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O Informador

30
Dez19

Comentadores de Excelência 2019

 

2019 está prestes a terminar e os resultados anuais do blog já foram vistos, revistos e apreciados. Com um bom feedback da vossa parte, que sempre desejo que melhor com o tempo, milhares de comentários e centenas de reações, só vos tenho a agradecer por continuarem a visitar O Informador ao longo destes anos em que ando por aqui em boa companhia. 

Como todos são importantes e a todos também peço que sempre que pretendam deixem o seu testemunho sobre o que vou partilhando, pelo blog ou redes sociais - Facebook, Instagram e Twitter -, tenho um agradecimento a deixar a todos os que passam esporadicamente, os que vão ficando e os que de ora em vez aparecem. 

Como uns se destacam mais que outros em termos de comentários, deixo de seguida o top dez dos comentadores mais presentes no blog ao longo de 2019, deixando ao mesmo tempo alguns apontamentos porque em 2018 também revelei o top dos comentadores e alguns voltam a marcar presença pelo segundo ano.

Início então o top dos Comentadores de Excelência 2019:

29
Dez19

Se deixo de confiar...

Confiança.jpg

 

... está tudo tramado! Quando nos primeiros tempos alguém me consegue conquistar para que confie está tudo a correr bem, no entanto quando algo falha e depois percebo que afinal o ar de cordeirinho esconde com tal disfarce aquele lobo que não merece pontos de confiança, começa a ficar tudo estragado. 

Não sou de dar espaço nos primeiros tempos para que as pessoas me conheçam e geralmente sou difícil de deixar que se aproximem por ser desconfiado e ter de conhecer melhor quem está do outro lado para que se possam aproximar. Gosto sempre de dar tempo para perceber o que vem do outro lado, mesmo quem não me inspira confiança pelos primeiros impactos, porque me posso enganar pelas primeiras impressões que tiro, o que é raro acontecer. No entanto existe quem engane pela negativa, começando bem mas dando com o tempo os sinais que me fazem perceber que errei ao longo dos momentos de avaliação e quando isso acontece recuo, deixando de conseguir apreciar perante o mesmo prisma essa pessoa, colocando barreiras, afastando e começando a deixar de lidar com o à-vontade dado na primeira fase.

Se dou e depois erram está tudo estragado e por muito que tente, por vezes porque é necessário existir ligação para não criar mal estar, as coisas já não funcionam da mesma forma e fico sempre de pé atrás porque a qualquer momento o lobo com pele de cordeiro vai atacar e pode fazer estragos junto de quem segue o seu caminho de forma correta e não gosta de deslizes dos que o rodeiam. 

28
Dez19

Não podemos gostar de todos

gostar.jpg

 

Somos educados com a transmissão do pensamento de que devemos gostar de todos os que nos rodeiam para sermos boas pessoas. Adultos desta vida, deixem de passar essas ideias aos mais novos porque todos sabemos que na realidade isso não acontece.

A ideia de que nos temos de dar bem e gostar de todas as pessoas é tão errada como a noção da simpatia com quem se mostra simpático connosco. Já dei para o peditório de fazer aqueles sorrisos forçados mesmo quando não gosto, mas ultimamente essa falsa simpatia já ficou para trás. Se não estou bem, não gosto, só tenho de começar a riscar para não gerar hipocrisia.

Na vida o melhor é deixar fluir, acolhendo quem nos faz falta e tem algo para dar em troca, abrindo mão quando se torna impossível de lidar com incompatibilidades de quem nada de bom nos transmite. A ideia de forçar relações por ser necessário gostar de todos é totalmente falsa. 

27
Dez19

As meias já se foram...

meias.jpg

 

Cresci com o conhecimento de que em todos os Natais iria receber meias. Agora e já há alguns anos, que esta tradição se alterou e as meias que eram oferecidas ficaram mesmo para trás. Se as quero que as compre ao meu gosto. Os presentes foram alterados e as célebres meias que sempre apareciam como presente natalício já eram.

Posso dizer que a tradição já não é o que era e que os queixumes de que recebia meias agora resultam em momentos de saudade! Em muitos momentos da vida não entendemos que os hábitos dos quais refilamos com o tempo se transformam e acabam por fazer falta por mostrar a saudade da real essência de pequenos gestos. Não damos valor a um par de meias oferecidas pela tia, pela avó ou pela vizinha mas é quando esses pormenores deixam de aparecer que percebemos mais uma vez que essas pessoas já não estão em alguns casos presentes nas nossas vidas. 

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