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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

11
Fev18

Vizinhos com reg(r)as complicadas!

| O Informador

Como sabem a vizinhança da casa ao lado não é assim tão espetacular como poderia ser dentro do razoável e as aventuras por não saberem viver em sociedade continuam...

Pois, parece que desta vez resolveram colocar água nas plantas secas que existem em vasos partidos pela sua varanda forrada com uma rede escura para não se ver o que lá se passa, só mesmo nós, ao lado, conseguimos ter noção da sujidade. Regaram as plantas, ou melhor, o que resta das plantas e eis que a água começa a escorrer, com terra, pela parede amarela do prédio. Como se não bastasse, o carro de um vizinho estava mesmo por baixo da dita varanda e eis que mesmo a meio do veículo os pingos fazem-se sentir, ficando as marcas negras. Quem surge na janela nesse exato momento? A proprietária do carro!

Agora, imaginem o resto! Os porcos refugiam-se em casa após apagarem o que resta dos cigarros no chão da varanda. Sim, não existem cinzeiros por aquelas paragens e a vizinha debaixo pragueja com tudo e mais alguma coisa sobre a falta de cuidado que estes maus vizinhos continuam a ter! 

01
Fev18

«Ela que use roupa decente»

| O Informador

assédio sexual.jpg

Andava a vaguear pelas redes sociais quando me fixei numa partilha da Joana Azevedo, uma das principais animadoras das tardes da Rádio Comercial, onde se podia ler o que se segue. «A Catarina Furtado disse, a certa altura no nosso podcast, que também tinha sido assediada em contexto profissional. Comentário de ouro lá no FB, de uma mulher: “ela que use roupa decente”. Bem-vindos a Portugal.».

É sobre esta partilha que me apetece falar! O comentário que uma mulher faz sobre o modo de estar de outra reflete a realidade aos olhos de muitas mentes pequenas e retrogadas. Em pleno século XXI pergunto-me como é que as pessoas ainda conseguem afirmar que as mulheres é que têm de se recatar através do seu modo de vestir e de estar na vida para que não provoquem comportamentos menos próprios no sexo masculino? Será possível existirem mulheres que ainda culpam outras que se gostam de arranjar e de serem assim as responsáveis por sofrerem de assédio sexual? Este tipo de pensamento já devia estar tão nos anos 70 que hoje parece algo pré-histórico. O que se entende é que para muitas falsas puritanas uma mulher bonita, com o corpo definido e que chame a atenção de qualquer pessoa tem de se disfarçar de ogre para que os homens não olhem sequer. Parece-me que as pensadoras de outros tempos continuam a achar que a culpa nesta problemática está sempre do lado feminino e não nos senhores babados que não respeitam quem está do outro lado. 

Ou seja, as mulheres têm de se voltar a meter em casa, de pano na mão e esfregona na outra, com as janelas fechadas e as saídas minimas à rua onde os trajes têm de conter uma saia a limpar o chão, camisolas de gola alta, lenço a esconder o cabelo, nada de maquilhagem na cara e perfumes bem longe. Certas mulheres perante outras mulheres que se destacam tendem em afirmar que o assédio e os comentários menos bons por parte dos homens para com esses alvos só acontecem exclusivamente por culpa dessas senhoras que pelos vistos não vestem roupas decentes e ainda se pintam para provocarem a ala masculina da sociedade. 

25
Jan18

Encontros inesperados

| O Informador

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O tempo vai passando e por vezes acabamos por nos afastar das pessoas, mesmo que sem intenção, mas porque a vida assim o decide. No entanto quando existem reencontros os anos que passaram sem conversar a sério transformam-se em dias, horas ou mesmo minutos, mostrando que o tempo nada alterou entre antigos colegas de escola e que não se sentavam a uma mesa na conversa há anos.

Aconteceu-me uma situação do género há uns dias, quando num jantar com uma das melhores amigas encontramos um antigo colega de escola no mesmo restaurante com a família. Cumprimentos rápidos de início porque o momento era para jantar, algumas conversas de circunstância porque as crianças faziam por isso e no final, com o restaurante já meio vazio e a refeição feita, acabamos por nos reunir à mesa para matar conversa. Conhecendo os novos membros que se juntaram do outro lado, sendo apresentados à família e assim ficamos um bom bocado, em conversa, bem dispostos, a recordar memórias e a perceber que existem pessoas que nunca mudam e que embora nunca tenhamos sido amigos próximos, fomos colegas de escola, passamos a conhecidos, mas daqueles que sempre ficam nas boas relações que fomos mantendo ao longo do tempo. E foi assim que sem planear percebemos que estávamos, uns bons dez anos depois, a desfiar conversa como se a mesma fosse a continuação da do dia anterior. São estas pessoas que acabam por sempre ficar, mesmo que não as vejamos muitas vezes e quando nos encontramos é o «olá, tudo bem» porque o dia-a-dia não permite por vezes mais, que depois nos acabam por ajudar a perceber que por vezes não é necessário ver alguém constantemente para saber que estão lá, porque quando se tem respeito pelo que o outro é, sempre existe oportunidade de voltar a estar em convívio como se esses momentos nunca se tivessem perdido.

23
Jan18

Crítica entre Mulheres

| O Informador

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Os Homens podem ter muitos defeitos mas a trabalhar em equipa conseguem ser mais pacientes e bem menos críticos entre si que as Mulheres. Por vezes dou por mim a reparar que até um melhoramento para o trabalho entre todos correr bem, mas que seja dado por outra Mulher, das mais recentes na empresa e que dado as suas funções tem tentado alterar vários pontos de funcionamento, consegue gerar falatório durante horas porque a ideia partiu de outra, aquela que chegou e quer assumir a sua posição, fazendo alguma comichão a quem está há anos e pouco fez para a mudança acontecer. 

Será possível as Mulheres conseguirem não perceber quando existem ideias e alterações que podem vir a facilitar futuramente o trabalho, mesmo que estas soluções sejam dadas por outra? As pessoas têm as suas funções e cada um tem a sua forma de pensar, se cada qual se organizar por si e os melhoramentos se completarem tanto melhor, mas criticar quem tenta mudar as coisas que estão mal quando durante anos não o tentaram sequer fazer é daqueles apontamentos sociais que me parecem ser mais dor de cotovelo que outra coisa. 

O que levará o suscitar de criticas automáticas assim que se percebem determinados comportamentos do outro lado quando se identifica claramente que o problema está exatamente em não se querer mudar porque existe receio da evolução e que os outros, aqueles que conseguem mexer nos dados e arrancar os melhores pontos sejam capazes de agarrar as pontas que alguns têm assumido ao longo do tempo por não existir quem o faça com capacidade.

01
Jan18

1, 2, 3... Vamos repetir!

| O Informador

repetir.jpg

As pessoas por vezes conseguem ser tão pequeninas que não compreendem os gostos de cada um por determinadas áreas! Se gosto de ler e tenho sempre um livro por perto é porque gosto! Se como gelados no Inverno é porque aprecio! Se assisto mais que uma vez à mesma peça de teatro é porque vale a pena! Se visito o mesmo espaço várias vezes por ano é porque me sinto bem no local! Se... Se... Se... Metessem nas vossas vidas e seguissem os vossos gostos e sonhos não ganhavam mais?

Cada qual tem as suas opções de vida e faz o que lhe apetece ou sonha com o que gostaria de fazer e se existem coisas que todos optamos por repetir que mal tem isso na vida de quem está de fora? Se tiver de ir ao café todos os dias vou, se quiser ver um filme diariamente no cinema vejo, se gostasse de ir a concertos tentava não perder nenhum, se todos fossem assim o mundo seria muito melhor. 

Faço o que gosto e posso dentro da disponibilidade e gastos e não vejo mal algum em fazer a mesma coisa várias vezes quando sinto prazer no tempo que disponibilizo. Quantas vezes a mesma pessoa já não viu o Titanic e continua a emocionar-se? Quantas vezes não compram raspadinhas sabendo que pode não sair nada? Quantas vezes olham para o espelho e percebem a verdade sobre a idade? Quantas vezes querem ficar sozinhos num local isolado?

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