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O Informador

Convites duplos | 7 os Anos 70

19, 20 e 21 de Agosto | Auditório Casino Estoril

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O Auditório do Casino Estoril tem na sua temporada de Verão em cena o musical 7 os Anos 70, com produção da Artfeist. O espetáculo que convida o público a recordar os grandes sucessos de outros tempos através das vozes de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves com direção musical de Nuno Feist tem feito as delícias do público desde a sua estreia no início do Verão e promete assim continuar. 

7, anos 70 é um espetáculo de teatro musical que pretende revisitar os momentos mais marcantes da história e cultura dos anos 70, conta com a participação de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves e com a direcção musical de Nuno Feist e coreografia de Ricardo Morujo. Vamos recordar os acontecimentos mais marcantes da década de 70, cantados através da música que mais a marcou. Foi na música que os anos 70 ganharam a sua maior expressão de individualismo e de libertação e queremos que se junte a nós para recordar esta década que ainda hoje tem repercussões no nosso mundo.

Tu, que gostas de um bom musical e decerto queres ver esta nova aposta de Henrique Feist, tens aqui a oportunidade de poder ganhar convites duplos destinados às sessões dos dias 19, 20 e 21 de Agosto, Sexta-feira, Sábado e Domingo, pelas 22h00. Para te habilitares a um dos convites tens de seguir O Informador no Instagram, e partilhares no teu InstaStories a imagem do cartaz do espetáculo que se encontra disponível nos Destaques e mencionares O Informador e três amigos nessa mesma partilha. De seguida basta preencheres o formulário - AQUI - onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail. Esta oportunidade irá estar disponível até às 10h00 do dia da sessão, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através de sistema automático. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições.

Ritmo acelerado

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Sabes aqueles dias em que o trabalho está mais fraco e começas a desesperar porque o tempo não passa e já inventaste demais para fazer? Nesses que podiam ser preciosos dias de relax acabo por sentir algum fastio, chegando a casa bem mais cansado que naqueles outros em que parece existir tudo e mais alguma coisa para fazer, o tempo não estica e as horas vão passando. Nesses a hora de saída chega e a adrenalina parece estar bem mais sociável, estando capaz de seguir viagem para mais umas horas sem pensar se estou cansado por isto ou por aquilo. 

Sou pessoa de trabalhar bem em movimento e sem grandes paragens, gostando de manter um ritmo acelerado e ocupado, não gostando de estar parado, sabendo que nos dias em que as horas laborais são mais monótonas que acabo, por sinal, por me sentir mais cansado por seguir o velho ditado do quanto menos faço menos apetece fazer.

"Bom dia!" não custa

Bom dia

Será um custo muito grande ao cidadão comum em pronunciar, mesmo que por vezes não seja sentido, um simples "bom dia", "boa tarde" ou "boa noite"? Acho tão feio as pessoas chegarem, ouvirem um ato de boa educação do outro lado e não retribuirem por se acharem acima dos demais somente porque existem.

Pessoas, todos somos mortais, um dia isto termina com a queda de todos os peões e enquanto por cá andarmos não custa nada seguir simplesmente os bons hábitos educacionais, deixando de lado o vosso lado durão que tentam transmitir, talvez por serem uns mal amados de primeira sem capacidade para darem a volta e perceberem que do outro lado estão pessoas comuns. 

Uma quinta com caseiros...

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Um dia normal de trabalho, atendia um casal sénior onde a senhora brasileira ficou a conversar comigo enquanto o seu marido, que logo percebi que não era português, experimentava uns calções que lhe ficaram bem e que acabou por comprar. No ato do pagamento o casal questionou-me se conhecia alguém de confiança que pudessem contratar para caseiros da sua quinta nos arredores. De forma rápida não me surgiu ninguém, no entanto perguntei se podia ficar com o contacto que se soubesse de algum casal para o lugar tentava encaminhar.

Um pouco mais tarde comentei com uma colega que se lembrou de um casal amigo que gostava de ser caseiro de um espaço e estavam no desemprego, partilhamos o contacto dos senhores nossos clientes, entraram em contacto e eis que a coisa aconteceu, a boa notícia surgiu e sinto que fiz a boa ação do dia. Ajudei duas pessoas a arranjarem emprego com casa incluída e ao mesmo tempo solucionei a questão dos caseiros que aquele casal, que depois percebi que o senhor é belga, precisava para deixar o seu espaço entregue enquanto fazem a sua vida por outras paragens. 

Lugar de deficiente não é para otário

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E a mania que determinados indivíduos têm de estacionar nos lugares destinados a deficientes e/ou grávidas só porque os lugares estão disponíveis e não têm assim de andar a procurar um espaço para os seus carros?

Pessoas, pensem que um dia podem precisar desses mesmos lugares de estacionamento e os mesmos estarão ocupados por otários que seguem as vossas ideias de deixarem o carro em espaços que estão devidamente marcados destinados a pessoas com necessidades especiais para terem maior mobilidade para saírem do veículo e estarem mais perto da saída. 

 

Convites duplos | 7 os Anos 70

12, 13 e 14 de Agosto | Auditório Casino Estoril

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Estreado no mês de Julho, o musical 7 os Anos 70, com produção da Artfeist, tem esgotado o Auditório do Casino Estoril no espetáculo que convida o público a recordar os grandes sucessos de outros tempos através das vozes de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves com direção musical de Nuno Feist. 

7, anos 70 é um espetáculo de teatro musical que pretende revisitar os momentos mais marcantes da história e cultura dos anos 70, conta com a participação de Henrique Feist, Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves e com a direcção musical de Nuno Feist e coreografia de Ricardo Morujo. Vamos recordar os acontecimentos mais marcantes da década de 70, cantados através da música que mais a marcou. Foi na música que os anos 70 ganharam a sua maior expressão de individualismo e de libertação e queremos que se junte a nós para recordar esta década que ainda hoje tem repercussões no nosso mundo.

Tu, que gostas de um bom musical e decerto queres ver esta nova aposta de Henrique Feist, tens aqui a oportunidade de poder ganhar convites duplos destinados às sessões dos dias 12, 13 e 14 de Agosto, Sexta-feira, Sábado e Domingo, pelas 22h00. Para te habilitares a um dos convites tens de seguir O Informador no Instagram, e partilhares no teu InstaStories a imagem do cartaz do espetáculo que se encontra disponível nos Destaques e mencionares O Informador e três amigos nessa mesma partilha. De seguida basta preencheres o formulário - AQUI - onde só é permitida uma participação por endereço de e-mail. Esta oportunidade irá estar disponível até às 09h00 do dia da sessão, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através de sistema automático. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições.

Pessoas que encontramos no supermercado

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Outro dia fui ao supermercado no que pensei que seria uma ida com regresso em dez minutos e que acabou por se prolongar para lá de uma hora, tudo porque encontrei pessoas danadas para conversar e das quais tinha saudades. A ida rápida ao supermercado acabou por se prolongar assim que cheguei e quando estava de saída voltei a ficar mais um pouco na conversa. Sempre é bom colocar a conversa em dia, mesmo que seja junto às estantes promocionais do momento.

Já estava a caminho de casa no dia de folga quando pensei que era bom fazer as compras mínimas para que nos próximos dias não tivesse de desviar caminho. E assim fiz, fui para as compras, estacionei o veículo, peguei no saco e lá fui. Entrei e logo encontrei uma antiga colega de trabalho que sempre adorei e que continua a ter um espaço especial na minha vida, mesmo que não nos vejamos constantemente. Entre desabafos, abraços, risos e uma lágrima ou outra, a conversa foi acontecendo, os últimos meses resumidos em pouco e o tempo foi passando, logo percebendo que aqueles rápidos minutos pensados inicialmente já se tinham esfumado. Primeiro porque estava bem a conversar e depois por saber que era preciso dar atenção a quem me quer bem e que não vejo de forma regular como devia. Lá fiquei e passado um bom bocado lá segui para recolher os bens que tinha pensado. Na saída, quando já tinha as compras pagas, encontro uma das melhores amigas e mais uns quantos minutos na conversa junto da porta do supermercado, voltando a perceber que quando a conversa está boa a ideia é ficar entretido sem pensar que me tenho de despachar.

Nível de bateria no iPhone está de volta

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Numa das últimas atualizações que o sistema iOS sofreu, mais exatamente quando o iPhone X foi lançado, que deixou de ser possível saber com exatidão o nível da bateria no ecrã principal. No entanto daqui a umas semanas, quando for lançada a atualização com o iOS16, vamos voltar a ter a funcionalidade de volta sem precisarmos de andar a procurar, a abrir e fechar as definições.

A Apple já anunciou que a nova atualização surgirá para todos os iPhones a partir do 7 e que para além da percentagem da bateria estar de regresso, também o ecrã de bloqueio contará com algumas alterações como ser possível ver as tarefas do calendário, os resultados desportivos e informações através de widgets que ficarão disponíveis para serem instaladas quando o iOS16 ficar disponível. 

7 os Anos 70

Artfeist

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A temporada de Verão do Auditório do Casino Estoril estreou com o musical 7 os Anos 70, uma produção da Artfeist que segue o estilo do que tem sido feito nos últimos anos por Henrique Feist na sala de espetáculos.

Reavivando a memória do público perante os grandes temas e os momentos nacionais e mundiais que marcaram a década dos anos 70, 7 os Anos 70 é o musical que recorda com grandes vozes os sucessos e as canções que ficaram eternizadas e que ainda hoje são célebres pelo sucesso obtido ou porque acabaram por ficar associadas a determinados momentos históricos e culturais que nos marcaram. Os anos de ditadura em Portugal e por vários países e a liberdade instaurada no nosso país, a guerra do Vietname, a força que as mulheres ganharam na sociedade pela sua imposição ao regime, os massacres, as alterações sociais, os movimentos ambientalistas e as revoltas, e como não podia deixar de ser num espetáculo musical de Henrique Feist, os sucessos de sempre que levaram Portugal à Eurovisão com temas marcantes e jamais esquecidos pela sua força perante uma sociedade em mudança.

Através da interpretação de Henrique Feist a quem se juntou Valter Mira, Catarina Clau e Débora Gonçalves, num quarteto de vozes perfeitas que há algum tempo não era tão bem conseguido nas produções da Artfeist, Nuno Feist continua na direção musical do espetáculo, tendo também o seu momento de canto, como sempre. Este musical segue a linha das produções anteriores mas noto uma maior organização perante o esquema seguido e também um composto de vozes completo que acaba por arrecadar os aplausos do público numa aposta bem conseguida. 

 

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