Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O Informador

Cinema na televisão nacional

televisao.jpg

Nos últimos anos o grande cinema tem desaparecido das grelhas dos principais canais de televisão em Portugal e muitos questionam esta medida por fazer falta ao panorama dos generalistas os filmes como fonte de entretenimento. Sempre tenho defendido, enquanto telespetador, que existe espaço para tudo nos principais canais, no entanto se existe cada vez mais opções nos canais de cabo subscritos e também pelas plataformas de streaming que agora andam connosco para todo o lado, qual a razão dos principais canais apostarem em algo que pode estar à distância de um clique com milhares de escolhas possíveis em qualquer horário e local?

Os canais apostam cada vez mais em formatos em direto, já que de gravações e repetições está o público farto, e embora se diga que é tudo mais do mesmo, com os canais generalistas a perderem público de ano para ano, a aposta tem de ser feita perante quem ainda consome televisão dentro do paradigma antigo e fugindo do que a oferta pelas várias plataformas tem para disponibilizar. Se os bons filmes estão disponíveis nas plataformas que milhões já subscrevem qual a possibilidade de um canal que vive de audiências para ter investimento em colocar na sua programação uma película que quando a consegue estrear já foi vista por muitos?

Revista é Sempre Revista no Teatro Politeama

revista é sempre revista cartaz.jpg

A revista à portuguesa está de volta ao Teatro Politeama de Filipe La Féria em jeito de homenagem com o espetáculo Revista é Sempre Revista. Celebrando um dos principais géneros teatrais que tem ocupado a sala lisboeta, o produtor e encenador trás de volta ao Politeama a revista à portuguesa onde o humor, a crítica política e social, o canto e a dança se unem no palco onde as plumas e os brilhos desfilam ao longo de mais de duas horas de espetáculo onde personagens conhecidas do grande público de outros tempos se juntam a nomes sonantes protagonizados por um elenco de nomes conhecidos do grande público, principalmente de quem costuma assistir aos trabalhos levados a cena por Filipe La Féria. 

Anabela, FF, Paula Sá, Filipa Cardoso, Filipe de Albuquerque, João Frizza, Élia Gonzalez, Jonas Cardoso, Filipa Azevedo, Paulo Miguel Ferreira e Paula Ribas, ao lado de um grupo de dança, celebram o teatro nacional e as figuras que o têm marcado ao longo dos anos. A homenagem a Eunice Munõz e passando por momentos conhecidos de Vasco Santana, Beatriz Costa, Hermínia Silva, Raul Solnado e Laura Alves, entre tantos outros, Revista é Sempre Revista é o tributo aos grandes atores e atrizes que ao longo de gerações têm contribuído para encher as salas nacionais de espetáculo com a sua arte de representar.

A recuperar o Goodreads

goodreads.png

No início da semana partilhei o desabafo sobre ter perdido tudo o que havia publicado no Goodreads sobre as minhas leituras. É um facto, perdi todas as opiniões que pela rede social tinha partilhado e fiquei irritado por umas horas por tal ter acontecido. No entanto e após perceber que não existia solução da parte dos serviços do Goodreads, que pelos vistos não têm forma de recuperar o que apagamos, eis que coloquei mãos no teclado e rato, olhos no ecrã, e entrei ao serviço.

Comecei nesse mesmo dia a percorrer todas as publicações aqui do blog sobre a partilha de opinião das leituras que fui fazendo ao longo dos anos e inserindo de novo tudo no seu devido lugar na rede literária. A tarefa não foi fácil de início porque tinha mais de quatrocentos livros registados, praticamente quinhentos até, no entanto, com a ajuda numa primeira ronda aqui do blog já consegui inserir mais de trezentos registos e o próximo passo será só anotar os mais antigos, aqueles que não foram lidos antes mesmo deste espaço existir e esses só ficarão registados como tendo sido lidos sem grandes opiniões, já que a memória não é assim tão boa para conseguir agora elaborar textos de opinião de leituras feitas há mais de doze e quinze anos. Foram horas e mais umas quantas tenho pela frente para voltar a ter a biblioteca doméstica toda registada mas aos poucos as coisas vão sendo feitas. 

Twisted Games | Ana Huang

Clube do Autor

twisted games.jpg

Título: Twisted Games

Título Original: Twisted Games

Autor: Ana Huang

Editora: Clube do Autor

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Janeiro de 2023

Páginas: 424

ISBN: 978-989-724-662-3

Classificação: 3 em 5

 

Sinopse: Um amor proibido, uma química fora de série!

Magnífica, obstinada e amarrada pelas correntes do poder, a princesa Bridget sonha com a liberdade de viver e amar como quiser. Quando o irmão, o herdeiro, abdica por amor, Bridget é forçada a assumir o trono que nunca ambicionou e enfrentar um casamento sem amor e politicamente conveniente.

Enquanto navega pelos meandros – e traições – do seu novo papel real, tem de esconder o seu desejo por um homem que nunca poderá ter. O guarda-costas. O seu protetor. A sua desgraça.

Estoico, taciturno e arrogante, o guarda-costas Rhys Larsen tem duas regras de que não abdica: proteger os seus clientes a todo o custo e não se envolver emocionalmente. Sempre. Nunca se sentiu tentado a quebrá-las… Até a conhecer. Bridget von Ascheberg. Uma princesa teimosa e com um fogo oculto que reduz a cinzas as suas regras. Ela não é nada do que ele esperava e, afinal, é tudo o que ele nunca soube que precisava.

Dia após dia, centímetro a centímetro, ela quebra as defesas de Rhys até que ele não pode mais negar a verdade – jurou protegê-la, mas quer arruiná-la. Levá-la consigo. Ela é sua. A sua princesa. O seu fruto proibido. As suas fantasias mais ousadas.

Inesperado e proibido, o amor que surge pode destruir um reino… e condenar os dois.

 

Opinião: Twisted Games surge após o sucesso alcançado com Twisted Love, o primeiro volume de uma série literária onde o romance se envolve com o vício e o prazer carnal entre duas pessoas que se querem.

Nesta segunda história o leitor encontra a princesa Bridget a conviver de forma diária com o seu guarda-costas Rhys. De início uma relação complicada onde Rhys não dá espaço para grandes liberdades a Britdget. Com o tempo esta relação de protegida e segurança transforma-se numa obsessão mútua que acaba por seguir para um amor proibido quando a jovem princesa percebe que as circunstâncias da vida a vão conduzir ao trono e que para isso terá de seguir as leis monárquicas onde os casamentos por conveniência são lei e que estar numa relação com o seu segurança privado não será opção. Se por um lado Bridget segue moralmente as normas que lhe são impostas à vista dos outros sem as querer reter, por outro é toda a envolvência secreta entre os dois que consegue cativar o leitor. Ambos sabem que têm de estar juntos e a luta pelos verdadeiros sentimentos acontece quando se enfrentam normas impostas com séculos de história e que para serem alteradas esta jovem princesa acaba por seguir caminhos onde a persuasão e pressão acabam por existir para que o amor seja a arma forte quando assumir o trono. 

Risos caricatos

rir cão.jpg

Nunca te aconteceu estares em amena cavaqueira com um grupito de pessoas e perceberes que um dos elementos tem uma gargalhada algo caricata que ajuda a colocar todos os restantes a rirem somente porque aquela pessoa está a rir de forma estranha e não se consegue controlar ao perceber que os outros estão a rir das suas gargalhadas?!

Existem risos bem caricatos para todos os gostos, os que riem em modo porquinho ou galinha destrambolhada, os que entoam com um berro que se ouve a uns bons metros de distância, os que de tanto rir se babam, os que choram a rir e os que se mijam pelo descontrolo total. Quando me deparo com uma gargalhada ou riso hilariante e fora do comum por perto raramente consigo controlar e acabo por me desmanchar sem qualquer difarce. 

 

Perdi o Goodreads

goodreads.png

Tenho a contar que desde há muitos anos para cá tenho utilizado o Goodreads como um local onde partilho sempre as minhas leituras, a opinião que tenho sobre cada livro, as datas em que início a leitura e dou a mesma por terminada. Mais de quatro centenas de opiniões publicadas, muitas partilhas feitas e de um momento para o outro, por um erro que nem me dei conta, cliquei na área "apagar livros" e quando me dei conta fiquei com o perfil a zeros. Tudo o que tinha por lá publicado desapareceu como se nunca tivesse lá estado. 

De imediato procurei encontrar solução através de pesquisa, o que não resultou, e recorri ao espaço de ajuda a que me responderam por email com a informação de que «Uma vez que os dados foram removidos, eles são completamente excluídos do nosso sistema e não temos mais acesso a eles.». Voltei a insistir porque não estava a acreditar que tinha mesmo perdido tudo o que havia publicado ao longo do tempo por um simples clique e a resposta seguiu a mesma linha. 

Com isto posso dizer que os anos dedicados ao Goodreads, a partilhar todas as opiniões literárias, se desvaneceram num segundo, como se nunca tivessem existido. Agora e como sempre fui publicando as mesmas opiniões aqui pelo blog, aos poucos, com tempo e alguma paciência, vou tentar remendar o perdido, embora confesse que estive quase para desistir da rede por sentir que tudo virou lixo em menos de nada.

 

«Nunca li um livro»

livros.jpg

Queridos leitores e seguidores, sejam vocês de visita rápida ou dos que me acompanham de forma regular, tenho este desabafo que me transcende para vos fazer. Há uns dias disseram de forma totalmente banal «nunca li um livro». Sim, verdade, uma jovem entre os vinte e os trinta anos afirmou na cara de um leitor que ao longo da sua vida nunca leu do início ao fim um livro por falta de interesse.

Bem que lhe tentei incutir a ideia de iniciar a leitura aos poucos, pegando numa obra mais corrida e romanceada e daquelas que geralmente conseguem conquistar as leitoras não assíduas, como é o caso das narrativas de sucesso do Nicholas Sparks ou da Colleen Hoover e a resposta que tive foi a de que não gosta mesmo de ler. Mas se nunca se deixou entusiasmar pela experiência literária de conhecer personagens e viver por uns tempos com elas como me pode afirmar que não gosta de ler se nem sequer o tenta fazer?

 

Dança com Wednesday

Sábado é dia, para os que podem e estão descansados de folga, de ficar em casa com este frio que se faz sentir por todo o pais. Como tal e porque as séries são fortes no acompanhamento que nos fazem nos tempos que correm e para que coloques em prática os teus dotes de dança, deixo-te com a coreografia do momento com as cenas da atriz Jenna Ortega na série Wednesday, que o Tim Burton criou para a Netflix.

 

Já começaste a ler?

ler.jpeg

Neste início de 2023 aqui te deixo o desafio para que tu, que não costumas ser um leitor constante, comeces a pegar nos livros aos poucos.

Não tens de escolher aquele sucesso que está nos tops de vendas nacionais da livrarias nem pegar no primeiro livro que te aparece pela prateleira do supermercado, mas deixo-te o desafio para percorreres os corredores literários e seguires o chamamento, olhar para as capas, pegar naquele título que te pode estar a piscar o olho, ler a sua sinopse e perceberes que aquelas trezentas páginas te podem fazer companhia durante o próximo mês. Sim, um livro de trezentas páginas para um não leitor pode corresponder a dez simples páginas por dia, o que para ganhares o hábito da leitura é simples e eficaz. Basta quereres, colocas esse teu novo companheiro das letras na mesa-de-cabeceira e todos os dias, ao deitar, por exemplo, lês um pouco e perceberás que aos poucos a história te vai fazendo companhia.

Iniciar 2023 doente

doente.webp

Ainda na última noite de 2022 senti que me estava a preparar para ficar adoentado. As mudanças de temperatura, a saída de espaços quentes para locais frios e as constantes portas abertas na casa onde passei os dias da passagem de ano fizeram com que esteja a arrancar 2023 com fortes dores de garganta.

Pois é isso mesmo, nas primeiras horas do ano ainda senti um pingo ligeiro a escorrer do nariz mas foi passando, o que veio para ficar mais tempo foram mesmo as dores na garganta que me acompanham ao levantar e deitar. Já estou auto medicado, estando também a comer e beber coisas mais quentes e aconchegantes e a agasalhar-me melhor ao sair de casa, no entanto com este tempo que chegou bem frio nestes primeiros dias de Janeiro, já vamos no quarto dia e ainda por aqui ando com a inflamação.