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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

20
Abr18

Sete anos depois...

| O Informador

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Uma imagem, uma recordação representativa de um momento! Não me lembrava desta fotografia, tirada no Funchal, há precisamente sete anos, mas a passagem pelas redes sociais, que nos vão alertando sobre o que andamos a fazer neste dias pelos anos anteriores, ajudou-me a relembrar que estava de férias, livre e feliz. É assim que recordo aqueles dias passados na ilha por onde subi e desci ruas e conheci lugares onde tenciono voltar para redescobrir e também para que consiga visitar o outro lado da Madeira, a parte mais tradicional, mais rural, e onde em 2011 não fui. 

A imagem indica-me liberdade e paz, sendo que as memórias que tenho daqueles dias são essas mesmas porque ali vivi ao sabor da maré, sem horários, sem pressas e sem os constrangimentos do dia-a-dia, onde as correrias e os problemas surgem sem pedirmos. Naquelas férias descansei, conheci, sorri, voei, flutuei, saboreei e acima de tudo vivi e amei.

Desta imagem destaco ainda o facto de andar com uma mini máquina fotográfica, algo que os telemóveis destronaram na minha vida, um quispo que ainda faz parte do meu guarda-roupa, tal como o lenço preto que ficará para sempre comigo por ter um significado especial. Tudo o resto já foi porque vivemos de memórias mas também de mudanças e se vamos crescendo física e psicologicamente, tudo o que nos vai ajudando a compor também tem a obrigação de ser reciclado. 

17
Abr18

Friorento

| O Informador

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A idade altera comportamentos e a forma de olhar para cada situação em particular e ao mesmo tempo transforma a forma de estar. O que a idade não perdoa ao mesmo tempo que o psicológico se altera é a parte física e nesse campo, quer seja um problema de conjugação da mente ou não, ando a sentir de ano para ano mais frio, talvez com a ajuda das diferenças temporais que se fazem sentir de forma repentina cada vez mais. 

Sinto o frio como não acontecia quando era mais novo. Agora, embora continue a odiar andar com camadas e camadas de roupa e casacos grossos para onde quer que vá, sinto as diferenças de temperatura com uma intensidade incrível. Posso estar quente em casa, preparar-me para sair e quando coloco os pés na rua o vento e o frio parecem cortar o corpo como se tivesse a ser laminado às postas pelas partes que enfrentam diretamente o tempo, como a cara e as mãos, mas também mesmo as costas, que geralmente é onde me sinto mais atacado quando sinto frio, parecendo ficar estático e com o pensamento que estou a ficar com a coluna congelada. 

Isto não acontecia há anos atrás, onde enfrentava as mudanças de temperatura e não sentia tais alterações de forma tão drástica, agora acaba por ser instantâneo e por vezes acredito que se não me despachar a recolher dentro de um local quente que posso sofrer alguma lesão por ficar com os ossos numa sensação de pressão para se aquecerem, parecendo que me sinto a encolher perante os primeiros impactos das temperaturas mais baixas. 

24
Mar18

Insónias matinais

| O Informador

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Voltei de férias a semana passada e desde então que ando com um problema matinal de insónias. Acordo bem antes da hora desejada, do nada, sem qualquer barulho por perto e sem razão aparente para tal acontecer. Certo é que este comportamento inconsciente acaba por me deixar incomodado logo de manhã por perceber que podia descansar, a dormir, mais tempo, e a mente não deixa. 

A hora de deitar tem sido a mesma dos últimos meses, pouco depois da meia noite, uns dias esticando um pouco esse horário, mas anda tudo dentro do normal. Na manhã é que as coisas se alteraram por estes dias e já parece começar a ser rotina. Uma hora antes do despertador as pálpebras ganham vida própria, abrem-se e a visão torna claro o dia que está prestes a nascer. Por mais que sinta que estou acordado e tente manter de olhos fechados não aguento e a tentação de espreitar o relógio surge, ficando nesse momento um pouco desorientado por perceber que tinha ainda tanto tempo para dormir e já estou acordado e sem qualquer ponta de sono. A razão? Não a descobri ainda!

Com isto ando a dormir entre cinco e seis horas por dia, não mais que isso, passando as horas acordado a abrir a boca com sono e parecendo meio cansado. O que fazer para alterar esta nova rotina de insónias matinais que me acordam para não mais deixarem adormecer até o despertador tocar?

07
Fev18

Contribuinte? Errado!

| O Informador

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Andava a tratar das faturas no portal das finanças para ficar tudo arrumado dentro do prazo quando percebo que os seguros não estão a entrar em lado nenhum, nem diretamente para a sua devida pasta nem ficam na fila de espera para serem corretamente arrumados no seu devido lugar. Pesquisa leva a pesquisa e a procura revelou que as despesas do seguro do automóvel não entram e nem nunca iriam entrar para o meu sistema de IRS. Agora a questão que se coloca é... Porque isso acontece?

Pois bem, não sei como, mas tenho três números mal colocados no contribuinte que aparece nos dados da seguradora. Não é um número, não são dois algarismos trocados, são mesmo três números errados. Não me lembro se na altura me pediram o cartão ou se disse o número (porque o tenho decorado mentalmente), mas o que é certo é que no sistema da seguradora o meu NIF está incorreto.

Dois anos depois de ter feito o seguro, quatro pagamentos feitos e só agora, na arrumação das faturas no portal das finanças percebo que aqueles valores, que não são tão baixos assim, não têm aparecido nas contas dos anos anteriores.

06
Fev18

Roupa ganha segunda vida

| O Informador

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Por vezes é necessário fazer um refrech ao guarda roupa e perceber que existem peças a marcar o seu lugar que não são vestidas há anos. Se assim acontece então porque as manter quando não existe sequer tenção de as usar pelos próximos tempos?

E foi assim que resolvi fazer uma atualização mais puxada pelos cabides, gavetas e prateleiras onde calças, camisolas, casacos e t-shirts habitam regularmente. Comprei algumas peças novas e resolvi definitivamente pegar nos amontoados e perceber o que me faz falta ao longo do ano, o que ainda me serve e o que não uso há algum tempo. Foi assim que espalhei pela cama, espaço após espaço, a roupa, e peça a peça fui fazendo a seleção do que ficava e do que ia ganhar nova vida em outras mãos. 

Acabei por encher três sacos de «não utilizados por mim mas podendo fazer falta a outros» e foi isso mesmo que fiz. A roupa não me servindo mas estando boa ainda seguiu para as caixas espalhadas pela sede de concelho para que possa ser depositado o que já não nos faz falta mas que dá um grande jeito a outras pessoas.

02
Fev18

Será uma boa aposta profissional?

| O Informador

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Iniciei o mês com uma entrevista de emprego. Sim, eu estou empregado, mas quero mudar e ando a ver o mercado de contratações, tendo sido chamado em dois dias para me sentar nos escritórios de uma Imobiliária.

Gostei do que ouvi por parte do diretor e da responsável comercial que me explicaram todos os procedimentos e métodos de trabalho da empresa. No entanto o facto de não ter um ordenado base incomoda-me um pouco pela instabilidade que isso me dá. Sei que fui praticamente escolhido na entrevista, irão ligar-me na próxima semana para lhes dar a resposta e não sei o que fazer.

Deverei saltar de onde estou com ordenado com valores exatos mensalmente mas onde não estou bem ou partir para uma área onde tenho de aprender e correr o risco de existir um mês sem nada levar para casa como ordenado. Será que o mercado imobiliário está à minha espera ou será uma má aposta esta mudança?

Se alguém conhecer o ramo que me dê alguma dica para me ajudar a decidir nesta hora tão complicada!

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