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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

05
Jan19

Falemos de má vizinhança?

O Informador

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Hoje apetece tocar no tema dos maus vizinhos que por vezes nos aparecem pela frente sem que tenhamos pedido tais acontecimentos. 

Vivo numa espécie de prédio onde partilhamos a escada para o primeiro andar com quem vive justamente na casa do lado. Foram anos a viver ao lado de uma senhora viúva que me viu crescer, mas com a sua morte a casa foi vendida e o seu novo proprietário resolveu alugar o espaço a uma família meio complicada. Pois é, além de não serem lá muito simpáticos, estas pessoas conseguem estar há mais de dois anos a viverem no prédio, a partilharem as escadas connosco e nem uma vez pensaram que deveriam limpar e lavar as escadas que frequentam. Coragem é mesmo ver que a sua entrada tem as marcas dos pés por ninguém lá passar vassoura e esfregona, sendo o resto das escadas limpas porque nós, pessoas normais, não gostamos de pisar lixo que sempre vai aparecendo pelos degraus. Será que estas pessoas não têm consciência que vivem em sociedade e que convém colaborarem nas limpezas coletivas? 

09
Dez18

Ler por ai

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Leitores de bancada só conseguem ler no sossego do lar porque não podem ouvir qualquer som incomodativo e que os leve a perderem a concentração. Um leitor habitual e que o faz por gosto além de o fazer no silêncio de sua casa consegue levar a sua leitura avante em qualquer local, até no meio da confusão de uma das avenidas mais movimentadas da nossa capital.

Comigo o silêncio é uma coisa rara. Se tivesse de procurar um local, mesmo em casa, em que nada ouvisse para poder ler estava desgraçado. Leio habitualmente em casa em qualquer divisão, geralmente com a televisão ligada e ainda com conversas paralelas a acontecer. Nem sempre um livro precisa de ser acompanhado pelo silêncio total, principalmente por leitores que estão super habituados a pegarem num livro e deixarem-se levar por umas quantas páginas em qualquer local, estejam em casa, no carro, jardim ou esplanada. 

Não existem locais ideias para ler. Uma pessoa que gosta de ter a companhia dos livros segue a sua leitura em qualquer sítio e quase que de forma inesperada. Parar o carro e enquanto a chuva não para abrir o livro nas páginas onde se ficou e continuar a leitura. Estar na pausa do trabalho e aproveitar para ler mais um pouco. A viagem monótona de comboio serve perfeitamente para ir lendo, não estando a olhar para o vazio da paisagem pela qual se passa. A espera por uma consulta não poderá servir também para se ler um pouco mais? E nos primeiros minutos do dia enquanto se toma o pequeno-almoço, não poderemos pegar na atual leitura para iniciarmos de outra forma um dia que poderá ser cansativo?

18
Nov18

Gritaria ao telemóvel

O Informador

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Vamos lá fazer um pouco de raciocínio coletivo para ver se nos entendemos!

Quando uma pessoa está ao telemóvel, a falar na rua e se afasta de quem está por perto porque talvez esteja a ter uma conversa mais intima e secreta que não convém que seja ouvida por outros e depois, da outra ponta da rua, começa a falar alto a responder a quem está do outro lado da chamada o que acaba por significar?

Então se está a falar baixo com o seu interlocutor quando está acompanhada e depois vai gritar do outro lado da rua para que os acompanhantes ouçam a conversa, não acaba por fazer justamente o contrário da intenção demonstrada? É que se é para não se ouvir pode sair e continuar a falar baixo, não é sair e aumentar o volume da voz para que todos saibam o que se está a passar naquela conversa via telemóvel. 

19
Out18

Lixo social

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Momentos existem em que tenho a sensação de que não me encontro em pleno século XXI onde várias são as campanhas sobre reciclagem e cuidados para com o ambiente. 

Há uns dias, em plena condução dentro de uma localidade, a senhorita que circulava à minha frente decidiu abrir o vidro do seu automóvel e deixar voar duas folhas de guardanapo. A minha reação foi imediata e rapidamente buzinei, isto ao mesmo tempo que ouvi do passeio um senhor que passava a aclamar «sua porca». Sabem o que aconteceu a seguir? A bela senhorita porcalhota optou por colocar a mão de fora do carro, esconder quatro dos seus dedos e deixar o do meio, o mais comprido bem espetado. Não contente, parou o veículo e ainda protestou pelo que lhe tinham chamado, levando como resposta o que talvez não quisesse voltar a ouvir de um senhor com idade para ser seu pai. Comigo não reagiu mas o restante percurso na rua foi vagaroso, como se tivesse de castigo a circular atrás de uma porca preguiçosa que além de não ter bom senso consegue dar um exemplo tão ruim a duas crianças que a acompanhavam na viagem.

03
Out18

Não é esquecimento...

O Informador

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Existem situações que podem acontecer por mero descuido. Existem outras que não são um simples descuido, sendo mesmo a crença que permanece em como tudo vai correr da melhor maneira.

Imaginemos uma reunião com mais de trinta pessoas, onde poucos se conhecem. O que deverá ser um dos primeiros procedimentos a ter antes de entrar na sala? Desligar o som do telemóvel! O que acontece já durante os esclarecimentos? Um telemóvel toca, mas não fica sozinho!

Entramos na sala e alguém se esqueceu de colocar o telemóvel no silêncio. Desculpável, o aparelho toca e é colocado nesse momento sem som. Quem está responsável pelo grupo pede para se verificar quem não tem o seu telemóvel no silêncio para o colocar. O que acontece uns minutos depois a alguém que por acaso, mas só mesmo por acaso, até verificou se estava tudo bem com o seu amigo tecnológico? O toque! Olhou para o ecrã no momento do pedido após a primeira interrupção para quê? É que não foi certamente para verificar o som, sendo mais para fazer que tinha visto o que afinal não viu. 

10
Ago18

David Carreira com comportamentos de m****

O Informador

David Carreira encontra-se no centro da polémica e logo em duas frentes, ambas envolvendo a PSP. 

Primeiramente alugou uma viatura da PSP para um videoclip mas acabou por desrespeitar o contrato feito entre a produtora responsável e a entidade de segurança. Segundo a imprensa, um guião sobre o que iria ser gravado junto do veículo foi enviado para análise e a descrição indicava que bailarinas iriam estar a dançar na frente da viatura com David Carreira a sair do lugar do condutor e a cantar. O que não aconteceu, tal como pode ser visto no videoclip. Neste mesmo tema existe ainda a questão de na letra existir por várias vezes a palavra «f***», pela voz de Deejay Telio, quando no guião a letra indica «problema» no seu lugar, isto segundo indicações do porta-voz da PSP Hugo Palma que afirma ainda que estas questões violam o contrato feito e que mancham a imagem da PSP. 

Como se isto não bastasse, o filho de Tony Carreira resolveu fazer mais uma das suas como se tivesse a entrar na fase de jovem rebelde do quero, posso e mando. Agora filmou um desafio perigoso que tem vindo a ganhar adeptos por todo o mundo - #InMyFeelings - que consiste em sair do carro em andamento. Um comportamento perigoso tanto para quem o pratica como para quem tem o azar de se cruzar com estes supostos condutores que colocam vidas em risco por uma brincadeira de mau gosto. 

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