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O Informador

Chegou a chuva

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A tempestade Danielle chegou e Portugal voltou a ter chuva intensa por todo o País, um bem que nos faz tanta falta pela seca extrema que temos vindo a sentir nos últimos tempos de Norte a Sul.

Certo que esta alteração repentina do estado do tempo, onde há uns dias o sol forte ainda se fazia sentir, trás também vento e trovoadas associadas, o que pode causar alguns estragos pelo território, no entanto o pensamento agora tende a ser o de que precisamos de chuva para que os nossos terrenos e barragens voltem aos poucos a ganhar capacidade para que nos próximos tempos não venhamos a sofrer com a falta de água que é cada vez mais um bem essencial que começa a escassear. 

Novas sobre a noite passada

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Como vos tinha contado ontem, descobri que sou alérgico à penicilina de uma forma crítica por ter ficado com a pele com alguma vermelhidão, inchada e onde a comichão aguda atacou, não tendo conseguido dormir grande coisa, tendo feito, segundo a medição do relógio, pouco mais de duas horas.

Agora, um dia depois, já com nova medicação, ainda tenho as mãos inchadas, no entanto os outros sintomas parecem ter passado, e acabei por dormir mais de dez horas sem interrupções, o que é um caso bem raro por estes lados, que após as sete ou oito horas de sono acordo e sigo viagem que o dia está para ser vivido. Ontem andei bem todo o dia, sem sinais de sonolência, no entanto após o jantar, acabei por me deitar e deixei que o corpo descansasse sem pensar em mais nada. 

 

Convites duplos | 7 os Anos 70

09, 10 e 11 de Setembro de 2022 | Auditório Casino Estoril

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O musical 7, os Anos 70, com produção da Artfeit, esteve em cena ao longo de todo o Verão no Auditório do Casino Estoril e agora chega ao fim para que em breve um novo espetáculo ganhe lugar no mesmo espaço. O espetáculo que convida o público a recordar os grandes sucessos de outros tempos através das vozes de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves, com direção musical de Nuno Feist, tem feito as delícias do público ao longo do Verão e tens agora a última oportunidade para o ver.

7, anos 70 é um espetáculo de teatro musical que pretende revisitar os momentos mais marcantes da história e cultura dos anos 70, conta com a participação de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves e com a direcção musical de Nuno Feist e coreografia de Ricardo Morujo. Vamos recordar os acontecimentos mais marcantes da década de 70, cantados através da música que mais a marcou. Foi na música que os anos 70 ganharam a sua maior expressão de individualismo e de libertação e queremos que se junte a nós para recordar esta década que ainda hoje tem repercussões no nosso mundo.

 

Tu, que gostas de um bom musical e decerto queres ver esta aposta de Henrique Feist, tens aqui a oportunidade de poder ganhar convites duplos destinados às sessões dos dias 09 e 11 de Setembro, Sexta-feira, Sábado e Domingo, pelas 22h00. Para te habilitares a um dos convites tens de seguir O Informador no Instagram, e partilhares no teu InstaStories a imagem do cartaz do espetáculo que se encontra disponível nos Destaques e mencionares O Informador e três amigos nessa mesma partilha. De seguida basta preencheres o formulário - AQUI - onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail. Esta oportunidade irá estar disponível até às 10h00 do dia da sessão, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através de sistema automático. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições.

A Profeta | Maria Francisca Gama

Suma de Letras

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Título: A Profeta

Autor: Maria Fransica Gama

Editora: Suma de Letras

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2022

Páginas: 152

ISBN: 978-989-7846-07-6

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Mariana é uma jovem mulher solitária. Tem um emprego do qual não gosta, passa os dias e as noites sozinha a ler um livro misterioso.

Sente um profundo desprezo pela Humanidade, mas não consegue evitar ajudar quem precisa, mesmo que a ajuda venha na forma de um frasquinho de veneno indetetável.

Através das pessoas com quem se vai cruzando, todas vítimas de alguém, Mariana vai eliminando o mal do mundo e, ao fazê-lo, junta uma legião que jura segui-la para sempre, como a uma profeta.

Neste livro, Maria Francisca Gama faz uma reflexão sobre a religião, o certo e o errado, e a aleatoriedade de acontecimentos que em segundos destroem uma vida. É a incapacidade de aceitação e a busca por uma justiça divina que, não chegando, é feita pelas próprias mãos.

 

Opinião: A história contada em A Profeta leva o leitor a acompanhar Mariana, uma jovem solitária, infeliz e sem pilares familiares que a sustentem por um preâmbulo de encontros com desconhecidos a quem espalha a palavra como uma missão que sente como salvamento do próximo. O poder da palavra como a verdade acima de qualquer controlo para dar voz a vidas que caminham com a dor e perante as quais procura discípulos para passar a mensagem que acredita ser a correta, a de que todos devem pagar pelos males cometidos. 

Nesta história cada capítulo é um cruzamento de Mariana com uma pessoa que lhe parece à primeira vista distante mas que com quem tem algo em comum, um passado de dor que resultou num pesado presente. Para ajudar os mais sensíveis, esta mulher tem do seu lado um ingrediente secreto que acaba com a causa do sofrimento dos que lhe contam as suas vivências por estarem mais suscetíveis ao poder da influência. Os conselhos de Mariana para que os outros se consigam libertar das suas lutas interiores levam a momentos de causa efeito perante o poder da vingança feita pelas próprias mãos, levando os aconselhados a seguirem os seus ideais como uma profeta dos nossos dias. 

 

Alerta da União Zoófila

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O grupo União Zoófila tem sido contactado por várias pessoas que têm encontrado várias "armadilhas" destinadas a ferir os animais nos parques da cidade de Lisboa. Ao que tudo indica, e olhando para as imagens, estas artimalhas de pessoas mal intencionadas são feitas de pão e pele de origem animal enrulados com pregos, parafusos e palitos de forma a atrair os canitos que com fome ou curiosidade podem sair magoados.

É necessário deixar o Alerta e Partilhar a mensagem para que todos possam estar atentos, sejam donos de cães ou amigos dos animais! Este perigo está a acontecer nos parques e jardins de Lisboa, mas em todo o lado a atenção é sempre necessária para que não aconteçam acidentes com os nossos patudos. 

Folgas vazias

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Os dois últimos dias de Agosto foram de pausa da semana no trabalho. Ao contrário do que a maioria das pessoas faz por estes dias de descanso, sinto que nada aproveitei para utilizar estas quarenta e oito horas de forma positiva. Resumindo, passei dois dias a não fazer nada de proveitoso!

O tempo passou a correr, não fiz nada que me orgulhe porque na verdade olho para trás e percebo que nada fiz, e agora tenho pela frente mais uns dias de trabalho em espera pela nova pausa que na volta será dentro do mesmo. 

Convites duplos | 7 os Anos 70

02, 03 e 04 de Setembro | Auditório Casino Estoril

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Setembro chegou e no Auditório do Casino Estoril continuam a ser celebrados os grandes sucessos dos anos 70 com o musical 7 os Anos 70, uma produção da Artfeist. O espetáculo que convida o público a recordar os grandes sucessos de outros tempos através das vozes de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves, com direção musical de Nuno Feist, tem feito as delícias do público ao longo do Verão e promete assim continuar.

7, anos 70 é um espetáculo de teatro musical que pretende revisitar os momentos mais marcantes da história e cultura dos anos 70, conta com a participação de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves e com a direcção musical de Nuno Feist e coreografia de Ricardo Morujo. Vamos recordar os acontecimentos mais marcantes da década de 70, cantados através da música que mais a marcou. Foi na música que os anos 70 ganharam a sua maior expressão de individualismo e de libertação e queremos que se junte a nós para recordar esta década que ainda hoje tem repercussões no nosso mundo.

Tu, que gostas de um bom musical e decerto queres ver esta aposta de Henrique Feist, tens aqui a oportunidade de poder ganhar convites duplos destinados às sessões dos dias 02, 03 e 04 de Setembro, Sexta-feira, Sábado e Domingo, pelas 22h00. Para te habilitares a um dos convites tens de seguir O Informador no Instagram, e partilhares no teu InstaStories a imagem do cartaz do espetáculo que se encontra disponível nos Destaques e mencionares O Informador e três amigos nessa mesma partilha. De seguida basta preencheres o formulário - AQUI - onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail. Esta oportunidade irá estar disponível até às 10h00 do dia da sessão, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através de sistema automático. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições.

Prisioneira do Tempo | Livro I - Recife | Patrícia Madeira

Cultura Editora

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Título: Prisioneira do Tempo | Livro I - Recife

Autor: Patrícia Madeira

Editora: Cultura Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2021

Páginas: 864

ISBN: 978-989-9039-55-1

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Um momento de dor extrema conduz Manuela, sem que o compreenda, a uma viagem no tempo. Chega ao Brasil de 1813, um território sob domínio português, onde na sombra cresce a Revolução Pernambucana, o primeiro movimento a ultrapassar a fase conspiratória, um passo inspirador para a independência do Brasil da coroa portuguesa, que anos antes fugira de Lisboa para o Rio de Janeiro.

Enquanto tenta adaptar-se a um mar de adversidades e preconceitos que resultam da diferença entre séculos, o inesperado acontece-lhe... apaixona-se por um militar e acaba rendida às emoções de uma vibrante história de amor. Manuela revive episódios históricos e cruza-se com personagens verídicas. Convive com a realeza e choca-se com o mais hediondo negócio de todos os tempos… a escravatura.

Uma mulher entre dois territórios, uma alma que se procura a ela própria. Pelos olhos desta viajante assistiremos às origens, tão apaixonadas quanto violentas, de uma nação. Tal como um centelha provoca um incêndio, há um primórdio para toda uma existência. Será possível alterar o passado? Valerá a pena lutar contra o destino ou será o próprio sofrimento o passaporte para o futuro?

 

Opinião: Em Portugal encontrei Manuela em pleno século XXI, a viver um casamento com Henrique quando sofre com a perda da mãe. Do nada, aparentemente sem explicação, Manuela acaba por ser arrastada no tempo e dá por si a viver no ano de 1813 na cidade de Pernambuco, no Brasil. A premissa está lançada e com ela surge um bombom adicional, é que nesta união entre ficção e factos históricos, a portuguesa vive numa época diferente da sua, com todas as condicionantes que tal mudança leva consigo, mas a memória e o conhecimento continuam consigo, ajudando a saber o que poderá acontecer como uma antecipação dos factos perante o seu novo dia-a-dia.

Uma mulher dos nossos tempos que do nada se vê perante comportamentos inaceitáveis de outra época e que percebe que ao estar, sem saber como, sujeita a permanecer num espaço e tempo onde não pertence, da resignação passa à aceitação e com esse modo de estar transforma-se na apelidada por Mulher do Povo, diferente das da época e incapaz de ficar de braços traçados enquanto as injustiças e desigualdades desfilam ao seu redor.

De novo apaixonada por um homem de outra época, o coronel Francisco, que percebeu a sua diferença e rapidamente ficou rendido ao seu modo de estar e olhar para a sociedade, Manuela é a grande opositora dos costumes e ainda hábitos vividos, transformando-se num forte rosto da oposição civil, enfrentando os tempos da escravatura, a fragilidade das mulheres que são mantidas longe das grandes decisões da família e por consequência da comunidade, servindo como um ser reprodutor e cuidador. Com Manuela a interferir e ao se tornar um símbolo de obstinação, o debate perante o preconceito e a mudança para uma sociedade feita de bastantes desigualdades acontece perante esta mulher que não se deixa abater e enfrenta quem se colocar pela frente, desbravando caminhos sem medos, indo de encontro ao que nos tempos de hoje é a normalidade e que no passado histórico aconteceu como um mal maior entre as várias faixas sociais que se usavam e rebaixam como forma de progressão.

Comecei a ver House Of The Dragon

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É oficial: comecei a ver House Of The Dragon!

Os mais atentos sabem que não vi nenhuma temporada do grande sucesso A Guerra dos Tronos e deixei a leitura dos livros de George R. R. Martin pelo caminho bem cedo, não tendo conseguido entrar há uns anos no grande mundo do reino dos dragões. Agora, porque me conseguiram convencer que conseguia ver esta nova série sem ter acompanhado a produção central, decidi dar uma oportunidade e até que posso dizer que após o primeiro episódio fiquei curioso para ver o que se segue.

Convites duplos | 7 os Anos 70

27 e 28 de Agosto | Auditório Casino Estoril

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O Auditório do Casino Estoril tem na sua temporada de Verão em cena o musical 7 os Anos 70, com produção da Artfeist. O espetáculo que convida o público a recordar os grandes sucessos de outros tempos através das vozes de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves com direção musical de Nuno Feist tem feito as delícias do público desde a sua estreia no início do Verão e promete assim continuar.

7, anos 70 é um espetáculo de teatro musical que pretende revisitar os momentos mais marcantes da história e cultura dos anos 70, conta com a participação de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves e com a direcção musical de Nuno Feist e coreografia de Ricardo Morujo. Vamos recordar os acontecimentos mais marcantes da década de 70, cantados através da música que mais a marcou. Foi na música que os anos 70 ganharam a sua maior expressão de individualismo e de libertação e queremos que se junte a nós para recordar esta década que ainda hoje tem repercussões no nosso mundo.

Tu, que gostas de um bom musical e decerto queres ver esta nova aposta de Henrique Feist, tens aqui a oportunidade de poder ganhar convites duplos destinados às sessões dos dias 27 e 28 de Agosto, Sábado e Domingo, pelas 22h00. Para te habilitares a um dos convites tens de seguir O Informador no Instagram, e partilhares no teu InstaStories a imagem do cartaz do espetáculo que se encontra disponível nos Destaques e mencionares O Informador e três amigos nessa mesma partilha. De seguida basta preencheres o formulário - AQUI - onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail. Esta oportunidade irá estar disponível até às 10h00 do dia da sessão, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através de sistema automático. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições.