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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

14
Mai18

Voar perante os sonhos

O Informador

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Voar acordado como se um sonho acontecesse de olhos abertos, criando histórias e percorrendo horizontes em busca de algo que não se vislumbra facilmente mas que existe, lá longe, entre serras com penhascos e riachos. Sentir que existem caminhos que se pretendem percorrer em busca de cada objetivo exato que se pode sempre tornar um pouco mais quando o ponto a que se pretende chegar floresce como a flor que num amanhecer mais solarengo se deixa encantar pelo clima primaveril e mostra toda a sua indiscutível beleza ímpar que se torna perfeita consoante cada olhar mais metódico no momento de se apreciar a pureza do que é natural, sem esforço e alterações para com o que foi criado para conquistar. 

Viver a pensar que o amanhã será sempre melhor, embarcar na mudança, bater em cada janela que se pode abrir ou ficar eternamente fechada como demonstração que na vida nada se torna fácil, sendo necessário criar uma luta pessoal para enfrentar tempestadas ventosas e perigosas, onde mares clamam o seu poder perante o ser individual que segue perante uma sociedade tanta vez opositora, tanto como amigos de pancadinhas suaves nas costas. 

08
Mai18

A procura do Silêncio

O Informador

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Na correria do dia-a-dia queremos chegar a tempo e horas a qualquer lugar onde as combinações, o emprego e a família esperam pelo momento marcado numa azáfama onde acabamos por querer estar em todo o lado, perceber o que se passa e onde devemos estar para que nada nos escape. Arrebanhar o tempo, correr de um lado para o outro, esgotar as energias e chegar ao final de um dia acordado e somente pensar que é tempo de dormir para voltar a reagir para mais umas horas de vida agitada onde o descanso e o silêncio pouco existem. 

E a paragem silenciosa para se refletir, procurando o silêncio que tanto ajuda a limpar a alma, que nos transporta para outros patamares quando a solo enfrentamos uma solidão que não tem de ser vista como inimiga, mas sim como um trunfo precioso de renascimento. Onde fica essa pausa no meio de tanto para fazer?

Poder encontrar o momento diário para encontrar o espaço de sossego, silêncio e calma, procurando um conselheiro invisível mas que habita no interior de cada um. Afinal de contas quem pode ter um melhor amigo a quem amar e valorizar se primeiramente não se souber amar a si próprio?

Usando o poder do silêncio, onde tudo fica concentrado na verdadeira essência pessoal, dos medos às conquistas onde os sonhos e os troféus ganham destaque numa luta interior para com os receios das falhas. Silenciar a vida por uns momentos, recolhendo tudo o que acontece num pacote individual que não tem de ser partilhado sem que saibamos quem somos e para onde queremos seguir. 

Aprender a trancar o som e entrar numa bolha essencial de vazio que espera por ser preenchida pelas partilhas intimas do que há internamente para reordenar, afastando os pesos que habitam pelas redondezas para deixar lugar vago para o que possa surgir futuramente. 

04
Mai18

Liberdade particular

O Informador

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Liberdade de escolha, onde o pensamento existe, sem que as cercas de hesitações apareçam como entraves e as insinuações com base em influências descaradas forcem a tomar determinados comportamentos que podem gerar finalidades que nem sempre são desejadas pelo sujeito que no seu mundo pode seguir o caminho que bem entende. 

Ser livre, pegar num pedaço de nada e transformar um simples gesto com a subtileza de conseguir criar algo melhor, como se um pequeno passo dê a partida para o que se pode vir a transformar em algo de bom, com futuro e bases sustentadas pela vontade de fazer mais e melhor consoante as ideias de cada um. Acreditar que um ser livre consegue atingir muito mais rapidamente a felicidade, primeiramente por se deixar levar pelo que quer e seguir um pouco ao sabor da maré, não existindo uma rigidez tão característica dos nossos dias onde a correria parece ser um sustento de cada um e uma necessidade da maioria para se seguir em frente. Onde está a liberdade quando um despertador toca como se quisesse transmitir uma obrigação, o trabalho é feito dentro de horários impostos, as horas de refeição estão praticamente estabelecidas e quem não deixa os vizinhos dormirem de noite por existirem coisas a fazer quando se está em casa, ainda consegue ser o mau da fita. Afinal quem está errado, o que faz o que quer quando sente necessidade para tal ou o que é obrigado a agir dentro das regras porque a sociedade o vai reprimir?

Gritar liberdade, alterar o modo de estar na vida, seguir os passos para o que se pretende alcançar sem pisar nada nem ninguém, não estragando a natureza e não ofuscando o que nos faz bem. Ser livre para pensar e comunicar, optando por criar laços com quem se quer e não com quem fica bem.

Encontrar o perfil perfeito que nunca está terminado porque um ser quando nasce é sempre uma obra inacabada até ao dia em que livre, sempre livre, parte para um lugar de libertação que se diz ser absoluta. Encontrar o caminho e seguir com o vento, sendo empurrado pela mãe natureza e deixar as mãos sociais para trás, porque mesmo sendo necessário, existe cada vez mais falta de se pensar e refletir por si, fazendo parar o mundo que segue lá fora para perceber que trilhos seguir, pensando nas barreiras que podem ser encontradas e ultrapassadas em busca não da perfeição mas da comunhão primeiramente pessoal. 

 

30
Abr18

Descanso com cansaço positivo

O Informador

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Uns dias de pausa teoricamente significam descanso e foi isso que consegui ter num fim-de-semana entre amigos e conhecidos, no entanto no final e ao chegar a casa para me preparar para o regresso à rotina, consigo perceber que embora tenha descansado, aproveitado para pouco fazer para além de comer, dormir, conversar e divertir, acabei por terminar a pausa de rastos.

A verdade é essa mesmo, uns dias de folga, combinados para descansar por vezes acabam por se revelar mais cansativos que qualquer outro fim-de-semana rotineiro. O ambiente altera, as pessoas estão para se divertirem e o ambiente acaba por se tornar propicio para se passarem bons momentos de total descontração, sem tempos marcados e afazeres urgentes para deslocações rápidas para aqui ou acolá. Tudo decorre ao sabor da maré, as refeições vão sendo feitas sem cumprirem horários, as conversas fluem entre o som que as colunas soltam, os animais de estimação fazem companhia e entretêm com as suas meiguices e brincadeiras e os copos vão passeando pelo espaço ao sabor da dança.

Este é um fim-de-semana entre pessoas que se gostam, onde o bom ambiente existe e cuja intenção é só uma, aproveitar o momento, desfrutando da pausa e do bom que a vida nos dá entre pessoas que podem não estar desde sempre nas nossas vidas, mas que aos poucos vamos conhecendo e percebendo que o tempo nos coloca pela frente seres que nos completam falhas e que vão surgindo quando menos se espera como agradáveis surpresas.

O que posso concluir com um fim-de-semana diferente, bem passado e de descanso, é que aproveitei ao máximo mas no final, pela exaustão, acabei cansado mas de bem com a vida, com baterias recarregadas para mais uns dias normais e com o pensamento de que a vida é mesmo feita de mudanças e que é no descomplexo que cada um tem de ter sobre si e sobre os outros que a vida circula. Por vezes é necessário riscar para apostar em novos caminhos onde sentimentos bons criam boas energias e este ano tenho percebido e enveredado por celebrar o que tenho de bom e não seguindo trajetos já estabelecidos que nem sempre me transmitem agradavéis sentimentos. 

21
Abr18

Caminhos solitários

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A vida tanta vez que pode ser comparada com uma estrada, ora vazia, ora meio cheia, e por vezes mesmo com pequenos ou grandes percalços.

No caminho pessoal de cada um são vários os motivos que levam a seguir em frente, parar por obrigação, sabendo abrandar ou mesmo deixar de pensar e seguir como se nada estivesse a acontecer em redor. Na estrada, faça chuva ou faça sol, o percurso tem de ser feito, podendo existir entraves por ultrapassar, piso derrapante como uma armadilha colocada por alguém menos bem intencionado ou mesmo uma imobilização para que se pare e se regresse um pouco atrás para que se consiga seguir em frente mais tarde.

Analisando o percurso de vida de cada um, do nascimento à morte, é possível apreciar um circuito, com curvas e várias retas, porque nem sempre a turbulência tem de existir. Movimentações aceleradas ou caminhos obrigatórios mais calmos num espaço pessoal mas onde a necessidade de procurar quem siga no sentido contrário ou que tenha como objetivo alcançar o mesmo ponto, a meta desejada, como se um bónus fosse atribuído à chegada perante a tão desejada fita que se rebenta como símbolo final de uma etapa ganha. 

Viajar, percorrer o Mundo, conhecer e saber apreciar, caminhar e acima de tudo perceber que em qualquer caminho que seja escolhido nunca ficamos sós. Sempre existe alguém por perto, nem que seja o nosso pior inimigo que em momentos complicados consegue esquecer os pesos de outros tempos e colocar a balança com pratos limpos para de forma livre recomeçar de novo um percurso. 

31
Mar18

Amizade entre Sexos

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Vivendo numa sociedade livre e onde o preconceito continua a ser debatido, continuam a existir situações tão caricatas para serem ultrapassadas que temas como o racismo e a homossexualidade parecem continuar assim bem distantes de serem estancados como preconceitos do passado. Falando de uma coisa que teoricamente não causa tanta estranheza em debate público como é o caso da amizade entre sexos e que ainda coloca tantos seres famintos para criarem histórias infindáveis quando um Homem e uma Mulher são simplesmente amigos, sem segundas intenções. Se numa questão de Amizade existe preconceito, como é que vamos lutar contra temas que suscitam mais controvérsia pela falta de bom senso social?

Acho irreal nos dias que correm as pessoas continuarem a interpretar de formas tão bizarras uma amizade entre sexos. Gerações mais velhas, e acreditem que já vivenciei isso com pessoas praticamente da minha idade, que olham para dois amigos, masculino e feminino, e a ideia que ocorre de imediato é que aquela amizade não se fica por ai. Quando um ou mesmo os dois elementos têm relações amorosas mas que não estão presentes, logo se pensa que existe traição, só porque aquela rapariga comprometida está a beber café «com outro» sem o namorado ou marido por perto. Não vamos tapar o sol com as nuvens do céu porque o inferno existe e as mentes retrogradas que por ai andam continuam a rejeitar que entre pilas e mamas não possa existir uma amizade sincera, verdadeira e para a vida.

Sou a prova disso! Os meus melhores amigos são amigas, do sexo feminino, e já cá andamos com várias décadas em cima. Todos sabemos o lugar que ocupamos na vida uns dos outros e quem chega para nos acompanhar na vida tem que aceitar isso, aceite de início ou não. Somos amigos, não somos todos meninos ou meninas, e que mal tem?

04
Fev18

Encontros

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Momentos existem em que não é necessário elaborar, criar ambiente e escolher locais especiais para que um grupo de pessoas se encontre e possa, por algumas horas, partilhar um pouco das suas vidas e experiências com os outros. É necessário não dizer não perante a adesão a novas experiências de partilha e conhecimento com aqueles que são como nós, que não se acham nem mais nem menos que qualquer outro. Com vidas diferentes todos conseguimos agir quando nos sentimos perante pessoas tão normais e que se gostam mutuamente, sentindo-se uma harmonia que nem sempre é possível perante a sociedade em que se vive hoje em dia. 

É bom deixar que nos deixem conhecer a cada um em momentos solitários ou sociais para que se percebam que as pessoas têm essência, verdade e querem criar ligações saudáveis e sem qualquer tipo de complicações. Encontrar pessoas tão reais, com diversas formas de estar na vida mas que no momento de comunhão tudo se percebe que afinal as diferenças ficam conjugadas sem complicações, sem os problemas que os rígidos e insatisfeitos conseguem procurar em momentos vagos e nulos para que não consigam encontrar em si e nos outros formas de bem estar. 

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