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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

20
Fev19

Convites Duplos | Vidas Privadas | 22/24.02.2019

O Informador

Uma peça sobre o amor nas suas mais quentes, e mais frias, expressões.

Amanda e Elyot, divorciados há cinco anos reencontram-se por acaso,com novos esposos, em segunda lua de mel num hotel em Deauville. Quando a chama entre eles se reacende, fogem juntos para Paris, onde... uns dias mais tarde os novos esposos os vêm procurar...

Uma comédia de costumes duradoura e especiosa.

Com Suzana Borges, Guilherme Barroso, Maria Dias e Martinho Silva.

O Auditório do Casino Estoril, através da ArtFeist Produções Artísticas, viu estrear no passado dia 7 de Fevereiro o espetáculo Private Lives, que é como quem diz, Vidas Privadas, de Suzana Borges e com interpretação da mesma a quem se juntam Guilherme Barroso, Maria Dias e Martinho Silva. 

Esta comédia estará em cena até dia 03 de Março de Quinta-feira a Sábado pelas 21h30 e aos Domingos pelas 17h00, com paragem a 14, 15, 16 e 23 de Fevereiro, e todos estão convidados a assistirem porque oportunidades não faltarão. O preço de cada bilhete é de 15€, sendo que as sessões realizadas às Quintas-feiras, por ser dia do espetador, estão com bilhetes a 10€. O espetáculo tem duração aproximada de 105 minutos com intervalo e a opção é ir ou ir. 

12
Fev19

Rendimento Social de Idiotas | Santiago Xande

O Informador

rendimento social de idiotas.jpg

Título:  Rendimento Social de Idiotas

Autor: Santiago Xande

Editora:  Manufactura

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Março de 2018

Páginas: 160

ISBN: 978-972-559-365-3

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Hilariante, sarcástico, burlesco; tão burlesco que até mete dó…

São pessoas que recebem o Rendimento Social de Inserção. Portugueses. Idiotas?

É um técnico do dito Rendimento, que passa para o papel o que de mais inesperado e inacreditável vai sucedendo, dia após dia, nessa negra e ingrata tarefa de explicar ao beneficiário o que significa beneficiário. Um livro polémico, sem dúvida. 

A crítica, por vezes mordaz e sempre demolidora, que neste livro implicitamente se faz, é acima de tudo um portentoso exercício de humor satírico.

Sem filtros, o dia-a-dia de um técnico de Rendimento Social de Inserção (RSI), confrontando-se com situações estranhas e caricatas, e com comportamentos bizarros ou até inacreditáveis, mas que, afinal, retratam simplesmente a realidade

Algumas das histórias mais idiotas do RSI - antigo Rendimento Mínimo Garantido -, contadas por alguém que passou por elas e que sobreviveu a todas com apenas algumas escoriações profundas e queimaduras graves.

As histórias que aqui se contam são todas reais, mas algumas são difíceis de aceitar. Lá está, são idiotas.

 

Opinião: Rendimento Social de Idiotas é daqueles livros que pode não ser apelativo pela primeira aparência mas que assim que se começa a sua leitura conquista pela boa disposição e os bons apontamentos comportamentais que vão sendo dados. 

Essencialmente e de forma resumida, o narrador das várias histórias incorporadas em Rendimento Social de Idiotas são contadas por um antigo funcionário do serviço de Rendimento Social de Inserção, que teve de ouvir, respirar fundo e voltar ao ativo perante várias situações inusitadas que lhe foram aparecendo pela frente ao longo dos anos em que trabalhou no serviço onde é atribuído o pagamento que vai para além do subsídio de desemprego para quem não tem qualquer rendimento.

06
Fev19

Convites Duplos | Vidas Privadas | 08/09.02.2019

O Informador

vidas privadas.jpg

Uma peça sobre o amor nas suas mais quentes, e mais frias, expressões.

Amanda e Elyot, divorciados há cinco anos reencontram-se por acaso,com novos esposos, em segunda lua de mel num hotel em Deauville. Quando a chama entre eles se reacende, fogem juntos para Paris, onde... uns dias mais tarde os novos esposos os vêm procurar...

Uma comédia de costumes duradoura e especiosa.

Com Suzana Borges, Guilherme Barroso, Maria Dias e Martinho Silva.

O Auditório do Casino Estoril, através da ArtFeist Produções Artísticas, irá receber a partir de dia 7 de Fevereiro o espetáculo Private Lives, que é como quem diz, Vidas Privadas, de Suzana Borges e com interpretação da mesma a quem se juntam Guilherme Barroso, Maria Dias e Martinho Silva. 

Esta comédia estará em cena até dia 03 de Março de Quinta-feira a Sábado pelas 21h30 e aos Domingos pelas 17h00, com paragem a 14, 15, 16 e 23 de Fevereiro, e todos estão convidados a assistirem porque oportunidades não faltarão. O preço de cada bilhete é de 15€, sendo que as sessões realizadas às Quintas-feiras, por ser dia do espetador, estão com bilhetes a 10€. O espetáculo tem duração aproximada de 105 minutos com intervalo e a opção é ir ou ir. 

Para vos facilitar a vida e poderem ter a oportunidade de pouparem, eis que tenho convites duplos para oferecer, destinados às sessões dos dias 08 e 09, Sexta-feira e Sábado, respetivamente. Este passatempo irá estar disponível até às 10h00 de dia 07 de Fevereiro, Quinta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

02
Fev19

Vox | Christina Dalcher

O Informador

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Título: Vox

Autor: Christina Dalcher

Editora:  Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Fevereiro de 2019

Páginas: 304

ISBN: 978-989-8917-58-4

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Estados Unidos da América. Um país orgulhoso de ser a pátria da liberdade e que faz disso bandeira. É por isso que tantas mulheres, como a Dra. Jean McClellan, nunca acreditaram que essas liberdades lhes pudessem ser retiradas. Nem as palavras dos políticos nem os avisos dos críticos as preparavam para isso. Pensavam: «Não. Isso aqui não pode acontecer.»

Mas aconteceu. Os americanos foram às urnas e escolheram um demagogo. Um homem que, à frente do governo, decretou que as mulheres não podem dizer mais do que 100 palavras por dia. Até as crianças. Até a filha de Jean, Sonia. Cada palavra a mais é recompensada com um choque elétrico, cortesia de uma pulseira obrigatória.

E isto é apenas o início.

 

Opinião: Imaginemos que por uma decisão política todos ficamos restritos a cem palavras por dia. E agora imaginemos que as mulheres é que ficam com esta imposição sobre si e que aos homens nada acontece, a não ser um sofrimento interior em alguns casos para com as suas companheiras e familiares mais próximas. Isto é a realidade de Vox, o romance de Christina Dalcher que pretende lançar o debate sobre os direitos humanos e as desigualdades dos sexos. 

Ao ler esta narrativa bem composta e explicativa fui ficando com a ideia que a liberdade de expressão que existe hoje na maior parte dos países pode não ser assim para sempre. As sociedades mudam, os regimes vão sendo alterados e as regras introduzidas nem sempre satisfazem.

No geral este livro não me cativou pelo seu enredo, existindo sim a particularidade do tema central ao levantar o debate sobre o método de silenciar as mulheres que de um dia para o outro são obrigadas a controlar o número de palavras que vão dizendo. Quando o novo presidente dos EUA assume os comandos e começa a colocar as suas ideias conservadoras e que acabam por seguir um caminho de maldade, todas as mulheres começam a ser controladas por câmaras, microfones e pulseiras de contagem de palavras. Afinal de contas o povo elegeu um homem com ideias retrogradas para assumir os comandos da nação sabendo de antemão o que estava a ser preparado perante uma razia, que acaba mesmo por ser isto a acontecer, perante o lado feminino de uma sociedade livre. Este homem silencia as mulheres criando esta lei limitativa a cem palavras por dia, o que faz com que ao serem ultrapassados os limites impostos as pulseiras comecem de forma automática a emitir ondas de choque que vão ganhando força à medida que a infração vai sendo feita e aumentada. Até onde este crime consegue chegar? Até provocar a morte de quem enfrenta tais imposições e luta pelo retrocesso de todo este processo. 

11
Jan19

O Presidente Desapareceu | Bill Clinton e James Patterson

O Informador

O presidente desapareceu.jpg

Título: O Presidente Desapareceu

Título Original: The President is Missing

Autor: Bill Clinton e James Patterson

Editora: Porto Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2018

Páginas: 464

ISBN: 978-972-0-03135-8

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: O Presidente dos EUA desapareceu.

O mundo está em choque!

Mas a razão do seu desaparecimento é ainda pior do que seria de supor.

Com pormenores que só um Presidente como Bill Clinton pode conhecer e o suspense que apenas um autor como James Patterson seria capaz de criar, O Presidente Desapareceu é o thriller mais empolgante e surpreendente dos últimos anos.

 

Opinião: O início do meu ano literário começou em boa forma, com a leitura de O Presidente Desapareceu, um thriller que entrou diretamente para a lista dos meus preferidos dentro do género logo pelos primeiros capítulos, não desiludindo em algum momento até às últimas páginas. 

Um verdadeiro thriller político envolvente que James Patterson e Bill Clinton criaram em torno do Presidente dos EUA. Convidando o ex-Presidente para a escrita deste livro, James Patterson acertou em cheio, uma vez que na criação desta sua nova história conseguiu apurar novas informações sobre os meandros da Casa Branca com um conhecimento que poucos conseguem, os que por lá vão passando. 

08
Jan19

A Coisa | Livro II | Stephen King

O Informador

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Título: A Coisa - Livro 2

Título Original: It

Autor: Stephen King

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2018

Páginas: 568

ISBN: 978-972-25-3568-7

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: A segunda parte do clássico de King sobre sete adultos que regressam ao lugar onde cresceram para enfrentar um pesadelo que todos eles lá viveram… algo maléfico e sem nome: a Coisa.

Na segunda parte daquela que muitos consideram ser a grande obra de Stephen King, regressamos ao Maine e à pele dos sete amigos que, uma vez mais, terão de enfrentar o mal que se agita bem no fundo da memória de todos e emerge de novo trazendo o pesadelo e o terror ao presente.

 

Opinião: A leitura do segundo volume de A Coisa tinha de surgir logo após terminar o primeiro volume desta aclamada obra de Stephen King que me conseguiu conquistar. No entanto, e após a surpresa inicial, fui perdendo o fôlego nesta continuação do clássico que gerou um dos filmes de terror mais conhecidos. 

A leitura de A Coisa - Livro 2 revelou-me inteiramente o que comecei a perceber anteriormente. Stephen King acaba por cansar por incluir muitas notas, criando histórias dentro da história que são absolutamente desnecessárias para a continuação da narrativa. O autor consegue cansar por elaborar demasiado, saturando o leitor que após a primeira parte da história só pensa que tudo vai continuar a ser retratado da mesma forma mas isso não acontece porque a dose de paciência para enfrentar páginas e páginas de «enche chouriços» tem de existir. 

01
Jan19

A Vendedora de Azevinho | Dilly Court

O Informador

a vendedora de azevinho.jpg

Título: A Vendedora de Azevinho

Título Original: The Mistletae Seller

Autor: Dilly Court

Editora: Quinta Essência

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2018

Páginas: 416

ISBN: 978-989-780-038-2

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: É Véspera de Natal. O vento faz rodopiar a neve sobre as ruas de Londres. À porta de uma casa em Angel Lane, uma bebé abandonada, embrulhada numa manta, aguarda a sua sorte… 

Angel, cujo nome se deve à rua onde é encontrada, parece destinada a ter uma vida miserável. Embora seja acolhida numa casa cheia de amor, um cruel golpe do Destino atira-a novamente para as ruas da cidade, onde todos os dias luta para sobreviver. 

E agora que o Inverno se aproxima, Angel treme de frio enquanto tenta vender azevinho a quem passa, na esperança de que alguém se compadeça dela. Podia estar mais confortável, pois possui uma joia valiosa - um anel de ouro e rubi que vinha escondido na sua manta de bebé - mas prefere morrer à fome a abdicar do único laço que a prende às suas misteriosas origens…

 

Opinião: Um romance de Natal para nos fazer companhia no aconchego do lar na época mais familiar do ano. A Vendedora de Azevinho quando chegou até mim tinha mesmo um propósito, ser o livro que me faria companhia nos dias mais natalícios do ano e assim aconteceu. 

Num romance histórico com afeto, amor e força de vontade, encontramos Angel, um bebé nos capítulos iniciais, que foi abandonado na véspera de Natal pela ruas de Whitechapel. Angel foi deixada junto a uma porta, numa cesta, acompanhada de um anel e acaba por ser salva por uma mulher sem filhos mas que a acolheu e cuidou como se Angel fosse sua. Só que como um bom romance, existem sempre os percalços a surgirem no caminho e a vida desta jovem voltou a ser alterada no momento em que a fortuna da sua família quase adotiva se esvai. Angel vê-se de novo obrigada a percorrer as ruas e a lutar pela sua própria sobrevivência, vendendo no mercado até que a sorte lhe volta a bater à porta. 

São várias as reviravoltas na vida desta jovem mulher até ao derradeiro final do romance que acaba por deixar o leitor realizado ao se perceber que tudo termina como desejado, com as conquistas a serem alcançadas com o tempo, a verdade a descoberto e a realização pessoal a desbravar caminho entre pedras que se vão sobrepondo ao longo do tempo mas que ao serem limadas conseguem ficar para trás. 

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