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O Informador

09
Jan16

Atual leitura... A Chave de Salomão

No Natal de 2014 o Pai Natal trouxe até mim o livro A Chave de Salomão, tal como tem trazido ano após ano o último lançamento de José Rodrigues dos Santos, não tendo sido em 2015 excepção. Agora, mais de um ano depois, eis chegado o momento de colocar a leitura deste romance em prática para depois pegar pelos próximos meses na mais recente obra do autor, As Flores de Lótus.

Quem já leu A Chave de Salomão gostou?

10
Out14

A Chave de Salomão chega a Portugal!

A Chave de SalomãoSeis meses depois de ter lançado La Clé de Salomon por França, eis que José Rodrigues dos Santos prepara-se para apresentar a mesma obra, A Chave de Salomão, aos seus leitores nacionais, aqueles que têm estado sempre consigo e que desta vez foram deixados para segundo plano.

É certo que por cá os livros do jornalista da RTP são praticamente sempre lançados em Outubro, a pensar nos presentes de Natal, mas primeiro optar pelo público francês para deixar os seus patriotas para segundas núpcias é mau. Pode ter sido o contrato com a editora internacional a obrigá-lo a fazer esta opção que levei a mal, mas quem sou eu no meio de milhares de pessoas que estão à espera deste novo romance que estará à venda no final deste mês?! Será certo que mais mês menos mês irei comprar ou receber pelos anos ou época natalícia este livro da Gradiva porque isso já faz parte da tradição, mas este gesto do autor não me caiu bem!

Já agora e para os interessados que me questionaram sobre a data do lançamento do novo romance de José Rodrigues dos Santos, aqui fica a sinopse de apresentação de A Chave de Salomão...

Sinopse
A Chave de Salomão é o novo romance de José Rodrigues dos Santos e estará à venda a partir de dia 23 de Outubro.
A apresentação está marcada para o sábado, 25 de Outubro, pelas 17h00, no auditório 1 da FIL, no Parque das Nações, na Rua do Bojador, (junto ao pavilhão Atlântico), em Lisboa. O novo romance do autor será apresentado pelo psiquiatra Mário Simões e pelo físico Pedro Ferreira. A sessão de lançamento será precedida pela encenação de um excerto do romance pela companhia de Teatro Fatias e Cá.
A Chave de Salomão aborda o maior mistério científico de todos os tempos, uma espantosa descoberta feita pelos físicos e que indicia que é a consciência que cria a realidade.
Perante estas desconcertantes descobertas, Albert Einstein afirmou:
"Gostaria de acreditar que a Lua existe se ninguém estiver a olhar para ela."
Através de um romance de ficção, José Rodrigues dos Santos apresenta as respostas que a ciência encontrou para algumas das mais importantes perguntas da humanidade:
O que acontece quando morremos?
O que é o universo?
O que é a realidade?
O que é a consciência?
A Chave de Salomão é o décimo terceiro romance de José Rodrigues dos Santos, autor da Gradiva que já vendeu mais dois milhões de exemplares em todo o mundo e está publicado em mais de vinte línguas. À semelhança do que acontece em Portugal, José Rodrigues dos Santos tem conquistado consecutivamente os primeiros lugares nos tops de vendas em vários países.
15
Mai14

Um Milionário em Lisboa

Um Milionário em LisboaUm Milionário em Lisboa, a continuação literária de O Homem de Constantinopla, surpreendeu pela positiva, deixando para trás o primeiro e também bom livro da saga, que mostra com base em histórias verídicas, a vida e obra deixada por Kaloust Gulbenkian pelo Mundo, essencialmente por Portugal.

Já tinha gostado do livro que relata os primeiros anos de Gulbenkian e posteriormente do seu filho, mas é com Um Milionário em Lisboa que se percebe realmente quem foi o homem que deixou marcas por Portugal, depois de ter sido «expulso» dos países por onde foi passando ao longo da sua vida, sempre a fugir da guerra onde lhe tentaram tirar a fortuna amealhada com base numa boa perspectiva económica e numa visão de mercado única. Kaloust enriqueceu desde cedo e com a fortuna foi comprando arte bela, deixando o excêntrico para trás, tendo juntado ao longo do tempo os seus estimados enfants que hoje podem ser vistos na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa.

Este trabalho de José Rodrigues dos Santos não pode ser considerado o seu melhor livro, no entanto, como biografia de uma vida recheada de contra tempos e amores, o autor conseguiu descrever exemplarmente como um ser rico e que tinha todos aos seus pés vivia consigo próprio, deixando os outros, aqueles que estavam prontos para o servir à espera. Gulbenkian, um homem de feitio complicado, é assim mostrado ao mundo tal como foi, exigente, de birras e mau génio, como a sua classe na altura se sentia perante a sociedade.

O autor elaborou toda a narrativa e em Um Milionário em Lisboa conseguiu ainda surpreender com a visão contada sobre o sofrimento que o jovem Krikor, o filho, teve que enfrentar por um amor eterno e longínquo. Vi este livro com duas fases distintas, tendo ficado agarrado ao seu início mais emotivo e onde quis sempre saber mais, deixando-me depois alongar na leitura dos últimos acontecimentos, o final de Gulbenkian e o surgimento do que pode ser visto hoje pela nossa capital do homem que queria viver para sempre.

Um testemunho real e que transporta o leitor para a época em que os acontecimentos tiveram lugar, numa mistura de locais, culturas, cheiros, vivências e sentimentos! Gostei de ler uma biografia contada pela mão de José Rodrigues dos Santos, o autor que escreve a pensar no mundo e não só nos portugueses!

Sinopse: Baseado em acontecimentos verídicos, Um Milionário em Lisboa conclui a espantosa história iniciada em O Homem de Constantinopla e transporta-nos no percurso da vida do arménio que mudou o mundo – confirmando José Rodrigues dos Santos como um dos maiores narradores da literatura contemporânea. 
Kaloust Sarkisian completa a arquitectura do negócio mundial do petróleo e torna-se o homem mais rico do século. Dividido entre Paris e Londres, cidades em cujas suítes dos hotéis Ritz mantém em permanência uma beldade núbil, dedica-se à arte e torna-se o maior coleccionador do seu tempo.  Mas o destino interveio.  O horror da matança dos Arménios na Primeira Guerra Mundial e a hecatombe da Segunda Guerra Mundial levam o milionário arménio a procurar um novo sítio para viver. Após semanas a agonizar sobre a escolha que teria de fazer, é o filho quem lhe apresenta a solução:  Lisboa.  O homem mais rico do planeta decide viver no bucólico Portugal. O país agita-se, Salazar questiona-se, o mundo do petróleo espanta-se. E a polícia portuguesa prende-o.
05
Abr14

A ler... Um Milionário em Lisboa

Um Milionário em LisboaO Homem de Constantinopla já tinha sido lido, logo quando foi lançado, agora chegou a vez de dedicar tempo à sua continuação, Um Milionário em Lisboa!

Seis meses depois pego na segunda parte da obra de José Rodrigues dos Santos que retrata de forma ficcional a vida de Kaloust Gulbenkian. Num longo romance dividido em dois volumes, o jornalista e pivô do Telejornal da RTP narra a forte vida que este nome mundialmente conhecido teve ao longo da sua existência. Da infância e começo da conquista milionária, aos amores e desastres familiares, um homem mudou com a sua ambição o seu destino e fez fortuna, não se deixando ficar com o que tinha. Através da arte que foi aprendendo a admirar conseguiu construir um segundo império que veio a unir aos seus bens materiais e profissionais e foi assim que entrou num outro mundo, para além do petrolífero!

Um ser, várias vidas, uma diversidade cultural e religiosa e um autor que sabe como agarrar os leitores. Espero voltar a surpreender-me tanto ou mais com Um Milionário em Lisboa como aconteceu com O Homem de Constantinopla. Boas expetativas para esta leitura!

Sinopse: Baseado em acontecimentos verídicos, Um Milionário em Lisboa conclui a espantosa história iniciada em O Homem de Constantinopla e transporta-nos no percurso da vida do arménio que mudou o mundo - confirmando José Rodrigues dos Santos como um dos maiores narradores da literatura contemporânea. 
Kaloust Sarkisian completa a arquitectura do negócio mundial do petróleo e torna-se o homem mais rico do século. Dividido entre Paris e Londres, cidades em cujas suítes dos hotéis Ritz mantém em permanência uma beldade núbil, dedica-se à arte e torna-se o maior coleccionador do seu tempo. Mas o destino interveio. O horror da matança dos Arménios na Primeira Guerra Mundial e a hecatombe da Segunda Guerra Mundial levam o milionário arménio a procurar um novo sítio para viver. Após semanas a agonizar sobre a escolha que teria de fazer, é o filho quem lhe apresenta a solução: Lisboa. O homem mais rico do planeta decide viver no bucólico Portugal. O país agita-se, Salazar questiona-se, o mundo do petróleo espanta-se. E a polícia portuguesa prende-o.
17
Out13

O Homem de Constantinopla

O Homem deJosé Rodrigues dos Santos surpreendeu os seus leitores e em Setembro lançou, quase em segredo, O Homem de Constantinopla, um romance biográfico sobre Caloust Gulbenkian. O mundo literário logo começou a falar sobre esta nova obra do jornalista da RTP e a minha compra aconteceu com a pré-venda ainda a decorrer. Encomenda feita e recebida, disponibilidade para a leitura acontecer e agora a opinião sobre o livro!

Através de uma resma que Kaloust fez chegar às mãos do seu filho Krikor quando este era um jovem adulto, a história da família Sarkisian é contada e relatada de forma romanceada pelo próprio e tudo começa nesse exacto momento. Com um vocabulário extremamente acessível a todos e com um texto bem corrido, José Rodrigues dos Santos tomou de embalo a história deste grande homem que nasceu remediado e que aos poucos atingiu o topo do reconhecimento e do poder através dos seus negócios e apostas económicas.

Do Império Otomano a Paris, de Londres para o Mundo, Kaloust tornou-se num dos homens mais ricos do mundo e educou o seu filho para lhe seguir os passos, contornando o seu caminho consoante a sua vontade e na direcção que entendia. O amor e a traição, os ricos e os pobres, o fracasso e a glória...

No geral, adorei este livro e embora não seja o melhor de Rodrigues dos Santos, anda entre os melhores, no entanto existe uma coisa que quero destacar pela negativa! Ao longo de todo o romance muitos são os capítulos dedicados aos negócios e reuniões e consoante as coisas vão acontecendo maior é a força que tais acontecimentos ganham no livro, o que não posso aplaudir. A mim muito mais me interessou a parte pessoal de Kaloust e da sua família que o jogo económico que o fez crescer. A opção por mostrar o poder do homem e deixar para segundo plano os afectos, o ostracismo e a boa vontade falou mais alto para o autor, o que não entendi, já que tenho em conta que o jornalista gosta de fazer um bom romance com todos os detalhes possíveis!

Um bom livro, uma boa companhia e um óptimo manual para a descoberta de um homem que saiu de Constantinopla e conquistou o mundo!

Sinopse: O Império Otomano desmorona-se e a minoria arménia é perseguida. Apanhada na voragem dos acontecimentos, a família Sarkisian refugia-se em Constantinopla. Apesar da tragédia que o rodeia, o pequeno Kaloust deixa-se encantar pela grande capital imperial e é ao atravessar o Bósforo que pela primeira vez formula a pergunta que havia de o perseguir a vida inteira:

“O que é a beleza?”

Cruzou-se com a mesma interrogação no rosto níveo da tímida Nunuphar, nos traços coloridos e vigorosos das telas de Rembrandt e na arquitectura complexa do traiçoeiro mundo dos negócios, arrastando-o para uma busca que fez dele o maior coleccionador de arte do seu tempo.Mas Kaloust foi mais longe do que isso:

Tornou-se o homem mais rico do planeta.

Inspirado em factos reais, O Homem de Constantinopla reproduz a extraordinária vida do misterioso arménio que mudou o mundo – e consagra definitivamente José Rodrigues dos Santos como autor maior das letras portuguesas e um dos grandes escritores contemporâneos.

No final de Novembro será lançada a continuação de O Homem de Constantinopla, intitulado de Um Milionário em Lisboa! Não vou perder!