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O Informador

30
Set20

A Ratoeira de Agatha Christie em palco

Yellow Star Company

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Agatha Christie, a dama de ouro do crime literário criou A Ratoeira, um sucesso que rapidamente subiu ao palco e conseguiu alcançar ao longo das décadas grandes feitos a nível mundial, estando neste momento este espetáculo de sucesso com 67 anos a ser representado e já com direito a registo no Guinness Book of Records. 

Em Portugal foi a Yellow Star Company a trazer até nós esta peça que leva a palco Virgílio Castelo, Ângelo Rodrigues, Beatriz Barosa, Elsa Galvão, Filipe Crawford, Henrique de Carvalho, Luís Pacheco e Sofia de Portugal através de um enredo complexo onde todos são suspeitos perante uma misteriosa morte na vila. Entre todos os que se encontram hospedados num pequeno hotel que um jovem casal inaugurou com algumas dificuldades financeiras e em noite de tempestade, vários são os hóspedes que chegam ao final da tarde, mas alguém matou e agora que um forte nevão se fez sentir ninguém consegue deixar o espaço mas a certeza é que entre os proprietários e visitantes um inspetor chega para perceber quem está por detrás de um crime bem hediondo. Entre o medo e os segredos, eis que uma das hóspedes é morta no hotel, revelando que o assassino está realmente entre eles. Quem será o criminoso d' A Ratoeira que foi excelentemente bem elaborada pela mestre do crime e suspense? O segredo fica sempre bem guardado para quem vê mas uma coisa é certa, todos os suponhamos não conseguem passar disso mesmo porque todos podem ter as suas razões para serem identificados como os reais culpados de dois crimes hediondos. Afinal num crime todos são suspeitos à primeira vista, até o próprio elemento do público, certo?

29
Set20

Que comece o Natal!

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Os preparativos de Natal no que toca ao comércio este ano começarão muito certamente mais cedo, quer seja pelas ruas mais comerciais das cidades e vilas como também pelos centros de grande consumo. É que com as restrições para com as entradas nas lojas e em todos os espaços de compras o dever das grandes e pequenas marcas é o de iniciar as campanhas natalícias mais cedo, tal como prolongar o tempo para serem efetuadas trocas, tudo para que as últimas semanas do ano não sejam tão complicadas em termos de afluência, sendo necessário continuar a respeitar regras e distâncias, mesmo com todo o stress que as compras de Natal de última hora acabam por causar.

Muitos já comentam que ainda é cedo e que os grandes nomes do mercado comercial já se estão a aproveitar desta fase para iniciarem a tentativa de venda antecipada, no entanto a necessidade assim o exige. Neste momento é fundamental que Outubro seja visto como um mês propício para serem feitas as primeiras compras. Não deixem ficar tudo para o fim, o final de Novembro já revelará muito nervosismo pelos centros comerciais que terão tendencialmente cada vez mais filas nas entradas de cada loja, criando ansiedade e algum mal-estar por muitos que não conseguem respeitar o seu lugar e acabam por gerar alguma incompatibilidade e ansiedade por quem aguarda a sua vez calmamente e para quem faz o seu trabalho com as novas condições e restrições. 

28
Set20

Mudanças e atritos no Big Brother

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E ao terceiro Domingo de Big Brother, a Revolução, tudo muda no alinhamento do programa e o que correu bem na edição anterior do formato apresentado por Cláudio Ramos volta a ser feito desta vez, existindo um recuo para com as ideias de fazer diferente desta vez, com prova do líder, nomeações e Ana Garcia Martins de regresso aos comentários na gala, deixando o seu espaço de Pós Gala que deixou de existir logo após a primeira experiência que nem achei que tivesse corrido mal.

A gala logo começou com Teresa Guilherme a ler um comunicado sobre a situação do André Filipe que se encontra internado com problemas psicológicos desde a sua expulsão. Endemol e TVI mostram neste comunicado o receio com que estão neste momento sobre toda a situação e a forma como os castings decorreram desta vez para terem logo existido três saídas antecipadas e todas com as justificações bem próximas. 

Eis que a conversa entre apresentadora e concorrentes na casa logo começou com a bomba a ser lançada sobre as discussões que decorreram durante a semana entre a dupla Andreia e Sandra com a Carina e Joana, numa luta entre gerações sobre o poder de orientar compras e lides domésticas. As concorrentes bem se justificaram mas deu para entender que ao longo dos próximos dias a caldeirada do valente bate boca irá continuar, para mais entre concorrentes bem explosivas e com o grupo a ficar dividido entre quem tinha ou não razão. Como se não bastasse, e sem que tivesse entendido ao longo da semana, também existem quezílias entre Jéssica Fernandes, a filha de Sandra, e Joana, uma vez que a primeira não gosta de lides domésticas e limpezas e a segunda já se queixou em alto e bom som sobre a falta de ajuda de Jéssica perante o grupo para com a manutenção da casa. As duas concorrentes parecem não se entender e espero que assim continue para existir durante semanas esta rivalidade entre os dois lados da balança, a sonsa e a frontal. 

Após a semana passada a Carina ter revelado a sua curva da vida, desta vez foi mesmo a vez da Sandra, a sua para já rival, a mostrar os pontos fortes da sua vida. O racismo que sentiu desde pequena, a própria exclusão por parte da família ao serem rejeitados pelas gerações mais velhas, a separação dos pais e o abandono por parte do progenitor. O amor pelo marido desde os dezassete anos, um aborto, a filha Jéssica, a emigração já em família para a Holanda, a doença da mãe, o mal estar da própria Sandra, a depressão que a deitou abaixo. Uma história cheia de altos e baixos, com a discriminação muito assente no seu percurso, tal como a diferença que ainda hoje muitos pais e avós fazem para com os próprios filhos e netos em determinadas comunidades. Uma auto estima baixa, forçando algum isolamento até encontrar o amor e construir a sua própria família e procurar a felicidade. 

E o que seria um reality show apresentado por Teresa Guilherme sem a parte casamenteira? Simplesmente não seria, por isso é que já existem várias conversas e dicas a serem dadas para a casa. É entre Rui Pedro e Jéssica Antunes de forma ainda suave, mas com maior desenvolvimento o destaque foi mesmo entre o trio Renato, Jéssica Fernandes e Zena. O que se passa entre estes três concorrentes? Renato revela gostar da falta de sal de Jéssica, mas ao mesmo tempo está bem próximo da doce Zena, que por sua vez tem o inconveniente André Abrantes a rondar sem sorte. 

A hora da decisão do público chegou e a escolha entre Diana e Rui Pedro aconteceu, não sem antes ambos abrirem uma mala com o Poder de Troca, dando privilégio a alguém de trocar um nomeado por outro ao longo da noite. Diana escolheu a Jéssica Fernandes e Rui Pedro optou pelo Renato, como só quem ficasse na casa ficava com a atribuição deste trunfo foi o Rui Pedro que acabou por presentear o Renato com o seu regresso ao jogo. Diana saiu com 53% da votação, margem mínima, deixando assim o concorrente que não lidou muito bem com a sua primeira nomeação em jogo. 

Primeira prova do líder, concorrentes por ordem segundo a retirada de números de um saco, e um a um foram rasgando a foto de outro concorrente que não queriam ver ser líder. No final o Renato foi o eleito, ficando imune e tomando a primeira liderança do Big Brother, a Revolução. Acredito que esta semana de liderança será calma pelo que o Renato tem demonstrado ao longo de duas semanas de programa em que foi bastante conciliador, acabando por ser um concorrente neutro e próximo de todos. 

De seguida os esquecidos futuros novos concorrentes anunciados na semana passada apareceram, um minuto de conversa com Teresa Guilherme, Liliana e Diogo mesmo na entrada da casa e eis que com 51% foi a jovem de Cascais a ficar como a mais recente concorrente da edição Revolução do Big Brother. Tudo sem pompa e circunstância como mereciam mas a produção acabou por encaixar de forma tão rápida esta entrada que passou complemente despercida, sem necessidade alguma para isto acontecer num programa com três horas de duração. 

27
Set20

The Duchess | T1

Netflix

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A Netflix disponibilizou a série britânica The Duchess, mostrando o dia-a-dia de Katherine, uma mãe solteira que parece à beira do abismo mas com vários sonhos por concretizar. Num momento em que todos parecem contra si Katherine, interpretada por Katherine Ryan, quer voltar a ser mãe, mesmo sem o parceiro ideal por perto. Mantendo uma relação meio distanciada com o dentista Evan, Steen Raskopoulos, mas sem ver potencial enquanto pai com bons genes para ser progenitor e com a ambição que o seu próximo filho tenha os mesmos potencias que a sua única filha, Olive, interpretada pela jovem atriz Katy Byrne, o recurso ao progenitor da filha, Shep, um ex elemento de uma boy band interpretado por Rory Keenan, com quem se dá mal, é inevitável e a partir desse ponto começam as trapalhadas de uma série cómica que serve para entreter pelos momentos de cansaço do nosso dia-a-dia corrido. 

Dramática e impulsiva, excêntrica no seu modo de encarar a moda e deixando de lado o bom trato com quem se cruza consigo, Katherine representa a força da natureza, defendendo o feminismo e a capacidade de viver sem homens por perto, mas neste caso a vontade de voltar a ser mãe fala mais alto e as contradições surgem para grande felicidade do seu antigo companheiro e pai da filha que fica assim a ganhar com a ideia de que esta mulher de armas afinal continua atrás de si, nem que seja para voltar a ser mãe, mesmo sem recorrer aos métodos tradicionais.

Com pequenos e rápidos episódios, sempre com pontos revolucionários entre si, um tanto de comportamentos aceitáveis como irritantes mas divertidos, a ousadia e irreverência desta mulher causam alguns transtornos a homens e mulheres que circulam à sua volta, mas quando o coração está mesmo próximo da boca não existe como evitar contratempos e desabafos que nem sempre correm bem. Poderemos assim dizer que esta heroína de The Duchess não se contenta por ficar com a perfeição, sendo mesmo um desastre quando comparado com as super mães e educadoras de séries de sucesso internacional.

26
Set20

Máscaras para o frio

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No início da pandemia todos nos tivemos que habituar ao uso de máscaras na entrada em estabelecimentos e em locais de maior movimentação. Agora, mais de seis meses depois, o uso de máscara parece ser um bom complemento para combater o frio que se começa a fazer avisar para visitar Portugal em força daqui em diante. 

Neste momento já se começa a prever que as nossas caras tapadas irão continuar por uns bons tempos sem verem a luz do dia perante a sociedade, mas será isso mau de todo quando as máscaras que todos queríamos ver longe servirão para nos ajudar a proteger metade da cara das aragens e ventos mais gelados que surgirão quando enfrentarmos o Outono/Inverno em pleno?

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