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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

06
Fev19

Convites Duplos | Vidas Privadas | 08/09.02.2019

| O Informador

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Uma peça sobre o amor nas suas mais quentes, e mais frias, expressões.

Amanda e Elyot, divorciados há cinco anos reencontram-se por acaso,com novos esposos, em segunda lua de mel num hotel em Deauville. Quando a chama entre eles se reacende, fogem juntos para Paris, onde... uns dias mais tarde os novos esposos os vêm procurar...

Uma comédia de costumes duradoura e especiosa.

Com Suzana Borges, Guilherme Barroso, Maria Dias e Martinho Silva.

O Auditório do Casino Estoril, através da ArtFeist Produções Artísticas, irá receber a partir de dia 7 de Fevereiro o espetáculo Private Lives, que é como quem diz, Vidas Privadas, de Suzana Borges e com interpretação da mesma a quem se juntam Guilherme Barroso, Maria Dias e Martinho Silva. 

Esta comédia estará em cena até dia 03 de Março de Quinta-feira a Sábado pelas 21h30 e aos Domingos pelas 17h00, com paragem a 14, 15, 16 e 23 de Fevereiro, e todos estão convidados a assistirem porque oportunidades não faltarão. O preço de cada bilhete é de 15€, sendo que as sessões realizadas às Quintas-feiras, por ser dia do espetador, estão com bilhetes a 10€. O espetáculo tem duração aproximada de 105 minutos com intervalo e a opção é ir ou ir. 

Para vos facilitar a vida e poderem ter a oportunidade de pouparem, eis que tenho convites duplos para oferecer, destinados às sessões dos dias 08 e 09, Sexta-feira e Sábado, respetivamente. Este passatempo irá estar disponível até às 10h00 de dia 07 de Fevereiro, Quinta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

05
Fev19

Boneca Russa | Netflix

| O Informador

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Nadia descobre que, pior do que morrer no dia do seu 36.º aniversário, é reviver a noite da sua morte uma vez, e outra, e outra...

Boneca Russa é uma das primeiras novidades de 2019 da Netflix que tem tido algum destaque desde que ficou disponível na plataforma. Da autoria de Natasha Lyonne com Amy Poehler e Leslye Headland, é a própria Natasha a protagonista desta série que tem conquistado através das várias aventuras que Nadia vai vivendo enquanto, como os gatos, vai dando uso às sucessivas oportunidades de vida a que tem direito. 

Nadia é uma programadora informática de Nova Iorque que na sua festa do 36º aniversário começa a morrer e a voltar ao ponto de partida daquela noite. Primeiramente sem entender o que se estava a passar para morrer e voltar atrás no tempo para voltar ao local e tentar remediar a situação para não voltar a cair no mesmo erro, Nadia começa a tornar-se num verdadeiro ponto de interesse junto do espetador que ao entrar no ritmo da sua vida com todas as peripécias que a levam à morte, de quedas a momentos inusitados, a motivação para se continuar a ver surge para se tentar perceber como tudo se vai desenrolado, existindo a necessidade de avançar e sair daquela noite que parece mais que fatídica para esta mulher que tem direito a várias vidas. 

04
Fev19

O «bom dia» não é para todos!

| O Informador

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A verdade da sociedade é esta... A sociabilidade quando é transmitida entre gerações não funciona num todo e muito menos consegue ser transversal. Existem empregos em que consegues perceber que a educação para o cumprimento diário não está mesmo presente numa sociedade cada vez mais individualista onde se pretende do outro o que não se dá.

Neste momento estou a trabalhar diretamente com o público, no contacto direto com o cliente final, e é tão visível perceberes que existem pessoas que ficam mesmo incomodadas por simplesmente e por um mero comportamento de educação social transmitires simples expressões como «bom dia», «boa tarde» ou «boa noite». A maioria dos clientes aceita e mostra a mesma postura para contribuir o cumprimento, no entanto existe pessoas, e não são assim tão poucas, que ouvem e não respondem ou que ouvem e fazem mesmo expressões faciais do como quem diz «não me chateies mas é».

Será que custa assim tanto entrarem num espaço e conseguirem seguir uma linha social correta? Não custa nada serem acessíveis e simpáticos. Podem estar num dia mau, todos temos o direito a tal, mas se tentarmos pelo menos ser sociáveis é sinal de que estamos num caminho para tentar dar a volta a essas mesmas horas que não estão a correr assim tão bem.

03
Fev19

Convites Duplos | Faz-te Homem | 07.02.2019

| O Informador

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Dois amigos de longa data decidem debater a sempre polémica temática do papel do homem na nossa sociedade e as suas ramificações com tudo o que o rodeia, com tudo o que se mexe… mulheres incluídas. A melhor forma que encontraram para abordar o abominável mundo do homem foi organizar uma “Conferência de e para Machos”, denominada Faz-te Homem, onde irão expor as suas indignações, receios, traumas, medos, frustrações, no fundo, o que os apoquenta.

Os espetadores, atentos à conferência sobre Futebol, Carros, Gajas, Porrada, poderão ser chamados a intervir.

No final de 2018 António Machado e João Didelet estrearam no Teatro Armando Cortez, em Lisboa, a comédia Faz-te Homem, inspirada no livro de Luís Coelho. Com cerca de uma hora de espetáculo, os dois atores debatem desde então com todos os Zés da plateia, numa conferência de e para «machos», temas que intervém no dia-a-dia de todos os homens mas também na convivência com a ala feminina da sociedade. Sexo, filhos, futebol, rabos, gadgets, copos e compras são apenas alguns dos temas debatidos neste divertido espetáculo que agora, e após o sucesso em Lisboa e uma viagem de semanas pelo país, regressa à capital para que todas as Quintas-feiras, pelas 21h30, o Teatro Armando Cortez volte a receber esta conferência masculina. 

Para que todos possam ter a sorte de assistir ao regresso de Faz-te Homem a Lisboa, eis que tenho dois convites duplos para oferecer, destinados à sessão de dia 07. Este passatempo irá estar disponível até às 10h00 de dia 06 de Fevereiro, Quarta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem...

02
Fev19

Vox | Christina Dalcher

| O Informador

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Título: Vox

Autor: Christina Dalcher

Editora:  Topseller

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Fevereiro de 2019

Páginas: 304

ISBN: 978-989-8917-58-4

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Estados Unidos da América. Um país orgulhoso de ser a pátria da liberdade e que faz disso bandeira. É por isso que tantas mulheres, como a Dra. Jean McClellan, nunca acreditaram que essas liberdades lhes pudessem ser retiradas. Nem as palavras dos políticos nem os avisos dos críticos as preparavam para isso. Pensavam: «Não. Isso aqui não pode acontecer.»

Mas aconteceu. Os americanos foram às urnas e escolheram um demagogo. Um homem que, à frente do governo, decretou que as mulheres não podem dizer mais do que 100 palavras por dia. Até as crianças. Até a filha de Jean, Sonia. Cada palavra a mais é recompensada com um choque elétrico, cortesia de uma pulseira obrigatória.

E isto é apenas o início.

 

Opinião: Imaginemos que por uma decisão política todos ficamos restritos a cem palavras por dia. E agora imaginemos que as mulheres é que ficam com esta imposição sobre si e que aos homens nada acontece, a não ser um sofrimento interior em alguns casos para com as suas companheiras e familiares mais próximas. Isto é a realidade de Vox, o romance de Christina Dalcher que pretende lançar o debate sobre os direitos humanos e as desigualdades dos sexos. 

Ao ler esta narrativa bem composta e explicativa fui ficando com a ideia que a liberdade de expressão que existe hoje na maior parte dos países pode não ser assim para sempre. As sociedades mudam, os regimes vão sendo alterados e as regras introduzidas nem sempre satisfazem.

No geral este livro não me cativou pelo seu enredo, existindo sim a particularidade do tema central ao levantar o debate sobre o método de silenciar as mulheres que de um dia para o outro são obrigadas a controlar o número de palavras que vão dizendo. Quando o novo presidente dos EUA assume os comandos e começa a colocar as suas ideias conservadoras e que acabam por seguir um caminho de maldade, todas as mulheres começam a ser controladas por câmaras, microfones e pulseiras de contagem de palavras. Afinal de contas o povo elegeu um homem com ideias retrogradas para assumir os comandos da nação sabendo de antemão o que estava a ser preparado perante uma razia, que acaba mesmo por ser isto a acontecer, perante o lado feminino de uma sociedade livre. Este homem silencia as mulheres criando esta lei limitativa a cem palavras por dia, o que faz com que ao serem ultrapassados os limites impostos as pulseiras comecem de forma automática a emitir ondas de choque que vão ganhando força à medida que a infração vai sendo feita e aumentada. Até onde este crime consegue chegar? Até provocar a morte de quem enfrenta tais imposições e luta pelo retrocesso de todo este processo. 

01
Fev19

Férias em Fevereiro

| O Informador

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Atenção meus caros colegas, seguidores, amigos e companheiros de percurso, este aviso é para todos vocês! Informo que este mês irei entrar de férias a partir de dia 10 e as mesmas serão prolongadas até dia 21.

Um Fevereiro com onze dias de descanso seguidos, sem a companhia ideal com direito a férias por estes dias e eu sem saber se me consigo aguentar uns dias a solo num recanto alentejano. Já alguma vez passaram uma semana longe da vossa rotina do dia-a-dia, em descanso total e a sós? Neste momento estou com a dúvida se me consigo aguentar durante uns dias de pausa sozinho, aproveitando para descansar, dormir sem horários e aproveitando para escrever, ler, ver as minhas séries, passeando e conhecendo novos recantos de um local que já conheço mas onde existe sempre algo de novo para descobrir. 

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