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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Tou Preguiçoso by Vasco Palmeirim

11
Set19

 

Vasco Palmeirim é um dos homens do ano em televisão e rádio e não é que este verdadeiro mestre do entretenimento consegue sempre surpreender com as suas criações? Desta vez lançou, com o apoio da equipa das Manhãs da Rádio Comercial, o tema Tou Preguiçoso e mais uma vez o resultado final funcionou e além de ficar no ouvido acaba por ser cómico. 

Nuno Markl, Pedro Ribeiro e Vera Fernandes são os bailarinos da versão do Vasco do tema Faz Gostoso da Blaya e este Tou Preguiçoso está um verdadeiro, como diriam os brasileiros, show pela letra, pelos bonecos criados e a capacidade de cada um de arriscar numa brincadeira que será vista por milhões em menos de nada. Gostei deste Tou Preguiçoso que Faz Gostoso estas suas criações que viram sucesso!

Oiçam Atentamente | 13/14/15.09.2019

Convites duplos

10
Set19

 

A ArtFeist celebra os anos 80 com um musical que segue a linha dos anteriores sucessos de bilheteira, Esta Vida é Uma Cantiga e Let The Sunshine In - Anos 60. Inspirado nos êxitos dos anos 80, chegou em pleno Verão de 2019 Oiçam Oitentamente, um espetáculo de Henrique Feist onde se juntam Mariana Pacheco, Diogo Leite e Valter Mira em palco com a companhia de Nuno Feist na direção musical deste espetáculo que é cantado e tocado ao vivo no Auditório do Casino Estoril. 

Esta semana tenho convites duplos para sortear destinados às sessões de dia 13 e 14 de Setembro, Sexta-feira e Sábado, pelas 21h45, e Domingo, 15, pelas 18h00, de Oiçam Oitentamente. Este passatempo irá estar disponível até às 18h00 de dia 12 de Setembro, Quinta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

A biblioteca sem Guerra e Paz

09
Set19

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Aos 32 anos de idade e já com centenas de livros lidos, confesso que ainda não enfrentei a tão aclamada obra de Lev Tolstói, Guerra e Paz. No entanto e sabendo o peso que este texto tem na literatura mundial, fiquei espantando quando percebi que numa biblioteca nacional do nosso Alentejo não existe um exemplar de cada volume desta obra. Como pode isto acontecer, estando para mais o Guerra e Paz inserido no Plano Nacional de Leitura? Esta é daquelas situações que não se compreende por num espaço de interesse público, onde a literatura está disponível a todos, faltar uma obra com história e que é aconselhada. 

Deixo aqui um apelo para que todos os diretores de bibliotecas nacionais e mesmo os funcionários façam uma visita com sentido às suas estantes para perceberem que obras fazem falta a favor do que é importante, deixando talvez várias novidades que não ficarão na memória para trás. O importante está a falhar e é necessário não ficar sentado e perceber o que é procurado e o que faz realmente falta nas estantes nacionais de interesse público. 

Recordo que Guerra e Paz tem como pano de fundo um cenário de guerra, aquando da invasão da Rússia por parte das tropas Napoleónicas, retratando episódios históricos onde a ficção toma lugar, Entre grandes personagens que procuram um sentido para a vida, entre o amor, o ódio e a luta, esta é uma história que leva o leitor a refletir sobre a vida e o quão frágil é a existência de cada um. 

A diferença de preços

08
Set19

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Alguém me poderá dizer, «Ah e tal, no Alentejo não se passa nada!» ao que poderei concordar para logo depois tentar mostrar que na zona alentejana, o deserto como muitos afirmam, a vida é levada de forma tranquila, numa paz de espírito, sem o stress do dia-a-dia citadino e acima de tudo com condições em vários serviços acima do normal pelo país e a preços bem mais reduzidos. Podem não ter tudo ao virar da esquina, mas o que existe é bom e recomenda-se!

Um dos exemplos bem notórios, além dos centros de saúde em todas as vilas, farmácias e vários serviços públicos espalhados e onde todos tentam ajudar a resolver problemas e recebem bem quem chega de fora, existem situações onde as diferenças dos preços praticados entre a zona litoral e interior é irreal. 

Falemos, já que estamos ainda no Verão, das piscinas municipais. Primeiro quero dizer que praticamente de dez a vinte quilómetros existem instalações recentes e com todas as condições, desde espaços amplos, com relva, sombras, bons balneários e afins, para toda a população e o mais notório disto tudo é o preço das entradas. Então não é que frequentar as piscinas municipais em várias vilas alentejanas custa somente 1,50€ por dia? Não queria acreditar no primeiro dia em que ao balcão me cobraram este valor, mas é verdade.

A Casa de Charles Street | Danielle Steel

06
Set19

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Título: A Casa de Charles Street

Título Original: 44 Charles Street

Autor: Danielle Steel

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2019

Páginas: 280

ISBN: 978-972-25-3587-8

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: De desconhecidos a amigos, de amigos a família...

Na sequência do seu divórcio e dos problemas financeiros que se seguiram, Francesca sente-se desesperada. Sozinha, teme não ser capaz de suportar a casa encantadora onde vive e, como solução de recurso decide alugar uma parte dela. Pouco a pouco, a casa vai readquirindo vida: primeiro com Eileen, uma jovem professora da Califórnia, depois com Chris, um pai divorciado, e, finalmente, com Marya, uma cozinheira notável que perdeu o marido. Rapidamente, uma feliz cumplicidade instala-se entre os companheiros da casa. Contagiada por esta nova energia, Francesca volta a sentir-se com forças para reabrir o coração e procurar o amor...

Ao longo de um ano assombroso, inesquecível e que, em última análise, vai alterar muitas vidas, a casa do número 44 de Charles Street enche-se de risos, de mágoas e, sempre, de esperança.

 

Opinião: A Casa de Charles Street é mais um romance de Danielle Street entre tantos outros que destacam a perda, a conquista e o amor. Mas como várias das histórias da autora que me foram conquistando ao longo dos anos, esta narrativa não é exceção e em pleno período de férias acabou por se tornar numa boa e rápida companhia literária através da sua veracidade, simplicidade e capacidade de conquistar o leitor ao longo de tudo o que vai sendo relatado.

Primeiramente é apresentada ao leitor Francesca, uma mulher de 35 anos cuja relação de cinco anos terminou de forma amigável e por decisão mútua. No entanto, existe uma grande casa e uma galeria de arte que Francesca quer manter e para isso decisões e mudanças têm de ser tomadas para suportar os custos. Como tal e após o pai se tornar sócio para ajudar a aguentar os custos com a galeria de arte para que o espaço ganhe o seu rumo, esta mulher decide receber em casa um conjunto bem heterogéneo de pessoas que não conhece e que lhe vão alugando quartos. Num ambiente que se vai tornando familiar, Francesca recebe Eileen, uma jovem professora vinda da Califórnia, Chris, um arquiteto com um filho que está ao seu encargo ao fim-de-semana, e Marya, uma prestigiada cozinheira. Após distintos percursos, estas quatro pessoas unem-se num só local, criando laços com o tempo, protegendo-se como amigos que passam a ser praticamente uma família. 

Tarifários erráticos

05
Set19

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Há uns anos que usufruo do tarifário móvel da Vodafone Yorn X 5GB +25, no entanto deteto que existem ocasiões, em determinados meses, em que os pacotes de internet geral se gastam e são cobrados como o sistema de água pública no município de Alenquer, caro como tudo.

Mal começa o mês, o consumo de internet do telemóvel é somente feito fora de casa, já que no seu interior existe Wi-fi de outra rede, e no entanto aparece aquele mês em que o pacote se desvanece em menos de nada. Como pode? Ainda há uns dias, foi-me atribuído através de um jogo que a rede disponibiliza na sua aplicação, o Yorn Shake It, 5GB extra para poder usufrui ao longo de trinta dias. Aceitei, claro, mas posso afirmar que este bombom durou somente três dias com um consumo normal. Ou seja, supostamente deram o dobro do que tinha por direito mas esse mesmo extra foi tirado de forma tão rápida que arrisco a dizer que de cada vez que abria uma rede social lá se iam uns bons megas para ficarem livres daquele engano.

Sei que não sou o único a queixar-me destas situações de fraude da Vodafone porque as redes sociais estão cheias sobre esta questão. No entanto quando ligamos para o Apoio ao Cliente o que fazem é simplesmente dar conversa de tanga, assumem o erro, mas não repõem o que não consumimos e que o contador, a favor da rede, afirma que sim. No mínimo e uma vez que sabem que é erro deles, deviam creditar o consumidor recolocando os 5GB que são pagos para o mês.