Um Livro

15
Dez17

Todos sabem o gosto que tenho pela leitura, como tal e porque no Natal os livros são ótimos presentes para oferecer, então há que não esquecer que mesmo para os mais pequenos existem lançamentos interessantes com histórias de todos os tempos ou com as animações do momento que podem ajudar as crianças a se iniciarem na literatura para que daqui a uns tempos vejam os livros como uma boa companhia. 

Sempre fui influenciado para ler para além do que era «obrigado» dentro do regime escolar e lembro-me perfeitamente nas idas ao supermercado onde escolhia um livro adequado à idade. Levava-o religiosamente para casa e aos poucos ia seguindo as aventuras de jovens em busca de um segredo ou percebia os mistérios de casas abandonadas e que viviam de histórias de terror. Foram essas histórias, que ainda hoje conquistam os jovens leitores, que me levaram a ser o leitor que sou hoje. Desde sempre me lembro de ler, de ter um livro pela mesa-de-cabeceira, evoluindo nas leituras e dando vários passos que me ajudaram a saltar de etapa em etapa até chegar à literatura adulta.

O facto de ser leitor recorrente e de me questionarem como consigo ler tanto deve-se à habituação de anos, porque existem coisas que não surgem de um dia para o outro e é por isso que todos devemos tentar encaminhar os mais novos pelo mundo dos livros para que possam seguir um caminho entre letras, com aprendizagens e conhecimentos de outros paradeiros sem sair do mesmo local. Um livro é um excelente companheiro, dentro e fora de casa, sendo raro andar por ai sem ter a minha atual leitura por perto, na mochila ou no carro. Na verdade ando sempre com um livro atrás porque naqueles momentos vagos, que por vezes surgem, umas páginas de ocupação servem sempre um pouco para encontrar vidas e viajar com cada personagem, umas melhores que outras, como todos nós, mas todas como boas companheiras de percurso.

Sugestões Dia da Mãe

05
Mai17

No próximo Domingo, 07 de Maio, assinala-se o Dia da Mãe e as sugestões de mimos para todos podermos oferecer às nossas progenitoras são mais que muitas. Deixo-vos com um pouco do que existe por aí para poderem ter uma ideia de produtos apetecíveis para presentear a mulher das nossas vidas. 

Malas, perfumes, livros, relógios, ... Tudo está disponível para servir de presente neste dia especial para todas as mães. Basta ter originalidade e saber o que oferecer no momento certo!

A falta das Meias

29
Dez16

O Natal já lá vai e acabo de me lembrar de uma coisa! Há uns anos, talvez uns quatro ou cinco, que deixei de receber roupa interior como presente. É verdade, isso aconteceu mesmo!

As prendas começaram a mudar e as meias e boxers deixaram aos poucos de aparecer no interior de embrulhos mal amanhados. Qual o motivo disto acontecer? Eu sei! Eu sei! É que os presenteadores deste estilo de ofertas foram falecendo e as gerações mais novas souberam aos poucos não seguir o caminho que vinha a ser feito! 

Eu, um típico português no Natal

20
Dez16

Tentei, juro que tentei, mas não consegui deixar alguns presentes de Natal para serem comprados por esta última semana, aquela em que os centros comerciais são invadidos por uma parte da sociedade que entra em colisão por deixar tudo para a última. 

Pelos primeiros dias do mês já tinha alguns presentes comprados com a intenção de despachar tudo o quanto mais rápido possível, só que o imprevisto do frio de rachar todas as noites e os dias de pausa no trabalho a serem trocados servem agora como desculpa para ter atrasado as compras dos presentes destinados aos que me são mais próximos. Faltam adquirir três ou quatro artigos, para as pessoas mais complicadas, e agora lá terei de me enfiar nos labirintos de atropelos e empurrões, com filas intermináveis e sem paciência para encontrar aquele presente que considere estar próximo do ideal. 

Comprar algo para os outros já não é fácil quando não se tem uma ideia do que oferecer e sinto que tenho ainda maior dificuldade nesse campo por não conseguir oferecer aos outros algo de que não goste minimamente, mesmo que seja para crianças. Tenho de gostar para que os outros possam vir a gostar porque se as coisas que vou comprar não agradarem à vista então passo em frente e vou em busca de outra coisa. 

Embrulhar presentes? Um terror!

14
Dez16

Dia de compras, passar num supermercado, daqueles que pertencem a um grande grupo e em que somos convidados a embrulhar os presentes logo nas mesas espalhadas perto das caixas com papel de embrulho, fita cola, laços e tesoura disponíveis para o efeito. E agora entro eu, aquele ser que em casa e com papel decente ainda consegue fazer uns embrulhos jeitosos, mas publicamente tudo fica tão horripilante que mais parece que o presente se encontra dentro de um qualquer rascunho encontrado pelo lixo.

Confesso que não gosto de embrulhar presentes, sendo muito mais fácil arranjar um saco de papel todo catita, enfiar lá a mercadoria, agrafar ou colar e siga para bingo. Mas por vezes, principalmente para as crianças, lá me meto nas aventuras com os rolos de papel lindinho, cheio de cores e bonecada. Nos supermercados vou tentar, desde que não me lembre que as coisas, principalmente quando as caixas não são direitas, nunca correm bem. Corto o papel mais ou menos à medida, colo de um lado, corto do outro e quando se está quase a finalizar e a fazer a última dobra para colocar fita cola o que acontece? O papel é tão bom, mas tão bom mesmo, que um dos cantos rasga e lá fica o buraco. Vamos recomeçar de novo? Bora! Voltamos a repetir e as coisas parecem estar bem, só que ao chegar a casa percebe-se de novo que aquele papel amarelo de oferta com hipopótamos pendurados não vale nada. A opção? Desembrulhar e arranjar tudo de novo com algo decente.