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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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26
Dez18

Na Wook compras! Na Wook recebes!

| O Informador

devolvemos-100-billboardHoje e amanhã, respetivamente, 26 e 27 de Dezembro, a livraria online Wook está com uma mega campanha promocional em que o valor das nossas compras é devolvido a 100%. 

O Natal já lá vai e as compras foram mais que muitas para os leitores que ofereceram e receberam livros nesta quadra. Para que nada fique por comprar e para que agora que já sabem o que receberam possam comprar a preços bem convidativos os livros que querem ter e que não chegaram com o Pai Natal, eis que a Wook resolveu abrir os cordões à bolsa e lançar a campanha da devolução da totalidade das compras que forem feitas nestes dois dias de Dezembro.

Os livros que entram nesta campanha estão assinalados com o símbolo ,  sendo que as publicações lançadas há menos de 18 meses estão de fora desta oportunidade, tal como livros escolares e de apoio escolar. O valor a ser devolvido corresponderá depois ao preço de venda dos livros incluídos na campanha, estando de fora os restantes e os portes de envio que neste caso serão pagos e não oferecidos como em outras alturas. 

O valor das compras da campanha Devolvemos 100% será atribuído a partir de 26 de Janeiro de 2019 e terá uma validade de 60 dias para poder ser utilizado. 

24
Dez18

Natal com Livros

| O Informador

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Há uns dias num dos locais onde costumo ir quase diariamente tomar café e levo quase sempre a leitura do momento para me fazer companhia durante um bocado, a empregada de balcão disse-me algo como «para ti não deve ser difícil escolher presentes de Natal, ofereces livros!». Sim, era bom que assim fosse, mas isso não acontece!

Na verdade gostaria imenso de oferecer livros a todas as pessoas a quem ofereço presentes nesta época de Natal, no entanto sei que quase ninguém que me está mais próximo lê como eu. Não tenho leitores por perto como gostaria de ter, não conseguindo influenciar os de casa e os da rua a terem sempre um livro por perto, a conseguirem criar hábitos de leitura e a olharem para os livros como bons amigos que podem andar sempre connosco. Seria fantástico se no momento de fazer as compras de Natal, fosse até ao site da Wook, por exemplo, e pudesse escolher livros para oferecer. Procurar o que mais se poderia identificar com cada presenteado, pelo tema da obra, pelo nome, pelas personagens ou pela mensagem que cada narrativa passa a quem lhe pega com agrado e vontade de embarcar em novos mundos e vidas. 

Já ofereci livros quando sei que vão ser lidos! Infelizmente e como sei que nem sempre vale a pena optar por esse caminho, opto por não oferecer literatura por saber que não lhe vão pegar como gostaria que o fizessem. Seria tão mais fácil se todos conseguissem olhar um pouco mais para os livros, para os grandes clássicos ou somente para os tops nacionais, mas que lessem com agrado e não quase por obrigação em alguns momentos das suas vidas. 

21
Dez18

O Sal da Vida | Helena Sacadura Cabral

| O Informador

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Título: O Sal da Vida

Autor: Helena Sacadura Cabral

Editora:  Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Outubro de 2018

Páginas: 216

ISBN: 978-989-724-452-0

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Ternas, irreverentes e por vezes com final inesperado, as novas histórias de helena Sacadura Cabral revelam os diversos caminhos em busca do amor e da felicidade.

Reais ou ficcionadas, são fragmentos de vidas que mostram a riqueza do quotidiano e a importância dos afetos; são o espelho da nossa sociedade inquieta e refletem a firme convicção de que todos podem ser donos do seu próprio destino.

 

Opinião: Helena Sacadura Cabral reúne em O Sal da Vida histórias reais e inéditas onde se juntam espaços de ficção num romance de crónicas escritas ao longo do tempo e que foram ficando para agora poderem ser lançadas num livro onde o amor, a perda, a saudade e a felicidade ganham destaque. Para Helena Sacadura Cabral estas memórias tinham de ser contadas com o pretexto de que «Viver é muito mais do que existir. É lutar para ser feliz, amar e ser amado.» e é assim que O Sal da Vida surge junto do leitor.

Começando por mostrar os Encontros e Desencontros que a vida nos vai colocando pela frente ao longo do tempo, são vários os relatos próprios e ficcionais dados a conhecer de forma simples, sem criar ilusões e com um significado único. Cada linha deste livro é falada, relatada como se a autora estivesse a divagar para si própria, sem criar desenhos literários para que o texto venha a ficar com uma maior perfeição e um estilo gramatical mais elaborado. Não, em O Sal da Vida existe verdade, existem relatos tal como são pensados e não criando grandezas que só tendem a piorar o que realmente importa para quem está do outro lado, o leitor. Dos Encontros e Desencontros passamos para as Encruzilhadas da Vida onde os inesperados acontecem e há que manter as forças para ultrapassar cada ponto negativo que se nos atravessa pela frente. As perdas e os problemas na vida de Helena e as criações para ajudar a reforçar este capítulo são reais, são possíveis e podem acontecer a qualquer um. Visitamos posteriormente As Datas que nos Marcam e percebemos que como todos nós existem os bons e os maus momentos, onde existem datas que podem ser celebradas mas também as que ano após ano nos deixam mais cabisbaixos porque alguém partiu e aos 84 anos de idade Helena Sacadura Cabral sabe bem o que é a perda de pessoas de quem ama mas que continuam bem presentes na sua vida através de memórias e recordações que permanecem consigo e perante os seus olhos. As peripécias recriadas em Contado, Ninguém Acredita e finalmente Construir um Caminho para a Felicidade são os últimos pontos a serem desfiados por esta magnifica mulher que sempre luta pelo bem-estar interior e também de quem está ao seu redor. 

15
Dez18

Sob um Céu Escarlate | Mark Sullivan

| O Informador

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Título: Sob um Céu Escarlate

Título Original:  Beneath a Scarlet Sky 

Autor: Mark Sullivan

Editora:  Cultura Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2018

Páginas: 464

ISBN: 978-989-8886-21-7

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Pino Lella não quer nada com a guerra ou com os nazistas. Ele é um adolescente italiano normal - obcecado por música, comida e miúdas, mas os seus dias de inocência estão contados. Quando a sua casa em Milão é destruída pelas bombas dos Aliados, Pino junta-se a uma via-férrea subterrânea ajudando judeus a escapar dos Alpes e apaixona-se por Anna, uma bela viúva seis anos mais velha do que ele.

Numa tentativa de protege-lo, os pais de Pino forçam-no a alistar-se como soldado alemão - julgando que assim o manteriam longe de combate. Mas Pino é ferido e depois recrutado, aos dezoito anos, como motorista pessoal do general Hans Leyers, o caudilho de Adolf Hitler na Itália, e um dos comandantes mais misteriosos e poderosos do Terceiro Reich.

Agora, com a oportunidade de espiar o Alto-Comando Alemão, Pino luta em segredo, suportando os horrores da guerra e da ocupação, tendo a sua coragem reforçada pelo seu amor por Anna e pela vida que ele sonha que um dia compartilhar.

 

Opinião: O tema é daqueles que não me fascina assim tanto, a Segunda Guerra Mundial, no entanto e pela veracidade com que Mark Sullivan criou cada parte da história de Sob um Céu Escarlate, consegui ficar convencido sobre esta obra desde muito cedo. Real, limpo, sentimental e tocante, este romance tem todos os ingredientes que são necessários para me conquistar enquanto leitor que gosta de apreciar um bom livro criado com gosto e não para ser mais um porque assim o é exigido. 

Em Sob um Céu Escarlate descobrimos o jovem italiano Pino Lella, que numa fase avançada da sua vida resolve finalmente contar o que viveu ao longo do tempo de guerra. Os conflitos, as mentiras, fugas, esquemas e o verdadeiro amor em tempos complicados em que o mínimo detalhe podia alterar o caminho a seguir. O motivo pelo qual os anos de silêncio perduraram na vida de Pino Lella é revelada mesmo no final desta história que conquista e perante a qual percebemos que nem tudo era e continua a ser o que parece. 

09
Dez18

Ler por ai

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Leitores de bancada só conseguem ler no sossego do lar porque não podem ouvir qualquer som incomodativo e que os leve a perderem a concentração. Um leitor habitual e que o faz por gosto além de o fazer no silêncio de sua casa consegue levar a sua leitura avante em qualquer local, até no meio da confusão de uma das avenidas mais movimentadas da nossa capital.

Comigo o silêncio é uma coisa rara. Se tivesse de procurar um local, mesmo em casa, em que nada ouvisse para poder ler estava desgraçado. Leio habitualmente em casa em qualquer divisão, geralmente com a televisão ligada e ainda com conversas paralelas a acontecer. Nem sempre um livro precisa de ser acompanhado pelo silêncio total, principalmente por leitores que estão super habituados a pegarem num livro e deixarem-se levar por umas quantas páginas em qualquer local, estejam em casa, no carro, jardim ou esplanada. 

Não existem locais ideias para ler. Uma pessoa que gosta de ter a companhia dos livros segue a sua leitura em qualquer sítio e quase que de forma inesperada. Parar o carro e enquanto a chuva não para abrir o livro nas páginas onde se ficou e continuar a leitura. Estar na pausa do trabalho e aproveitar para ler mais um pouco. A viagem monótona de comboio serve perfeitamente para ir lendo, não estando a olhar para o vazio da paisagem pela qual se passa. A espera por uma consulta não poderá servir também para se ler um pouco mais? E nos primeiros minutos do dia enquanto se toma o pequeno-almoço, não poderemos pegar na atual leitura para iniciarmos de outra forma um dia que poderá ser cansativo?

05
Dez18

Literatura no Natal

| O Informador

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Neste Natal tenho uma simples sugestão para vos dar se estiverem com algumas indecisões sobre os presentes a oferecerem a quem conhecem bem. Um livro!

O presente ideal é sempre complicado de encontrar, ora porque não sabemos se o presenteado irá gostar, ora porque quem presenteia não gosta do que pode ser uma opção de presente... As dúvidas na hora da decisão surgem sempre. No entanto no mundo literário sempre, mas sempre, mesmo para os quase não leitores, é possível encontrar um livro com o qual quem o irá receber se possa identificar. A história, o tema, o local, o autor ou mesmo os sinais que um bom livro consegue transmitir ao seu leitor, até por vezes encontrar um personagem central com o nome da pessoa a presentear já acaba por mostrar que existiu cuidado na escolha, que se pensou, não pegando no primeiro lugar do top, embrulhar e oferecer.

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