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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

31
Out18

A Praia de Manhattan | Jennifer Egan

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Título: A Praia de Manhattan

Título Original: Manhattan Beach

Autor: Jennifer Egan

Editora: Quetzal Editores

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Setembro de 2018

Páginas: 504

ISBN: 978-989-722-452-2

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Os anos 1940. Anos de guerra e de esforço de guerra nos estaleiros navais de Brooklyn. No mesmo espaço geográfico, os sindicatos e as lutas pela supremacia das várias máfias: italiana, irlandesa, outras. Anna Kerrigan é a figura central do romance. Trabalha nos estaleiros (como centenas de outras raparigas) e deseja ardentemente ser a primeira mulher mergulhadora. Isto num tempo em que a vida das mulheres era ainda muito circunscrita. Mas Anna quer sobretudo saber o que aconteceu ao pai, que desaparecera anos antes, sem deixar rasto. A história começa com Anna pela mão do pai, numa visita a casa do encantador mafioso Dexter Styles, em Manhattan Beach, e é nessa mesma praia que, de certa forma, se encontra o seu princípio e desfecho. Por detrás do incrível bulício das docas e da agitada vida da cidade, a toda a volta, o mar: o mar que tudo liga, e que transforma as personagens, que destrói e dá vida, que esconde e revela. Uma narrativa extremamente cinematográfica que evoca o universo de Há Lodo no Cais - transcendendo-o em fôlego e âmbito.

 

Opinião: A estreia para com a escrita de Jenniger Egan aconteceu com A Praia de Manhattan, um romance que no início prometeu muito mais do que com o seu desenvolvimento conseguiu passar. Não tinha qualquer ideia sobre o que ia encontrar com a leitura desta narrativa, não sabendo nada sobre a autora, mas confesso que pela sinopse fiquei interessado e com algumas expetativas que acabaram por não serem alcançadas. 

A promessa de uma boa história com um bom encadeamento acabou por cair quando comecei a perceber a constante problemática entre a forma de contar a atualidade e recordar o passado. Senti-me baralhado em vários momentos, com a entrada de personagens que nada acrescentam na história e com a pouca descrição que vai sendo feita de locais e situações. 

Acompanhando a vida de Anna Kerrigan, com 12 anos, que vive com a sua mãe e irmã, e cujo sonho é trabalhar nos estaleiros, mais concretamente como mergulhadora, o que nos anos 40 era complicado para uma mulher, para mais jovem, conseguir entrar num mundo de homens. Ao mesmo tempo que Anna trabalha para ajudar em casa, o sonho desta jovem é perceber o que se terá passado com o desaparecimento do pai que também enfrentou os mares, passando-lhe essa paixão.

Em pequena Anna conheceu Dexter Styles, um homem com poder cujo seu pai temia. Incrivelmente volta a encontrar-se com esta figura já na sua fase adulta e tal como parece ter acontecido com o seu pai, a história de Dexter ao cruzar-se com a de Anna consegue alterar a rota que parecia estar a seguir para alcançar um sonho e objetivo profissional. Ligado aos estaleiros mas também com negócios ilegais na noite, Dexter é o homem que muitos idolatram mas que também tem de ser temido. 

18
Set18

Isto Vai Doer | Adam Kay

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Título: Isto Vai Doer, Diário Secreto de um Médico

Autor: Adam Kay

Editora: Cultura Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Agosto de 2018

Páginas: 240

ISBN: 978-989-8886-25-5

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Isto Vai Doer é um relato emocionante, cómico, e assustador de quem esteve na linha da frente no Serviço Nacional de Saúde britânico, numa profissão na qual as horas semanais de trabalho podem chegar a noventa e sete, em que diariamente é necessário tomar decisões de vida ou morte e a vida pessoal é relegada para segundo plano, não existindo tempo para os amigos e para relações duradouras.

Esta é a história pessoal de Adam Kay, que utilizou o seu extraordinário sentido de humor para contar a sua experiência enquanto médico interno no Serviço Nacional de Saúde britânico. Em 2010, após seis anos de formação e outros seis como médico, abdicou da profissão por sentir que as condições impostas pelo sistema eram extremas e irracionais, nomeadamente remuneração mal ajustada em relação ao nível de responsabilidade exigido, que tiveram um forte impacto na sua vida profissional e pessoal.

 

Opinião: Isto Vai Doer, Diário de um Médico não se encontra de todo dentro das opções literárias que escolho numa primeira ronda, no entanto a surpresa inicial quando dei a primeira vista de olhos por algumas páginas deixou-me desde logo perceber que iria ficar com outra ideia sobre um livro que retrata o dia-a-dia, de forma cómica mas também com algum peso, de um médico interno que integra o serviço nacional de saúde britânico. 

De médico a guionista de séries, Adam Kay estudou medicina e ficou anos entre turnos pelas urgências e consultas, perdendo momentos de vida, ocasiões familiares importantes, matrimónios e funerais das pessoas que lhe eram mais próximas, até que decidiu colocar um ponto final na exaustão que a profissão lhe causava. Após deixar o seu lugar clínico, Adam entra no mundo da ficção e é já livre de todo o modelo de saúde que pensa em colocar o seu diário de bordo disponível para todos. Alterando datas e nomes, surge assim Isto Vai Doer, como uma autêntica bomba atómica de bom humor, queixumes, azia, pressão, insegurança, alegria e preocupação sobre o que continua a ser feito numa das áreas mais importantes da sociedade britânica que demonstra muito o que se passa pelo Mundo. 

Através de uma escrita completamente despreocupada e sem preconceitos sobre o que pode e não pode ser revelado, Adam Kay revela praticamente o melhor e o pior do que foi vivenciando. Festejando as vitórias diárias dos bem sucedidos casos que entram pelas urgências e terminam entre risos e abraços aos complicados problemas sobre o que pouco já se consegue fazer nos momentos de angústia que por vezes ainda conseguem piorar. Entre o caos e o cansaço, o desassossego e as horas de sono perdidas, este profissional fez da angústia a força e dos medos a luta. 

Explicando dados, fórmulas e impressões referência entre especialistas, o autor deste diário descomplexado revela ao leitor tudo, dos momentos de simples consultas aos pormenores cirúrgicos, mas sempre sem perder o fôlego, mesmo quando se deixa abater ao longo das noites mais puxadas e após horas de serviço intermináveis. Existirá valor para pagar a quem salva vidas sem conseguir descansar, perdendo a sua própria vida para a dar aos outros? 

Isto Vai Doer é daquelas leituras rápidas onde a cada dia que passa deste diário somos levados a rir, a abrir a boca de espanto, pensando em como certas situações acontecem sem que muitas vezes o paciente se aperceba do risco que corre. A balança entre o ser pessoal e o profissional é colocada à prova nesta obra que vejo como um retrato bem elaborado de qualquer serviço de saúde onde todos protestam mas que poucos conseguem ter voz. O amor pelo que é feito perante vidas que têm de ser salvas acaba por deixar que muitos prossigam e deixem as suas vidas de lado em troca de sorrisos de «Obrigado». 

09
Ago18

O Silêncio da Cidade Branca | Eva G. Sáenz de Urturi

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Título: O Silêncio da Cidade Branca

Título Original: El Silencio de La Ciudad Blanca

Autor: Eva G. Sáenz de Urturi

Editora: Lua de Papel

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Julho de 2018

Páginas: 488

ISBN: 978-989-23-4260-3

Classificação: 5 em 5

 

Sinopse: Vinte anos depois, a cidade de Vitoria volta a ser assolada por uma série de assassinatos macabros. São em tudo iguais aos crimes do passado. Mas há um pequeno senão: o suposto assassino está preso. 

Na altura a imprensa chamou-lhes Os Crimes do Dólmen. Porque foi num dólmen que encontraram as primeiras vítimas: dois recém-nascidos unidos num abraço macabro. Seguiram-se várias outras mortes, encenadas com requinte em monumentos históricos. Tinham sido crimes quase perfeitos. Mas o assassino – um arqueólogo brilhante – acabou por ser apanhado, pelo seu não menos brilhante irmão gémeo, então inspetor da polícia. Caso encerrado. Ou talvez não. Na altura Unai era adolescente. Vivia obcecado com os crimes, mas aterrorizado com a perspetiva de ser a próxima vítima. Passados vinte anos, tornou-se um profiler implacável, especializado em assassinos em série. E quando o chamam à Catedral Velha de Vitoria, um calafrio percorre-o. Nos claustros encontra dois cadáveres e a mesma arrepiante encenação: nus, abraçados, com abelhas vivas na garganta… Mas pistas, nenhumas.

Unai, dá início à caçada. E as suas investigações levam-no a mergulhar a fundo na história da cidade, nos seus antiquíssimos mitos, lendas, segredos. Thriller arrepiante, que vendeu meio milhão de exemplares em Espanha, envolve o leitor numa cidade fascinante, Vitoria, que já tinha servido de cenário e inspiração a Os Pilares da Terra, de Ken Follet.

 

Opinião: Nem sempre uma capa consegue representar o que está no seu interior, mas com O Silêncio da Cidade Branca primeiramente fui conquistado pela imagem que me remeteu para uma sinopse que conquistou. Já com esta obra em espera na mesa-de-cabeceira foram poucos os dias em que resisti e assim que a comecei a ler percebi que tudo estava perfeito nesta criação de Eva G. Sáenz de Urturi. 

Um thriller romanceado com uma história espetacular onde a conjugação entre personagens e narração existe de modo perfeito. Nada parece falhar a partir do momento em que Unai é apresentado na primeira pessoa com conhecimento de causa sobre quem é e como tudo foi acontecendo na sua vida para chegar ao presente de forma a ter pela frente uma situação que já dura há mais de vinte anos e que volta a atormentar a sociedade quando tudo parecia estar esclarecido.

Olhando para o caminho que vai percorrendo com a sua equipa de investigação ao mesmo tempo que é contado um passado que explica o final de toda a história, Unai é a personagem perfeita desta criativa narrativa que se desenvolve pela cidade de Vitoria, em Espanha. O leitor além de poder conhecer Vitoria, é conduzido ao mesmo tempo numa investigação confusa e onde o verdadeiro suspeito se encontra longe de ser descoberto pelos mais perspicazes leitores deste estilo de enredos. A autora brinca com todas as teorias relatadas em quase quinhentas páginas onde o ritmo não falha em algum momento, mostrando grande capacidade criativa onde não são encontrados erros descritivos e sem lógica, levando tudo a encaixar de forma tão perfeita e com boas explicações que no final o que senti foi mesmo que fui completamente enganado e cai como um patinho na história de um assassino em série sem escrúpulos. 

13
Jul18

Hippie | Paulo Coelho

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Título: Hippie

Autor: Paulo Coelho

Editora: Pergaminho

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2018

Páginas: 224

ISBN: 978-989-687-505-3

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Paulo é um jovem que quer ser escritor. Deixa crescer o cabelo e parte numa viagem pelo mundo em busca da liberdade e do significado mais profundo da existência. Uma jornada que vai desde a prisão como terrorista pela ditadura militar brasileira, em 1970, enquanto viaja pela América do Sul, até ao encontro com Karla, em Amesterdão, e a decisão de partirem juntos para o Nepal no Magic Bus. No caminho, os companheiros que vivem uma extraordinária história de amor também passam por transformações profundas e abraçam novos valores para as suas vidas.

O mais autobiográfico dos livros de Paulo Coelho, que nos leva a reviver o sonho transformador e pacifista da geração hippie.

 

Opinião: Olhar para as obras de Paulo Coelho e refletir sobre a verdade das suas partilhas foi uma constante nas leituras que fiz do autor. Agora surgiu Hippie e vi uma realidade, talvez transformada para criar um outro impacto, sobre uma fase da vida de um autor que vive o dia sem receio do que está para vir. Aprender, conhecer e experimentar sob o lema da liberdade individual.

Numa narrativa com protagonistas reais, embora com nomes trocados, em Hippie o leitor é levado a partir numa viagem com o autor entre um grupo de desconhecidos com histórias para serem contadas enquanto o percurso segue e lembranças do passado se vão juntando às curiosidades do momento onde nada fica por dizer e fazer. Do sexo às drogas, das reflexões às dúvidas existenciais, o trajeto vai sendo feito entre zonas onde a ditadura impera com perseguições, medos e represálias, sem que nunca os viajantes sem medo deixarem de fazer o que pretendem, já que o seu lema é viver, aprendendo com o que os rodeia e sem deixarem nada por fazer. Em Hippie partimos da América do Sul até ao Nepal num autocarro onde diversas visões se juntam para que por vários dias vivam de forma despreocupada e de auto-conhecimento.

01
Jul18

Ganha | Alice no País das Sapatilhas | Manuscrito

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Alice, 15 anos, é a miúda mais popular do colégio. Namora com o Mister Giraço do 12º ano e o seu blogue, «Alice no País das Sapatilhas», soma visitantes e seguidores. Likelikelike! O seu sonho de vida é ser uma Fashion Blogger, sempre atenta às últimas tendências.

Mas, a um mês de fazer 16 anos, o feed da sua vida muda radicalmente quando os pais decidem ir viver para Rolhas, uma pequena e remota aldeia de Trás-os-Montes onde nem sequer há Internet. What? OMG! Vários emojis de espanto!

Susana Tavares poderá ser um nome estranho para muitos, mas não para todos. Conhecida no mundo da ficção nacional onde trabalhou entre as principais produtoras televisivas, nas equipas de guiões de novelas e séries de ficção, como é o caso de Floribella, Rebelde Way e Massa Fresca, a autora, licenciada em jornalismo, também elaborou a história do filme Beat Girl. Mais recentemente o caminho da literatura entrou na sua vida através dos livros inspirados na série Massa Fresca. A partir daí o gosto ficou e agora surge Alice no País das Sapatilhas, um romance destinado ao público adolescente mas que todos podem ler. Podem saber um pouco mais sobre esta história lançada pela editora Manuscrito em www.facebook.com/alicenopaisdassapatilhas e no blog https://nopaisdassapatilhas.blogspot.pt.

Para ti, que estás desse lado, tens aqui a oportunidade de ganhar um exemplar de Alice no País das Sapatilhas. Esta hipótese irá estar disponível até às 19h00 de dia 08 de Julho, Domingo, e nesse mesmo dia será revelado o nome vencedor nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. O premiado será contactado via email com a notícia sobre o prémio. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

06
Jun18

Os Humanos | Matt Haig

O Informador

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Autor: Matt Haig

Título original: Humans

Editora: Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Abril de 2018

Páginas: 320

ISBN: 978-989-8869-82-1

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: E se a terra fosse o planeta mais absurdo do universo?

O professor Andrew Martin, génio matemático, acaba de descobrir a chave para os maiores mistérios do Universo. Ninguém sabe do salto que isto representará para a Humanidade... exceto seres evoluídos de outro planeta.

Determinados a impedir que esta revelação caia nas mãos de uma espécie tão primitiva quanto os humanos, estes seres enviam um emissário para destruir as provas. E é assim que um alien intruso, completamente alheio aos costumes, chega à Terra. Rapidamente, ele descobre que os humanos são horrendos e têm hábitos ridículos - comida dentro de embalagens, corpos dentro de roupas e indiferença por trás de sorrisos... Esta espécie não faz sentido!

Durante a sua missão, sob a pele e identidade de Andrew Martin, este alien sente-se perdido e odeia todos os terráqueos. Exceto, talvez, Newton, um cão. Contudo, quanto mais se envolve com os que o rodeiam mais fica a perceber de amor, perda, família; e de repente está contagiado: será que afinal há qualquer coisa de extraordinário na imperfeição humana?

 

Opinião: Os Humanos consideram os possíveis seres de outros planetas como algo estranho, a ser descoberto, mas antes disso são rotulados como extraterrestre ou aliens. Agora vamos imaginar o contrário, onde um ser de outro planeta chega à Terra e começa a apontar o dedo a todos os atos, movimentos e comportamentos estranhos que cada individuo pratica.

Isto acontece de forma bem contada em Os Humanos, onde um ser de outro planeta chega à terra para substituir o professor de matemática Andrew Martin que estando perto de revelar um segredo que pode alterar o futuro da humanidade, é retirado de cena e substituído por um ser vindo do espaço que nada conhece e pouco, numa fase inicial, compreende. Começando por enfrentar as maneiras e costumes dos terráqueos, o ser no corpo do professor é como um critico social, para mais quando surge de um local muito mais avançado que o nosso planeta. O nosso? Perdão, o planeta deles, dos humanos, já que enquanto leitores deste livro somos todos extraterrestes e estamos a conhecer a Terra.

Enviado para uma missão secreta e incumbido de a levar até ao fim, este Vonadoriano, que vem do planeta Vonadoria, tem como função eliminar provas e quem possa saber um pouco sobre a revelação que o professor Andrew terá feito acerca dos números ímpares. Só que lidando com os humanos será que este Vonadoriano consegue não criar laços com a sua nova família e elementos mais próximos do dia-a-dia?

Os Humanos é daqueles livros que nos coloca literalmente ao contrário, deixando-nos a pensar sobre determinados temas cuja opinião pessoal é banal e que por vezes se formos a simplificar tudo seria diferente. E se pensarmos no futuro, será que andaremos na rua vestidos como agora? E a comida é um bem essencial para a sobrevivência? Ver televisão ou jogar consola é um modo de entretenimento que serve mesmo para quê? A critica gratuita à forma como habitamos o planeta e o modo de interação pessoal são pontos de interesse desta história que nos leva a acompanhar a vida do novo Andrew que aos poucos aprende a conviver como um humano, ultrapassando o choque inicial com a sua chegada até por se dar conta que aos poucos os seus próprios comportamentos são feitos consoante a normalidade dos seres que estavam destinados a abater para salvaguardar um segredo que tinha de ficar esquecido para sempre. Aos poucos este ser nulo começa a nutrir sentimentos, vontades e com as suas atitudes conquista o que não tinha no seu vazio inicial. 

Após uma descoberta autêntica estaremos prontos para regressar de onde viemos ou optaremos por continuar num planeta onde tudo era mau quando surgiu? Este livro é mais do que a sua história, dando uma lição sobre os julgamentos que todos fazemos sobre determinadas comunidades e locais sem nos darmos ao trabalho de conhecer um pouco melhor cada espaço e pessoa antes de formarmos uma opinião sobre o que está perante o nosso olhar critico. O novo Andrew enfrentou o desconhecido com um objetivo e alterando a sua forma de ver e sentir cada momento mostra que também nós podemos retificar cada erro de pensamento sobre o que num primeiro impacto nada nos diz e provoca. 

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