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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

30
Abr18

Descanso com cansaço positivo

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Uns dias de pausa teoricamente significam descanso e foi isso que consegui ter num fim-de-semana entre amigos e conhecidos, no entanto no final e ao chegar a casa para me preparar para o regresso à rotina, consigo perceber que embora tenha descansado, aproveitado para pouco fazer para além de comer, dormir, conversar e divertir, acabei por terminar a pausa de rastos.

A verdade é essa mesmo, uns dias de folga, combinados para descansar por vezes acabam por se revelar mais cansativos que qualquer outro fim-de-semana rotineiro. O ambiente altera, as pessoas estão para se divertirem e o ambiente acaba por se tornar propicio para se passarem bons momentos de total descontração, sem tempos marcados e afazeres urgentes para deslocações rápidas para aqui ou acolá. Tudo decorre ao sabor da maré, as refeições vão sendo feitas sem cumprirem horários, as conversas fluem entre o som que as colunas soltam, os animais de estimação fazem companhia e entretêm com as suas meiguices e brincadeiras e os copos vão passeando pelo espaço ao sabor da dança.

Este é um fim-de-semana entre pessoas que se gostam, onde o bom ambiente existe e cuja intenção é só uma, aproveitar o momento, desfrutando da pausa e do bom que a vida nos dá entre pessoas que podem não estar desde sempre nas nossas vidas, mas que aos poucos vamos conhecendo e percebendo que o tempo nos coloca pela frente seres que nos completam falhas e que vão surgindo quando menos se espera como agradáveis surpresas.

O que posso concluir com um fim-de-semana diferente, bem passado e de descanso, é que aproveitei ao máximo mas no final, pela exaustão, acabei cansado mas de bem com a vida, com baterias recarregadas para mais uns dias normais e com o pensamento de que a vida é mesmo feita de mudanças e que é no descomplexo que cada um tem de ter sobre si e sobre os outros que a vida circula. Por vezes é necessário riscar para apostar em novos caminhos onde sentimentos bons criam boas energias e este ano tenho percebido e enveredado por celebrar o que tenho de bom e não seguindo trajetos já estabelecidos que nem sempre me transmitem agradavéis sentimentos. 

21
Abr18

Caminhos solitários

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A vida tanta vez que pode ser comparada com uma estrada, ora vazia, ora meio cheia, e por vezes mesmo com pequenos ou grandes percalços.

No caminho pessoal de cada um são vários os motivos que levam a seguir em frente, parar por obrigação, sabendo abrandar ou mesmo deixar de pensar e seguir como se nada estivesse a acontecer em redor. Na estrada, faça chuva ou faça sol, o percurso tem de ser feito, podendo existir entraves por ultrapassar, piso derrapante como uma armadilha colocada por alguém menos bem intencionado ou mesmo uma imobilização para que se pare e se regresse um pouco atrás para que se consiga seguir em frente mais tarde.

Analisando o percurso de vida de cada um, do nascimento à morte, é possível apreciar um circuito, com curvas e várias retas, porque nem sempre a turbulência tem de existir. Movimentações aceleradas ou caminhos obrigatórios mais calmos num espaço pessoal mas onde a necessidade de procurar quem siga no sentido contrário ou que tenha como objetivo alcançar o mesmo ponto, a meta desejada, como se um bónus fosse atribuído à chegada perante a tão desejada fita que se rebenta como símbolo final de uma etapa ganha. 

Viajar, percorrer o Mundo, conhecer e saber apreciar, caminhar e acima de tudo perceber que em qualquer caminho que seja escolhido nunca ficamos sós. Sempre existe alguém por perto, nem que seja o nosso pior inimigo que em momentos complicados consegue esquecer os pesos de outros tempos e colocar a balança com pratos limpos para de forma livre recomeçar de novo um percurso. 

31
Mar18

Amizade entre Sexos

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Vivendo numa sociedade livre e onde o preconceito continua a ser debatido, continuam a existir situações tão caricatas para serem ultrapassadas que temas como o racismo e a homossexualidade parecem continuar assim bem distantes de serem estancados como preconceitos do passado. Falando de uma coisa que teoricamente não causa tanta estranheza em debate público como é o caso da amizade entre sexos e que ainda coloca tantos seres famintos para criarem histórias infindáveis quando um Homem e uma Mulher são simplesmente amigos, sem segundas intenções. Se numa questão de Amizade existe preconceito, como é que vamos lutar contra temas que suscitam mais controvérsia pela falta de bom senso social?

Acho irreal nos dias que correm as pessoas continuarem a interpretar de formas tão bizarras uma amizade entre sexos. Gerações mais velhas, e acreditem que já vivenciei isso com pessoas praticamente da minha idade, que olham para dois amigos, masculino e feminino, e a ideia que ocorre de imediato é que aquela amizade não se fica por ai. Quando um ou mesmo os dois elementos têm relações amorosas mas que não estão presentes, logo se pensa que existe traição, só porque aquela rapariga comprometida está a beber café «com outro» sem o namorado ou marido por perto. Não vamos tapar o sol com as nuvens do céu porque o inferno existe e as mentes retrogradas que por ai andam continuam a rejeitar que entre pilas e mamas não possa existir uma amizade sincera, verdadeira e para a vida.

Sou a prova disso! Os meus melhores amigos são amigas, do sexo feminino, e já cá andamos com várias décadas em cima. Todos sabemos o lugar que ocupamos na vida uns dos outros e quem chega para nos acompanhar na vida tem que aceitar isso, aceite de início ou não. Somos amigos, não somos todos meninos ou meninas, e que mal tem?

04
Fev18

Encontros

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Momentos existem em que não é necessário elaborar, criar ambiente e escolher locais especiais para que um grupo de pessoas se encontre e possa, por algumas horas, partilhar um pouco das suas vidas e experiências com os outros. É necessário não dizer não perante a adesão a novas experiências de partilha e conhecimento com aqueles que são como nós, que não se acham nem mais nem menos que qualquer outro. Com vidas diferentes todos conseguimos agir quando nos sentimos perante pessoas tão normais e que se gostam mutuamente, sentindo-se uma harmonia que nem sempre é possível perante a sociedade em que se vive hoje em dia. 

É bom deixar que nos deixem conhecer a cada um em momentos solitários ou sociais para que se percebam que as pessoas têm essência, verdade e querem criar ligações saudáveis e sem qualquer tipo de complicações. Encontrar pessoas tão reais, com diversas formas de estar na vida mas que no momento de comunhão tudo se percebe que afinal as diferenças ficam conjugadas sem complicações, sem os problemas que os rígidos e insatisfeitos conseguem procurar em momentos vagos e nulos para que não consigam encontrar em si e nos outros formas de bem estar. 

21
Jan18

Divagações

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Hoje apetece-me iniciar o dia a divagar! Divagando sobre tudo e mais alguma coisa porque se o pensamento se deixa levar por outros caminhos acabamos por vaguear por aí, percorrendo territórios e imaginações que nos ajudam a transportar a mente para outros locais onde não marcamos presença física mas conseguimos fantasiar e acreditar que nem todos os momentos reais que acontecem tenham que ser vividos sem uma pitada de esquecimento em momentos onde a mente se deixa levar e ignora situações menos positivas ou que nos deixam menos bem ao longo do dia. 

Divago tanta vez através da criação de histórias mentais que logo terminam e ficam deixadas onde foram criadas, deixando-me levar por longos minutos onde parece que o tempo para quando faço pequenas pausas e me deixo ficar, sem querer pensar em algo de concreto, mas deixando a mente livre para entrar numa realidade existente mas onde não estou naquele momento. Deixo-me facilmente levar para além da realidade, viajando por locais conhecidos, recordando situações e criando vontades que na maioria dos casos não se tornam possíveis no futuro mas que naquele momento me conseguem deixar um pouco mais completo.

É tão bom divagar sem ter um tema em concreto, deixar que a mente flutue e nos leve por ai, caminhando ao acaso e onde a verdade real do momento acaba por ficar num campo afastado e quase fora do contexto que na verdade queríamos estar a viver naquele exato minuto. Divagar é acrescentar um ponto ao ponto fulcral da história, encontrar um rumo desnecessário mas que para cada um, de forma individual, faz sentido. Entrar num caminho distante onde a vontade de criação é um bem necessário para saltarmos fora de um barco que nem sempre nos convém e é aí que tantas vezes somos levados pela nuvem onde o som real desaparece, a visão parece ficar turva e a realidade acaba por ser a que não está no nosso presente físico mas sim no consciente de cada um, tal e qual como é criada de forma individual.

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