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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

05
Ago16

Autores de 2016

| O Informador

Saiu a lista dos autores que atingiram o maior sucesso a nível mundial ao longo dos primeiros meses de 2016!

Da continuação no top de J. K. Rowling à estreia de Paula Hawkins, existem autores com estilos de escrita para todos os gostos na tabela que se segue onde os valores atingidos a nível monetário são divulgados! Dos dinossauros com anos de sucesso aos novatos do top, existem estilos tão diferentes a alcançarem os lugares cimeiros de vendas mundiais! Romance, thriller, terror e fantasia, os gostos não se discutem e os milhões continuam a aumentar na conta das mentes de sucesso da literatura mundial!

Eis o top...

03
Abr16

Conquistadores

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Conquistadores.jpg

Autor: Roger Crowley

Data: Março de 2016

Editora: Editorial Presença

Número de páginas: 304 páginas

Classificação: 4 em 5

 

Opinião: Portugal no início do século XV sentia verdadeiras dificuldades para com a necessidade de alargamento da sua área pesqueira, existindo ao mesmo tempo falta de cereais e ouro, o que exigia que várias medidas fossem tomadas a favor do comércio marítimo. Começou assim a aventura dos portugueses com a descoberta do mundo.

Conquistadores é a excelente obra da autoria de Roger Crowley que retrata de forma bem explicativa e eximia a criação do primeiro império global que começou com a conquista de Ceuta em 1415. Conhecer, lutar, conquistar e comercializar eram as palavras chave dos navegadores portugueses que partiam de Lisboa em busca de novos territórios onde a riqueza de bens alimentares e materiais existia. As especiarias e o ouro foram o atractivo para o Infante D. Henrique chegar e vencer, dando o mote para os conquistadores que se seguiram, entre eles Bartolomeu Dias, Pêro da Covilhã, Afonso de Paiva e Afonso de Albuquerque.

10
Mar16

Atual leitura... Conquistadores

| O Informador

Acabadinho de sair do forno, chega a Portugal a obra Conquistadores da autoria de Roger Crowley, um nome destacado pelo New York Times. Lançado pela Editorial Presença e com a premissa histórica de «como Portugal criou o primeiro império global», este será mais um dos livros que me levará por outras áreas literárias em que não estou habituado a circular. Uma obra sobre a história da nação contada por um historiador especializado nos grandes impérios marítimos europeus. Vamos lá ver como isto corre!

Conquistadores.jpg

26
Nov15

O Coro dos Defuntos

| O Informador

o coro dos defuntos.jpg

Autor: António Tavares

Ano: 2015

Editora: LeYa

Número de páginas: 216 páginas

Classificação: 4 em 5

 

Opinião:

Vencedor do Prémio LeYa 2015, O Coro dos Defuntos é daquelas narrativas que sabe bem levar. Criando um retrato rural de Portugal e relatando os acontecimentos mundiais entre 1968 e 1974, época tão conturbada pelo nosso país, nesta obra as personagens opinam sobre tudo e mais alguma coisa da forma que nos tempos de hoje conseguimos visualizar como os acontecimentos foram vivenciados tanta vez à distância por outras épocas. 

Com as notícias a chegarem a uma pequena aldeia através da imprensa que poucos conseguiam ler, da rádio e dos primeiros televisores, O Coro dos Defuntos é um verdadeiro retrato social, recheado de humor e com um cuidado linguístico único. Com descrições incríveis sobre cada cidadão que se vai cruzando no centro da aldeia, todos são tão peculiares que conseguem conquistar ao longo de cada momento o leitor que sente que quer seguir em frente na história de um país onde Salazar cai da cadeira e o Carnaval brasileiro faz furor pelos primeiros anos junto dos portugueses que aprenderam a ver a preto e branco o que se passava ao virar da esquina.

20
Nov15

Não Sou Esse Tipo de Miúda

| O Informador

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Autor: Lena Dunham

Ano: 2015

Editora: Editorial Presença

Número de páginas: 288 páginas

Classificação: 3 em 5

 

Opinião:

Não Sou Esse Tipo de Miúda é daqueles livros que se vai lendo no intervalo dos outros, pegando nas várias divisões que o mesmo tem para se perceber o mundo que acredito que tenha muito de ficcional de Lena Dunham. Uma verdade existe nesta obra, foge do estilo que aprecio, tendo ficado a pensar em várias das situações que são relatadas, não sabendo se a verdade está totalmente impressa ou se, o que acredito, existem vários pontos de acrescento pelo meio. 

Nesta obra vai sendo relatada a forma de vida da sua autora, andando-se de trás para a frente e vice-versa, não existindo uma linha a seguir. Tão depressa encontramos uma história que revela momentos do início da sua adolescência como já estamos na fase adulta para voltar atrás logo de seguida, cruzando-se personagens e sentimentos ao longo de toda a escrita. Embora todo o livro esteja agrupado por temas, o que não é mau de todo, preferia ter um Não Sou Esse Tipo de Miúda de forma corrida e com um passar temporal contado ao longo do que é descrito sem saltos de um lado para o outro. 

Com relatos de vida aliados a simples e inspiradas ilustrações, este livro é daqueles que passa do humor para a fase dramática num ápice sem grande dedicação de Lena Dunham a cada conto que vai transmitindo. De escrita rápida e sem complicações, os temas sérios unem-se à leveza da grande maioria da obra, sempre com toques ligeiros de humor bem atirado nas variadíssimas circunstâncias. 

18
Nov15

O Pintassilgo

| O Informador

O Pintassilgo 1.jpg

Autor: Donna Tartt

Ano: 2014

Editora: Editorial Presença

Número de páginas: 896 páginas

Classificação: 4 em 5

 

Opinião:

Demorei mais que o tempo desejado a ler O Pintassilgo, no entanto isso não faz desta obra de Donna Tartt menos boa. Este é um dos meus livros do ano, sem sombra de dúvida!

Com uma escrita simples e sem os grandes malabarismos que acreditei que iria encontrar nesta obra, O Pintassilgo é daquelas longas narrativas que sempre se vai desenrolando sem enfadar ao longo de praticamente novecentas páginas, sem cansar e sem causar monotonia no que vai sendo contado. Com uma simples história onde a arte se une às palavras através da vida de Theo, o miúdo que se torna num adulto num ápice, somos levados a percorrer caminhos complicados e onde nem sempre o que está ao virar da esquina é a melhor continuação para se seguir em frente. 

Ao longo do livro várias são as personagens que se vão cruzando com Theo, personagens essas excelentemente elaboradas por uma autora que sabe tocar nos pontos essenciais para conquistar o leitor através dos pequenos pormenores que vão sendo relatados. O que um acontecimento consegue alterar no rumo da história de uma pessoa é o grande destaque de O Pintassilgo que percorre detalhes onde a escuridão, os medos, dilemas e a crença se cruzam para a protecção pessoal poder acontecer. Transformando o pensador Theo num viajante do mundo onde a experimentação do bem e mal vai acontecendo, o leitor consegue dar por si a circular pela cidade através de um corpo desta personagem que consegue ser vista e onde conseguimos entrar psicologicamente, sabendo no final da obra como as suas reacções vão acontecendo e o que esperar pelos momentos seguintes a cada novo desafio. Da adolescência problemática à juventude complicada e recheada de meandros para passar ao adulto fruto de todo um passado e onde um casamento começa a bater à porta, se não fosse tudo voltar a mudar porque um quadro perdido espera e uma esposa não merece assim tanto amor... As dores de uma relação de filho e pai, namorado e namorada, amigo para amigo, amigo para paixão, vendedor para comprador... Tudo envolvido resulta num Theo com ligações inocentes e crenças nas pessoas que por vezes só lhe querem passar a perna, isto até ao momento da verdadeira percepção da verdade acontecer, entendendo ai o que realmente interessa na vida. Será que as coisas boas só surgem da bondade ou por vezes os pontos de maldade também se conseguem transformar numa parte positiva no futuro? Nada é assim tão linear como previamente concebemos e isso é a grande lição que O Pintassilgo nos transmite!

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