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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

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Curtas e Diretas | 145 | Morreu? Adeus!

Publicado por O Informador, 31.01.20

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A rapidez com que as pessoas se querem livrar de um corpo morto é cada vez maior. A lei exige que em menos de 24 horas não se possa enterrar o corpo, no entanto existem famílias que se pudessem faziam o despacho de forma tão rápida como bebem um copo de água. Quem compreende?

Convites duplos | Alma

01 de Fevereiro

Publicado por O Informador, 30.01.20

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O Teatro Aberto inicia o ano de 2020 com um novo espetáculo na Sala Vermelha, Alma. Da autoria de Tiago Correia, com encenação de Cristina Carvalhal, e com Bernardo Lobo Faria, Bruna Quintas, Guilherme Moura e Sofia Fialho a comporem o elenco, neste novo trabalho onde o vazio do presente é confrontado com o pensamento no futuro, a discussão é lançada entre um grupo de jovens. 

Com sessões às Quartas, Sextas-feiras e Sábados, pelas 21h30, às Quintas-feiras pelas 19h00, e aos Domingos pelas 16h00, Alma convida o público a visitar o Teatro Aberto pelas próximas semanas. Para te ajudar a assistir a esta produção, tenho convites duplos para sortear!

 

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Sinopse:

«Eles não sabem nada

Sobre nós não sabem nada

Não percebem mesmo nada»

Diz o rapaz, imobilizado numa cama, referindo-se aos adultos.

Dois amigos visitam-no e tentam perceber o que se passou.

Mas as palavras perdem sentido. As imagens nas redes sociais falam mais alto e mais depressa.

Os três guardam segredos, que os afastarão de forma violenta. Até aparecer uma desconhecida, tão isolada quanto eles, que parece deter a palavra mágica para abrir a “caverna”.

Alma é a história de quatro adolescentes em busca de um futuro que apazigue o vazio dos dias.

 

Ficha Técnica

Dramaturgia: Cristina Carvalhal e Pedro Filipe Marques

Encenação: Cristina Carvalhal

Cenário e Figurinos: Ana Vaz

Vídeo: Pedro Filipe Marques

Desenho de Luz: Cárin Geada

Sonoplastia: Sérgio Delgado

Assistência de Encenação: David dos Santos 

Interpretação: Bernardo Lobo Faria, Bruna Quintas, Guilherme Moura e Sofia Fialho

 

Espetáculos

4ª, 6ª e Sábado às 21h30 

5ª às 19h

Domingo às 16h 

Sala Vermelha

 

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Para que todos possam ter a oportunidade de assistir a este espetáculo, tenho convites duplos para a sessão de Sábado, 01 de Fevereiro, pelas 21h30. Este passatempo irá estar disponível até às 10h00 de dia 31 de Janeiro, Sexta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

Ana com A | Temporada 3

Anne With An "E"

Publicado por O Informador, 29.01.20

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Se existe série que gostei de seguir e que infelizmente, por decisões que não correspondem aos gostos do público, termina na terceira temporada, é Ana com A, com o título original Anne With An "E".

Estreou na plataforma Netflix em 2017 com uma temporada de sete episódios. Em 2018 foi renovada com mais dez capítulos e no início de 2020 viu os derradeiros dez episódios disponíveis. Três temporadas em crescendo, tanto em qualidade de produção como a nível de história, a narrativa que conta a vida da jovem Anne prendeu, mesmo que de início tenha sentido vontade de deixar de ver a série pela irritação que esta personagem me causou por ser muito mexida, metida com tudo e sem papas na língua, o que quando surge em demasia cansa, tal como na vida real. De cabeços ruivos, sardas e muito atrapalhada, Anne é a jovem órfã que ganha uma nova família que a obriga a alterar hábitos e manias. Cheia de sonhos e boa vontade para seguir em frente sem deixar os que ama para trás, dando sempre a volta aos contratempos que vão surgindo, esta jovem acaba por ser a união de quem a rodeia.  

Nesta terceira temporada não existem exceções e tudo se adensa. A rebelde e teimosa Anne sem perder o protagonismo, tem nesta derradeira temporada novos confrontos e decisões a serem tomadas, existindo espaço também para que outras personagens tenham ganho um maior destaque por verem as suas histórias com um maior desenvolvimento. Os primeiros amores, as etnias, o racismo, a perda e as conquistas, as mudanças sociais, a aceitação e os avanços para novos mundos e em grande destaque, o poder e a importância que a mulher ganhou na época. Nesta terceira temporada de Ana com A os facilitismos não acontecem e todos têm a ganhar quando existe uma alma tão pura e sensata como a de uma miúda que procura o seu passado para conseguir finalmente ser feliz com o que tem. 

Uma Vida Perfeita | Danielle Steel

Bertrand Editora

Publicado por O Informador, 28.01.20

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Título: Uma Vida Perfeita

Título Original: A Perfect Life

Autor: Danielle Steel

Editora: Bertrand Editora

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Novembro de 2019

Páginas: 296

ISBN: 978-972-25-3595-3

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: Aos 47 anos, Blaise McCarthy é uma brilhante jornalista televisiva que parece ter tudo: beleza, inteligência e coragem. Mas, por trás desta imagem triunfante, há outras coisas que guarda consigo… Do seu segundo casamento, teve uma filha, Salima, que ficou cega por causa da diabetes. Esta vive durante todo o ano numa instituição especializada, o que permite a Blaise concentrar-se na sua carreira. Porém, um imprevisto determina que Salima tenha de voltar para casa da mãe. Os mundos, pessoal e profissional, de Blaise colidem e os seus segredos mais bem guardados ficam expostos. De repente, a sua vida deixa de ser perfeita e torna-se real. Mãe e filha juntas serão capazes de enfrentar um mundo que não conseguem controlar?

 

Opinião: Várias foram as obras de Danielle Steel lidas ao longo dos últimos anos e geralmente com uma boa avaliação pelas histórias elaboradas, mesmo que a base seja muitas vezes o romance entre duas pessoas teoricamente de mundos distantes e com ideias futuras também diferentes. Desta vez a fórmula não funcionou como na maioria dos casos e Uma Vida Perfeita acaba por ter um enredo cansativo, repetitivo e bastante previsível desde o primeiro momento. 

Uma mulher com uma vida estável e corrida, a viver sozinha e com uma filha a viver num colégio para ter apoio devido a uma cegueira que surgiu com os diabetes, o leitor é convidado assim a conhecer de forma rápida o ponto de partida da vida de Blaise e do que a rodeia. Uma jornalista e apresentadora de sucesso de um canal televisivo, com estabilidade mas que logo me desilude pelo facto de deixar a filha num colégio pela doença. Afinal de contas o que interessa a Blaise, a família ou a carreira? Um ponto negativo que é raro acontecer nos romances de Steel que costumam estar muito corretos nestes pontos onde a família é o mais importante e que neste caso mostra uma profissional de sucesso que só se preocupa com as aparências e audiências a desfavor de uma filha doente e que não sente o apoio e presença da própria mãe. 

A história desenvolve-se e de início percebe-se a alteração, uma vez que de um momento para o outro Blaise terá de receber a filha em casa por uns meses devido a um incidente no colégio. Com Salima para cuidar e sem tempo, surge um educador para a ajudar e a partir daqui e de forma bastante óbvia, nem preciso contar o que vai acontecer em menos de trezentas páginas.

 

Convites duplos | Shrek, O Musical

01 e 02 de Fevereiro

Publicado por O Informador, 27.01.20

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2020 trouxe o prolongamento da temporada do espetáculo infantil Shrek, O Musical, baseado no livro de William Steig e no filme de animação da Dreamworks. Numa produção da ArtFeist, as aventuras do ogre mais famoso do mundo têm sido contadas e mostradas a miúdos e graúdos que receberam este espetáculo de braços abertos no Auditório do Casino Estoril. Para celebrar o sucesso do final de 2019, Shrek, O Musical ficou para fazer companhia ao público também em 2020. Ao longo do mês de Janeiro as sessões ficaram esgotadas e em Fevereiro não será certamente diferente. Dando a oportunidade a que todos tenham a hipótese de ver um dos melhores musicais infantis desta temporada, a produtora resolveu continuar a apostar em Shrek para que ninguém perca o musical onde a cor e os ritmos se misturam com a amizade e o bem. 

Era uma vez um pântano distante, onde vivia um ogre chamado Shrek. De repente, o seu sossego é interrompido pela invasão de personagens de contos de fadas que foram banidos do seu reino pelo maldoso Lorde Farquaad. Determinado a salvar o lar das pobres criaturas, e também o dele, Shrek faz um acordo com Farquaad e parte para resgatar a princesa Fiona. Resgatar a princesa pode não ser nada comparado com seu segredo profundo e sombrio.

Com sessões aos Sábados e Domingos, pelas 11h30 e 15h30, e com preços que variam entre os 15€ e os 18€, Shrek, O Musical convida todas as famílias a se juntarem pela plateia e poderem assistir a uma verdadeira aventura já bem conhecida de todos nós. Aproveito para informar que nem todos os miúdos podem marcar presença na plateia do Auditório do Casino Estoril, uma vez que este espetáculo é para maiores de seis anos, embora possam entrar crianças a partir dos dois anos após autorização da bilheteira. 

Para que todos possam ter a oportunidade de assistir a este espetáculo, tenho convites duplos para as sessões da manhã e tarde de Sábado e Domingo, 01 e 02 de Fevereiro, respetivamente. Este passatempo irá estar disponível até às 10h00 de dia 31 de Janeiro, Sexta-feira, e nesse dia serão revelados os nomes dos vencedores nesta mesma publicação, sendo o sorteio feito através do sistema automático random.org. Os premiados serão contactados via email com as recomendações para o levantamento dos bilhetes acontecer nas melhores condições. Para a participação ser válida tens de seguir os passos que se seguem.

Vultos estranhos

Publicado por O Informador, 26.01.20

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Não sou supersticioso nem acredito em fenómenos ou histórias que possam transportar o além até ao mundo dos vivos, no entanto existem raros momentos em que sou surpreendido e deixo que algo que me transcende possa interferir com a linha de raciocínio do dia-a-dia.

Há uns dias, enquanto trocava de roupa para me preparar para deitar e estava sozinho na zona dos quartos em casa, senti que mesmo por trás de mim um vulto passava, ouvindo ao mesmo tempo ligeiros e leves passos no mesmo local. Rapidamente sai do quarto por saber que ninguém estava por perto, mas fui verificar e realmente estava sozinho. Fui até à cozinha e questionei se alguém tinha saído dali nos últimos segundos. Nada de nada, e ao explicar o que tinha acontecido a resposta que me foi dada é que estava a imaginar coisas.

Talvez tivesse ouvido o que não ouvi e não visto pelo canto do olho o que senti. Não quero acreditar e prefiro mesmo pensar que não passou de fruto da minha imaginação, no entanto também não me venham dizer que estou a imaginar coisas só porque não querem de todo acreditar numa possibilidade sobre existir um pouco deles nas nossas vidas. 

Sincera.mente, com Jorge Mourato

Teatro Villaret

Publicado por O Informador, 25.01.20

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O nome de Jorge Mourato está desde sempre associado à comédia e muito ao stand up. Em 2020 os palcos nacionais voltam a receber o ator com o espetáculo da sua autoria Sincera.mente que pode ser visto todas as Quartas-feiras, no Teatro Villaret, em Lisboa, pelas 21h30.

Contando e recriando várias peripécias da sua vida pessoal, Jorge Mourato enfrenta o público a solo na sala de espetáculos onde revela situações e peripécias que foi presenciado e vivido ao longo dos tempos. De forma divertida, sem apoio, completamente sozinho de microfone na mão e uma simples cadeira em palco para não ser praticamente utilizada, os seus pontos de vista atuais sobre o seu passado surgem como divertidas histórias do que na altura se tornaram acontecimentos que permanecem na sua memória. 

Dos primeiros anos de vida, ao tempo escolar e na entrada da faculdade, os amores com as drogas, as saídas com algum o sexo, o corpo, os animais, as sogras, a televisão e a fama que muito altera, os bairros lisboetas com a sua vizinhança, a paternidade e os temas de casal, os filhos e o mundo que os envolve, e essencialmente o Jorge são os temas centrais deste divertido espetáculo onde a sinceridade parte para o patamar dos aplausos que podem levar o público mais suscetível a fazer «Oh, sincera.mente, ele está mesmo a contar esta história?».

Num espetáculo de hora e meia, sem pausas e com imprevistos, Mourato, e não Malato como alguns habitantes do seu bairro pensam, abrilhanta, ri de si próprio e incorpora personagens reais da sua vida para que tudo se torne mais real. 

Quem não gosta de passar o serão a sorrir com um espetáculo de stand up que todas as semanas poderá ser diferente, consoante o público, e também variando pela disposição do seu anfitrião que mesmo com guião poderá seguir um caminho paralelo?

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