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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

26
Jun14

Gastos supérfluos

O Informador

Por vezes dou por mim a pensar nas coisas que compro sem realmente serem necessárias só porque de momento apetece e acho engraçado! Roupas, livros, acessórios, revistas e até comida, mais concretamente por gulodice! Por mês vou fazendo várias compras completamente desnecessárias que acabam por se converter em gastos supérfluos que podiam ser controlados para adquirir outras coisas, algo que faça realmente falta e que venha a ser útil no futuro!

Gosto de comprar mas também quem não gosta, não é verdade? O que me irrita em algumas situações é depois de ter algo comprado há dias perceber que afinal aquilo não me fazia assim tanta falta como pensava! Não sou de comprar roupa extremamente cara, no entanto se gostar custa mas prefiro comprar uma peça acima da média e que me preencha do que ficar com a segunda opção e depois não usar. No que à literatura diz respeito, nos últimos meses ando mais controlado com o adquirir de livros por ter vários em fila de espera aqui por casa, andado a adiantar o que tenho para só depois começar a encomendar uma ou outra novidade na altura em que os vou ler, não tendo que os ter por aqui durante semanas ou mesmo meses sem ter tempo ou verdadeira intenção de os ter como companhia. Pelas revistas então sou mesmo um aldrabão! Dou por mim a comprar uma ou outra publicação mensal e depois pouco mais de duas ou três páginas são lidas. Será possível isto acontecer? Pois, comigo é e por mais que pense no assunto, passados uns dias volto a cometer o mesmo erro! 

Além destas coisas que me aparecem pela cabeça assim de repente existe a comida... Por vezes apetece comer algo só porque sim e não porque tenha fome! É mais o sentimento de crer e poder desfrutar de algo doce ou de alguma coisa que em casa não tenho! É isto e ter de sair do conforto do lar para dar uma volta, sem ter um destino previsto, gastando combustível e consequentemente dinheiro porque não existia intenção, mas acabo sempre por ir a algum local onde gasto mais do que se tivesse ficado em casa ou ido simplesmente ao café com os amigos.

Se for contabilizando os gastos extra e desnecessários que vou tendo ao longo do mês conseguia poupar talvez mais de 100/150€, mas sou assim e só penso depois!

21
Jun14

Clientes das caixas automáticas

O Informador

Os grandes supermercados recorrem cada vez mais às caixas automáticas para ajudarem os clientes a poderem fazer tudo sem precisar das prestações dos empregados. A questão que se coloca é que algumas pessoas não compreendem que para as ditas caixas automáticas não convém levar grandes quantidades de produtos e é psicologicamente proibido ter carrinhos de compras! Será que custa ver as placas e pensar um pouco?

Aquelas caixas em que o cliente pode ter a liberdade de entrar e sair do supermercado sem precisar dos empregados estão nos locais para as pequenas contas, para as pessoas que levam três ou quatro produtos num cesto e que se querem despachar sem necessitarem de enfrentar as grandes filas de quem está a comprar muita coisa. Geralmente, porque não sou eu a fazer as compras cá de casa, quando vou ao supermercado é para apanhar alguns artigos de que preciso ou que faltaram, não trazendo grandes quantidades. Se tiver caixa automática recorro a esse serviço e depois deparo-me com pessoas com os seus carros ao lado com mais de vinte artigos, outros que têm mais que um cesto e que na globalidade conseguem ter mais produtos que um carrinho, existindo ainda os que depois se lembram que no ato de estarem a fazer a conta ainda lhes falta algo e vão buscar, deixando tudo em stand by.

Sim, em Portugal ainda existe um longo caminho a percorrer até estas caixas estarem a funcionar como pretendido, isto porque o cliente não sabe ler as placas de aviso que revelam a quantidade máxima de produtos que cada fatura deve ter naqueles locais, não estando preparados para o sistema que as grandes superfícies tentam implementar!

Eu sou adepto das caixas automáticas, mas tenho de confessar que olho sempre para os produtos que acompanham os clientes, não vá a caixa humana ser bem mais rápida!

24
Mar14

iPhone4S

O Informador

IPhone 4SChegou a semana passada, com alguns contratempos pelo meio, como já tinha contado, o meu primeiro iPhone, o 4S. Fiz a encomenda no portal da Vodafone e consegui obter algum desconto através do Clube Viva para a compra acontecer a um melhor preço, o de 283,49€.

Ainda me estou a habituar às funcionalidades do telemóvel que agora me faz companhia, estando na fase de descoberta como se fosse uma criança com um brinquedo novo e em breve conto já ter a tecnologia e as melhores aplicações a funcionarem na perfeição. Chamadas, mensagens, tudo como antes, no que toca às redes sociais posso desde já dizer que este deixa o meu anterior aparelho para trás e no que diz respeito à qualidade de imagem, então aí dá 1000 a 100, sem dúvida alguma!

Contente com a aquisição e espero não me vir a arrepender! Adeus Samsung e Olá Apple!

23
Mar14

Encomenda atrasada

O Informador

Há terça-feira encomenda-se um novo telemóvel através do Clube Viva da Vodafone... Na tarde de quinta-feira está agendada a sua entrega... No final dessa mesma tarde liga-se duas vezes para o Apoio ao Cliente para saber o que se passa porque tal entrega ainda não foi feita... Ao serão volta-se a fazer nova chamada e aí é aberta uma reclamação, sendo também informado de que no dia seguinte o artigo é entregue na morada indicada! Na manhã de sexta-feira aguarda-se o contacto da transportadora, mas em vão... Liga-se de novo para o Apoio da Vodafone e é-se informado que a entrega vai ser feita no final do dia, após as 18h00, no local indicado... Após as 19h00 volta-se a ligar para o número disponível pela rede para saber como está a situação... De seguida sou contacto pela transportadora a informar que às 20h00 a entrega será efectuada... 20h05 o telemóvel chega e a espera termina finalmente!

Com mais de um dia de atraso e sem qualquer contacto da transportadora e da operadora para comunicarem que tudo se tinha atrasado, várias horas foram passadas de espera em casa porque o agendamento estava feito para um dia e caso não tivesse feito o contacto ainda poderia estar à espera, sentado em algum lugar para não me cansar. Vejo que muita coisa correu mal nesta encomenda, ou melhor, na entrega da mesma, isto porque o prazo para receber o pedido poderia ter sido cumprido ou pelo menos um simples aviso de que só no dia seguinte poderia contar com o mesmo teria ficado bem, mas não, a transportadora optou por manter o silêncio e adiar sem qualquer esclarecimento como se fossem os donos da razão e do tempo.

De salientar que esta encomenda foi faturada numa morada, a minha, e o pedido de entrega foi feito para o local onde estive de férias, no Alentejo. O que aconteceu então aqui? Pois, maus serviços no interior do país que mostram a diferença entre as várias zonas de Portugal! Um mau serviço que me deixou de pé atrás para efectuar novas compras via internet à Vodafone!

14
Dez13

Livros

O Informador

Livros...«Nunca vou parar de comprar livros

Nunca vou ler todos os livros que tenho para ler

Nunca terei dinheiro mas sempre terei livros.»

Ler... Ter um bom livro como companheiro de vida é sempre bom! Três «Nuncas» são aqui revelados e todos fazem sentido, cada qual à sua maneira!

«Nunca vou parar de comprar livros», é bem verdade! Estou com um a ser lido e já tenho seis ou sete pela mesa de cabeceira à espera da hora em que irão ter o seu destaque na minha vida, sabendo que mais tarde ou mais cedo os irei ler. No entanto, e como não resisto a entrar numa livraria ou a fazer encomendas via internet, todos os meses lá chegam dois ou três para se juntar aos volumes que irão estar nas minhas mãos nas próximas semanas. Não, eu não consigo estar muito tempo sem comprar um livro porque este prazer é mais forte que eu!

«Nunca vou ler todos os livros que tenho para ler», isto porque me parece que o tempo é bem pouco para conseguir absorver todas as palavras que foram passadas para o papel e que relatam histórias que me fazem viajar, sonhar e conhecer o mundo. Tudo quero ler e todos os autores gostaria de experimentar... Infelizmente isso nunca será possível porque o que é bom será sempre muito para a curta vida de um leitor das horas vagas!

«Nunca terei dinheiro mas sempre terei livros»! Bem, espero que não seja bem assim no que toca ao de não ter dinheiro. No entanto acredito que a vontade pela leitura estará sempre presente na minha vida! Pelo menos tem sido assim ao longo dos últimos anos e tudo me aponta que tal irá continuar a acontecer!

A paixão pelos livros Nunca me deixará sentir só!

23
Nov13

Videojogos: Lixo ou Venda

O Informador

Tenho, talvez, mais de cem videojogos de PC dentro de um dos móveis do meu quarto. Muitos saíram-me em oferta com as revistas da especialidade e poucos foram comprados a solo e por os querer mesmo. Não são atuais, nada disso, e não me são úteis, sendo que muitos nem saíram da caixa. Hoje também não os tenciono usar porque não sou lá grande adepto de jogos de computador. O que fazer então com aqueles empecilhos? Tenho talvez duas soluções para me livrar de todos de uma ou várias vezes!

Uma das soluções é abrir o móvel, pegar em vários sacos do lixo e deixá-los num ecoponto destinado ao plástico, terminando aí as suas vidas, a não ser que sejam aproveitados por alguém que faça a separação do conteúdo dos ecopontos. A segunda opção é colocá-los à venda num site da especialidade por um preço baixíssimo e só para poder ganhar uns euros com a sua partida!

O que fazer? Deitar fora ou tentar vender? É que já têm todos mais de cinco anos e não me servem rigorosamente para nada, só estando mesmo a ocupar espaço! Alguém interessado?

20
Nov13

Embaixada

O Informador

embaixadaEmbaixada, o novo espaço do Príncipe Real, situado no Palacete Ribeiro da Cunha do século XIX, é o local onde a moda, o lifestyle e a cultura ganharam uma nova casa. 

Este local, situado num dos principais centros urbanos da capital, está agora aberto aos novos criadores que colocam os seus artigos à disposição de todos em parceria com outros ou individualmente pelas várias salas que agora estão abertas ao público e a favor do comércio nacional. Na Embaixada as grandes marcas, que estão localizadas nos grandes centros comerciais, não têm entrada, isto porque são os pequenos, os que estão a começar com qualidade, que são os grandes anfitriões deste espaço cheio de cor e glamour.

Roupa, calçado, decoração, literatura, música, jóias... Tudo isto tem lugar neste fantástico espaço que ainda possui restaurantes com todo o requinte que o seu nome exige.

Numa visita que serviu de passeio, existe sempre algo no interior desta Embaixada que pisca o olho aos turistas nacionais e internacionais porque o que é bom e atrativo está lá... Haja dinheiro!

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