Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

14
Mai19

Bonding | T1 | Netflix

O Informador

 

Bonding é a comédia rápida sobre uma dominadora que contrata o seu melhor amigo, gay, por sinal, para seu assistente. Dando a conhecer ao público um lado muito escondido, mas que existe, no mercado do sexo a nível mundial, esta primeira temporada da série Netflix conta com sete episódios de ligeiros quinze minutos, mais coisa menos coisa, e é capaz de ser vista de uma só assentada, em modo filme. 

Tiff, interpretada por Zoe Levin, é a personagem feminina central. Detentora dos seus dotes corporais como dominadora, esta jovem mulher é conhecida pelos seus clientes como Mistress May e é na sua masmorra de sexo, numa cave no centro da cidade, que recebe Pete, interpretado por Brendan Scannell, pela primeira vez para lhe dar a conhecer as suas novas funções enquanto seu assistente. Precisando de um companheiro de viagem, guarda costas, amigo e confidente, Tiff apela ao seu amigo de ensino para uma forma de ganhar dinheiro bem mais fácil do que outras profissões. Precisando de um rendimento extra para o auxiliar nas contas, Pete aceita, hesita mas acaba por ficar e conhecer melhor tudo o que rodeia a sala sexual de Tiff e os seus afazeres enquanto dominadora. Ganhando o nome Carter para com os clientes, a vida deste jovem gay fica alterada consoante as suas novas ligações e conhecimentos no que toca ao prazer.

Sem descurar a vida pessoal, o público é convidado também a perceber como Tiff vive num apartamento, com um empregado que usa máscara e que lhe faz tudo em casa. Já Pete vive num quarto alugado, tendo de passar pelo espaço do seu colega de casa, para entrar no seu pequeno cubículo. Cansado e mal pago por tentar ser comediante, o jovem acaba por se envolver demais neste mundo que lhe acaba por dar outro poder de sustentação. 

12
Mai19

Lunatics | T1 | Netflix

O Informador

lunatics.jpg

 

Já viram alguma série que de tão má até conseguiram ter vontade de ver para perceber o quanto conseguiam piorar? Aconteceu-me isso com Lunatics, a série onde o comediante australiano Chris Lilley interpreta seis bizarras personagens que de tão descabidas acabam por não funcionar. De imediato e logo ao primeiro episódio são apresentadas as seis estranhas interpretação de Chris.

Um gerente de moda, Keith Dick, que após anos ao serviço de uma bem prestigiada loja, herda do pai da sua esposa um espaço que transforma, a mal, para alcançar os seus sonhos. Um excêntrico que ama objetos, no sentido direto da palavra amor, e que através de atos de transtorno leva quem está ao seu redor a não concordar com nada do que é feito a favor da nova empresa, que surge e é apresentada de forma tão bizarra como o próprio Keith. 

Existe depois um adolescente de doze anos, Gavin McGregor, que é interpretado de forma tão estranha e num mundo tão baralhado que é mesmo a personagem mais decadente apresentada nesta série sem ponto positivo onde pegar. Nem consigo descrever esta personagem de forma a não deitar totalmente abaixo, por isso nem vejam para não terem acesso a cenas tão más. 

Becky Douglas, uma jovem que ao lado da sua irmã gémea, entra na universidade. Tudo parece normal, mas Becky tem mais de dois metros de altura, com pernas bem largas e um corpo tão abstrato que logo se entende que o que irá ser visto nas cenas com esta personagem é a gozação pura e dura. 

Quentin Cook é um agente imobiliário com um rabo de tamanho fora do normal, que assume os comandos da empresa deixada pelo pai e tudo corre mal. O problema aqui é a irresponsabilidade e o facto do seu rabo, e o dos irmãos, ser volumoso.

10
Mai19

Sabores da vida

O Informador

sabores.jpg

 

Ao longo da vida vai sendo normal criar uma certa ligação com certos sabores que por vezes chegam, permanecem e ficam somente na memória. Sabores que marcam e que ficam, mesmo que sejam procurados ao longo dos tempos e jamais encontrados. 

Lembro tão bem o sabor de um iogurte de baunilha que comia em criança e que desapareceu do mercado, sendo substituído por outras gamas da mesma marca. Ao longo dos tempos, já décadas, aquele sabor a baunilha sempre permaneceu, já comprei várias iogurtes com o mesmo aroma mas nenhum conseguiu ter aquele sabor que se tornou sempre especial e que parece inexistente nos dias que correm. Sei que baunilha é baunilha mas a composição daqueles iogurtes deveria ter um toque especial que ficou na memória do meu paladar para sempre. Ainda agora, a escrever este texto, me surge aquela ideia que tenho de agrado ao saborear aqueles iogurtes.

A par disto existem também alguns pratos que posso comer em variadíssimos locais mas que em nenhum consigo encontrar a fórmula perfeita como a minha avó os cozinhava. Aquele sabor especial, o toque de midas, e o cheiro eram diferentes e por mais que coma e tente encontrar a aproximação da receita perfeita não consigo lá chegar. Existia uma porção mágica que jamais voltarei a encontrar.

09
Mai19

A reserva de Marcelo Rebelo de Sousa

O Informador

marcelo rebelo de sousa.jpg

 

O ano é de eleições e nas últimas semanas Marcelo Rebelo de Sousa tem andado bem mais calmo nas suas aparições públicas por tudo e por nada. Talvez para deixar que o barco governamental siga o seu caminho a partir de agora a solo enquanto todos se preparam para a próxima corrida aos lugares cimeiros, o nosso Presidente tem-se mantido afastado, q.b., das guerras entre partidos.

Na questão dos professores com as birras de António Costa, Marcelo ficou quase calado, deixando ver como tudo acontecerá. Na greve de camionistas, falou mas deixou de lado a questão para quem a tem de resolver na verdade. Nos eventos públicos a que vai, embora menos também, evita falar muito com a comunicação social para não lhe serem colocadas questões.

Marcelo anda no seu recanto, com horas para tudo. O tempo de nadar e tomar o seu pequeno almoço, as reuniões políticas, os encontros que a função o obrigam continuam a existir, no entanto tudo parece andar a passar de forma mais despercebida. 

Será que o nosso Presidente não irá dar dicas pelos próximos meses no que deve ser feito ao longo da Campanha Eleitoral entre Direitas e Esquerdas unidas? Se estão unidas e pretendem fazer a corrida a solo, como depois conseguirão justificar se após as votações o elo tiver de voltar a existir com tanto diz que diz que parece que irá pautar os próximos meses políticos em Portugal?

07
Mai19

Casal da Treta | Força de Produção

O Informador

casal da treta cartaz.jpg

 

A igualdade de género é uma treta, mas isso vai mudar! Ou será que não? Se até agora isto era um “clube de cavalheiros” bem-falantes, CASAL DA TRETA marca a estreia de Détinha (Ana Bola), a mítica mulher de Zezé (José Pedro Gomes). Décadas de vida em comum recordadas na medida do possível: os estafermos dos filhos, o bairro onde sempre despejaram o lixo, o casamento que só quem foi lá é que o esqueceu. Do poliamor ao fitness, da "prótese" da próstata ao “forno” uterino, este casal não tem tabus. Mas Zezé e Détinha têm alguns segredos um do outro.... Lamentavelmente (ou lamentavelmentemestes, diria Zezé), os portugueses vão ter de os saber. Que treta.

José Pedro Gomes celebrou ao lado de António Feio o espetáculo Conversas da Treta. Anos mais tarde e após a partida do companheiro dos palcos, José Pedro Gomes pegou no formato e criou com António Machado o espetáculo O Filho da Treta. Agora e porque o sucesso que surge em torno deste fenómeno assim o pede, eis que Ana Bola entrou no mundo da Treta e ao lado de José Pedro Gomes protagoniza Casal da Treta, a comédia que pode ser vista no Teatro Villaret desde o dia 25 de Abril. 

Numa divertida comédia que reúne dois grandes atores, Casal da Treta dá a conhecer Détinha ao público que tem seguido o sucesso da Treta. A já bem mítica mas desconhecida mulher de Zezé, José Pedro Gomes, ganha assim rosto e corpo, através de Ana Bola, para ao longo de cada sessão provar que as conversas machistas e de cavalheiros podem ser partilhadas num seio familiar onde variados temas são debatidos entre dois seres que se amam mas que também se atrapalham. Num divertido espetáculo, o despejo dos grandes centros urbanos a favor do turismo, os filhos, o casamento em falência, as dívidas, o bairrismo, o corpo perfeito, o sexo e o mal dizer são alguns dos temas que de forma bem conseguida são debatidos nesta comédia que segue em crescendo e de forma atualizada. 

06
Mai19

Acreditar na mentira

O Informador

mentira.jpg

Existem histórias que vão sendo contadas que logo de início acabam por deixar o ouvinte a pensar sobre a sua veracidade. O que devemos fazer quando percebemos que nos estão a contar uma mentira tão bem elaborada e em crescendo? Mostrar que sabemos que tudo não passa de uma invenção ou fingir que acreditamos e acabarmos por sermos nós a rir com a situação?

Por vezes dou comigo a pensar sobre o que fazer quando percebo que a pessoa está a contar uma história tão verosímil que faz com que todos possam acreditar no que vai sendo dito. Com o conhecimento dos tempos vamos percebendo que muitos dos relatos vindos de certas pessoas não são mais que mentiras bem montadas para entreter e ajudarem o seu criador a sair valorizado com factos inexistentes mas que os demonstram como os melhores. 

Posso parecer falso em não dar a entender que sei que tudo é uma mentira, mas ao mesmo tempo acabo por me divertir ao tentar perceber até que ponto um inventor de situações do dia-a-dia consegue chegar. Estas histórias fantásticas por vezes acabam por ser o pão nosso de cada dia na vida de algumas pessoas que quando começam a falar já os outros sabem que vem invenção criativa na certa. 

03
Mai19

Comentário com resposta

O Informador

escrever.png

No mundo dos blogs existem comentários deixados em que se fica a pensar se vale mesmo a pena responder ou deixar de lado, no entanto e como gosto de comunicar e discutir ideias, acabo por quase sempre, mas este quase é praticamente na totalidade, por dar uma resposta que por vezes, para os comentadores que tentam ofender, acaba por espicaçar uma vez que vou contra as suas ideias e defendo o que tenho em mente. Daqui levam sempre resposta meus caros e escusam de vir com sete pedras e não sei quantas espadas apontadas porque não me deixo ficar calado perante comentários que se tornam ofensivos só porque não andamos com a mesma linha de opinião. Respondo para o bem e para o mal, ao contrário de muitos bloggers que querem ter reações mas que depois ignoram por completo quem está do outro lado!

Se tenho o hábito de responder aos comentários que são deixados, existe quem o não tenha, e não são assim tão poucos, que optam por nos seus próprios blogs não darem resposta a quem por lá deixa pequenas mensagens. Será que custa assim tanto darem um simples sinal de que viram os comentários partilhados? Nem que nos mandem para o outro lado, mas pelo menos respondam quando existe motivo para tal, coloquem uma palavra, se não se quiserem alongar, ou um simples sinal, mas pelo menos manifestem-se. Pensem que se têm comentários e seguidores, os mesmos gostam de obter o vosso feedback sobre determinadas questões que por vezes são colocadas e que pelos vistos caiem no vazio, como se um saco bem fundo surgisse e quase todos os comentários são atirados para o mesmo, só obtendo respostas aqueles comentadores que vos são mais chegados pelos anos de convívio online ou simplesmente porque convém interagir com a figura da esquerda e não com a da direita. Se os comentadores dispensam um minuto que seja para vos lerem e comentarem, tentem fazer o mesmo como agradecimento. Parece-me que não custa nada e só vos fica bem, visto não serem uma Cristina Ferreira, Rita Pereira ou A Pipoca Mais Doce que recebem comentários e mensagens a todo o instante e que mesmo assim conseguem responder em determinados momentos ou então, no caso das redes sociais, fazerem um simples Gosto nos comentários deixados. 

banner mrec exames nacionais e provas de aferição

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mensagens

Comentários recentes

Pesquisar

Atual Leitura
Top mais vendidos Wook