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Mais uma semana com mais do mesmo!

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Mais uma semana, mais uma voltinha na carruagem laboral. A semana começa, promete mais do mesmo perante os dias anteriores e aparentemente nada demais irá acontecer para combater de frente uma rotina sem desafios que parece estar instalada na minha vida profissional.

A monotonia está instalada, sinto-me como parado no tempo e sem perceber o significado de desafio de que tanto necessito por não existir estímulo em fazer diferente, mais e melhor. Quem me conhece sabe que sou muito focado e gosto de pensar a longo prazo, arriscar e saber que poderei ganhar com isso. Neste momento a paragem acontece e a cada semana o que vou notando é um certo sufoco por estar bem mas por estar parado, em espera que o mercado mexa e ao mesmo tempo a olhar tantas vezes para cada inicio de semana e pensar que as coisas não estão com qualquer previsão de mudança.

Pégaso | Danielle Steel

Bertrand Editora

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Título: Pégaso

Título original: Pegasus

Autor: Danielle Steel

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Agosto de 2020

Páginas: 360

ISBN: 978-972-25-3590-8

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: No auge da Segunda Guerra Mundial, na Europa, Nicolas e Alex são dois homens viúvos que criam os filhos sozinhos. Levam uma vida pacata e feliz, até que um segredo há muito enterrado sobre os antepassados de Nicolas ameaça a segurança da sua família...

Para sobreviver, têm de fugir para a América. Os únicos bens que Nicolas e os filhos podem levar são oito cavalos de raça pura, dois deles deslumbrantes Lipizanos oferecidos por Alex. Essas criaturas magníficas permitem o acesso a uma nova vida, garantindo a Nicolas um emprego no famoso circo Ringling Brothers. Ele e o seu famoso cavalo branco, Pégaso, tornam-se a peça central do espetáculo e não tarda a que uma jovem e graciosa trapezista lhe roube o coração.

Com o passar dos anos de guerra, Nicolas esforça-se por se adaptar à sua nova vida, ao passo que Alex e a filha enfrentam um perigo crescente na Europa. Enquanto a tragédia se alastra, o que acontecerá a cada família quando a sua felicidade estiver nas mãos do destino?

Uma belíssima história sobre o destino de duas famílias que nunca deviam ter-se separado e cujo poderoso vínculo as manterá unidas para sempre.

 

Opinião: Iniciado pela época de 1930 num seio aristocrático na Alemanha, o leitor de Pégaso é convidado a conhecer os amigos Alex e Nick, que vivem em duas belas propriedades vizinhas e onde a criação e ensino de cavalos é um dos fortes de Alex, principalmente de lipizzan, a raça de cavalos que nasce preta e se torna magnificamente branca como flocos de neve. 

Tudo corre bem quando Nick descobre que em plena época em que Hitler começa a liderar a Alemanha, a sua mãe, que não conheceu e que pensou ter falecido no parto, tem origem judia, o que faz com que este jovem com dois pequenos filhos, órfãos, tenha de deixar o seu pai e amigos e as suas terras para não correr o risco de ser enviado pelos nazis para um campo de concentração. Sem futuro certo e sem capacidade de reação por também não saber fazer nada, é Alex que ajuda o seu amigo de vida a definir o futuro e fuga do país. Com a excelente e bem vistosa raça de cavalos lipizzan com bons exemplares na sua propriedade, Alex decide encaminhar e organizar a partida de Nick, dos seus dois filhos e de dois dos seus lipizzan para um circo nos EUA. 

Para ler e registar! Obrigado!

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Vamos lá ler uma coisa, e agora refiro mesmo nomes porque existem pessoas que não se conseguem controlar por se acharem as mais inteligentes do mundo ou então agem como se fossem puras inocentes.

Como sabem, aqui pelo blog vou lançando diversos passatempos para vos presentear de diversas formas e sabem o que uma certa senhora, entre outras pessoas, fazem? Tem diversos emails para se candidatar e depois faz as suas participações para tentar a sorte de variadas formas. Ora coloca todo o nome, umas horas depois altera o email e coloca só o nome e sobrenome, depois faz nova participação com o primeiro e penúltimo. Vou dar um exemplo bem claro e real do que acontece e que por aqui já fiz reparo mas parece que existem pessoas que não conseguem perceber que certos avisos são para si, ou então fazem-se mesmo de super inteligentes a julgar que os outros andam de palas bem fixadas como os burros de outros tempos. Estão a ver este nome, Maria Amaral Sousa Barrosa, e este, Maria Barrosa, e ainda este Maria Amaral. Notam reais semelhanças, certo? Isto aparece de forma constante nos passatempos que realizo aqui pelo blog e o mais engraçado é o facto de que em algumas oportunidades estes mesmos três nomes repetem-se porque parece que as três originais participações não chegam e uns dias depois são feitas novamente num repete e repete e volta a repetir.

Pessoal, não precisam de tentar a vossa sorte desta forma porque todas as tentativas múltiplas são apagadas porque aqui não existem olhos vendados e a vossa inteligência para tentarem ludibriar o próximo pode resultar em certas ocasiões mas não por aqui. Vamos ganhar um pouco de sensatez e deixar de ter estes comportamentos egoístas e que só mostram que o desespero é tanto que acabam mesmo por cair no ridículo de serem automaticamente anulados.

Convites Duplos | Concerto de Katia Guerreiro | Cancelado

Arena de Almeirim

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Vamos Celebrar Amália numa data tão especial, a comemoração dos seu centenário. A maior e eterna voz do Fado irá no próximo dia 05 de Setembro, pelas 21h30, na Arena D'Almeirim, ser lembrada pela voz de Katia Guerreiro que terá Hélder Moutinho como convidado num concerto que promete ser único, para mais numa altura em que artistas e público fazem juntos o regresso às salas de espetáculo com todos os cuidados necessários perante a pandemia que o Mundo atravessa. 

Num espetáculo único, cujos bilhetes podem ser comprados AQUI, Katia Guerreiro homenageia Amália Rodrigues na vila ribatejana e todos estamos convidados para assistir a este espetáculo, que para além dos sucessos da voz eterna do fado conta também com os maiores temas originais de Katia Guerreiro.

Para que todos possam ter a oportunidade de assistir a este espetáculo, tenho dez convites duplos para oferecerEste passatempo irá estar disponível até às 12h00 do dia 03 de Setembro, Quinta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

Covid19 gera paranóia

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Quase todos andamos com mil e um cuidados desde que o vírus do momento invadiu o território nacional, mas existem pessoas que exageram de tal forma nos seus comportamentos que arriscam mesmo que os seus companheiros de vida partam para novas aventuras.

Há uns dias um casal de clientes voltou a visitar o espaço após meses de ausência. Ele muito discreto e em modo simplificado, ela cheia de paranóias e receios. Entrou e colocou álcool gel como todos o devem fazer quando entram em estabelecimentos e o mais engraçado é que não tocou praticamente em nada mas quase de minuto a minuto ia até à entrada para reforçar a higienização das mãos. Lá escolheu uma peça, o marido outras duas mas sem experimentarem, tendo mesmo a senhora levantado a voz numa momento de exaltação para que o companheiro não tocasse em nada e nem tivesse os artigos que iria comprar na mão. A dita cliente falou bem alto, mais que o habitual, para o marido seguir as suas ordens com todos os cuidados que a sua mente exige, que são bem mais do que os regulamentados pela DGS.

"Não toques nisso!", "Não vais experimentar!", "Não podemos ficar perto de outras pessoas mais de quinze minutos!", "Hoje foi o primeiro dia em que vim às compras!" e "Vocês (colegas de trabalho) não deviam estar aqui os dois ao mesmo tempo!". Estas foram somente algumas das expressões que a cliente expressou a falar connosco e com o marido paciente que vive consigo há décadas.

Fazer menos causa cansaço

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A ideia é única e, pelo que vou constantando em conversas ao longo dos tempos, quase vencedora numa balança... Fazer menos causa cansaço!

Nos dias em que o trabalho não aperta e os clientes não chegam acabo o horário bem mais cansado que nos dias corridos, de movimento e onde o corpo não tem tempo para comunicar com a mente. Escrevo este texto após chegar a casa num desses dias em que pouco fiz e ao olhar para o espelho de corpo inteiro percebo que estou completamente de rastos, sem vontade de reação e a pensar que após me deitar e dormir poderei voltar a ter novo conjunto de oito horas bem semelhantes.

Voltei aos espetáculos!

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Praticamente seis meses após os primeiros receios sobre o contágio por Covid 19, voltei aos espetáculos, mais concretamente com o concerto dos Amor Electro na Arena D'Almeirim, o que representa o segundo espetáculo da banda na temporada de 2020 pelos palcos nacionais. 

Não minto que fui convidado, tal como também fiz passatempo para vos presentear com convites duplos, e no momento em que me fizeram a proposta não hesitei e aceitei. Primeiro porque aos poucos todos devemos tentar pelo menos refazer o nosso dia-a-dia dentro do possível e com todos os cuidados exigidos e em segundo lugar porque sinto falta de cultura, entretenimento e dos meus momentos de bem-estar com o palco pela frente onde os artistas nos transmitem boas energias, quer seja através da música ou da representação, desde que me façam viajar e festejar fico bem. 

O dia passou, a hora de jantar aconteceu mais cedo, colocamos-nos ao caminho e chegamos antes da hora necessária, levantando os bilhetes e optando por beber café em volta do recinto onde o concerto iria acontecer, no centro da praça de touros de Almeirim, vila Ribatejana pertencente à zona de Santarém. Entradas controladas e espaçadas com medição da febre e com passagem das mãos por álcool gel, espaçamento de lugares bem notório, todo o público sentado, um ligeiro atraso no início do espetáculo, como seria expetável dado todo o novo processo demorado que as condições exigem e Marisa Liz subiu ao palco com a sua banda para um concerto que me fez perceber que afinal é possível existirem espetáculos com cuidados e boas energias de mãos dadas. No final também as saídas foram feitas de forma espaçada e com fila por fila a ser convidada a deixar o recinto sem confusão com escadas e processos para se deixar o local e cada qual seguir o seu caminho já fora da Arena. 

Num alinhamento perfeito e com uma interação entre a banda e o público fundamental para os tempos que correm, os Amor Electro sabem entreter enquanto vão interpretando cada tema com os maiores êxitos a serem intercalados com os novos lançamentos. Já conhecia o trabalho da banda, quem não, mas não tinha pensado que seria com eles que iria regressar a fazer parte da plateia de um espetáculo após os meses de quarentena e com todas as medidas necessárias perante o nosso novo normal. 

Pausa ao Domingo

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Hoje é Domingo de Pausa por estas paragens! Para muitos o fim-de-semana é sinónimo de folga mas por aqui as coisas não funcionam bem assim e os dias de descanso acontecem de forma rotativa, estando os Sábados e Domingos distribuídos de igual forma como se fossem uma Segunda ou Terça-feira qualquer da semana. 

Hoje é aquele Domingo do mês em que vou acordar mais tarde, sim porque este texto está a ser publicado bem cedo mas a esta hora, 07h46, ainda estarei a dormir, pelo menos assim o espero, para regalo do meu corpo que exige um pouco mais de descanso neste dia em que o sol promete brilhar, os barulhos familiares na vizinhança fazem-se ouvir mais pela hora de almoço e a tarde será certamente de passeio para ver as vistas da costa marítima. 

Hoje a pausa será de certeza agradável, mas vou bater de seguida na madeira, para que nada corra mal ao longo destas vinte e quatro horas que se aproximam e onde a folga calhou justamente num dia da semana em que outras pessoas estão de descanso para conseguir conviver um pouco mais. 

Vestir cor? Sim!

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Meias com bonecos, calças que fogem dos tons básicos e comuns, camisolas coloridas. Quem não? Eu sim e muito!

Adoro vestir cor, fugir do básico azul e que a maioria dos homens elege como cor central como se fosse servido com "mais do mesmo" dia após dia. Não tenho qualquer problema com qualquer cor, desde que goste e que perceba que nem me fica assim tão mal, compro e visto. A forma como nos vestimos e saímos para a rua conta muito de nós próprios e percebe-se tão bem quem se tenta assumir como um snob a puxar para o clássico sempre com o mesmo estilo de roupa e dentro dos mesmos tons, como se não existisse cor na sua vida, o que por vezes corresponde mesmo à verdade.

É necessário criar, não ter medo de vestir umas calças mostarda com uma camisola com bonecos da Disney e umas meias às riscas. Não existe um pouco de criança em todos nós? Simplesmente há que saber adaptar o traje a cada momento e se em dias livres somos nossos e só nossos qual o problema de andar livremente sem pensar que se tem de sair com aquelas calças formais e tons neutros para não chocar quem se possa cruzar pelo caminho e perceber que estamos supostamente fora do contexto habitual?

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