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O Informador

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28
Fev18

Curtas e Diretas | 125 | Piçarra, já era!

| O Informador

Há uns dias havia dito que o Piçarra antes de o ser já era, referindo-me claramente ao top das preferências do público que vota no Festival da Canção por ser neste momento um dos ídolos musicais de faixas etárias predominantes na votação neste tipo de programas. Agora volto a dizer que o Piçarra já era mesmo, visto estar no bom caminho para representar Portugal na Eurovisão e com ou sem plágio da música da IURD, acabou por desistir da competição. Piçarra era antes de o ser o preferido e acaba por dizer “já era” perante o lugar que tanto desejava por uma falha cometida perante a elaboração do tema que levou a palco.

26
Fev18

Piçarra, antes de vencer já o era

| O Informador

No dia em que foram conhecidos os nomes candidatos a representarem Portugal no Eurovisão deste ano, a realizar-se no nosso país graças à vitória de Salvador Sobral o ano passado, logo percebi que pelo público um nome iria ter a preferência geral, o que não imaginei foi que também os jurados iriam estar com a mesma ideia. 

Diogo Piçarra, foi na segunda semi-final do Festival da Canção o preferido, tanto do público como dos jurados, tendo arrecadado doze pontos, a pontuação máxima, em ambas as votações. Sobre a escolha de quem está em casa a votar nunca tive dúvidas de que seria Piçarra o eleito graças à sua legião de fãs e com a unificação também dos jurados parece que a final está mais que feita.

Diogo Piçarra é o vencedor antecipado, para mim desde o primeiro dia, do Festival da Canção, edição 2018, e irá assim representar o país, tentando ser o sucessor de Salvador no lugar cimeiro da competição europeia. Aguardamos pela gala final da competição nacional, mas não existirão grandes dúvidas quando o público tem poder e o jovem cantor tem um grande número de fãs que «fazem tudo» por si, até gastar quantidades absurdas de dinheiro só para o verem feliz. 

19
Fev18

Erro da RTP no Festival

| O Informador

Portugal receberá pela primeira vez o Eurovisão da Canção este ano graças à vitória de Salvador Sobral o ano passado. Todos felizes, com mil cuidados e os preparativos para o grande evento musical europeu a ser preparado ao pormenor ao longo dos últimos meses. Eis quando na primeira semi-final do Festival da Canção onde se pretende eleger o candidato português deste ano, a RTP erra e troca as votações. 

No passado Domingo os sete nomes dos primeiros semi-finalistas foram revelados para que na Segunda-feira seguinte os mesmos sofressem alterações. É que um dos supostos finalistas não constava na lista dos mais votados, tendo ficado em décimo primeiro lugar e não em sétimo como foi anunciado pelos apresentadores. Um erro vergonhoso para o canal que está a preparar o evento europeu. O erro só foi assumido após o término do direto, depois de auditoria interna, onde acabou por ser detetado que a votação final divulgada estava incorreta, tendo sido feita mal a transcrição dos pontos do televoto. Ao que parece a RTP assumiu de imediato o erro, mas será que esta falha não terá sido uma tentativa de alteração da escolha do público?

O tema Eu te Amo, interpretado por Beatriz Pessoa e composta por Mallu Magalhães, deixou assim o seu lugar na final para dar espaço a Sem Medo, que conquistou a escolha do público com a interpretação de Rui David de um tema composto por Jorge Palma. Lembro que o derrotado ficou afinal em décimo primeiro lugar e não em sétimo como foi transmitido publicamente.

Os erros acontecem, mas num momento em que a Europa espera saber quem será o representante português no Eurovisão, no ano em que somos os anfitriões, dar este erro numa gala de seleção que antevê os grandes dias? Se falhamos quando fazemos em pequeno, como conseguirão fazer em grande sem gralhas?

13
Fev18

Ainda sou do Tempo | Jogos Sem Fronteiras

| O Informador

Quem não se recorda de assistir aos Jogos Sem Fronteiras? Nas semanas quentes de Verão existia um dia que se tornava especial e que adorava por poder assistir ao programa que colocava cidades nacionais a concorrerem por Portugal contra outros países europeus em jogos físicos e de concentração. Mal o genérico começava a passar parecia que tudo parava e as horas seguintes eram passadas no sofá, quieto, a comentar os jogos que os elementos da nossa equipa iam enfrentando. Lembro-me que os portugueses não venciam lá muito os famosos jogos que ficarão para sempre para a história da televisão.

Apresentado ano após ano por Eládio Clímaco, a quem se foram juntando outros rostos ao longo das várias edições, como é o caso de Anabela Mota Ribeiro e Luís de Matos, os Jogos Sem Fronteiras foram durante anos um dos meus programas preferidos.

Na altura não percebia a razão daquele entretenimento que me mantinha atento só durar uns meses, hoje percebo que tudo funcionava por temporadas anuais. Outros tempos em que se apostava em temporadas de programas de sucesso com espaçamento e em certas alturas do ano e não quando dá jeito até gastar o formato pelo cansaço. 

24
Jan18

O polémico SuperNanny

| O Informador

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Mais um ano e mais uma fornada de doze meses em que a SIC revela sonhar com a liderança diária, semanal, mensal e anual que há mais de uma década não consegue alcançar. Agora e depois de inúmeras apostas furadas pelos vários horários da programação, eis que a direção decide apostar num formato que não se encaixa com o restante conteúdo que apresenta, optando por acreditar que é com a polémica que conquista o seu público, não percebendo a famosa direção sonhadora que os seus espetadores não são de todo os mesmos da TVI. Mas falemos do aparente sucesso de SuperNanny, o programa que desde que estreou tem estado envolto em polémica. 

Primeiro, convém dizer que este é daqueles formatos que em nada se enquadram no que os responsáveis da SIC têm afirmado ao longo do tempo como boa oferta a quem está em casa. Segundo, o que terá passado pela cabeça de quem reuniu e escolheu este formato para adaptar em Portugal? Expor crianças, com a permissão dos pais é a necessidade dos nossos dias a favor das audiências? Os protagonistas de cada episódio não são fáceis mas esse é o problema a ser resolvido longe das câmaras e de milhões de espetadores que tenham contacto com o formato. É certo que em termos audiométricos este formato é apelativo e entendo quem o comprou para tentar subir os maus valores do canal, mas por muito que se tenha falado, o programa nem tem conseguido valores por aí além, estando acima do que a SIC faz geralmente, mas abaixo dos sucessos da concorrência, o que mostra que não vale a pena infringir regras e recorrer aos problemas educativos de crianças para alcançar o sucesso.

O formato é polémico sim, mas valerá a pena criar problemas em tribunal e com várias entidades em troca de uns minutos de ligeira liderança pela curiosidade e não pela qualidade do produto em si? Assim que o formato estreou as reações partilhadas pelas redes sociais logo se fizeram sentir contra a aposta do canal que logo reagiu a defender o seu programa. Na verdade com tanta forma para ajudarem a educar através de boas apostas pedagógicas em variadíssimos conteúdos de sucesso internacional e a opção foi a pior e das mais polémica que podiam ter escolhido. 

Mais recentemente, surgiu a ideia miraculosa de um debate conduzido por Conceição Lino com base em SuperNanny e só pensei quando passei uns minutos a perceber quem ficaria a perder... A SIC! Um canal que tem psicólogos e sociedade em geral a criticar um programa que expõem a privacidade das crianças que são analisadas em momentos de tensão e stress e ainda convida representantes de várias entidades com responsabilidade social a comentarem o tema, enfrentando Júlia Pinheiro enquanto diretora de conteúdos do canal. Seria mais que óbvio que a apresentadora do Queridas Manhãs ficaria a perder com este debate, tal como a SIC que o criou para levar nas orelhas de forma direta, sem cortes e perante o país. O que vi no debate foi uma Júlia a defender a sua casa, uma Conceição Lino que por momentos mostrou não concordar com a estratégia de apostarem em SuperNanny e psicólogas e responsáveis institucionais a dizerem o que bem quiseram onde a critica negativa esteve praticamente sempre em cima da mesa. 

Estaria a SIC a pensar que um debate sobre a sua aposta revelaria ser a melhor estratégia para limpar a imagem do programa que pretendem valorizar como sendo um produto de responsabilidade social, educativo e de bom entretenimento? O que acabaram por mostrar no dito debate foi que as criticas que se podem ler e ouvir nos últimos dias fazem todo o sentido e ganham dimensão quando quem percebe do assunto o afirma e quer avançar com processos perante o tribunal. 

19
Jan18

Novas tardes da SIC!

| O Informador

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A SIC anda há anos atrás dos resultados pela liderança diária e a situação continua complicada em todos os horários. Porém existem formatos que se distinguem por conseguirem atingir números tão baixos que acabam por ser cancelados para serem substituídos por apostas que não lembram a ninguém. 

Com os fracos resultados ao longo das tardes no período semanal, o programa apresentado por João Baião e Rita Ferro Rodrigues, o Juntos à Tarde, irá ter a sua última emissão no próximo dia 23 de Fevereiro e quando se pensava que a direção do canal iria criar algo novo para ocupar a totalidade do horário ocupado pelo talk-show, eis que a surpresa acontece e somente uma das horas irá trazer novidades à grelha do canal.

Anunciado há dias o programa Dr. Saúde para ocupar o horário das 18h00, eis que sabe-se agora que das 16h00 até à chegada do novo formato a opção será repetirem as duas novelas nacionais que são exibidas ao serão. Ou seja, Paixão e Espelho d' Água irão ver os seus episódios do dia anterior serem repetidos pelas tardes, numa suposta tentativa de subirem os horários em que essas repetições acontecem. 

O que me pergunto com esta decisão é se a direção da SIC acredita mesmo em milagres. Se as novelas não conseguem liderar no episódio inédito da noite, ficando atrás da concorrência da TVI, como é que ainda vão apostar na sua repetição? Acredito que a repetição das duas novelas faça igual ou pior do que o Juntos à Tarde tem feito, uma miséria para um canal que luta pela liderança, mas mesmo esse pouco público da tarde poderá pesar ainda mais nos resultados que serão feitos nos episódios da noite. Se agora perdem, com a exibição dupla do mesmo episódio correm o risco de perder um pouco mais.

Já Dr. Saúde não me parece que convença no horário em que vai estrear, acreditando sim que tivesse melhores hipóteses de conseguir ter valores mais elevados se fosse exibido após o Primeiro Jornal, visto não ser um programa sobre doenças e seus derivados o ideal para um formato diário, em que as famílias começam a estar em casa, e ainda sendo antecedido por repetições de novelas, aparecendo como uma quase reabertura de antena no início do final da tarde na grelha do canal. 

Ou seja, a SIC tira do ar um talk-show que nunca conseguiu liderar para colocar a repetição das suas principais novelas da noite. Sai um flop para criarem possivelmente um novo duplo problema, tentando melhorar as tardes, o que não acredito, e correndo o risco de perderem algo à noite. 

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